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	<title>dnd &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>Entre regras e imaginação: A complexidade de D&#038;D e o renascimento do Old School</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 02:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[dnd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo do RPG de mesa é vasto, vibrante e — por vezes — dividido. No coração desse universo pulsa um nome inconfundível: Dungeons &#38; Dragons (D&#38;D). Desde os anos 70, o sistema criado por Gary Gygax e Dave Arneson tem servido como porta de entrada (e labirinto) para milhares de jogadores em todo o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo do RPG de mesa é vasto, vibrante e — por vezes — dividido. No coração desse universo pulsa um nome inconfundível: <strong>Dungeons &amp; Dragons (D&amp;D)</strong>. Desde os anos 70, o sistema criado por Gary Gygax e Dave Arneson tem servido como porta de entrada (e labirinto) para milhares de jogadores em todo o mundo.</p>
<p>Mas enquanto muitos o consideram a espinha dorsal do hobby, outros o veem como um colosso de regras que, apesar de prometerem imersão, também impõem barreiras. É justamente nesse dilema entre profundidade e acessibilidade que surge um contraponto poderoso: o renascimento do movimento <strong>Old School</strong>.</p>
<p>A complexidade do D&amp;D — especialmente em sua quinta edição — tem influenciado profundamente a forma como jogadores se relacionam com o sistema, seja pelo fascínio da profundidade, seja pelo peso das exigências. Em meio a esse cenário, cresce o interesse por sistemas mais simples e diretos, inspirados na era Old School. Mais do que uma saudade dos tempos antigos, essa preferência revela um desejo por experiências mais leves, criativas e centradas na liberdade narrativa — onde a diversão vem antes das regras.</p>
<h2>Dungeons &amp; Dragons: Entre a glória e o peso das regras</h2>
<p>Não é incomum ver novos jogadores se encantarem com a ideia do RPG — apenas para darem de cara com uma muralha de informações. A atual estrutura de D&amp;D, com seus três livros principais (Livro do Jogador, <strong><a href="https://amzn.to/3EYVX4M" target="_blank" rel="noopener">Livro do Mestre</a></strong> e <strong><a href="https://amzn.to/3SPzmdT" target="_blank" rel="noopener">Livro dos Monstros</a></strong>), é impressionante… e também intimidadora. São centenas de páginas cheias de regras, tabelas e exceções que, em vez de convidar, podem desencorajar.</p>
<p>Um comentário recorrente em fóruns de iniciantes ilustra bem essa sensação:</p>
<blockquote><p><em>“Eu sei que para aprender a jogar precisa ler o Livro do Jogador e dos Monstros… e como são livros extensos, acredito que até domingo não terminarei de lê-los.”</em></p></blockquote>
<p>A sensação de que &#8220;precisa ler tudo antes de jogar&#8221; é um bloqueio comum — e muitas vezes desnecessário, mas compreensível. Afinal, o jogo parece exigir um “pré-requisito acadêmico” antes de chegar à mesa.</p>
<div id="attachment_6682" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-6682 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-mesa-critical-role.jpg" alt="Mesa do Critical Role RPG" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-mesa-critical-role.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-mesa-critical-role-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Critical Role, uma das maiores mesas de veteranos do RPG. | Fonte: Critical Role</p></div>
<p>D&amp;D 5E é, de fato, mais enxuto que suas versões anteriores (como a 3.5E), mas ainda assim mantém um sistema robusto e detalhado. Há regras para quase tudo: movimento em terreno difícil, cobertura parcial, combate montado, ações de prontidão, iniciativa, e muito mais.</p>
<p>Esse detalhamento permite simulações precisas, mas também transforma o jogo em algo mais técnico do que narrativo — pelo menos nas mãos de mestres menos experientes. O que deveria ser uma aventura épica pode se tornar uma sequência de consultas a páginas, discussão de exceções e debates sobre alcance e linha de visão.</p>
<p>Para muitos veteranos, isso é parte do charme. Para iniciantes, pode parecer que entraram num jogo de estratégia complexa e não numa história interativa.</p>
<p>Outra camada da complexidade aparece já na criação do personagem. Escolher raça, classe, histórico, alinhamento, perícias, talentos, equipamentos e magias&#8230; é quase como montar um pequeno sistema solar de opções interdependentes. Em edições como a 3.5E, essa complexidade atinge seu auge, com builds otimizadas e “combos” poderosos que exigem domínio profundo do sistema.</p>
<p>Isso pode ser divertido para jogadores que amam “min-maxing” e teoria de builds, mas para quem só quer jogar um elfo arqueiro e viver aventuras, pode soar como um excesso de burocracia.</p>
<h2>O dilema do balanceamento e o chamado do velho estilo</h2>
<p>O conceito de “nível de desafio” em D&amp;D 5E deveria oferecer um norte para mestres ao planejar combates. Em teoria, um inimigo de mesmo nível que os personagens oferece uma luta justa. Na prática? Nem sempre.</p>
<p>Jogadores mais experientes apontam falhas sistemáticas nesse cálculo. Um grupo de quatro personagens de nível 5, bem construídos, pode derrotar com facilidade inimigos tidos como “desafiadores”. Do nível 10 em diante, o jogo muda drasticamente: os personagens tornam-se tão poderosos que a lógica do desafio se rompe. O mestre, então, se vê forçado a criar inimigos superespecíficos ou então aceitar que combates serão rápidos e desequilibrados.</p>
<p>A frustração aparece dos dois lados da tela: jogadores que não sentem risco e mestres que veem suas ameaças ruírem como papel molhado. A tentativa de balancear encontros vira um exercício de malabarismo.</p>
<p>E aqui entra o ponto-chave: <strong>será que o equilíbrio é realmente necessário?</strong></p>
<p>Claro, há nostalgia envolvida. Muitos jogadores que viveram a explosão do RPG nos anos 80 e 90 encontram nas aventuras <a href="https://amzn.to/4dp6NgZ" target="_blank" rel="noopener"><strong>Old School</strong></a> a chance de reviver o encantamento da infância. Mas o sucesso do <strong>OSR</strong> vai além da memória afetiva.</p>
<div id="attachment_6684" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6684 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-old-dragon.jpg" alt="Old Dragon RPG" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-old-dragon.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-old-dragon-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Old Dragon, um dos favoritos aqui do UniversoRPG. | Fonte: Buró Brasil</p></div>
<hr />
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/o-que-e-o-rpg-old-school/">O que é o RPG Old School?</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/o-que-preciso-para-comecar-a-jogar-rpg/">O que preciso para começar a jogar RPG?</a></strong></p>
<p><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/a-historia-do-dd-basico/"><strong>A história do D&amp;D básico</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/as-regras-da-casa-de-gary-gygax/"><strong>As regras da casa de Gary Gygax</strong></a></p>
<hr />
<p>Essa abordagem reconecta o RPG com seu núcleo criativo: não importa o que está na ficha, importa o que o jogador descreve. Um guerreiro que amarra cordas em flechas com frascos de óleo para incendiar um covil de goblins não está usando uma manobra de combate — está usando imaginação. E isso é premiado, não penalizado.</p>
<p>Diferente de muitos sistemas modernos, o OSR não oferece segurança para os personagens. Não há curvas balanceadas nem encontros calibrados. Um combate errado pode significar morte em segundos. Isso devolve ao jogador a sensação de que cada decisão importa, e que a sobrevivência é um feito a ser comemorado.</p>
<p>O mestre também tem mais liberdade. Com menos regras para gerenciar, pode focar na condução da história, criar dilemas morais, tramas envolventes, e mundos reativos. Regras servem como suporte — e não como grade.</p>
<p>No coração do Old School está uma filosofia simples: <em><strong>&#8220;rulings, not rules&#8221;</strong></em> — julgamentos do mestre substituem regras escritas. O jogo ganha fluidez, e o grupo cria uma experiência única, sem medo de errar a “forma certa” de jogar.</p>
<p>Isso não significa desorganização. Pelo contrário: mestres que usam sistemas OSR geralmente estabelecem claramente o “tom da casa”. Mas há espaço para a interpretação e para o improviso — algo que a rigidez dos sistemas modernos tende a engessar.</p>
<h2>Complexidade x Acessibilidade: Existe um meio-termo?</h2>
<p>Quando a 5ª edição de Dungeons &amp; Dragons foi lançada em 2014, ela veio com uma promessa clara: simplificar. Após a recepção mista da 4ª edição — que muitos consideraram “videogamificada” demais —, a Wizards of the Coast buscou resgatar o espírito das edições clássicas, mas sem abrir mão da profundidade que a 3.5 havia estabelecido.</p>
<p>As mudanças foram notáveis:</p>
<ul>
<li>As miniaturas e mapas quadriculados se tornaram <strong>opcionais</strong>.</li>
<li>As perícias foram reduzidas e reorganizadas de maneira mais intuitiva.</li>
<li>Muitos testes se resumiram à famosa fórmula <strong>1d20 + modificador</strong>.</li>
<li>Regras como vantagem/desvantagem substituíram cálculos complexos de bônus e penalidades acumulativos.</li>
</ul>
<p>Esses ajustes tornaram o sistema mais limpo em comparação às versões anteriores, e abriram espaço para mais foco narrativo. Porém, mesmo com esse esforço, muitos jogadores ainda consideram o sistema “<strong>denso</strong>”, especialmente na hora de aprender a jogar do zero.</p>
<p>A maneira como um jogador percebe a complexidade de um sistema varia bastante com sua experiência prévia. Para quem já domina RPGs, a 5E é considerada uma das edições mais fáceis de se aprender. Um jogador comentou em uma comunidade online:</p>
<blockquote><p><em>“Eu considero o D&amp;D 5E um sistema fácil. Acho que pode ser um pouco mais difícil para quem tem mais dificuldade com cálculos, mas o sistema não é tão complexo.”</em></p></blockquote>
<p>Essa percepção é válida — <strong>para veteranos</strong>. O problema está na diferença entre “relativamente simples” e “realmente acessível”. Para quem nunca jogou RPG, preencher uma ficha de personagem de 5E pode ser como montar um carro com as peças jogadas na sala.</p>
<div id="attachment_6685" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6685 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-a-esquecivel-4e.jpg" alt="Capa da DnD 4ed" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-a-esquecivel-4e.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-a-esquecivel-4e-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A &#8220;esquecível&#8221; 4ed do D&amp;D. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>O aprendizado do sistema exige familiaridade com conceitos que não fazem parte do cotidiano da maioria das pessoas: iniciativa, testes de resistência, pontos de vida, slots de magia, bônus de proficiência, etc. Sem contar o uso de termos como “ação bônus” e “condições de combate”, que exigem um glossário próprio.</p>
<p>Mesmo com tutoriais, vídeos e PDFs gratuitos, a curva de aprendizado do D&amp;D 5E ainda é considerável. Jogadores novatos frequentemente se sentem perdidos nas primeiras sessões — não porque o sistema seja “difícil”, mas porque há muitos elementos simultâneos a serem absorvidos.</p>
<p>O que a 5E tenta fazer é oferecer uma estrutura que acompanhe o crescimento do jogador. No início, você usa apenas ataques simples e testes básicos. Com o tempo, vai incorporando ações complexas, magias, habilidades passivas e interações táticas. Isso funciona bem com grupos dedicados e mestres pacientes — mas pode frustrar aqueles que esperam “jogar direto”.</p>
<p>Por isso, muitos grupos têm adotado abordagens híbridas:</p>
<ul>
<li>Usar fichas pré-prontas nas primeiras sessões.</li>
<li>Limitar opções de classe e raça no início.</li>
<li>Introduzir magias e habilidades aos poucos.</li>
<li>Ou até mesmo… <strong>trocar o sistema</strong> por algo mais leve, como os títulos do movimento OSR.</li>
</ul>
<p>No fundo, o que vemos aqui não é apenas uma discussão sobre a complexidade “técnica” do sistema — mas sobre <strong>expectativas</strong>. O D&amp;D moderno é feito para oferecer possibilidades detalhadas e suporte robusto a todas as situações possíveis em jogo. Isso é ótimo para quem quer explorar sistemas táticos, campanhas longas e universos ricos.</p>
<p>Já o estilo Old School e seus derivados OSR priorizam a liberdade interpretativa, a improvisação e o “faça você mesmo” do mestre. O que para uns é “falta de regras”, para outros é <strong>espaço criativo</strong>.</p>
<h2>A regra de ouro é a diversão</h2>
<p>Dungeons &amp; Dragons continua sendo o sistema mais conhecido e jogado do mundo por uma razão simples: ele funciona. Oferece um universo rico, cheio de possibilidades, com ferramentas completas para quem gosta de estrutura e opções. Ao mesmo tempo, seu nível de detalhamento e interdependência de regras pode afastar novos jogadores ou frustar mestres que preferem improvisar.</p>
<p>Por outro lado, o movimento <strong>Old School Renaissance (OSR)</strong> recupera a leveza dos primeiros dias do hobby, onde o mestre era mais árbitro do que técnico, e os jogadores confiavam mais na descrição do que nas estatísticas. Seu sucesso recente não se deve apenas à nostalgia, mas ao desejo genuíno de recuperar uma experiência de jogo mais ágil, imprevisível e narrativa.</p>
<p>Ambos os estilos têm seu valor. A complexidade de D&amp;D oferece profundidade e possibilidades. A simplicidade do Old School devolve protagonismo à imaginação. Nenhum é melhor ou pior — apenas <strong>diferente</strong>.</p>
<p>Para quem está começando agora ou para quem está cansado de carregar pilhas de livros, experimentar uma aventura Old School pode ser uma lufada de ar fresco. Já para quem ama montar builds, estudar magias e explorar regras avançadas, D&amp;D 5E continua a ser um terreno fértil.</p>
<p>O verdadeiro segredo está em saber o que o <strong>seu grupo gosta</strong>. RPG é uma experiência coletiva, e o sistema é apenas a ferramenta. Se vocês se divertem com 300 páginas de regras, ótimo. Se preferem improvisar tudo com um d20 e uma tabela de reações aleatórias, melhor ainda.</p>
<p>No fim das contas, a melhor edição, o melhor sistema, a melhor regra… é aquela que faz sua mesa sorrir ao final da sessão.</p>
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		<title>Além do Estereótipo &#8211; Bardos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 17:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Seguindo a nossa série de posts Além do Estereótipo, iniciada com um post sobre Bárbaros e que você pode conferir aqui, vamos dar uma olhada nos Bardos. Não são exatamente a classe mais popular de D&#38;D (ou similares), mas a classe tem despertado a atenção de muitos jogadores (principalmente os mais novos) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Seguindo a nossa série de posts <strong>Além do Estereótipo, </strong>iniciada com um post sobre Bárbaros e <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/alem-do-estereotipo-barbaros/"><strong>que você pode conferir aqui</strong></a>, vamos dar uma olhada nos Bardos. Não são exatamente a classe mais popular de D&amp;D (ou similares), mas a classe tem despertado a atenção de muitos jogadores (principalmente os mais novos) devido ao personagem Jaskier/Dandelion, da série <a href="https://amzn.to/3tju0M0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>The Witcher</strong></a>, disponível na Netflix.</p>
<p>Além disso, Bardos tem um estereótipo muito comum em mesas de RPG e nos grupos de Facebook sobre o nosso hobby: o Bardo sedutor.</p>
<p>Sim, com certeza você já viu isso por aí. Lendas sobre o Bardo do grupo seduzindo o dragão (e qualquer um ou qualquer coisa que interaja com o grupo) e coisas assim.</p>
<p>O Bardo é muito mais do que um tocador de instrumentos também. Um Bardo pode acompanhar uma companhia de teatro, ser um contador de histórias, o &#8220;bobo da corte&#8221;, um conselheiro da realeza (e/ou um conspirador infiltrado).</p>
<p>Deixando claro que cada um joga da maneira que preferir, mas aqui no <strong>UniversoRPG</strong> estamos sempre buscando (e mostrando) opções que vão além do óbvio para que você fuja do feijão-com-arroz em suas sessões e surpreenda o mestre (ou os jogadores) com personagens únicos.</p>
<p>Vejamos um pouco do Bardo ao longo das edições de D&amp;D.</p>
<div id="attachment_3501" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3501 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-jaskier-the-witcher.jpeg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-jaskier-the-witcher.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-jaskier-the-witcher-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Jaskier, o clássico Bardo sedutor (ou não). | Fonte: Netflix</p></div>
<h2>D&amp;D</h2>
<p>A primeira aparição do bardo como classe de personagem em D&amp;D foi ainda na primeira edição do jogo, como classe opcional, em uma edição da revista <strong>The Strategic Review</strong> (na verdade pouco mais que um fanzine), uma publicação mensal da finada <strong>TSR</strong> (para quem não sabe, a editora original de D&amp;D) que seria sucedida pela clássica revista <strong>Dragon</strong>.</p>
<p>Nessa primeira aparição, ainda em fevereiro de 1976, o Bardo já era considerado um &#8220;<em>Jack of all trades</em>&#8221; (ou &#8220;Pau para toda obra&#8221; em uma tradução para lá de livre), e já tinha seus poderes básicos, inclusive o de <strong>Encantar Pessoas</strong>, que culminou com a atual fama da classe de seduzir até estátuas de pedra.</p>
<p>Uma coisa muito legal nessas edições mais antigas de D&amp;D é que os personagens tinham títulos conforme sua classe e nível. O Bardo de nível 1, por exemplo, era chamado de <strong>Rhymer</strong> (Rimador), enquanto o de nível 10 era chamado de <strong>Lore Master</strong> (Mestre do Conhecimento). Obviamente o uso não era obrigatório, mas era uma maneira interessante de um personagem se apresentar e dar indício do quão experiente ou poderoso ele era sem recorrer a números que só fazem sentido em off-game (fica esse dica para você implementar em sua mesa de jogo).</p>
<h2></h2>
<h2>AD&amp;D 1ª Edição</h2>
<p>Na primeira edição de <strong>Advanced Dungeons &amp; Dragons</strong> o Bardo também não estava entre as classes básicas, mas era possível tornar-se um através do cumprimento de complicados pré-requisitos: evoluir alguns níveis como Guerreiro, depois alguns como Ladino e, finalmente, como Clérigo (sob tutela de um druida. Sim, era bem maluco).</p>
<p>Essa versão do Bardo era bem pouco parecida com o clássico menestrel que vemos em outras edições do jogo, e se aproximava muito mais de um sábio &#8220;selvagem&#8221;, quase um druida detentor de conhecimento mágico e ancestral. Definitivamente um ponto fora da curva na evolução da classe.</p>
<h2></h2>
<h2>AD&amp;D 2ª Edição</h2>
<p>Na provavelmente versão mais clássica do RPG criado por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dungeons_%26_Dragons#Hist%C3%B3ria_do_jogo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Arneson</strong></a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dungeons_%26_Dragons#Hist%C3%B3ria_do_jogo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Gygax</strong></a>, o Bardo já aparecia entre as classes básicas e se tratava de um personagem bastante versátil. Alguma competência em combate, algumas habilidades de Ladino e acesso limitado a magias arcanas (além da habilidade de Encantar Pessoas). Uma escolha estrategicamente interessante em grupos com poucos personagens, de forma a ter acesso a um rol maior de habilidades. Inclusive a capacidade de identificar itens mágicos era, por vezes, muito útil.</p>
<p>O maior problema aqui eram os elevados pré-requisitos de classe, Des 12+, Int 12+ e Car 15+, em uma época na qual dificilmente um jogador &#8220;desperdiçaria&#8221; um alto valor de habilidade em Carisma.</p>
<div id="attachment_3503" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3503 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-na-taverna.jpeg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-na-taverna.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-na-taverna-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O melhor local para se encontrar um Bardo, tavernas. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<h2></h2>
<h2>D&amp;D 3/3.5 e posteriores</h2>
<p>A partir das 3ª edição de D&amp;D o Bardo consolidou a posição como classe versátil, com algumas habilidades de Ladino, mas mais focada em interações sociais (mais uma pedra que ajudou a construir a fama de seduzir até uma árvore&#8230;). O Bardo se diferencia cada vez mais de um tipo de &#8220;ladrão&#8221; e oferece recursos bem interessantes nas mãos de bons jogadores e mestres, muito além clássico do Bardo da taverna, que cantava sobre lendas que faziam os heróis irem em busca de aventuras.</p>
<h2></h2>
<h2>Habilidades sociais e versatilidade</h2>
<p>O foco do Bardo em habilidades sociais o torna uma classe muito mais interessante em aventuras urbanas e repletas de intriga e mistério do que em um <em>Dungeon Crawling</em> clássico. Aqui cabe uma observação, o <em>Dungeon Crawling</em> pode ser um excelente incentivo ao bardo estereotipado e caricato mencionado lá em cima, já que nessa situação, suas habilidades de sedução poderão ter pouca (ou quase nenhuma) utilidade.</p>
<p>Ainda sobre as habilidades sociais, elas permitem ao personagem manipular NPCs (não somente através de magia), obter informações (seja no submundo, seja fazendo uma verdadeira engenharia social).</p>
<p>Identificar itens mágicos agora é uma magia (em edições anteriores chegou a ser uma habilidade especial), e sua utilidade é um pouco menor na 5ª edição (já que quem faz sintonia com o item mágico consegue deduzir suas propriedades), mas ainda assim pode acelerar um pouco as coisas nessa hora.</p>
<p>O Bardo também pode agir como um conselheiro do grupo. Aliás, sabe o estereótipo do &#8220;sábio da aldeia&#8221;? Na edição 3/3.5 havia a classe &#8220;Especialista&#8221;, que servia bem a esse propósito. Já na 5ª edição não temos algo parecido, de forma que o Bardo se mostra mais adequado.</p>
<p>Esse conhecimento amplo também coloca a classe como um explorador/estudioso perfeito. Que tal um equivalente a &#8220;arqueólogo&#8221; na mesa de D&amp;D? Alguém buscando conhecimento de civilizações antigas e perdidas? Tendemos a pensar nisso como um mago mas, de novo, o Bardo se mostra mais adequado a esse papel, pois o foco do estudo de magia é bem diferente. Talvez esse sábio seja um bardo já aposentado de aventuras, que viu muita coisa, e agora quer sossegar (um pouco de mau humor pode ser um tempero interessante).</p>
<div id="attachment_3507" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3507 size-full" title="Além do Estereótipo – Bardos, os diferentes tipos e estilos" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-diferentes-estilos.jpg" alt="Além do Estereótipo – Bardos, os diferentes tipos e estilos" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-diferentes-estilos.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-diferentes-estilos-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Diferentes estilos e propósitos diferentes. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>E o Bardo espião? Com seu acesso a magias se torna um espião muito mais interessante e eficaz do que um Ladino seria. Obtendo informações na corte de um reino rival/inimigo, disfarçado. E frisando que na vida real espiões são muito diferentes de James Bond. Sua rotina é discreta, e procuram passar tão despercebidos quanto possível (em tempo: uma das minhas histórias de espionagem reais preferidas é a do <a href="http://netleland.net/tecnologia/uma-copiadora-a-servico-da-guerra-fria.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>espião disfarçado de técnico da Xerox</strong></a>. Ia uma vez por semana na embaixada fazer a manutenção da máquina e trocar o filme da câmera oculta que fotografava TODOS os documentos fotocopiados&#8230;.).</p>
<p>Também não há necessidade de o personagem ser um especialista em música. Que tal um Bardo poeta? E quer adicionar uma camada de exclusividade a mais? Faça-o surdo (converse com o mestre sobre as implicações e possíveis compensações. Saber ler lábios pode ser uma habilidade muito útil&#8230;.).</p>
<p>E o trabalho com as diferentes raças disponíveis? É muito raro ver um Bardo que não seja humano, elfo ou meio-elfo, mas música é algo universal. Todas as civilizações na nossa história desenvolveram música de alguma forma. E antes mesmo de termos civilização propriamente dita, hominídeos primitivos faziam flautas (igualmente primitivas) com ossos de animais. Que tal um meio-orc especialista em tambores de guerra? Ou um anão Bardo que usa kilt e é extremamente orgulhoso de seu clã? Já temos um colorido a mais.</p>
<p>E mesmo fazendo o Bardo clássico, que toca habilmente seu alaúde para inspirar os companheiros em batalha, você pode trabalhar a aparência do personagem, afastando-o das roupas espalhafatosas e chapéu com penacho. Que tal uma armadura negra, um alaúde invocado ou alguns efeitos especiais?</p>
<div id="attachment_3504" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3504 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-mad-max.jpeg" alt="The Doof Warrior em Mad Max: Estrada da Fúria" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-mad-max.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-mad-max-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">The Doof Warrior e sua guitarra lança-chamas (que funciona de verdade). | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>No fim das contas o Bardo é uma classe bastante versátil e com excelente potencial de diversão especialmente em mesas voltadas mais para a interpretação. Nas mãos de um jogador empolgado a mesa vai se lembrar do Bardo durante anos. Novamente, ninguém vai te impedir de fazer o Bardo sedutor, mas se você acha que essa é a única opção para a classe, pode estar perdendo bastante diversão.</p>
<h2></h2>
<h2>Bardos não óbvios na fantasia e ficção</h2>
<p>Separei uma pequena lista para que você possa ver (ou rever) certos personagens sob outra ótica.</p>
<h3>Língua-de-Cobra (<a href="https://amzn.to/3IX0ZLH" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Senhor dos Anéis</a>)</h3>
<div id="attachment_3510" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3510 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-grima-lingua-de-cobra.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-grima-lingua-de-cobra.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-grima-lingua-de-cobra-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Tá aí um Bardo pouco convencional (polêmica#01). | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Sim, seria a classe mais adequada para uma adaptação desse personagem para D&amp;D. Está tudo lá, inclusive: acesso limitado a magias, habilidades sociais para manipulação.</p>
<h3>Elrond (<a href="https://amzn.to/3IX0ZLH" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Senhor dos Anéis</a>)</h3>
<div id="attachment_3508" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3508 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-elrond-senhor-dos-aneis.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-elrond-senhor-dos-aneis.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-elrond-senhor-dos-aneis-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Bardo do conhecimento e agente da Matrix (polêmica#02). | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Por algum motivo poucos associam Elrond a um Bardo, mesmo ele sendo provavelmente o mais próximo do Bardo clássico presente nessa lista. Enorme conhecimento geral? Sim. Acesso a magia? Também. Alguma habilidade em combate? Pode apostar. Elrond certamente seria um Bardo voltado ao conhecimento.</p>
<h3>Tyrion Lannister (<a href="https://amzn.to/3t0XsGD" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Game of Thrones</a>)</h3>
<div id="attachment_3516" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3516 size-full" title="Tyrion Lannister, de Game of Thrones" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-tyrion-lannister-game-of-thrones.jpg" alt="Tyrion Lannister, de Game of Thrones" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-tyrion-lannister-game-of-thrones.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-tyrion-lannister-game-of-thrones-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um Bardo &#8220;modafoka&#8221;. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p><em>&#8220;Eu bebo e sei coisas&#8221;</em>. Conhecimento geral é uma das bases da classe, e Tyrion tinha de sobra. Aliás, sua capacidade de manipulação beirava o ridículo, tendo conseguido coroar o Rei com aqueles argumentos estapafúrdios do último episódio.</p>
<h3>O Charada (<a href="https://amzn.to/3hYXQiC" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trocentos quadrinhos do Batman</a>)</h3>
<div id="attachment_3506" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3506 size-full" title="O Charada, do Batman, interpretado pelo Jim Carrey" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-charada-batman-jim-carrey.jpg" alt="O Charada, do Batman, interpretado pelo Jim Carrey" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-charada-batman-jim-carrey.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-charada-batman-jim-carrey-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sem dúvidas o melhor Charada de todos os tempos (ou não). | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>Sim. Um dos inimigos do homem-morcego, e que tenta sempre desafiá-lo intelectualmente ao invés de entrar em combate direto, pode perfeitamente se enquadrar na classe Bardo. Uma adaptação dele para D&amp;D, por sinal, não seria mecanicamente difícil, mas exigiria bastante do mestre ao elaborar os Enigmas (se não houverem fãs assíduos do Batman na mesa, você pode surrupiar um ou outro <a href="https://www.pensador.com/autor/edward_nygma_charada_gotham/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>enigma diretamente dos quadrinhos</strong></a>).</p>
<h3>O Rei dos Goblins (<a href="https://amzn.to/37nCZUb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Labirinto: A Magia do Tempo</a>)</h3>
<div id="attachment_3512" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3512 size-full" title="David Bowie, o Bardo e Rei dos Goblins, em o Labirinto" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-labirinto-david-bowie.jpg" alt="David Bowie, o Bardo e Rei dos Goblins, em o Labirinto" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-labirinto-david-bowie.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-labirinto-david-bowie-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Além de Rei ele também é Bardo nas horas vagas. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Brilhantemente interpretado por <a href="https://amzn.to/3I2U5Dx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>David Bowie</strong></a> nesse clássico dos anos 80 (que também foi o filme de estreia da belíssima Jennifer Connely) é um excelente exemplo de Bardo com tendência não usual (provavelmente maligno e neutro ou maligno e ordeiro), com habilidades de canto, dança e prestidigitação, além do acesso a magia e altíssimo carisma (se bem que até um saco de batatas, se interpretado por David Bowie, seria carismático). O filme é bem datado, principalmente em efeitos visuais, mas fica a dica para assistir.</p>
<h3>El Mariachi (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trilogia_Mariachi">Trilogia Mariachi</a>)</h3>
<div id="attachment_3509" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3509 size-full" title="Era uma vez no México, um clássico da Sessão da Tarde" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-era-uma-vez-no-mexico.jpg" alt="Era uma vez no México, um clássico da Sessão da Tarde" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-era-uma-vez-no-mexico.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-era-uma-vez-no-mexico-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Era uma vez no México, um clássico da Sessão da Tarde. | Fonte: Amazon Prime Video.</p></div>
<p>Não entra exatamente como um Bardo não óbvio, mas foge um tanto do estereótipo. Carregando um porta-violão cujo conteúdo não é um violão. Sabe utilizar diversas armas e sim, tem aquela pegada sedutora (olhos do autor revirando nesse momento).</p>
<h3>Star Lord/Senhor das Estrelas (<a href="https://amzn.to/3MDI62H" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Marvel</a>)</h3>
<div id="attachment_3515" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3515 size-full" title="Peter Quill, o Star Lord e sua habilidade para encrencas." src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-star-lord-guardioes-da-galaxia.jpg" alt="Peter Quill, o Star Lord e sua habilidade para encrencas." width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-star-lord-guardioes-da-galaxia.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-star-lord-guardioes-da-galaxia-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Nem só de RPG vivem os Bardos. | Fonte: YouTube.</p></div>
<p>E não é que até no MCU temos um Bardo? Sim, sabemos que o Senhor das Estrelas existia nos quadrinhos muito antes de fazer sucesso ao som da <em>mixtape Awesome Mix Vol. 1</em>, mas foi depois do filme que o personagem alcançou enorme popularidade. Peter Quill não sabe tocar nenhum instrumento, mas sabe dançar. E uma de suas habilidades é o Conhecimento Universal (amplo conhecimento sobre as mais variadas sociedades alienígenas). Além disso sabe atirar bem, pilotar bem, e se vira em combate corpo-a-corpo. Definitivamente, um Bardo.</p>
<h2>Personagem Pronto</h2>
<p>E pra fechar com chave de ouro, depois de todo esse discurso sobre fugir do estereotipo, fiquem com dois personagens criados com as dicas deste artigo, prontinhos para usar na sua sessão. Eles foram feitos pensando na ambientação de <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/averum-seu-cenario-de-rpg-medieval-pos-apocaliptico/"><strong>Averum</strong></a>, mas podem ser usados em qualquer cenário de D&amp;D.</p>
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-3518 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-lerissa.jpg" alt="" width="220" height="220" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-lerissa.jpg 220w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-lerissa-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px" />Lerissa, a barda das sombras</h3>
<p>Lerissa, nossa Barda do Colégio dos Sussurros (3lvl). Lerissa é uma tiferina filha de pai tiferino e mãe diaba. Para sua construção, usamos o suplemento <a href="https://amzn.to/3qeeQGh" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Guia de Xanathar sobre todas as Coisas</strong></a>, mostrando como podemos aproveitar as novas opções disponíveis em suplementos.</p>
<p><a href="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/ficha_barda_tiferina_3lvl_lerissa_dnd5e.pdf">[<strong>Ficha para Download]</strong></a></p>
<hr />
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-3519 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-brottor-weisegeist.jpg" alt="" width="220" height="220" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-brottor-weisegeist.jpg 220w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-brottor-weisegeist-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px" />Brottor Weisegeist, o sábio local da vila</h3>
<p>Brottor Weisegeist, bardo Anão já aposentado de aventuras. Brottor foi construído usando apenas o Livro do Jogador, mostrando que sim, é possível fugir do estereótipo apenas com os materiais básicos.</p>
<p><a href="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/ficha_bardo_anao_3lvl_brottor_weisegeist_dnd5e.pdf"><strong>[Ficha para Download]</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/alem-do-estereotipo-bardos/">Além do Estereótipo &#8211; Bardos</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Multiclasse em D&#038;D 5ª Edição</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2020 21:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Há alguns anos, quando migrei da 3ª para a 5ª edição de D&#38;D a comparação de regras foi inevitável. E uma das que mais incomodou (já naquela época) foi a de multiclasse. E eis que há poucos dias resolvi publicar um pergunta em um grande grupo do Facebook dedicado à 5ª edição [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Há alguns anos, quando migrei da 3ª para a 5ª edição de D&amp;D a comparação de regras foi inevitável. E uma das que mais incomodou (já naquela época) foi a de multiclasse. E eis que há poucos dias resolvi publicar um pergunta em um grande grupo do Facebook dedicado à 5ª edição em português:</p>
<p><em>&#8220;Vocês usam a regra como está no Livro do Jogador? Ou tornam o multiclasse mais acessível de alguma forma?&#8221;.</em></p>
<p>As respostas foram bem interessantes, mas antes de chegar nelas, vamos fazer um review de como o multiclasse funcionava nas edições mais antigas:</p>
<h2>D&amp;D</h2>
<p>Não existia. Simples assim. Nem se falava nesse conceito. Na verdade, o D&amp;D original tinha &#8220;classe&#8221; e &#8220;raça&#8221; como um conceito único. Ou você era um elfo ou era um mago (humano). Ou jogava como anão ou como guerreiro (humano). Nem há muito sobre o que falar aqui, já que simplesmente não era permitido ter níveis em mais de uma classe diferente.</p>
<h2>AD&amp;D (1ª e 2ª edições)</h2>
<p>Aqui as coisas começa a ficar meio malucas. Já existe a distinção entre classes e raças (ou seja, você joga com um humano mago, halfling ladino e etc&#8230;), mas as combinações são limitadas. Todas as classes estão disponíveis para humanos, muitas para meio-elfos, e apenas algumas para elfos, anões, halflings e gnomos.</p>
<p>E havia dois conceitos diferentes: Dupla-classe (dual-class), que se aplicava exclusivamente a humanos, e multi-classe (multi-class), disponível apenas para outras raças (chamadas, então, de semi-humanos.)</p>
<div id="attachment_3167" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3167 size-full" title="Personagens em AD&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Na segunda edição, jogar de Mago era complicado. | Fonte: Wikipedia.</p></div>
<p>As opções multi-classe eram limitadas por raça também, e precisavam ser escolhidas no momento da criação do personagem, e a evolução se dava em todas as classes em paralelo.</p>
<p>Por exemplo, você poderia escolher jogar com um meio-elfo mago/guerreiro/ladino (uma das opções disponíveis),mas essa decisão precisava ser tomada na criação dos personagens. Os pontos de experiência ganhos eram distribuídos igualmente entre as três classes. Dessa forma você evoluiria passaria de nível em cada uma em momentos próximos, mas não exatamente iguais. Os pontos de vida iniciais seriam a média entre as três classes, e a cada nível ganho em uma delas, 1/3 dos pontos de vida que a classe ganharia. Demais características eram basicamente inalteradas.</p>
<p>No caso de humanos a coisa era um pouco mais esquisita. Você não poderia evoluir classes em paralelo de nenhuma forma. Você começava como uma classe e, em algum momento, passaria a evoluir em outra, sendo que nunca mais poderia ganhar níveis na classe original. Na verdade, caso usasse os poderes dessa classe, não ganharia novos pontos de experiência.</p>
<p>Isso era bem mal-explicado, na verdade. Suponhamos que eu começasse como um Guerreiro humano (e, digamos, evoluísse até o 5° nível) e depois quisesse evoluir como ladrão. Levando as regras ao pé da letra significa que em um combate, por exemplo, eu precisaria usar as estatísticas de um Ladrão 1 (exceto pontos de vida, que o LdJ deixa bem claro que são mantidos), mas estaria enfrentando perigos adequados a um personagem de nível 6!</p>
<div id="attachment_3169" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3169 size-full" title="Capa do AD&amp;D 2ª edição" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-add.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-add.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-add-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Bárbaro/Paladino? Por que não? | Fonte: Wikipedia.</p></div>
<p>Ah sim! Os pré-requisitos de todas as classes escolhidas precisavam ser satisfeitos (natural, e nem tão difícil no caso de AD&amp;D, já que as classes básicas tinham pré-requisitos relativamente baixos (não estamos falando de Paladinos aqui, ok? Classes básicas. Guerreiro, Mago, Clérigo e Ladino).</p>
<p>Isso era um fator extremamente desencorajador para jogar com mais de uma classe. Seja qual fosse a raça escolhida.</p>
<h2>D&amp;D 3ª Edição (e 3.5)</h2>
<p>Aqui liberou geral. Quando você ganhava um novo nível podia escolher qualquer classe (tanto as básicas como de prestígio &#8211; conceito que marcou a 3ª Edição), bastando apenas satisfazer os pré-requisitos da classe escolhida. Esses pré-requisitos precisavam ser satisfeitos independente de ser a sua primeira, segunda ou enésima classe.</p>
<div id="attachment_3170" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3170 size-full" title="Classes de D&amp;D na 3ª edição" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-3ed.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-3ed.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-3ed-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">As classes de prestígio da 3ª edição permitiam combos infinitos. | Fonte: I-GUYJIN-I &#8211; Devianart</p></div>
<p>Esses pré-requisitos normalmente eram apenas relativos à tendência nas classes básicas (era impossível ser um bardo/paladino, por exemplo, pois um pré-requisito de Bardo era ter qualquer tendência não-leal, e um pré-requisito para jogar como Paladino era ter tendência Leal e Bondosa), mas nas classes de prestígio em geral era preciso ter um bônus de ataque mínimo de um certo valor, um certo número de ataques por turno, um talento específico ou mesmo ter passado por uma experiência específica, de modo que essas classes só ficavam acessíveis para personagens de níveis mais altos (mas eram em geral ligeiramente mais poderosas que as classes básicas).</p>
<p>A liberdade era deliciosa, mas com a licença aberta e a tremenda popularidade que a 3ª edição atingiu, criou-se um campo fértil para combinações bem desequilibradas, especialmente quando se misturava materiais criados por editoras diferentes.</p>
<h2>D&amp;D 5ª Edição</h2>
<p>Aqui  as coisas ficaram um pouco estranhas na minha opinião. Não há nenhum tipo de pré-requisito para nenhuma das classes, mas para evoluir em uma segunda classe você precisa ter no mínimo 13 no &#8220;atributo principal&#8221; tanto da sua classe original como na nova classe.</p>
<p>Por exemplo: estou evoluindo um Mago já há alguns níveis. Caso queira passar a evoluí-lo como bardo, preciso ter tanto Inteligência como Carisma maiores ou iguais a 13.</p>
<p>Foi nesse momento que fiz a pergunta no grupo, e confesso até uma certa surpresa com as respostas.</p>
<div id="attachment_3168" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3168 size-full" title="Aventureiros da Costa da Espada" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Na 5ª edição as coisas ficaram menos apelativas, mas também menos atraentes (ou não). | Fonte: Wizards of the Coast</p></div>
<p>O comentário mais comum foi que se você pretende aprender uma nova profissão, então deve ter uma certa habilidade nata para isso. Até faz um certo sentido, mas por que essa habilidade não é exigida na sua primeira profissão (no caso de D&amp;D)? Voltando ao Mago de dois parágrafos atrás, eu não seria impedido de criá-lo com Inteligência 9, mas não poderia fazer o multiclasse com Bardo nem mesmo se o Carisma fosse 18!</p>
<p>Simplesmente não consigo ver sentido nessa regra.</p>
<p>Uma justificativa comum foi &#8220;limitar combinações&#8221; para &#8220;evitar personagens desequilibrados&#8221;. Também não consigo engolir essa justificativa. A versatilidade de habilidades em D&amp;D cobra um preço BEM alto.</p>
<p>Pegando um exemplo um pouco diferente: digamos que estou evoluindo um Mago já há alguns níveis (quatro, apenas para efeitos didáticos). Suponhamos que ele tem tanto Inteligência quanto Destreza acima de 13 e quero começar a evoluir como Guerreiro.</p>
<p>A primeira punição vem no mesmo momento: ao invés de evoluir para o 5° nível de Mago (e ganhar acesso às magias de 3° nível, inclusive a emblemática Bola de Fogo), optei por melhorar um pouco as estatísticas de combate, mas até que ponto isso é útil?</p>
<p>Em termos de jogada de ataque continuo jogando com Bônus de Proficiência + Força (ou Destreza, nos devidos casos). Claro, ganho as habilidade de um guerreiro de primeiro nível e, entre elas, treinamento em todos os tipos de armadura (o que dá um belo ganho em termos de defesa para um mago).</p>
<div id="attachment_3172" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3172 size-full" title="Guerreiros famosos de D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-classes.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-classes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-classes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Lembre-se de observar os pré-requisitos da multiclasse já no hora de montar o personagem. | Fonte: Artstation.</p></div>
<p>Um mago com treinamento em combate de guerreiro parece bem interessante, mas só até olharmos mais de perto. No exemplo que acabei de citar, até que ponto vale a pena expôr um mago a um combate de perto (mesmo que agora ele esteja debaixo de uma armadura completa) sendo que os perigos enfrentados são para um grupo de 5° nível, mas as habilidades de combate do mago são as de um guerreiro de 1° nível (sim, eu sei. Ele não perde as habilidade de Mago 4, mas vocês me entenderam.)?</p>
<h2>Combinações Muito Poderosas</h2>
<p>Na maior parte das combinações multiclasse não haverá sinergia, ou seja, a combinação será menos poderosa do que qualquer uma das duas classes sozinha (um jogador mais preocupado com o conceito do personagem não se importará muito com isso).</p>
<p>Entre as poucas exceções por consenso estão o Feiticeiro/Bruxo e Paladino/Bruxo (aqui uma dica interessante para quem quer otimizar seu personagem multiclasse: classes com o mesmo atributo principal &#8211; carisma, nos exemplos que demos &#8211; tendem a performar melhor. Aliás, esse é um dos motivos de ser tão difícil fazer multi-classe com um Mago).</p>
<h2>Conceito</h2>
<p>Outra coisa abordada foi o conceito de personagem multi-classe. Alguns disseram se tratar de um conceito <em>&#8220;cagado&#8221;</em>, enquanto outros deram a entender que não fazia sentido um personagem começar a evoluir em outra classe.</p>
<p>Oras, como assim não faz sentido? O que impede um guerreiro de começar a estudar artes arcanas? Ou um bárbaro de refinar suas técnicas de combate e começar a evoluir como guerreiro?</p>
<p><em>&#8220;Ah! Mas o feiticeiro tem a magia inata! Se começar em outra classe não pode evoluir como feiticeiro depois!&#8221;</em>. Aqui também nada demais. Nada impede o poder do feiticeiro de ter ficado adormecido por mais alguns meses ou anos. E no caso do bruxo pode até render uma <em>sidequest</em> bem legal para o grupo (ou uma aventura-solo para o jogador em questão).</p>
<p>E na ficção temos uma série de exemplos de personagens que poderiam ser classificados como multi-classe. Um dos mais clássicos inclusive seria o Conan, com níveis de ladino, bárbaro e guerreiro, e um exemplo brazuca, na série em quadrinho Holy Avenger, seria o Sandro Galtran (Guerreiro/Ladino).</p>
<h2>E daí?</h2>
<p>No final disso tudo, o que decidi adotar na minha mesa é que os pré-requisitos mostrados na tabela da página 163 do Livro do jogador (ou também na 163 do Player&#8217;s Handbook original) aplicam-se desde a primeira classe escolhida. Quer jogar com um monge? Então trate de ter Destreza 13 e Sabedoria 13 já no começo do jogo. Mago? Inteligência 13, no mínimo.</p>
<p>A partir daí é pura questão de role-play. Um jogador esperto, que pense no médio/longo prazo vai colocar dicas do multi-classe já no histórico do personagem. Um guerreiro que sempre teve curiosidade pelas artes arcanas, mas frequentou uma escola de combate por pressão da família. Um estudante de magia que nunca entendeu por que ele manifestava algumas magias menores quando criança/adolescente, etc, etc&#8230;</p>
<div id="attachment_3173" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3173 size-full" title="D&amp;D 5ª edição" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-opcoes.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-opcoes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-opcoes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um background de multiclasse pode gerar algumas aventuras extras. | Fonte: Wizards of the Coast.</p></div>
<p>Em uma primeira olhada algumas variações podem até parecer estranhas após o primeiro nível (Como assim fazer um pacto com um entidade e virar um bruxo quando você já tem 2 níveis de outra classe?!?! COMO VOCÊ VAI FAZER ISSO?!?!)</p>
<p>Dica: se foi fácil para o personagem fazer antes mesmo do 1° nível, não deveria ser difícil se ele já está no 2° ou 3°&#8230; Evidentemente isso não é desculpa para não fazer o devido role-play (afinal, esse é o nome do estilo do jogo). Poderia até se tornar uma boa aventura solo para o personagem como já mencionei antes.</p>
<p>Por hoje é só aventureiros! Zero pretensão de esgotar o assunto aqui, até por que certamente seria possível escrever um livro inteiro sobre o assunto (&#8220;O Guia Completo do Multi-classe&#8221;?). Conte para a gente: qual a combinação que você teria dificuldade em aceitar? E por quê? E qual a combinação mais &#8220;combada&#8221; que você já viu? O que ela tinha de tão especial?</p>
<p>Abraço e boas rolagens!</p>
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		<title>Vilões icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 3 e final!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 13:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!!! Chegamos hoje para a terceira &#8211; e derradeira &#8211; parte da nossa lista com os vilões mais icônicos de D&#38;D! Se você perdeu os artigos anteriores, pode encontrar a primeira parte e a segunda parte nos links abaixo: Vilões icônicos de D&#38;D – Parte 1 Vilões icônicos de D&#38;D – Parte 2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!!!</p>
<p>Chegamos hoje para a terceira &#8211; e derradeira &#8211; parte da nossa lista com os vilões mais icônicos de D&amp;D!</p>
<p>Se você perdeu os artigos anteriores, pode encontrar a primeira parte e a segunda parte nos links abaixo:</p>
<p><strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/">Vilões icônicos de D&amp;D – Parte 1</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-2/">Vilões icônicos de D&amp;D – Parte 2</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>4.Xanathar</h2>
<div id="attachment_3125" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3125 size-full" title="O Beholder Xanathar" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-alternative.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-alternative.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-alternative-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma das muitas versões de Xanathar. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Ninguém mais, ninguém menos que o <strong>Senhor do Crime da Guilda de Ladrões de Xanathar,</strong> em Skullport (&#8220;Porto dos Crânios&#8221;, ainda sem tradução oficial).</p>
<p>Mais um caso de vilão sobre o qual é impossível falar sem antes comentar sobre seus comandos. A <strong>Guilda dos Ladrões de Xanathar</strong> é uma das maiores, mais poderosas e influentes organizações criminosas de Faerûn, estendendo por toda a Costa da Espada (&#8220;Sword Coast&#8221;, no original), largamente ativa em Águas Profundas (&#8220;Waterdeep&#8221;) e basicamente dominando Skullport (onde contam com uma fortaleza massiva). As atividades da Guilda incluem (mas não se limitam a) tráfico de escravos, roubos (sejam por encomenda ou iniciativa própria), chantagem, venda de &#8220;proteção&#8221; e assassinato sob encomenda.</p>
<p>Há cerca de 300 anos, chegou em Skullport um Observador (ou <em>Beholder</em>, como queiram) conhecido como &#8220;<strong>O Olho</strong>&#8220;. Ele já era um traficante de escravos em larga escala nessa época, mas em Skullport fez seu negócio crescer ainda mais, transformando-o em um rede semi-autônoma e passando a operar, ele mesmo, das sombras. Em menos de 100 anos os &#8220;Agentes do Olho&#8221; já não eram mais associados a Observadores.</p>
<p>Nesse ínterim, O Olho estava investigando a atividade da Guilda de Ladrões de Xanathar, uma guilda já poderosa na região, e depois que descobriu que ela era liderada por um outro Observador (chamado&#8230; Xanathar!!!), passou a descobrir o máximo possível sobre seu concorrente. E aqui vai um adendo: Observadores, apesar de extremamente inteligentes, não são lá muito saudáveis da cabeça, sendo em geral extremamente paranoicos, e não costumam tolerar bem a presença de seus pares.</p>
<div id="attachment_3118" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3118 size-full" title="Xanathar em AD&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-guilda.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-guilda.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-guilda-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Xanathar, em algum ponto do passado do D&amp;D. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Depois de muito estudar o comportamento de Xanathar, O Olho manipulou um outro Observador que vivia em Skullport, chamado <strong>Uthh</strong>, e fez com que ele decidisse que precisava confrontar e matar Xanathar. O confronto ocorreu, e Xanathar saiu vitorioso, mas ficou bastante enfraquecido com o combate. Antes que pudesse se recuperar, O Olho o atacou de surpresa matou facilmente o combalido Xanathar, assumindo o seu lugar na liderança da Guilda.</p>
<p>Após tanto estudo sobre o comportamento de sua vítima, O Olho conseguia se passar por Xanathar facilmente, mas decidiu assumir que &#8220;Xanathar&#8221; não seria um nome, mas sim um título. Quem comandasse a Guilda de Ladrões seria conhecido como Xanathar.</p>
<p>Em algum momento O Olho foi morto em uma luta contra a <strong>Lich Avaereene</strong> (uma ex-agente da própria Guilda de Xanathar).</p>
<p>O Olho foi sucedido por diversos outros Observadores no cargo.</p>
<div id="attachment_3113" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3113 size-full" title="O peixinho dourado de Xanathar" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-xanathar-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Jamais roube o peixinho dourado de um Observador. | Fonte: Artstation.</p></div>
<p>Uma das características mais peculiares do atual Xanathar é Sylgar, seu peixinho dourado. Provavelmente a única criatura na existência com a qual ele se importa (além, é claro, de si mesmo), Sylgar é substituído por um peixinho dourado novo sempre que ele morre por um dos capangas a serviço direto de Xanathar, Ott Steeltoes. Isso é feito antes que o chefe da Guilda perceba a morte do seu pet. Ninguém sabe quais seriam as consequências de ele descobrir que seu amado peixinho morreu.</p>
<p>Xanathar é um vilão terrível não apenas pelas atividades criminosas de sua guilda, mas principalmente por atuar nas sombras, estendendo seus tentáculos na forma de seus asseclas. Chegar até Xanathar é uma tarefa das mais difíceis, e derrotá-lo em combate seria um feito para poucos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>3. Tiamat</h2>
<div id="attachment_3114" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3114 size-full" title="Tiamat em D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-tiamat.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-tiamat.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-tiamat-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A Rainha dos Dragões foi uma das nossas inspirações para o blog. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p><strong>Tiamat</strong>. Um dos nomes mais conhecidos de toda mitologia de D&amp;D. Era um personagem recorrente no antigo desenho baseado no jogo, que ficou conhecido no Brasil como <strong>Caverna do Dragão</strong>.</p>
<p>Também conhecida como <strong>Rainha dos Dragões Cromáticos</strong>, A Perdição de Bahamut, Criadora dos Dragões Malignos, Rainha do Caos, Rainha Imortal, entre outros. Algumas fontes dizem que também é uma manifestação da Deusa Takhisis, do cenário de <a href="https://amzn.to/2RZ5Fbq" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Dragonlance</strong></a>.</p>
<p>Embora durante muitas eras não houvesse consenso completo entre estudiosos se Tiamat é realmente uma deusa (estaria no panteão de Forgotten Realms, nesse caso) ou &#8220;apenas&#8221; um arqui-demônio extremamente poderoso. Porém, sua condição de divindade é, atualmente, inquestionável. Inclusive, ela é adorada por dragões cromáticos como tal. Sua forma principal é a de um dragão de cinco cabeças, sendo em geral uma de cada cor dos dragões cromáticos (vermelho, verde, azul, branco e negro), mas podendo apresentar qualquer combinação que lhe for conveniente no momento.</p>
<p>Embora a origem de Tiamat tenha lá suas controvérsias, ela é, definitivamente, um ser antiquíssimo e irmã de <strong>Bahamut</strong> (o Dragão de Platina, deus dos dragões metálicos), tendo-o também como arqui-inimigo.</p>
<div id="attachment_3119" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3119 size-full" title="A Rainha dos Dragões Cromáticos" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-tiamat-5ed.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-tiamat-5ed.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-tiamat-5ed-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A nova versão de Tiamat na 5ª edição. | Fonte: Wizards of the Coast.</p></div>
<p>Durante o Tempo das Perturbações (um período no qual os deuses de Faerûn andaram sobre Toril com a forma de seus avatares, e se o avatar fosse morto o respectivo deus também morreria) Tiamat chegou a ser morta por Gilgeam (um antigo deus do panteão Unthérico, conhecido por ser ciumento, cruel e orgulhoso).</p>
<p>A essência de Tiamat, entretanto, não foi destruída, tendo sido dividida em três partes e passado a habitar os corpos de <strong>Tchazzar</strong>, <strong>Gestaniius</strong> e <strong>Skuthosiin</strong>. Tchazzar devorou os outros dois com o objetivo de tornar a essência de Tiamat única novamente e permitindo assim, seu renascimento. Ironicamente (ou não), um de seus primeiros atos após ressurgir foi tratar de matar Gilgeam.</p>
<p>Com seu poder restaurado, Tiamat se viu envolvida em diversos conflitos com seu irmão Bahamut, com vitórias revezadas para cada um dos lados (entre as consequências destes conflitos estão a influência de Tiamat sobre o Culto do Dragão, que cresceu bastante, e a recriação dos draconatos de Bahamut). Foi logo após essa época que Tiamat começou a construir seu reino nas montanhas de Avernus.</p>
<p>Em certo momento <strong>Asmodeus</strong> (já falamos um pouco sobre ele <strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/">aqui</a></strong>) ofereceu a ela a o governo de Avernus mas, com medo de desapontá-lo (já havia acontecido antes) e também para evitar um conflito com Bel (o arqui-demônio então governante de Avernus), Tiamat recusou a oferta e fez uma contra-proposta: ela se tornaria uma espécie de campeã de Asmodeus, devorando aqueles que a ele se opusessem.</p>
<p>No entanto, ainda que os acordos no inferno não sejam quebrados, Tiamat foi posta sob o jugo de Bel. Durante sua breve, e mal-sucedida, tentativa de resistência, ela conseguiu ler os pensamentos do arqui-demônio e descobriu as instruções dadas por Asmodeus, no sentido de aprisioná-la em Avernus e prevenir que se tornasse excessivamente ambiciosa.</p>
<p>Traída, profundamente magoada e furiosa, Tiamat instruiu seus seguidores do Culto do Dragão a forjarem a <strong>Máscara da Rainha dos Dragões</strong> (&#8220;Mask of the Dragon Queen&#8221;, no original), que permitiria que ela escapasse dos Nove Infernos e ressurgisse em Toril. Embora o sumo-sacerdote do culto tenha tido sucesso na forja da Máscara, ele e suas forças terminaram sendo derrotadas antes que o retorno de Tiamat fosse efetivado, de modo que ela segue aprisionado no Abismo.</p>
<p>Claro, é apenas uma questão de tempo para que ela faça uma nova tentativa de se ver livre.</p>
<p>A campanha <strong>Tirania dos Dragões</strong>, que é composta de <a href="https://amzn.to/3cJEtVY" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Hoard of the Dragon Queen</strong></a> e <a href="https://amzn.to/3527lGD" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Rise of Tiamat</strong></a>, conta um pouco da história de ascensão de Tiamat.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2. Conde Strahd Von Zarovich</h2>
<div id="attachment_3115" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3115 size-full" title="Ravenloft de D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-ravenloft.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-ravenloft.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-ravenloft-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um dos clássicos de D&amp;D e que sobreviveu as edições. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>O lorde morto-vivo da Baróvia. Se alguém nesta lista (além de Lord Soth) tem uma história trágica, este alguém é <strong>Strahd Von Zarovich</strong>.</p>
<p>Um príncipe e conquistador, quando jovem, Strahd lutou e saiu vencedor de diversas guerras. Quando começou a sentir o peso da meia-idade o conde comandou a construção de um castelo no vale da Baróvia (uma região recém conquistada, e que o agradava de sobremaneira). O castelo, batizado de <strong>Ravenloft</strong> em homenagem à mãe de Strahd (a baronesa Ravenovia von Zarovich) passou a servir de morada também para seu irmão, Sergei von Zarovich.</p>
<p>Acontece que Strahd se apaixonou perdidamente pela esposa de Sergei, Tatyana Federovna. Como não era correspondido, e incapaz de tolerar a rejeição, Strahd forjou um pacto com os <strong>Dark Powers</strong> (&#8220;Poderes Sombrios&#8221;, em uma tradução livre, e ainda sem confirmação da tradução oficial). O pacto envolvia o assassinato de Sergei, mas as coisas não saíram como previsto.</p>
<p>Ao ver seu marido morto, Tatyana se jogou de cima das amuradas do Castelo Ravenloft. Como se isso não bastasse, os pais de Strahd o amaldiçoaram, de forma que ele ficaria para sempre preso no Vale da Barovia e nem mesmo a morte seria capaz de libertá-lo desta prisão. Os guardas do conde se voltaram contra ele e o crivaram de flechas, mas devido à maldição (ou devido a um efeito colateral do pacto com os Dark Powers), Strahd não morreu, mas sim, se tornou o primeiro vampiro.</p>
<p>(Nota: <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/"><strong>na primeira parte deste artigo falamos sobre Kas</strong>,</a> que também é conhecido como &#8220;O Primeiro Vampiro&#8221;. Nenhuma confusão aqui. Ambos são provenientes de mundos diferentes).</p>
<div id="attachment_3120" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3120 size-full" title="Curse of Strahd" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-aventura.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-aventura.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-aventura-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A maldição do sr. da Baróvia. | Fonte: Wizards.</p></div>
<p>Após a tragédia, os Dark Powers tragarm Strahd, seu castelo e as imediações, levando-os para um semiplano no plano de Sombral (&#8220;Shadowfell&#8221;, no orginal). A Barovia seria o primeiro domínio do que viria a ser conhecido como o <strong>Semiplano do Pavor</strong> (&#8220;Demiplane of Dread&#8221;).</p>
<p>Aqui cabe uma explicação, caso você que está lendo não conheça a &#8220;cosmologia&#8221; de D&amp;D: os mundos de aventuras que conhecemos (ou, ao menos a maioria deles), como <strong>Toril</strong>, de Forgotten Realms, ou <strong>Oerth</strong>, de Greyhawk, se localizam no que chamamos de Plano Material (ou Plano Primordial da Matéria, ou ainda Plano Material Primário, dependendo da tradução). Esse seria o plano onde vivemos também. Acontece que também existem muitos outros planos, como os quatro Planos Elementais (Água, Terra, Fogo e Ar), o Plano Astral, o Plano Etéreo e muitos outros.</p>
<p>Nem todos esses planos são sólidos. Em edições anteriores de D&amp;D o Semiplano do Pavor era uma ilha de material sólido localizada no Plano Etéreo. Na 5a Edição trata-se de uma &#8220;ilha&#8221; no Plano Sombral (&#8220;Shadowfell&#8221;, no original). Essa ilha foi criada pelos Dark Powers, e eles tem supremacia sobre o local, ainda que concedam uma série de poderes aos Darklords (&#8220;Lordes Sombrios&#8221;, em uma tradução livre).</p>
<p>Strahd tem um imenso controle sobre seus domínios. É capaz de perceber quando estranhos entram nele, sabe a localização aproximada deles o tempo todo e, na verdade, ocasionalmente faz com que pessoas de diversos mundos do Plano Material sejam transportadas para Barovia, apenas para brincar com o desespero destas pessoas ao perceberem que não são capazes de retornar para seu mundo de origem. A maior parte delas tem seu destino final ao tentar.</p>
<p>Há quem diga que o terrível Conde pode ser redimido e que isso libertaria não só a sua alma, mas também aqueles que estão presos em seus domínios. Todavia, não há nenhuma confirmação disto.</p>
<p>Com o passar dos anos o Semiplano do Pavor foi crescendo, e outros domínios (com seus respectivos Darklords) foram sendo incluídos ao redor da Barovia. Embora guerras tenhas sido travadas (uma das mais irônicas entre <strong>Kas</strong> e <strong>Vecna</strong>, inimigos mortais que se descobriram &#8220;vizinhos&#8221; por lá), dificilmente há um lado vencedor, uma vez que cada Darklord é basicamente imortal dentro de seus domínios e impedido pelos Dark Powers de cruzar suas fronteiras.</p>
<p>Strahd é um marco em D&amp;D não apenas por sua história, mas principalmente por que o módulo onde surgiu pela primeira vez (I6 &#8211; Ravenloft) foi a primeira aventura publicada para o jogo onde havia efetivamente um enredo mais complexo, com um antagonista tridimensional, com motivações próprias. Até então as aventuras publicadas eram basicamente um <em>entrar-na-dungeon-matar-pilhar-destruir-ir-embora-com-o-tesouro</em>.</p>
<div id="attachment_3121" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3121 size-full" title="Castle Ravenloft Board Game" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-boardgame.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-boardgame.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-strahd-boardgame-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Castle Ravenloft, o Borad Game. | Fonte: Wizards of the Coast.</p></div>
<p>O módulo fez TANTO sucesso que anos depois levaria à publicação de Ravenloft, um cenário de campanha com uma pegada de horror gótico (e algumas outras variantes dentro) que conquistou um grupos de fãs bastante leal (pessoalmente, é uma das minhas ambientações preferidas de D&amp;D&#8230; sempre que mestro uma campanha dou um jeito de os personagens ao menos darem uma passada por lá em algum momento).</p>
<p>Ravenloft ganhou versões para todas as edições de D&amp;D (exceto para a infame 4ª), e embora ainda não tenha aparecido na 5ª como um mundo específico, temos uma bela repaginada da aventura original <strong>Castle Ravenloft</strong> na forma da campanha épica <a href="https://amzn.to/3bB8zuD" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Curse of Strahd</strong></a>, que leva os personagens do 1° ao 10° nível enquanto eles exploram as terras da Baróvia e tentam escapar de lá, ao mesmo tempo em que evitam cair nas garras do terrível vampiro.</p>
<p>Aliás, uma excelente notícia é que essa campanha, que foi extremamente elogiada, já está confirmada no idioma de Camões na próxima leva de traduções da Galápagos.</p>
<p>Ah, e Castle of Ravenloft também virou um <a href="https://amzn.to/2VUDI5S" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>board game</strong></a> pela própria Wizards of the Coast.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>1. Vecna</h2>
<div id="attachment_3116" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3116 size-full" title="Vecna em D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">As várias interpretações de Vecna. | Fonte: Pinteres.</p></div>
<p>E eis que chegamos ao topo da lista. Obviamente que é bastante discutível quem é o dono do título de &#8220;Vilão mais icônico de D&amp;D&#8221; e, se perguntado para 10 pessoas diferentes, não é de se duvidar que 10 respostas diferentes sejam ouvidas.</p>
<p>Mas na humilde opinião deste que vos escreve, <strong>Vecna</strong> é Vecna. O Lich em questão é antagonista em algumas das mais épicas aventuras já publicadas para D&amp;D, tem seu próprio domínio em Ravenloft, foi mestre (ou asssociado ) de mais de um nome que apareceu nessa lista, ascendeu ao status de divindade e ainda foi a fonte de não um e não dois, mas três dos artefatos mais épicos de D&amp;D (presentes no <strong>Livro do Mestre</strong> há trocentas edições).</p>
<p>Nascido no mundo de Oerth (Greyhawk), mais especificamente na cidade de Fleeth, na região de Flan, conhecida pelo domínio que seus habitantes tinham sobre magia, Vecna foi treinado desde muito pequeno nas artes arcanas pela sua mãe, Mazzel.</p>
<p>Em algum momento Mazzel foi executada pelo governo de Fleeth (os motivos não são muito claros, embora seja provável que o tipo de magia que ela praticava &#8211; e ensinava &#8211; não fosse muito bem aceito). Seu filho jurou vingança sobre todos aqueles responsáveis pelo acontecido. Vecna aperfeiçoou suas habilidades sob a tutela de Mok&#8217;slyk, a Serpente. E nesse ponto sua história já começa a ficar ainda mais nublada, uma vez que não há nenhum consenso sobre a existência de Mok&#8217;slyk. Na verdade não há nenhuma outra menção a respeito exceto as feitas pelo próprio Vecna. Alguns dizem que Mok&#8217;slyk seria, de alguma forma, uma personalização das energias mágicas.</p>
<p>Cerca de mil anos mais tarde, Vecna já era um dos magos mais poderosos do mundo (talvez da história) e, como em outras histórias semelhantes, prolongou sua vida por meios mágicos e terminou por se tornar um Lich. Durante essa época ele escreveu alguns tomos sobre magia, sendo os de maior destaque o <strong>Ordinary Necromancy</strong> (&#8220;Necromancia Básica&#8221;, em uma tradução livre, e ainda sem tradução oficial) e o <strong>Book of Vile Darkness</strong> (&#8220;Livro da Escuridão Perversa&#8221; em traduções anteriores, ainda sem tradução oficial para a 5ª edição), sendo que no caso deste último teria havido contribuições posteriores de outros autores.</p>
<div id="attachment_3130" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3130 size-full" title="Vecna miniature" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-miniature-v2.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-miniature-v2.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-miniature-v2-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Vecna ganhou até uma miniatura pra chamar de sua. | Fonte: Critical Role.</p></div>
<p>Vecna tentou conquistar a cidade de Fleeth com a ajuda de um exército de mortos-vivos, mas quase foi destruídos pelos clérigos da cidade, que canalizaram o poder de Pholtus &#8211; o deus da luz &#8211; diretamente contra o Lich, que foi salvo por um de seus aprendizes e generais, ninguém menos que <strong>Acererak</strong> (que viria a se tornar um Lich ele próprio. Já falamos dele na <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-2/"><strong>parte 2 deste artigo</strong></a>).</p>
<p>Após algum tempo (apenas o suficiente para se recuperar), Vecna marchou novamente sobre a cidade. Dessa vez os governantes imploraram por clemência, oferecendo riquezas em troca da vida de seus cidadãos. Com a recusa da proposta, ofereceram suas próprias vidas em troca das dos habitantes da cidade. A resposta do Lich foi entregar um desses governantes, Artau (bem como toda a família dele) para que <strong>Kas, o Terrível</strong>, os torturasse durante o maior tempo possível antes de executá-los. Isso foi feito na frente do restante do conselho. Apenas após esse horror Vecna demonstrou alguma piedade, permitindo que os demais partissem.</p>
<p>(Se o nome de Kas lhe é familiar, não é à toa. Também falamos sobre ele na <strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/">parte 1 deste artigo</a></strong>).</p>
<p>À medida em que seu poder crescia e seu corpo enfraquecia, Vecna perdia o interesse nos assuntos do dia-a-dia de seu reino, e Kas se tornava seu principal instrumento de governo. Era Kas que pronunciava os julgamentos de Vecna, presidia o conselho em seu nome, e recebia os relatórios de seu exército. Vecna chegou a criar pessoalmente a espada de seu general favorito, que ficou conhecida como Espada de Kas. Esse artefato, ironicamente, seria a fonte de sua ruína.</p>
<p>A espada, dotada de inteligência e com objetivos próprios, começou a influenciar Kas para este traísse seu mestre. Com o tempo o guerreiro terminou sucumbindo à sedução das palavras da espada e terminou por atacar Vecna.</p>
<p>É dito que ninguém viu a batalha, mas no final a torre de Vecna tinha sido reduzida a um monte de escombros e poeira. Nada do corpo de Kas foi encontrado e tudo o que restou de Vecna foram uma mão e um olho.</p>
<p>Vecna e Kas ressurgiram em <strong>Ravenloft</strong>, o Semiplano do Pavor, com seus respectivos domínios fazendo fronteira um com o outro. Claro que os dois acabaram travando recorrentes batalhas. Nesse momento Vecna já era um semideus, embora a maneira exata como esta ascensão ocorreu nunca tenha sido bem explicada.</p>
<p>Enquanto estava preso em Ravenloft (o semiplano, não o castelo), Vecna conseguiu enganar Iuz (o maligno, na época também um semideus. Lembra dele? Foi assunto na <strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/">parte 1 do artigo</a></strong>&#8230;) e absorvê-lo completamente, ascendendo à condição de divindade. Os Dark Powers de Ravenloft não foram poderosos o suficiente para aprisionar um deus em seus domínios, então Vecna foi capaz de se livrar das Brumas e surgir em Sigil, a cidade dos portais.</p>
<div id="attachment_3122" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3122 size-full" title="Die, Vecne Die AD&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-oldschool.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-oldschool.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-3-parte-vecna-oldschool-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Vecna teve sua própria aventura épica na 2ª edição do D&amp;D. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Em Sigil, tendo acesso a basicamente qualquer ponto do multiverso, Vecna planejava rearranjá-lo completamente, moldando-o à sua vontade. Ele teria conseguido, não tivesse sido impedido por um audacioso (e poderosíssimo!) grupo de aventureiros (essa história é o plot central da aventura <strong>Die Vecna, Die!</strong>, publicada no crepúsculo da 2ª edição de Ad&amp;D). No processo de expulsão de Sigil, Vecna terminou sendo separado de Iuz (que se viu livre novamente) e caiu à condição de deus menor. Tendo ressurgido em novamente Oerth, Vecna segue sendo objeto de culto de seitas malignas.</p>
<p>A <strong>Espada de Kas</strong>, <strong>O Olho e a Mão de Vecna </strong>e o <strong>Livro da Escuridão Perversa</strong> são todos artefatos descritos no <a href="https://amzn.to/3eQnQKq" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Livro do Mestre</strong></a> e podem servir como objetos centrais em uma campanha épica.</p>
<p>Por isso tudo Vecna é considerado o mais poderoso Lich da história do multiverso.</p>
<p>Por hoje é só, aventureiros! Finalmente chegamos ao fim da nossa lista. E na sua opinião? Quem faltou ser mencionado aqui? Que posições você mudaria na lista?</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-3-e-final/">Vilões icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 3 e final!</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Vilões Icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 12:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! E seguimos com a segunda parte da nossa lista com os doze vilões mais icônicos de D&#38;D. Se você perdeu a primeira parte, pode acessar ela nesse link aqui. E se prepara que o post é grande 😜. 8. O Demogorgon O nome ganhou bastante popularidade nos últimos tempos devido uma famosa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>E seguimos com a segunda parte da nossa lista com os doze vilões mais icônicos de D&amp;D. Se você perdeu a primeira parte, pode acessar ela <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/"><strong>nesse link aqui</strong></a>. E se prepara que o post é grande <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f61c.png" alt="😜" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />.</p>
<h2>8. O Demogorgon</h2>
<p>O nome ganhou bastante popularidade nos últimos tempos devido uma famosa série de TV, de um ainda mais famoso serviço de streaming.</p>
<p><strong>Demogorgon</strong>, presente desde a 1ª Edição de D&amp;D, é o autoproclamado príncipe dos demônios. Não se trata de apenas uma criatura, mas de dois seres fundidos em um só: Aaemul (um tanar&#8217;ri, ou simplesmente demônio nas edições mais recentes do jogo) e Hethrediah, um obyrith (uma linhagem de demônios anterior aos tanar&#8217;ri).</p>
<div id="attachment_3086" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3086 size-full" title="Demogorgon de D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-demogorgon.jpg" alt="" width="750" height="442" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-demogorgon.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-demogorgon-300x177.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Você já ter visto ele por aí. | Fonte: Wizards</p></div>
<p>A maneira como essas duas entidades se fundiram não é muito clara, mas parece ter ocorrido após uma rebelião incitada por Aaemul contra a Rainha do Caos (por sinal, a criadora dos tanar&#8217;ri). O que é certo é que a fusão não foi completa, de modo que tanto Aemul como Hethrediah continuam com suas consciências individuais: uma em cada cabeça do Demogorgon.</p>
<p>Essa dualidade gera um traço bem interessante da criatura (e talvez sua maior fraqueza): cada cabeça está o tempo todo conspirando para matar a outra, mesmo não podendo fazer isso, pois a vida dos dois é única. Caso um deles morra, o outro morre também. Não é possível matar apenas uma cabeça do Demogorgon.</p>
<p>A aparência do príncipe dos demônios é, no mínimo, ímpar: um corpo reptiliano, sinuoso como uma cobra mas musculoso como um gorila, com quase 6 metros de altura. No lugar dos braços, longos tentáculos (em algumas representações cada um dos tentáculos se divide em dois, na altura do que seria o antebraço). As cabeças são muito semelhantes a cabeças de babuínos.</p>
<p>O culto ao Demogorgon é bem menor do que a um deus &#8220;comum&#8221; de D&amp;D, mas bem maior do que a maioria dos cultos a outros demônios/diabos, e abrange não apenas humanos (na verdade minoria entre seus adoradores), mas também aboleths, krakens e ixitxachitls.</p>
<p>A <strong>Besta Sibilante</strong> (outro de seus títulos) também foi responsável pela corrupção do Paladino Sir Kargoth (originário de Oerth, o mundo de Greyhawk) e 13 dos seus companheiros, os Cavaleiros Protetores do Grande Reino, criando assim os Cavaleiros da Morte originais. Mas talvez sua aparição mais digna de nota seja na aventura épica &#8220;Out of Abyss&#8221;, na qual é um dos principais antagonistas (Hey! Sem spoilers aqui! Ele está na imagem de capa da aventura. Pensaram que o principal antagonista seria quem? O <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Pirata">Barbosa, da TV Pirata</a></strong>?)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>7. Lorde Soth, o Cavaleiro da Rosa Negra</h2>
<p><strong>Lord Loren Soth</strong> nem sempre foi um vilão. Muito pelo contrário, começou sua carreira como um valoroso cavaleiro de Solamnia, chegando até a Ordem da Rosa. Apenas a título de curiosidade, os <strong>Cavaleiros de Solamnia</strong> se dividem em três sub-ordens. Os Cavaleiros da Coroa, os mais jovens e inexperientes. Em seguida os Cavaleiros da Espada, um ranking intermediário e por fim, os Cavaleiros da Rosa, aqueles que já provaram seu valor inúmeras vezes.</p>
<div id="attachment_3090" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3090 size-full" title="Lord Soth de D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-lord-soth.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-lord-soth.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-lord-soth-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Versão final de Lord Soth, depois de ter seu corpo queimado. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Em uma dada situação, quando se dirigia para um encontro dos Cavaleiros, Soth e seus companheiros encontraram um grupo de elfos sendo atacado por Ogres. A atitude não poderia ser outra e os nobres cavaleiros salvaram o grupo de elfos do ataque. Ocorre que entre esses elfos estava a donzela Isolde Denissa, por quem Soth se apaixonou assim que a viu. Convenientemente ele levou a elfa para a fortaleza Dargaard (lar de Soth) para que ela fosse tratada de seus ferimentos.</p>
<p>Claro, a vida nem sempre é fácil (na verdade, raramente é). Soth já era casado, mas seu caso com Isolde prosseguiu mesmo depois que Korinne, sua esposa, engravidou (por meios mágicos).</p>
<p>O filho de Soth e Korinne nasceu completamente deformado. Em um acesso de fúria, e culpando a esposa pela aparência repulsiva do filho, Soth matou ambos. A versão oficial que correu pelos seus domínios (chamados de Knightlund), entretanto, é que ambos haviam morrido durante o parto.</p>
<p>Após apenas seis meses, Soth casou-se com Isolde e, no ano seguinte, nasceu o filho do casal, Peradur Soth.</p>
<p>Mas nem tudo continuaria bem. Istvan, o curandeiro pessoal e de confiança do Lorde (e que havia tratado dos ferimentos de Isolde) denunciou seu senhor aos Calvaleiros de Solamnia, que o convocaram apenas um mês após o nascimento de seu filho. Lá chegando, o Lorde foi julgado por um conclave de Cavaleiros, considerado culpado pelos seus crimes e condenado à decapitação. A sentença não chegou a ser cumprida, pois foi salvo por um grupo de seus leais cavaleiros. A Ordem os perseguiu, mas não queriam atacar a fortaleza, então a sentença foi trocada para o banimento. Soth estaria para sempre confinado em Knightlung, e se um Cavaleiro de Solamnia o visse fora de lá, deveria matá-lo imediatamente.</p>
<p>O confinamento rapidamente começou a afetar o Lorde, que caiu em uma forte depressão. Isolde, no afã de ajudá-lo, realizou preces a Mishakal (deusa da cura, em Dragonlance). Mishakal, então, deu uma missão a Soth: ele deveria se dirigir a Istar, e garantir que o Rei-Sacerdote não despertasse a fúria dos deuses, que traria o Cataclismo ao mundo de Krynn. Essa missão, caso bem-sucedida, restauraria sua honra. Sem ver outra opção, Soth a aceitou e rumou para Istar junto de alguns de seus cavaleiros mais fiéis.</p>
<p>Antes de atingir seu destino, entretanto, Soth encontrou o mesmo grupo de elfos que acompanhava Isolde no dia em que se conheceram. As elfas disseram a Soth que Isolde era infiel, e que Peradur não era filho dele. O Lorde deu meia volta, e cheio de fúria, cavalgou novamente para a fortaleza Dargaard. Lá chegando confrontou Isolde e, durante a discussão, começou o Cataclismo (sim, aquele que ele poderia ter impedido). Um enorme lustre caiu sobre Isolde, matando Peradur instantaneamente e a ferindo mortalmente. Em seu último suspiro, Isolde amaldiçoou seu marido, dizendo que ele deveria &#8220;viver uma vida para cada vida perdida&#8221;.</p>
<p>Soth morreu nas mesmas chamas que consumiram seu castelo, mas a maldição de Isolde foi atendida pelos deuses. O lorde despertou da morte com sua carne completamente queimada, se despedaçando a cada passo dado, até que não restasse nada além de um esqueleto coberto pela armadura dos Cavaleiros da Rosa, queimada e enegrecida. Seus mais leais seguidores, que o haviam salvo da condenação à morte pelo Conclave, tiveram o mesmo destino. As elfas que envenenaram sua mente também foram condenadas à pós-vida como Banshees, assombrando o próprio Soth, cantando todas as noites sobre seus malfeitos e relembrando-o da destruição que poderia ter sido evitada, não fosse seu ciúme e sua fúria.</p>
<div id="attachment_3089" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3089 size-full" title="O exército de Lord Soth" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-lord-soth-cavaleiros.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-lord-soth-cavaleiros.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-lord-soth-cavaleiros-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O exército de fieis seguidores. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Após alguns séculos de sofrimento em sua fortaleza, Soth foi procurado por ninguém menos que Takhisis, a maior deusa do Mal de Krynn. Apesar de recusar a aliança em um primeiro momento, Soth terminou por permitir que Kitiara, uma líder do exército de draconianos, utilizasse Dargaard como sua fortaleza. Juntos, sequestraram a General Laurana (já na época da Guerra da Lança), com a condição que a alma de Laurana seria de Soth após sua morte. Laurana foi resgatada pelo seu então amante, Tanis Meio-Elfo. Frustrada, Kitiara, com a ajuda de Soth, matou os demais líderes do exército draconiano e se tornou sua única comandante.</p>
<p>Soth terminou por se apaixonar por Kitiara e, secretamente, planejava capturar a alma dela após a sua morte, para que os dois pudessem passar a eternidade juntos. Durante a invasão de Palanthas pelos exércitos de Kitiara (que incluiam as legiões de mortos-vivos comandados pelo Cavaleiros da Rosa Negra), Soth terminou por encontrar sua amada à beira da morte, nas Torres da Alta Magia. Durante a tentativa de capturar sua alma, Soth chamou a atenção dos Poderes Sombrios, e terminou sendo sugado para o Semi-Plano de <strong>Ravenloft</strong>, onde foi &#8220;presenteado&#8221; com um domínio.</p>
<p>Claro, os Poderes Sombrios não são conhecidos por dar paz aos Lordes do semiplano do pavor. O simulacro de fortaleza Dargaard, em Sithicus (nome do domínio de Soth em Ravenloft) mudava de forma constantemente, atormentando o cavaleiro acostumado há séculos com a mesma estrutura. Além disso, Sithicus era habitado basicamente por elfos, um povo pelo qual Soth nutria desprezo. Não satisfeito, havia um falso fantasma de Kitiara, que sempre aprecia apenas o suficiente para que Soth mantivesse a esperança de encontrá-la.</p>
<p>Eventualmente, Soth tomou consciência de todos os seus atos, e terminou sendo devolvido a Krynn, em sua fortaleza, mas sem seus guerreiros esqueleto. Mina, uma guerreira enviada por Takhisis, procurou pelo Lorde morto-vivo, oferecendo a ele o comando de um exército de mortos-vivos. A recusa de Soth provocou a ira de Takhisis, que o transformou novamente em humano, devolvendo a capacidade de sentir dor, e incendiou (novamente) sua fortaleza, ameaçando matá-lo. O que Takhisis não havia percebido é que a transformação em humano seria uma dádiva para o arrependido Soth, que morreu em chamas, prometendo em seu último suspiro que encontraria Isolde e Peradur no pós-vida.</p>
<p>O paradeiro final de Soth não é conhecido, e não se sabe se sua promessa foi cumprida ou se sua alma finalmente encontrou a paz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>6. Halaster Manto Negro (O Mago Louco)</h2>
<p>Ninguém mais, ninguém menos que o criador da masmorra de <strong>Undermountain</strong>, simplesmente a maior masmorra já criada em um jogo de RPG. <strong>Halaster Manto Negro</strong> (ou <em>Halaster Blackcloack</em>, no original) não foi o único mago a ser consumido pela loucura em sua busca pelo poder arcano.</p>
<div id="attachment_3087" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3087 size-full" title="Halaster Manto Negro" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-halaster-cover.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-halaster-cover.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-halaster-cover-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Outra capa famosa que você já deve ter visto por aí. | Fonte: Wizards</p></div>
<p>Em sua juventude, então conhecido como Hilather, era bastante ativo em sua comunidade, disseminando conhecimentos sobre magia e tendo sob sua tutela vários aprendizes.</p>
<p>À medida em que seu conhecimento aumentava, entretanto, Halaster foi sendo dominado pela paranóia e pela insanidade. Levou seus aprendizes ao pé do monte Águas Profundas (<em>Waterdeep</em>, no original) e junto com eles, convocou uma horda de demônios e seres extraplanares para construir sua fortaleza.</p>
<p>Com a obra terminada, Halaster simplesmente se recusou a deixar seus &#8220;operários&#8221; partirem de volta aos respectivos planos de origem, ou mesmo a cessar o controle sobre eles, e os enviou para a Umbreterna (Underdark), &#8220;liberando&#8221; uma imensa área dos Drow e dos Duergar, no que ficou conhecido como &#8220;As Caçadas de Halaster&#8221;. Em poucos anos Halaster conseguiu domínio completo sobre a rede de túneis que viria ser conhecida como a Undermountain.</p>
<p>A essa altura Halaster já havia sido completamente consumido pela loucura e já não dava a mínima para o mundo exterior.</p>
<p>A sanidade de Halaster viria a ser parcialmente restaurada por Mystra (deusa da magia em Forgotten Realms), após um acordo feito com objetivo de resgatar o arquimago Elminster dos Nove Infernos (é uma longa história&#8230; para os efeitos desse artigo basta dizer que Mystra manteve sua palavra mesmo com Halaster não tendo sido bem-sucedido na missão).</p>
<p>Mas Halaster não estava 100% livre de sua loucura e esta, por sua vez, parecia intimamente ligada à Undermountain. Nas raríssimas vezes em que saía de lá, recuperava sua lucidez, mas continuava intrinsecamente maligno e manipulador.</p>
<div id="attachment_3088" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3088 size-full" title="Halaster Manto Negro" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-halaster.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-halaster.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-halaster-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Até parece um deus do panteão grego, só que não. | Fonte: Artstation</p></div>
<p>Em um dado momento a cidade de Águas Profundas foi acometida de um terremoto e muitos de seus habitantes tiveram visões do Mago Louco gritando, com chamas no lugar de seus olhos. Alguns arcanistas tiveram visões também de cenas de destruição no vasto labirinto da Undermountain, com direito a colapso de estruturas e abertura de abismos.</p>
<p>Um grupo de aventureiros corajoso o bastante para investigar as misteriosas visões, descobriu que Halaster tinha morrido durante uma execução mal-sucedida de um ritual e que sua morte fora responsável pelas visões que as pessoas tiveram.</p>
<p>Posteriormente foi descoberto que na verdade Halaster não havia morrido, apenas sua essência tinha sido diluída entre os muitos planos de existência. Em algum momento, ele foi capaz de reconstruir seu corpo e prosseguir com suas atividades como se nada tivesse acontecido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>5. Acererak</h2>
<p>Outro que entrou nessa lista devido ao aumento recente em sua popularidade. Sim, sabemos que ele é a capa do <strong>Livro do Mestre</strong> da 5ª Edição, mas até aí o Rei Gigante de Fogo Snurre está na capa do <strong>Livro do Jogador</strong>, e ninguém liga muito para ele, não é mesmo?</p>
<div id="attachment_3082" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3082 size-full" title="Capa do Livro do Mestre de D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-cover.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-cover.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-cover-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Capa do Livro do Mestre da 5ª edição do D&amp;D. | Fonte: Wizards.</p></div>
<p><strong>Acererak</strong> foi o criador da <strong>Tumba dos Horrores</strong> ou <em>Tomb of Horrors</em>, no original em inglês. A masmorra de uma aventura clássica da 1ª edição de Advanced Dungeons&amp;Dragons. Tão clássica e tão famosa que ganhou continuações e outras roupagens ao longo dos anos. O seu símbolo clássico já foi estampado em diversas mídias, como por exemplo no filme Jogador Nº 1, onde aparece na van de um dos protagonistas. Talvez essa aparição tenha despertado a recente fama do vilão. A verdade é que, já mais saberemos&#8230;</p>
<div id="attachment_3072" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3072 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/tomb-of-horrors-1522322092-Easter-Egg.jpg" alt="" width="780" height="438" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/tomb-of-horrors-1522322092-Easter-Egg.jpg 780w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/tomb-of-horrors-1522322092-Easter-Egg-300x168.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/tomb-of-horrors-1522322092-Easter-Egg-768x431.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /><p class="wp-caption-text">Reparou no detalhe no furgão? | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Basicamente, é impossível falar de Acererak sem falar da Tumba dos Horrores. A aventura original foi escrita por <strong>Gary Gygax</strong> (um dos criadores do D&amp;D) para a convenção Origins 1, de 1975.</p>
<p>A ideia era exatamente a de desafiar jogadores experientes, com zero necessidade de interpretação. Tudo bem que interpretação ainda era um detalhe nessa época, em que o RPG ainda engatinhava. Ela também tinha poucos combates, a Tumba dos Horrores era basicamente uma sequência de salas com armadilhas mortais e uma série de becos sem saída que, não raramente, guardavam portas secretas.</p>
<p>Poços com espinhos no fundo, arcas do tesouro que atiravam flechas, salas com gás venenoso e até uma Esfera da Aniquilação engastada em uma parede, dando origem à imagem clássica associada à Tumba dos Horrores e que também é um dos milhares de <em>easter eggs</em> do filme Jogador n° 1. A tumba inteira, inclusive, é parte bem importante da história no livro que deu origem ao filme.</p>
<p>A aventura foi publicada comercialmente em 1977, republicada em 1981 e novamente em 1987, dessa vez como parte da compilação &#8220;Realms of Horror&#8221;. Em 1998 ganhou uma reimpressão e expansão no módulo &#8220;Return to the Tomb of Horrors&#8221;, dessa vez com as regras da 2ª edição de AD&amp;D. Em 2005 foi lançada uma versão do módulo original com as regras da então recente 3ª edição de D&amp;D e em 2010 dois lançamentos distintos: uma versão da original e outra expandida, ambas com as regras da 4ª edição (honestamente, acho que nenhuma aventura dos quase 50 anos de D&amp;D era mais adequada para a 4ª edição). Finalmente, em 2017, 40 anos depois da publicação original, tivemos a <strong>Tomb of Annihilation</strong>, presente no livro <strong>Tales from the Yawning Portal</strong>, baseada na Tomb of Horrors original.</p>
<div id="attachment_3083" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3083 size-full" title="Tomb of Annihilation" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-tomb-annihilation.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-tomb-annihilation.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-tomb-annihilation-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Tomb of Annihilation, diretamente inspirada no original. | Fonte: Wizards.</p></div>
<p>O background da masmorra mortal era que ela havia sido criada por um Lich, Acererak, com o único objetivo de se alimentar das almas de aventureiros incautos que morressem na masmorra. O histórico do próprio Acererak foi construído ao longo dos anos, com as diversas versões publicadas da aventura (inclusive um romance adaptado, em 2002).</p>
<p>Filho de uma humana com um lord demônio (que obviamente não ficou para ajudar a criar a criança), Acererak viu, aos 10 anos de idade, a sua casa ser queimada (com ele e sua mãe dentro) por uma turba de aldeões apavorados com o pequeno demônio que crescia em sua vizinhança. O próprio Acererak só sobreviveu ao incêndio devido à sua ascendência demoníaca, que o tornava resistente ao fogo. Conta-se que foi após esse episódio que ele adquiriu gosto pelo estudo das artes arcanas da necromancia.</p>
<p>Algumas versões dizem que o mundo original do lich era Oerth (o cenário de Greyhawk) e que ele teria sido aprendiz do próprio Vecna durante um certo período de sua vida (o que não seria de se estranhar, visto que ambos guardam certas semelhanças entre si, no que tange a suas ambições e modos de vida).</p>
<p>Os estudos de Acererak para estender seu tempo de vida terminaram por levá-lo à transformação em um Lich. Ao longo dos séculos, como é tão comum entre essas criaturas, sua sede de poder e de prolongar sua existência só aumentavam. Nessa época, ao invés de se limitar a caçar novas almas para se alimentar ele se dedicou a um período de pesquisas e, em paralelo, ordenou a seus servos a construção da Tumba dos Horrores. Foram mais de 80 anos de trabalho até o término da tumba. Ao final do processo, Acererak reuniu todos os seus servos ali presentes, e os matou sem piedade.</p>
<p>O plano dele teve sucesso, mas de uma maneira não muito intencional. Ao se retirar para o fundo da Tumba dos Horrores, ele não conseguiu manter um fluxo de almas suficiente para sustentar sua existência. Assim, seu corpo terminou sendo reduzido a um monte de poeira e um crânio incrustado de pedras preciosas. Acererak havia se tornado um <em>demilich</em>.</p>
<p>O que poderia significar uma enorme limitação, na verdade, libertou seu espírito para ser projetado pelo multiverso. Acererak explorou múltiplos mundos e coletou artefatos poderosos, sempre com o objetivo de tornar sua masmorra mais mortal e assim, seguir coletando almas para alimentar seu filactério.</p>
<p>A jornada pelo multiverso o levou até a Cidade Proibida de Omu, no meio das selvas de Chult, em Toril (mundo de Forgotten Realms), onde os sacerdotes eram mortos com frequência em armadilhas, com o objetivo de agradar seus nove deuses. Acererak não pensou duas vezes: matou os nove deuses, escravizou o povo da cidade e os forçou a construir uma masmorra, que seria chamada de <strong>A Tumba dos Nove Deuses</strong> (Tomb of the Nine Gods).</p>
<p>Como de costume, após o término da construção Acererak matou todos os escravos, usando-os para testar a letalidade da nova masmorra. Alguns deles foram transformados em mortos-vivos e golens de carne, permanecendo na construção. Acererak retornava de vez em quando para melhorar a masmorra e coletar as almas dos incautos que tivessem perecido por ali.</p>
<p>Com toda essa atividade Acererak terminou por atrair a atenção de um culto ao seu redor. Esse culto estabeleceu o que ficou conhecido como Cidade da Caveira (&#8220;Skull City&#8221;), que chegou a ter 500 pessoas e cerca de 1000 servos mortos-vivos, além de uma série de outras criaturas.</p>
<div id="attachment_3084" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3084 size-full" title="A Tumba dos Horrores adaptada para as regras do AD&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-tomb-horror.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-tomb-horror.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-2-acererak-tomb-horror-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A Tumba dos Horrores adaptada para as regras do AD&amp;D. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Em algum momento Acererak estabeleceu um plano extremamente ambicioso: unir a sua consciência com o Plano Negativo, o que daria a ele a habilidade de controlar cada morto-vivo em todo o multiverso. Para atingir esse objetivo a ideia era atrair aventureiros extremamente poderosos, matá-los em suas masmorras e absorver suas valorosas almas (sujeito pretensioso, não?).</p>
<p>Obviamente que o demilich subestimou o poder desses aventureiros, Acererak terminou tendo seu corpo destruído e seu plano frustrado. Porém, isso não significou sua destruição permanente, obviamente. Um vestígio de sua essência seguiu consciente e conseguiu retornar décadas depois com um plano ainda mais mirabolante: construir um engenho arcano capaz de absorver o poder de cada deus morto e esquecido do multiverso. A máquina incluía até uma pedra preciosa roubada da coroa de Nerull, o deus da morte (no panteão de Greyhawk).</p>
<p>E mais uma vez Acererak foi morto por aventureiros, que destruíram o golem de cristal possuído pela alma do Lich, bem como o poderoso artefato.</p>
<p>Mesmo assim a força vital do poderoso morto-vivo seguiu ativa, retornando à Tumba dos Horrores original e substituindo uma das gemas no lugar dos olhos do crânio pelo <strong>Olho de Vecna</strong>, reassumindo o trono. Novamente, seria destruído por aventureiros.</p>
<p>Não se sabe se o filactério não foi realmente destruído ou se de alguma maneira Acererak foi capaz de reconstruí-lo, mas pela primeira vez em décadas ele reassumiu a antiga forma de Lich. Após descobrir os restos de um Atropal (uma espécie de deus natimorto) no plano negativo e levá-lo para a Tumba dos Nove Deuses, em Chult, Acererak criou uma nova máquina, chamada de Soulmonger. A máquina era capaz de absorver as almas de todos os que morressem no continente de Faerûn. A ideia era alimentar o Atropal até que ele tivesse o poder equivalente a um deus e então libertá-lo no continente para causar um genocídio. O que Acererak ganharia com isso exatamente, nunca ficou muito claro.</p>
<p>Novamente o Lich foi detido por um grupo de aventureiros, mas seu filactério permaneceu intacto em um semiplano particular e oculto até mesmo dos deuses. Isso significa que Acererak pode retornar a qualquer momento&#8230;</p>
<p>Por hoje é só aventureiros!!! Em breve publicaremos a última parte, com os quatro vilões mais icônicos de D&amp;D. Quem você acha que estará nessa lista?</p>
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		<title>Vilões icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 17:03:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Mais um dia, mais um dos nossos tão adorados posts com listas. Dessa vez colocamos aqui para vocês a parte 1 dos 12 Vilões (com V maiúsculo mesmo!) mais icônicos de D&#38;D. Os critérios que usamos não são 100% obejtivos (nem jamais poderiam ser), mas de forma geral escolhemos vilões que tenham [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/">Vilões icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Mais um dia, mais um dos nossos tão adorados posts com listas. Dessa vez colocamos aqui para vocês a parte 1 dos 12 Vilões (com V maiúsculo mesmo!) mais icônicos de D&amp;D.</p>
<p>Os critérios que usamos não são 100% obejtivos (nem jamais poderiam ser), mas de forma geral escolhemos vilões que tenham provocado (ou estejam envolvidos) em grandes mudanças nos seus respectivos mundos (ou até mesmo em outros). Em geral eles são antagonistas de aventuras ou campanhas clássicas de D&amp;D, e muitos deles dão as caras desde edições bem antigas do nosso jogo tão amado.</p>
<p>Não estamos nos prendendo a estatísticas de combate, então não se surpreenda se encontrar em posições mais baixas na lista um vilão com nível de desafio bem maior que outros que está várias posições acima. Estamos levando em conta a &#8220;popularidade&#8221;, o charme e a influência.</p>
<p>Ah sim! E apenas vilões únicos e inteligentes. Nada de raças (ou seja, não espere encontrar &#8220;os drow&#8221; na lista) ou bestas-fera sem controle (ou seja, o Tarrasque também está fora).</p>
<p>Então, sem mais delongas, vamos à lista!</p>
<h2>12. Iuz, o Maligno</h2>
<p>Na lanterna da nossa lista vem <strong>Iuz, o maligno</strong>. Hoje em dia ele anda meio sumido, mas já aprontou poucas e boas no mundo de Oerth.</p>
<p><strong>Iuz</strong> chegou a ter um livro (<em>Iuz the Evil</em>) dedicado apenas à sua história, influência e poderes (bem como a descrição de seus domínios), publicado para AD&amp;D 2ª Edição.</p>
<div id="attachment_3052" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3052 size-full" title="Suplemento Iuz the Evil" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-iuz.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-iuz.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-iuz-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Iuz, o maligno teve até um suplemento pra chamar de seu. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>É um semi-deus, filho de Graz&#8217;zt, um lorde demônio do Abismo com Iggwilv, uma bruxa humana. Acontece que essa bruxa fez o príncipe das Howling Hills (Colinas Uivantes, em uma tradução livre) pensar que <strong>Iuz</strong> era filho dele. Quando esse príncipe morreu, <strong>Iuz</strong> assumiu o comando de seu feudo e de seus exércitos. Em poucos anos no trono <strong>Iuz</strong> multiplicou a área do principado e, durante essa expansão, ele usava um ritual maligno para roubar poder e vitalidade de muitas vítimas capturadas entre seus inimigos derrotados. O aumento de seu poder somado aos rumores que começaram a surgir de que ele seria filho de um demônio e sua mãe seria uma necromante fizeram com que <strong>Iuz</strong> atingisse o status de semi-deus.</p>
<p>Em um determinado momento <strong>Iuz</strong> desapareceu. As legiões de orcs que lhe eram fiéis pensaram que ele tinha ascendido à condição de divindade completa, e começaram a adorá-lo como tal. Na verdade, Iuz havia sido aprisionado por Zagig Yragerne, um arquimago louco que estava, ele mesmo, em busca de se tornar um semi-deus, no Castelo Greyhawk. <strong>Iuz</strong> só seria libertado de seu cativeiro após 75 anos, por um grupo de aventureiros malignos ajudado por <strong>Mordenkainen</strong>.</p>
<p><strong>Iuz</strong> seria novamente aprisionado por ninguém menos do que <strong>Vecna, o Lich</strong>, que queria absorver a alma de <strong>Iuz</strong> com o objetivo de aumentar seu poder. De fato, <strong>Vecna</strong> foi bem-sucedido, tornando-se uma divindade no processo. Em algum momento Vecna foi derrotado por aventureiros, com a consequente libertação de <strong>Iuz</strong>. O fato é que <strong>Iuz</strong> jamais esqueceu o ocorrido e por isso, Vecna segue sendo seu inimigo mortal até hoje.</p>
<p>Com isso <strong>Iuz</strong> renovou seus domínios, influenciando tribos bárbaras do norte e conquistando, com seus exércitos recém-reunidos, vastas quantidades de terras. Uma cruzada chegou a ser organizada com o objetivo de expulsar <strong>Iuz</strong> das terras do norte, mas cada um de seus membros terminou sendo massacrado e reerguido como morto-vivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>11. Lolth, A Rainha das Aranhas</h2>
<p><strong>Lolth</strong> (também conhecida como <em>Lloth</em>, especialmente na cidade de <em>Menzoberranzan</em>), a Rainha das Aranhas e Rainha do Abismo de Teias Demonícas é a principal divindade Drow em <strong>Forgotten Realms</strong>.</p>
<p>Entretanto, isso nem sempre foi assim.</p>
<p>A <strong>Rainha das Aranhas</strong> era originalmente conhecida como Araushnee, deusa élfica menor do Destino, dos artesãos e dos elfos negros, diferentes dos Drow (nessa época eles nem existiam!). Além de tudo isso, ela era consorte de <strong>Corellon Larethian</strong>, o criador da raça dos elfos, que fique registrado.</p>
<p>Ocorre que, como em tantos outros casos assim, a ambição de Araushnee começou a crescer e ela começou a tramar contra Corellon. Primeiro em conjunto com Gruumsh (deus dos orcs e meio-orcs), e depois com Malar (o senhor das bestas, deus da caça), ambas sem sucesso.</p>
<p>A última tentativa de Araushnee contra Corellon envolveu um pequeno exército de deuses. Após uma batalha complicada, na qual Corellon terminou ferido, Araushnee tentou envenená-lo (fingindo que o veneno era água do Elysium, que deveria curá-lo). A tentativa foi impedida por Sehanine Moonbow (deusa élfica dos sonhos, filha e aliada de Corellon).</p>
<p>Após Corellon se curar de sus ferimentos, Araushnee foi submetida a julgamento. Sua pena foi uma combinação de exílio e sua transformação numa tanar&#8217;ri (como eram chamados os demônios em AD&amp;D).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3054 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-lolth.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-lolth.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-lolth-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Inconformada com sua derrota e com a sentença, tentou mais uma vez matar Corellon, transformando-se em uma aranha monstruosa, mas novamente sem sucesso. Apesar de tudo, Corellon não a matou e acabou optando por permitir sua fuga. Depois do exílio, e agora utilizando o nome de <strong>Lolth</strong>, Araushnee conquistou um pedaço do Abismo, mais especificamente a região conhecida como <em>Demonweb Pit (</em>Abismo das Teias Demoníacas, em uma tradução livre).</p>
<p>Tendo assegurado seu domínio, <strong>Lolth</strong> voltou a conspirar contra Corellon. Como não podia atacá-lo abertamente, seu plano era ser adorada pelo elfos e assim trazer angústia para esse povo, atingindo o criador deles por tabela.</p>
<p>As maquinações de Lolth provocaram diversas guerras entre povos élficos, enquanto sua igreja ganha cada vez mais influência entre os elfos negros (calma! Ainda não são os Drow&#8230;). Após diversas dessas guerras, os outros elfos se uniram na <strong>Corte Élfica</strong> e invocaram o poder de todo o panteão da raça para amaldiçoar os elfos negros e transformá-los, assim nasciam os Drow. Todos, inclusive os inocentes e aqueles que nunca aceitaram Lolth, foram transformados (conta-se que antes da maldição os elfos negros não tinham os cabelos brancos). As forças combinadas das demais nações élficas perseguiram a nova raça formada e os expulsaram para o subterrâneo.</p>
<p>No início os Drow eram bastante primitivos, mas se espalharam pela <strong>Umbreterna</strong> (ou Underdark, no original), o dominaram e construíram grandes cidades, abrangendo um domínio que ocupa quase todo o subterrâneo de <strong>Faerûn</strong>.</p>
<div id="attachment_3055" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3055 size-full" title="Drows, os elfos negros" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-drows.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-drows.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-drows-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Agora sim, os famosos elfos negros de D&amp;D. | Fonte: DnD Wizards</p></div>
<p>Houve um evento em Forgotten Realms, que ficou conhecido como o <strong>Tempo das Perturbações</strong>. Nesse período, os avatares dos deuses andaram sobre Toril. Caso o avatar fosse morto, o deus equivalente também morreria e foi nesse período que <strong>Lolth</strong> ganhou mais poder.</p>
<p>Ironicamente, a <strong>Rainha das Aranhas </strong>assassinou o avatar de <em>Zinzerena</em>, a deusa do assassinato de um outro mundo, absorvendo todo o seu poder no processo. Posteriormente ela tornou seu domínio no Abismo um plano completamente independente e com isso, ascendeu a condição de deusa maior.</p>
<p>Atualmente <strong>Lolth</strong> não é a única deusa entre os Drow, mas é sem dúvida a divindade mais influente entre esse povo. Sempre maquinando, é muito difícil prever qual (e quando) será o próximo plano de <strong>Lolth</strong> para aumentar sua influência em Toril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>10. Kas, o traidor</h2>
<p>Também conhecido como Kas de Tycheron; Kas, o terrível; Kas, o traidor; Kas, o odioso e Kas, o destruidor (dentre outros títulos), foi o lacaio de mais confiança do arqui-Lich Vecna (um nome que você verá outra vez nesta lista, pode ter certeza).</p>
<p><strong>Kas</strong> era um guerreiro valoroso e dizia-se que era capaz entrar um campo de batalha, na mais completa desvantagem e mesmo assim sair, não apenas vitorioso, mas também sem um único arranhão em sua armadura. Essa habilidade em batalha atraiu a atenção de ninguém menos do que Vecna, que o convidou para ser eu general. Sedento por batalhas, ele aceitou com a condição que Vecna o apontasse para o campo de batalha e não desse mais ordens, até que a luta fosse vencida.</p>
<p>Os anos de lealdade e eficiência de <strong>Kas</strong> fizeram com que Vecna o presenteasse com uma espada poderosíssima, que ficaria conhecida como a <strong>Espada de Kas</strong> (sim, um dos artefatos mais famosos de D&amp;D).</p>
<p>A influência de Vecna, entretanto, fez com que <strong>Kas</strong> abandonasse sua devoção a <strong>Pêlor</strong> (deus do sol e da cura) e se tornasse seguidor de <strong>Nerull</strong>, o deus da morte.</p>
<p>Durante a <strong>Batalha dos Mil Olhos</strong>, Nerull sussurrou para que Kas traísse seu mestre em troca de um favor divino. Kas, com sua sede de poder, aceitou e atacou Vecna usando a espada que havia ganho de seu mestre. O combate custou a mão esquerda e um dos olhos de Vecna, mas este terminou subjugando <strong>Kas</strong>.</p>
<div id="attachment_3056" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3056 size-full" title="Kas na batalha contra Vecna" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-kas.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-kas.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-kas-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Kas e sua eterna batalha contra Vecna. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Nerull decidiu mesmo assim conceder um favor menor a <strong>Kas</strong>. Sua alma recebeu força e velocidade, mas acompanhadas de uma insaciável sede de sangue, o que seria conhecido como a <strong>Maldição Vampírica</strong>. <strong>Kas</strong> foi o primeiro vampiro de Oerth (o nome do planeta que abriga o cenário de campanha Greyhawk).</p>
<p>Algumas versões ignoram a participação de Nerull<strong>.</strong> Dizem que o que transformou <strong>Kas</strong> em um vampiro, na verdade, foi o longo tempo que sua alma passou em contato com energia negativa no <em>Plano Quasielemental das Cinzas</em>, mas a versão do sussurro de Nerull parece mais factível, fornecendo uma motivação &#8220;razoável&#8221; para o traidor.</p>
<p>Após séculos preso aos domínios de Nerull, <strong>Kas</strong> conseguiu escapar construindo um Golem de carne e o imbuindo com a sua própria alma. De volta ao <em>Plano Material Primário</em>, espalhou fúria e destruição, tendo sido novamente derrotado no que ficou conhecido como <strong>A Batalha da Cidadela de Carne</strong>. A alma de <strong>Kas</strong> estava, finalmente, livre.</p>
<p>Mas não por muito tempo.</p>
<p>A malignidade do traidor despertou a atenção das <strong>Brumas de Ravenloft</strong>, e o vampiro recobrou a consciência como mestre do domínio de Tovag que, em uma mostra da ironia das Brumas, fazia fronteira com o domínio de Cavitius, cujo Lorde era ninguém menos do que o próprio Vecna. Travou-se uma guerra sem fim das tropas de <strong>Kas</strong> tentando recuperar sua espada da cidadela de Vecna, onde ele, erroneamente, presumia que a espada estava.</p>
<p>Quando Vecna finalmente conseguiu escapar de Ravenloft a explosão resultante destruiu tanto Cavitius quanto Tovag, e o corpo de <strong>Kas</strong> foi obliterado, reduzindo-o a um vestígio de alma perdido fora do espaço e do tempo.</p>
<p>Rumores recentes, entretanto, dizem que <strong>Kas</strong> de alguma forma sobreviveu à explosão e mantém um novo reino no semiplano do pavor.</p>
<p>Uma curiosidade: um Cavaleiro da Morte chamado &#8220;Kas, o mão sangrenta&#8221; servia Vecna no seu palácio em Ravenloft. Não se tratava do verdadeiro <strong>Kas</strong>, mas acreditava sê-lo, e servia Vecna como uma maneira de redimir sua traição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>9. Asmodeus</h2>
<p>O lorde máximo dos <strong>Nove Infernos</strong> e senhor de todos os diabos, a forma original de <strong>Asmodeus</strong> era a de uma serpente com milhares de quilômetros de comprimento. Como tratava-se de uma forma pouco prática para se comunicar, <strong>Asmodeus</strong> tratou de criar avatares, sendo o mais comum deles uma forma humanóide com cerca de quatro metros de altura, pele vermelha e chifres, além de um carisma inesperado para alguém com essa aparência. A localização exata de seu corpo verdadeiro sempre foi um segredo muito bem guardado, e qualquer um que a descobrisse seria rapidamente morto.</p>
<p>Não há consenso sobre sua origem. Algumas versões estabelecem que ele já estava presente na aurora dos tempos, tendo surgido diretamente do Caos Primordial, juntamente com Jazirian (outra divindade da Ordem, porém benevolente, ao contrário de <strong>Asmodeus</strong>). Após uma briga entre essas duas divindades (durante uma disputa sobre qual seria o centro do Multiverso), <strong>Asmodeus</strong> caiu sobre o plano de Baator, quebrando-o em seus nove níveis e parando apenas ao chegar na camada conhecida como Nessus, que passaria a ser o local de seu trono.</p>
<div id="attachment_3057" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3057 size-full" title="Asmodeus em D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-asmodeus.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-asmodeus.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-asmodeus-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma das representações de Asmodeus. | Fonte: Forgotten Realms Fandom</p></div>
<p>Baator, entretanto, não era um lugar desabitado. <strong>Asmodeus</strong> pessoalmente matou o que seria a &#8220;aristocracia&#8221; do lugar, tendo apenas um pouco de dificuldade para matar Zargon, o antigo governante, que continuava se regenerando a partir de seu chifre indestrutível, até que Asmodeus arrancou esse chifre e o jogou no Plano Material Primário.</p>
<p>Dizem que do sangue de seus ferimentos nasceram os primeiros Baatezu, nome com o qual os diabos eram conhecidos no <strong>AD&amp;D 2ª edição</strong>.</p>
<h3>O Julgamento de Asmodeus</h3>
<p><strong>Asmodeus</strong>, então, passou a tentar e corromper os mortais (especialmente humanos) e assim colecionar suas almas, em um modo de ação tão vil que enojou até os anjos, que por sua vez, terminaram por tentar condená-lo. O <em>arquidiabo</em>, então, solicitou que fosse feito um julgamento justo e que o juiz fosse uma entidade neutra. Os anjos concordaram e Primus, o imortal governante do Nirvana Tecnológico de <em>Mecânus</em> e entidade máxima da ordem e neutralidade, foi escolhido como juiz e tendo o acordo de ambas as partes.</p>
<p>O argumento de defesa de <strong>Asmodeus</strong> era que ele nunca tinha obrigado nenhum mortal a nada. Todos eles tinham a escolha de recusar sua oferta &#8211; sendo que havia, de fato, os que recusavam &#8211; e aqueles que a aceitavam não poderiam reclamar de cumprir sua parte no contrato.</p>
<p>Aqui cabe uma explicação: a coleta de almas tinha como objetivo final, aumentar as fileiras do exército dos Diabos em sua eterna <strong>Guerra Sangrenta</strong> (<em>Blood War</em>) contra os Demônios do Abismo.</p>
<p><strong>Asmodeus</strong> também argumentava quando um mortal encontrava uma inconsistência no contrato que o invalidasse, isso era respeitado.</p>
<p>Os anjos apresentaram seus casos um de cada vez, o que rapidamente esgotou a paciência de Primus. Então o juiz disse que ouviria apenas mais um caso. Enquanto os anjos tentavam se organizar para ver qual seria esse caso, Zariel (então ainda um anjo de Celestia) passou por cima de todos, o que acabou por deflagar uma briga que se espalhou por todos os anjos presentes. Primus deu uma tremenda bronca em todos os anjos presentes pelo caos formado na corte e absolveu <strong>Asmodeus</strong>, considerando que ele tinha o direito de continuar coletando almas da maneira como vinha fazendo.</p>
<p>Zariel prosseguiu como observadora da <strong>Guerra Sangrenta</strong>, mas seu desejo de interferir no conflito chegou a tal ponto que ela simplesmente ignorou as ordens de seus superiores e desceu para lutar. Seu corpo quase sem vida foi resgatado por diabos a mando do próprio <strong>Asmodeus</strong>, que providenciou que suas feridas fossem curadas em Nessus e a nomeou como <strong>Arquidiabo de Avernus</strong>, a primeira camada dos Nove Infernos.</p>
<p><strong>Asmodeus</strong> segue sendo o lorde máximo dos Nove Infernos, coletando almas dos mortais e acumulando mais e mais poder.</p>
<p>E então, o que achou dessa lista? Se você concorda, discorda ou sentiu falta de outros nomes, não deixei de comentar em nossas redes sociais. No próximo post traremos a segunda parte do artigo, com mais vilões icônicos de D&amp;D.</p>
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		<title>Os jogos eletrônicos baseados em D&#038;D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 13:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[baldur's gate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você não estava vivendo isolado em uma caverna nas últimas semanas, deve ter visto o magnífico trailer do novo Baldur&#8217;s Gate 3, mas se não viu, pode ver agora: Jogos eletrônicos baseados em D&#38;D ou em cenários do D&#38;D são mais comuns do que você imagina. Se tinha ouvido falar apenas de Baldur&#8217;s Gate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não estava vivendo isolado em uma caverna nas últimas semanas, deve ter visto o magnífico trailer do novo Baldur&#8217;s Gate 3, mas se não viu, pode ver agora:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Baldur&#039;s Gate 3 - Official Opening Cinematic in 4K" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_hqgv0pU0EM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Jogos eletrônicos baseados em D&amp;D ou em cenários do D&amp;D são mais comuns do que você imagina. Se tinha ouvido falar apenas de <strong>Baldur&#8217;s Gate</strong> e suas continuações, saiba que existiram jogos muito mais antigos. Para se ter ideia, o primeiro jogo eletrônico sobre D&amp;D foi criado em 1975 e apenas como referência, o D&amp;D foi lançado em 1974!!!</p>
<p>O jogo em questão se chamava apenas <strong>dnd</strong> e foi escrito na linguagem de programação TUTOR para o sistema PLATO (<i>Programmed Logic for Automatic Teaching Operations</i>) por Gary Whisenhunt e Ray Wood da <i>Southern Illinois University</i>. O jogo continuou recebendo melhorias até 1985.</p>
<p>Depois disso a lista de jogos só aumentou. Atualmente existem mais 50 jogos publicados com o tema D&amp;D ou que usam as mecânicas de regras do sistema. Seria praticamente impossível falar de todos eles com o máximo de detalhe que merecem, mas alguns deles se tornaram verdadeiros clássicos e são jogados por milhares de pessoas ao redor do mundo até hoje.</p>
<h2>Dungeons &amp; Dragons Chronicles of Mystara</h2>
<p><strong>Chronicles of Mystara</strong> compreende 2 jogos: <strong>Tower of Doom</strong> e <strong>Shadow of Mystara</strong>. O primeiro foi lançado em 1994 originalmente na versão arcade (para fliperama) e se chamava apenas <i>Dungeons &amp; Dragons: Tower of Doom</i>. Trata-se de <b>beat &#8216;em up</b> de rolagem lateral (ou side-scrolling). Outros jogos como o clássico <b>Final Fight</b> e <b>Streets of Rage</b> se enquadram nessa categoria.</p>
<div id="attachment_2989" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2989 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/134b2b2504b0f44245780c88f41af0a0-719x1024.jpg" alt="Capa do Tower of Doom" width="719" height="1024" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/134b2b2504b0f44245780c88f41af0a0-719x1024.jpg 719w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/134b2b2504b0f44245780c88f41af0a0-211x300.jpg 211w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/134b2b2504b0f44245780c88f41af0a0-768x1093.jpg 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/134b2b2504b0f44245780c88f41af0a0.jpg 850w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><p class="wp-caption-text">Tower of Doom, um clássico entre clássicos. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Em <b>Tower of Doom</b>, você pode escolher entre 4 personagens jogáveis: Crassus, o guerreiro; Greldon, o clérigo; Lucia, a elfa e Dimsdale, o anão. Sim, temos 2 classes e 2 &#8220;raças&#8221; como opções de jogo. Isso vem diretamente da primeira versão do D&amp;D, muito diferente das tradicionais raças e classes que conhecemos hoje.</p>
<p>O game tem um roteiro simples até, mas muito clássico. O início é um verdadeiro &#8220;início de campanha&#8221;.</p>
<p><i>A República de Darokin tem sido assolada por uma série de ataques. Em sua maioria, tribos de humanóides, como kobolds e gnolls, vem causando sérios problemas aos comerciantes locais.</i></p>
<p><i>Corwin Linton, um rico e influente comerciante da cidade de Athenos, começou a investigar mais de perto os ataques, tentando identificar o verdadeiro motivo deles. Em paralelo, enquanto aviso de contratação de aventureiros tem se espalhado por todos os lados da república, um grupo de aventureiros viaja por uma das estradas de Darokin. Porém, logo a viagem é interrompida ao ouvirem um pedido de ajuda vindo logo adiante.</i></p>
<p>Durante todo o jogo você encontra criaturas e monstros clássicos, todos presentes no <strong>Livro dos Monstros de D&amp;D</strong>. De <em>goblins</em> e <em>trolls</em> a <em>ogros</em> e <em>manticoras</em>, passando até mesmo por <em>dragões</em>.</p>
<div id="attachment_2990" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2990 size-full" title="Tela do Chronicles of Mystara" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-mystara.jpg" alt="Chronicles of Mystara" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-mystara.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-mystara-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Gastei algumas fichas tentando zerar esse game. | Fonte: Playstation.com</p></div>
<p>O segundo jogo da série veio 2 anos depois. Em <b>Shadow of Mystara</b>, nossos heróis continuam a sua jornada na República de Darokin. Desta vez enfrentando os planos da maligna feiticeira Synn, que mais tarde se revela como um Dragão Vermelho com centenas de anos.</p>
<p>Nesta segunda versão tivemos algumas mudanças na mecânica de jogo, além da adição de novos personagens. Um usuário de magia chamado <b>Syous</b> e uma ladra de nome <b>Moriah</b>.</p>
<p>Em 1999 a <strong>Capcom</strong> juntou os dois jogos na versão que ficou conhecida como <a href="https://store.steampowered.com/app/229480/Dungeons__Dragons_Chronicles_of_Mystara/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Chronicles of Mystara</b></a>, assim como lançou o game para outras plataformas. E saiba que você ainda pode jogar esse clássico? Ele está disponível na <strong><a href="https://store.steampowered.com/app/229480/Dungeons__Dragons_Chronicles_of_Mystara/" target="_bank" rel="noopener noreferrer">Steam</a></strong> e também para XBOX 360 e PS3/PS4.</p>
<h2>Planescape: Torment</h2>
<p>Talvez o jogo que mais desejei jogar na época do seu lançamento (1999). A capa com a enigmática cara azul do protagonista me deixava muito intrigado. Infelizmente, nunca consegui jogar o game.</p>
<p><b>Planescape: Torment</b> se passa no universo <b>Planescape</b>, que é uma expansão das ideias apresentadas no famoso <b>Manual dos Planos</b>, ainda na versão do <b>Advanced Dungeons &amp; Dragons</b>.</p>
<div id="attachment_2992" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2992 size-full" title="Capa do Planescape: Torment" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-planescape-cover.jpeg" alt="Capa do Planescape: Torment" width="800" height="1011" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-planescape-cover.jpeg 800w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-planescape-cover-237x300.jpeg 237w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-planescape-cover-768x971.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p class="wp-caption-text">Nameless One e seus dreadlocks com muito estilo. | Fonte: Mobygames</p></div>
<p>No game você controla <b>Nameless One</b>, também conhecido como <i>Aquele que não tem nome</i>. Você é um ser imortal, mas que por algum motivo ficou sem suas memórias e resolve partir em busca de respostas. Você começa sua jornada em Sigil, a majestosa (e quase infinita) cidade dos portais que fica no centro do todo o multiverso.</p>
<p>O foco principal desse jogo é o roleplay e não o combate, como a maioria dos games da época. O <b>beat &#8216;em up</b> e <b>side-scrolling</b> deram lugar ao <b>point and click</b>, presente em muitos jogos por aí, ou seja, muito antes do League of Legends, DOTA ou qualquer outro MMO.</p>
<p>Porém, o jogo não fez tanto sucesso no seu tempo, talvez pela jogabilidade ou por ser um jogo com público de nicho. Mesmo assim, o game acabou ganhando o status de &#8220;<i>jogo cult</i>&#8220;. Então, se você tiver a oportunidade, jogue e entre para essa seleta lista de jogadores. Ele também está disponível na <a href="https://store.steampowered.com/app/466300/Planescape_Torment_Enhanced_Edition/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Steam</strong></a>.</p>
<h2>Icewind Dale</h2>
<p>Outro jogo que arrebatou uma legião fãs foi <strong>Icewind Dale</strong>, que se passa em <b>Forgotten Realms</b> (ou <b>Os Reinos Esquecidos</b> como ficou conhecido aqui no Brasil). Para quem não sabe, <strong>Icewind Dale</strong> é uma região do continente de <em>Faerûn</em> em <strong>Forgotten Realms</strong>.</p>
<div id="attachment_2994" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2994 size-full" title="Icewind Dale" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-icewind.jpg" alt="Icewind Dale" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-icewind.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-icewind-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O jogo irmão de Baldur&#8217;s Gate. | Fonte: Steam.</p></div>
<p>O plot do jogo aqui também é a tradicional reunião na taverna, onde os aventureiros são contratados para se juntar a uma expedição até a cidade de Kuldahar, depois que estranhos eventos ocorreram na região.</p>
<p>Aqui temos algo bem parecido com o nosso RPG tradicional, começando pelo fato de que você não monta um personagem apenas, mas sim um grupo de até 6. Outro ponto é que para cada personagem criado, o jogador precisa selecionar classe, raça e alinhamento, além de distribuir os pontos de atributos correspondentes.</p>
<p>As classes foram agrupadas em 4 grandes grupos, apesar disso não fazer muito sentido para quem já joga RPG, mas vale lembrar que o jogo é aberto para todos os públicos. Por isso nós temos <b>Warrior</b> (guerreiro, paladino e ranger), <b>Wizard</b> (mago e feiticeiro), <b>Priest</b> (druida, clérigo e monge), e <b>Rogue</b> (bardo e ladrão). Discordo um pouco com a colocação do Bardo junto ao Ladrão, mas entendo o propósito da desenvolvedora em facilitar a compreensão dos jogadores não familiarizados com jogos de RPG.</p>
<p>Importante salientar também que os alinhamentos influenciam algumas coisas importantes no jogo, como acesso a determinados equipamento ou no resultado da interação com alguns NPCs.</p>
<p>Lançado em 2000, <b>Icewind Dale</b> ainda recebeu 2 expansões, <b>Heart of Winter</b> e <b>Trials of the Luremaster</b>. E assim como Planescape: Torment, uma <b>Enhanced Edition</b> está disponível na <a href="https://store.steampowered.com/app/321800/Icewind_Dale_Enhanced_Edition/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Steam</b></a>.</p>
<h2>A série Baldur&#8217;s Gate</h2>
<p>Talvez de longe a série de jogos mais famosa que leva o D&amp;D no nome. O jogo foi desenvolvido pela <b>BioWare</b> e distribuído pela <b>Interplay Entertainment</b> em 1998 e em 2012 foi lançada uma <b>Enhanced Edition</b> para as plataformas Windows, Mac, Android e iPad.</p>
<div id="attachment_2995" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2995 size-full" title="Baldur's Gate 1 e 2" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-baldur.jpg" alt="Baldur's Gate 1 e 2" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-baldur.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-baldur-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Esses jogos marcaram gerações. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Muito do que você encontra em <strong>Icewind Dale</strong> veio daqui. Você possui alinhamentos (9 ao todo) que delimitam suas escolhas em raça, classes, armas e armaduras, além dos tradicionais pontos de atributos. O jogo também recompensa o jogador dependendo das suas escolhas durante o curso do jogo. As regras vieram diretamente da 2ª edição do AD&amp;D, com algumas modificações para que funcionasse melhor no PC.</p>
<p>Ele não chega ser um verdadeiro jogo <b>sandbox</b> no estilo GTA, mas você pode explorar o mapa e interagir com outros NPCs durante suas missões.</p>
<p>O plot principal do jogo envolve o seu personagem, um antigo Deus e revelações dignas de um <em>plot twist</em> de filmes de Hollywood.</p>
<p>Se você ainda não jogou a série <strong>Baldur&#8217;s Gate</strong> e pretende fazer isso algum dia, pule essa parte. Senão, leia por conta e risco, ok?</p>
<p><strong>[Início do Spoiler]</strong></p>
<p><em>Você é nada mais nada menos do que filho do Deus do assassinato, Bhaal. Você foi criado como filho adotivo de Gorion, que acaba morrendo na primeira parte do game. Assim, cabe a você descobrir mais sobre o seu verdadeiro passado. O jogo começa com você investigando algumas mortes e desaparecimentos na região das minas de Nashkel. Com o desenrolar das coisas, você descobre que alguém (ou alguma coisa) está &#8220;envenenando&#8221; o ferro das minas, para que esse se destrua em pouco tempo.</em></p>
<p><em>A história vai se desenrolando, e a certa altura você descobre que tudo não passa de um plano do seu irmão, Sarevok para se tornar o novo Deus do Assassinato.</em></p>
<p><strong>[Fim do Spoiler]</strong></p>
<p>Como de praxe, o jogo recebeu uma continuação, além de 2 novas expansões. <b>Baldur&#8217;s Gate 2: Shadows of Amn</b> é uma continuação meio que direta da primeira história, no que diz respeito ao personagem principal. Já as expansões <b>Tales of the Sword Coast</b> e <b>Throne of Bhaal</b> adicionam mais missões e itens a sua jornada.</p>
<h2>Dark Alliance</h2>
<p><strong>Baldur&#8217;s Gate</strong> também deu as caras nos consoles. Lançado em 2001, <b>Baldur&#8217;s Gate: Dark Alliance</b> segue a linha dos games conhecida como <strong>hack and slash</strong>, o famoso <i>matar-pilhar-destruir</i> que tantos jogadores de RPG gostam, além da tradicional visão isométrica ou como eu costumo chamar, a &#8220;<i>visão de cima</i>&#8220;.</p>
<p>A primeira versão do game apareceu no saudoso Playstation 2 e depois foi portado para outras plataformas (Xbox, GameCube, Game Boy Advance) chegando até mesmo a ganhar um prêmio, o <b>Academy of Interactive Arts &amp; Sciences</b>.</p>
<div id="attachment_2996" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2996 size-full" title="Dark Alliance para PS2" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-dark-alliance.jpg" alt="Dark Alliance para PS2" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-dark-alliance.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-jogos-eletronicos-dnd-dark-alliance-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Saudades do meu PS2. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>No início do game o jogador pode escolher entre 3 combinações de raça e classe. Kromlech, um anão guerreiro; Vahn, um humano arqueiro e finalmente Adrianna, uma elfa feiticeira. É possível também uma certa customização, distribuindo pontos do personagem em determinados atributos e características.</p>
<p>Cada personagem possui estilos de luta próprios, o que acaba afetando também sua estratégia de combate no game. O jogo também possui um modo cooperativo, mas que não distribui os pontos de experiência nem o ouro coletado de forma igual. A cada inimigo morto, o jogador que matou fica com 60% da experiência e o outro com os 40% restantes. Da mesma forma, quando um coleta o ouro ou tesouros, fica com 100%, deixando o outro jogador sem nada. Dependendo com quem e como você joga, com o passar das fases, você vai ter personagens levemente desequilibrados.</p>
<p>Com 4 níveis de dificuldade, ao concluir o game no modo <em>Extreme</em>, o mesmo assume a forma de um <strong>New Game Plus</strong> que ao ser concluído, libera ninguém menos do que <b>Drizzt Do&#8217;Urden</b>, o lendário elfo negro de <strong>Forgotten Realms</strong>.</p>
<p>O jogo possui uma storyline bem longa e detalhada, mas o jogo segue de forma quase linear, sem muitos desdobramentos possíveis. Começando com os personagens sendo resgatados e introduzidos ao mundo de Baldur&#8217;s Gate para depois acabarem com um plano maligno maior que estava em andamento.</p>
<p>Em 2004 chegava <b>Baldur&#8217;s Gate: Dark Alliance II</b>, uma continuação direta do primeiro game, porém com novos protagonistas e uma nova ameaça. As mecânicas de jogo continuaram praticamente as mesmas, com uma diferença aqui e outra ali.</p>
<p>Vale ressaltar que em ambos os jogos, o sistema de regras usado como base já era a 3ª edição do D&amp;D.</p>
<h2>E o Neverwinter Nights?</h2>
<p>A série Neverwinter Nights é outra da linhagem D&amp;D que possuiu uma enorme legião de fãs. Porém essa história vai ficar para um próximo post.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/os-jogos-eletronicos-baseados-em-dd/">Os jogos eletrônicos baseados em D&#038;D</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Dicas de Game of Thrones para sua mesa de RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2019 13:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[ad&d]]></category>
		<category><![CDATA[d&d]]></category>
		<category><![CDATA[dnd]]></category>
		<category><![CDATA[got]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproveitando todo o clima de discussões e teorias que têm cercado a última temporada da série Game of Thrones, nada melhor do que nos debruçarmos sobre essa incrível criação literária de George R. R. Martin para analisarmos as ideias e recursos narrativos empregados nessa história, que podem ser úteis para aventuras de RPG. A ideia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando todo o clima de discussões e teorias que têm cercado a última temporada da série Game of Thrones, nada melhor do que nos debruçarmos sobre essa incrível criação literária de George R. R. Martin para analisarmos as ideias e recursos narrativos empregados nessa história, que podem ser úteis para aventuras de RPG.</p>
<p>A ideia aqui não é ensinarmos você a criar uma história ambientada em <a href="https://gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Westeros" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Westeros</strong></a>. Se você quiser utilizar esse cenário em suas aventuras, recomendamos o RPG <strong>Guerra dos Tronos</strong>, disponibilizado em português pela <a href="https://jamboeditora.com.br/produto/guerra-dos-tronos-rpg/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Jambô Editora</strong></a>.</p>
<p>A proposta é explorar elementos e conceitos típicos das Crônicas de Gelo e Fogo, porém que não são muito comuns na maioria dos cenários de RPG. Embora as ideias discutidas aqui possam ser utilizadas em qualquer tipo de cenário, vamos nos concentrar em exemplos de fantasia medieval.</p>
<div id="attachment_2652" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2652 size-full" title="Guerra dos Tronos RPG" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-guerra-dos-tronos-rpg-1.jpg" alt="Você também pode jogar o RPG oficial. | Fonte: Jambô Editora" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-guerra-dos-tronos-rpg-1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-guerra-dos-tronos-rpg-1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Você também pode jogar o RPG oficial. | Fonte: Jambô Editora</p></div>
<hr />
<p style="text-align: center;"><strong><i>Atenção: se você não assistiu a série (até a sétima temporada) ou não leu os livros, poderá encontrar spoilers adiante</i>.</strong></p>
<hr />
<h2>Diferentes facções em conflito</h2>
<p>O tema central que movimenta a maior parte dos eventos em <i>Game of Thrones</i> são as casas nobres, com seus conflitos de interesses, que motivam todo tido de alianças, traições, guerras, disputas políticas, assassinatos e sequestros.</p>
<p>Esse conceito de facções rivais, que são o motor narrativo das histórias, é na verdade bastante recorrente nos jogos de RPG do Mundo das Trevas. Os maiores exemplos são os Clãs de Vampiro, as Tribos de Lobisomem e as Tradições de Mago. Cada um desses grupos possui suas próprias regras, hierarquia, interesses, inimigos, aliados e eventualmente uma ou mais áreas de domínio.</p>
<p>Porém quando pensamos em jogos no “estilo D&amp;D”, esse é um tipo de conceito muito pouco explorado, quando não totalmente ignorado. Na maioria desses cenários temos sempre algum tipo de divisão em reinos, feudos, países ou impérios. Por outro lado, suas descrições costumam se limitar a aspectos mais estáticos, como língua, costumes, povoações e área territorial.</p>
<p>Questões políticas, alianças, rixas e eventos mais dinâmicos, tais como conflitos armados e guerras “não declaradas” geralmente são tratados apenas como um pano de fundo para as aventuras. Outros tipos de grupos que podem gerar esse tipo de dinâmica em campanhas de fantasia medieval são as guildas, as escolas de magia e as ordens divinas.</p>
<p>Um dos poucos exemplos que se aproxima do que vemos nas Crônicas de Gelo e Fogo é o cenário <a href="http://www.birthright.net" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><i>Birthright</i></strong></a>, de AD&amp;D 2ed. Nele temos o continente de Cerilia, dividido em diversos domínios (que podem ser reinos, guildas, templos ou domínios mágicos). Cada domínio é controlado por um Regente, que na maioria dos casos pode ser um personagem jogador. Para tornar tudo ainda mais épico, os regentes são descendentes de diferentes Linhagens, que representam uma descendência divina de antigos heróis.</p>
<div id="attachment_2654" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2654 size-full" title="Casas rivais em Guerra dos Tronos" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-diferentes-faccoes-em-conflito.jpg" alt="Casas rivais se enfrentam o tempo em Guerra dos Tronos" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-diferentes-faccoes-em-conflito.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-diferentes-faccoes-em-conflito-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Casas rivais se enfrentam o tempo em Guerra dos Tronos. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Então como criar facções interessantes para o seu cenário favorito? Existem duas opções: você pode criar novas ou detalhar / modificar as existentes. Responder a três perguntas básicas já o ajudará bastante nesse processo.</p>
<p><strong><i>Qual o domínio ou área de influência da facção? </i></strong>Pode ser tão extenso quanto um vasto Império (Os Sete Reinos) ou restrito como um bairro de uma cidade. Essa influência não precisa necessariamente estar associada ao governo / posse de terras, podendo estar ligada na verdade ao controle de alguma atividade realizada numa região, como é o caso das guildas, escolas de magia e ordens religiosas (A Guilda do Homem Sem Rosto).</p>
<p><strong><i>Quais os recursos ou fontes de poder que ela controla</i>?</strong> Pode ser algum tipo de riqueza material (o ouro de Rochedo Casterly), uma posição estratégica (A Travessia no rio Ramo Verde) ou mesmo conhecimento (a biblioteca da Cidadela). O tipo de recurso aqui obviamente determinará o quão poderosa e influente será uma facção. Um reino que possui diversas minas de ouro provavelmente conseguirá mais poder que um reino que é basicamente um feudo agrícola.</p>
<p><strong><i>Qual a sua relação com outras facções</i>?</strong> Ao responder essa pergunta, não pense apenas em respostas claras como inimigos, aliados e neutros. Tente criar relações mais “obscuras” e complexas entre as facções. Por exemplo, as casas A e B são historicamente rivais, porém em uma eventual guerra entre A e C, A poderia forjar uma aliança temporária com B, explorando um ódio antigo entre B e C. Um exemplo assim em <i>Game of Thrones</i> você tem com A = Lannister, B = Bolton e C = Stark. No escudo do mestre da caixa de <i>Planescape</i> (outro excelente cenário de AD&amp;D 2ed) existe uma tabela de reações entre as diversas facções de <i>Sigil</i> (ao todo são 16 facções, com reações classificadas em cauteloso, amigável, hostil, neutro e ameaçador).</p>
<h2>Morte de personagens importantes</h2>
<p>Outra marca registrada das histórias de George R. R. Martin é a morte recorrente de personagens considerados importantes para a trama como um todo. O resultado é que geralmente essas mortes são absolutamente inesperadas e acabam sempre causando grandes reviravoltas (Eddard Stark, Tywin Lannister e Margaery Tyrell são alguns exemplos emblemáticos).</p>
<p>Já discutimos em um <a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/os-personagens-morreram-e-agora/"><strong>outro artigo</strong></a> algumas opções que envolvem a morte dos personagens jogadores. Porém, a proposta aqui não é acabar com os personagens dos jogadores e sim com outros personagens que possuem alguma forte influência na aventura e que os jogadores não esperam que tenham um destino trágico.</p>
<div id="attachment_2659" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2659 size-full" title="Ned Stark" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-morte-de-personagens-importantes.jpg" alt="Por essa ninguém esperava!" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-morte-de-personagens-importantes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-morte-de-personagens-importantes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Por essa ninguém esperava! | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Os desafortunados podem ser personagens muitos próximos e familiares: um parente de um dos PJs, o taverneiro, um mentor, um aliado de outras aventuras etc. O choque nesse caso ocorrerá, pois, são personagens com os quais os jogadores estão acostumados a conviver e dependiam de alguma forma. Porém, matar esse tipo de personagem não costuma ser algo tão incomum, já que o impacto na aventura geralmente é mais psicológico do que prático.</p>
<p>As coisas começam a ficar mais surpreendentes quando um personagem extremamente poderoso ou vital para o andamento da aventura morre. A imaginação (ou insanidade) do mestre aqui é o limite: quanto maior o impacto e/ou reviravolta provocado, melhor.</p>
<p>Os aventureiros foram contratados para resgatar a princesa? Infelizmente ela foi assassinada. O general que iria comandar o exército numa batalha decisiva foi apunhalado pelas costas. Quem vai assumir o comando? O rei que tinha dado salvo-conduto para os personagens morreu envenenado. Não só a passagem deles pelo reino agora não está garantida, como eles podem ter se tornado suspeitos. O único mago que conhecia a cura para uma doença mágica foi morto por um rival. Onde os personagens irão buscar a cura agora?</p>
<h2>Personalidades cinzentas</h2>
<p>E finalmente vamos abordar aqui outra característica pouco comum em <i>Dungeons e Dragons</i> e seus derivados, sobretudo nas edições mais antigas. Esses jogos de fantasia sempre foram tradicionalmente bastante maniqueístas em seus conceitos, já discutimos inclusive, <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/sistemas/interpretando-tendencias-ou-alinhamentos-em-dd/"><strong>a interpretação das tendências aqui</strong></a>.</p>
<p>É comum o grupo de aventureiros (representado a bondade e a justiça, ainda que alguns possam ser mais egoístas) ser enviado em algum tipo de missão que tenha como objetivo acabar com algum grande mal (um feiticeiro maligno, um bando de ladrões, um culto perverso, um dragão ameaçador, etc.). Dificilmente temos o oposto (onde os personagens são inerentemente malignos) ou mesmo histórias mais cinzentas, onde não existe uma distinção clara entre bem e mal e os personagens não possuem um “alinhamento” definido ou que muda ao longo da aventura. Mesmo a sistemática de “backgrounds” da quinta edição, que flexibilizou o uso dos alinhamentos acaba sendo algo que amarra um pouco o comportamento dos personagens.</p>
<p>Em <i>Game of Thrones</i> é extremamente comum não termos certeza do que é o certo ou errado e também é muito difícil prever o comportamento de diversos personagens, pois eles estão em constante evolução ao longo da história, influenciados por diversos eventos. Temos algumas exceções, principalmente malignas (obviamente é o caso da Rainha Cersei e do Rei da Noite), mas em geral as personalidades de GoT são bastante cinzentas e mutáveis.</p>
<div id="attachment_2658" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2658 size-full" title="Tyrion Lannister" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-tyrion-lannister.jpg" alt="Difícil saber em que lado ele realmente está" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-tyrion-lannister.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/05/img-tyrion-lannister-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Difícil saber em que lado ele realmente está. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Por exemplo, Tyrion Lannister começa como um personagem extremamente egoísta, que comete atos malignos (assassina o próprio pai), passa por diversas provações e acaba se tornando um personagem bastante honrado e justo como Mão da Rainha Daenerys. E por falar em Daenerys, essa personagem é um poço de controvérsias – começou sofrendo imensamente sob a tutela de seu irmão e acabou por se tornar uma rainha impiedosa que, apesar de ter um grande senso de justiça, raramente poupou seus inimigos. Essa personalidade difícil e obstinada continua evoluindo pela fixação no <strong>Trono de Ferro</strong> e a torna uma personagem com a moral cada vez mais questionável. Outro personagem que possui um arco de história extremamente dramático na série é Theon Greyjoy. Ele começa como um “prisioneiro” dos Stark, se torna o algoz deles, sofre terrivelmente na mão dos Bolton e acaba por se reencontrar com sua família, o que culmina com a sua redenção, num desfecho absolutamente heróico para o personagem.</p>
<p>Criar uma aventura ou campanha com esse aspecto “cinzento” pode ser um grande desafio tanto para mestres quanto para jogadores. O jogo certamente adquirirá um clima maior de incerteza e tensão, pois não será trivial identificar inimigos e aliados. O fluxo da história poderá ser alterado bruscamente devido a ações inesperadas de personagens dos jogadores ou do mestre. Porém, não confunda isso com caos ou total livre arbítrio – a menos que os personagens sejam totalmente loucos, eles ainda serão pautados por objetivos – o que ocorre é que esses objetivos podem não ser claros, podem ser conflitantes ou podem mudar com o tempo, fruto da interação com outros personagens ou da ocorrência de eventos (geralmente traumáticos).</p>
<p>A sugestão final aqui é tentar trazer um pouco do clima de jogos mais focados na narração e interpretação do que no combate e exploração. Criar um histórico complexo e aprofundado para os personagens poderá ajudar, mas acima de tudo a ideia é não se ater a conceitos rígidos para guiar as ações dos personagens. Faça com que eles se envolvam de modo pessoal com a trama e sejam sujeitos a influências externas.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/dicas-de-game-of-thrones-para-sua-mesa-de-rpg/">Dicas de Game of Thrones para sua mesa de RPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Retrospectiva 2018 &#8211; os posts mais lidos e acessados do universoRPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 16:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Antes de mais nada, um feliz 2019 a todos, que ainda dá tempo (afinal, a primeira semana do ano ainda não terminou). E já que ainda estamos no clima de ano novo, por que não fazer uma retrospectiva de 2018, relembrando os posts do UniversoRPG que vocês mais acessaram? Vamos a mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/retrospectiva-2018-os-posts-mais-lidos-e-acessados-do-universorpg/">Retrospectiva 2018 &#8211; os posts mais lidos e acessados do universoRPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Antes de mais nada, um <strong>feliz 2019</strong> a todos, que ainda dá tempo (afinal, a primeira semana do ano ainda não terminou).</p>
<p>E já que ainda estamos no clima de <strong>ano novo</strong>, por que não fazer uma retrospectiva de 2018, relembrando os posts do <strong>UniversoRPG</strong> que vocês mais acessaram?</p>
<p>Vamos a mais uma das nossas famosas listas de <strong>Top 5</strong>!</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-os-monstros-de-um-lugar-silencioso-para-dd-5e/">5 &#8211;  Estatísticas para tudo: Os monstros de &#8220;Um Lugar Silencioso&#8221; para D&amp;D 5a Edição</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive aligncenter wp-image-2079 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso.jpg" alt="Monstro de Um Lugar Silencioso para sua mesa de D&amp;D 5ed" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>O quinto lugar da lista foi uma grata surpresa para nós. Nosso primeiro artigo traduzido, originalmente publicado no <strong><a href="https://dmdave.com/" target="_blank" rel="noopener">Dungeon Master Dave</a></strong>, fez bastante sucesso aqui e nas nossas divulgações pelo <strong><a href="https://www.facebook.com/universorpg/?ref=br_rs" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a></strong> (por falar nisso, já entrou <a href="https://www.facebook.com/groups/252231742283396/?ref=br_rs" target="_blank" rel="noopener"><strong>no nosso grupo</strong></a>, lá?).</p>
<p>O artigo, como o próprio título deixa bem claro, trás uma adaptação dos monstros do filme &#8220;<a href="https://www.imdb.com/title/tt6644200/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um Lugar Silencioso</strong></a>&#8221; para D&amp;D 5ª edição. Só que não se trata apenas de jogar os números na cara do leitor. As habilidades do monstro são analisadas conforme as cenas do filme, sendo uma adaptação bastante criteriosa.</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/novo-antecedente-para-dnd-o-aventureiro/">4 &#8211; Novo antecedente para D&amp;D 5a Edição &#8211; O Aventureiro</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1604 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro.jpg" alt="Antecedente: O Aventureiro para D&amp;D 5ed" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>A quarta posição dos nossos artigos mais populares de 2018 traz um <strong>novo antecedente</strong> bastante inusitado para seu personagem de D&amp;D 5ª edição: <strong>O Aventureiro</strong>.</p>
<p>Com essa nova opção, seu personagem é a quintessência do explorador clássico de dungeons. Antes de ser um aventureiro profissional ele era um aventureiro amador.</p>
<p>Não tem como ser mais especialista do que isso.</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/sistemas/interpretando-tendencias-ou-alinhamentos-em-dd/">3 &#8211; Interpretando (ou não) os alinhamentos (tendências) em D&amp;D</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1721 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso.jpg" alt="" width="900" height="720" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso.jpg 900w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso-300x240.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso-768x614.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Já em posição de pódio, trazemos a velha e, extremamente polêmica, discussão sobre o uso das tendências em D&amp;D. Uma análise histórica da regra, vindo desde a primeira edição até sua presença discreta, praticamente opcional na quinta, e opiniões sobre seu uso, seus benefícios e malefícios.</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/5-mundos-classicos-de-campanha-para-dd/">2 &#8211; 5 Mundos clássicos de campanha para D&amp;D</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive aligncenter wp-image-1386 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd.jpg" alt="5 Mundos Clássicos de D&amp;D" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Seguindo firme nos artigos sobre D&amp;D, nosso segundo mais popular de 2018 foi um review relâmpago de cinco cenários clássicos de campanha para o RPG mais famoso de todos os tempos. Relembre <strong>Forgotten Realms</strong>, <strong>Dragonlance</strong>, <strong>Ravenloft</strong>, <strong>Greyhawk</strong> e <strong>Mystara</strong>, veja suas principais características e saiba por que alguns deles continuam por aí até hoje (e outros nem tanto).</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/">1 &#8211; As 4 melhores aventuras de D&amp;D de todos os tempos</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive aligncenter wp-image-1970 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd.jpg" alt="capa-4-melhores-aventuras-de-dnd" width="1200" height="675" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd.jpg 1200w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-768x432.jpg 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-1024x576.jpg 1024w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-960x540.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>E o nosso artigo de 2018 mais lido ao longo do ano não poderia ter outro tema: <strong>aventuras prontas de D&amp;D</strong>. Nesse rápido review relembramos os clássicos:</p>
<ul>
<li>Tomb of Horrors</li>
<li>The Keep on the Borderlands</li>
<li>Ravenloft (sim! Para quem não sabia, Ravenloft começou como uma aventura pronta)</li>
<li>The Temple of Elemental Evil</li>
</ul>
<p>Clássicos dos clássicos da história de D&amp;D, cada uma dessas aventuras tem uma &#8220;personalidade&#8221; única, a maioria delas com grau de dificuldade elevado (proveniente de uma era em que RPG ainda eram MUITO ligados a jogos de estratégia de tabuleiro) e um charme inigualável.</p>
<h2>A lista completa</h2>
<p>E se você está chegando agora ou não conseguiu acompanhar tudo que o postamos em 2018, não se desespere. Separamos uma lista com todos os post dos ano para facilitar a sua leitura =D (<em>os post estão em ordem de publicação, do mais novo para o mais antigo</em>).</p>
<p><b>1. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/o-kit-do-jogador-de-rpg/">O Kit do Jogador de RPG</a></b></p>
<p><b>2. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/a-colmeia-the-hive-para-o-bestiario-de-destiny-em-dd-5a-edicao/">A Colmeia (The Hive) para o bestiário de Destiny em D&amp;D 5ª edição</a></b></p>
<p><b>3. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/dicas-para-manter-a-atencao-dos-seus-jogadores/">Dicas para manter a atenção dos seus jogadores</a></b></p>
<p><b>4. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/cenarios/sera-que-da-pra-jogar-the-handmaids-tale/">Será que da pra jogar The Handmaid’s Tale?</a></b></p>
<p><b>5. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/call-of-cthulhu-e-a-ficcao-cientifica/">Call of Cthulhu e a ficção científica</a></b></p>
<p><b>6. <a href="https://universorpg.com/do-alem/resenhas/review-call-of-cthulhu-the-official-video-game/">Review – Call of Cthulhu: The Official Video Game</a></b></p>
<p><b>7. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/financiamentos/fifth-edition-fantasy-aventuras-fantasticas-para-quinta-edicao5e/">Fifth Edition Fantasy – Aventuras fantásticas para Quinta Edição(5E)</a></b></p>
<p><b>8. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/argentea-a-terra-flutuante/">Argentea: A Terra Flutuante</a></b></p>
<p><b>9. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/financiamentos/starfinder-em-financiamento-coletivo-pela-new-order/">Starfinder em financiamento coletivo pela New Order</a></b></p>
<p><b>10. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/stan-lee-icone-dos-quadrinhos-da-marvel-morre-aos-95-anos/">Stan Lee, ícone dos quadrinhos da Marvel, morre aos 95 anos</a></b></p>
<p><b>11. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/festival-de-games-e-e-sports-curitiba/">Festival de Games e e-Sports Curitiba</a></b></p>
<p><b>12. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diferencas-entre-racas-e-classes-no-seu-rpg-de-mesa/">Diferenças entre raças e classes no seu RPG de mesa</a></b></p>
<p><b>13. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/o-cavaleiro-sem-cabeca-dd-5e/">O Cavaleiro sem Cabeça – D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>14. <a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/5-escritores-de-horror-e-suas-principais-obras/">5 Escritores de Horror e suas principais obras</a></b></p>
<p><b>15. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/loucura-em-abadir-uma-aventura-pronta-para-sua-mesa-de-rpg/">Loucura em Abadir – Uma aventura pronta para sua mesa de RPG</a></b></p>
<p><b>16. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/maldicao-itens-amaldicoados-no-dd/">Maldição! Itens amaldiçoados no D&amp;D</a></b></p>
<p><b>17. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/argentea-um-modo-simples-de-jogar-rpg/">Argentea: um modo simples de jogar RPG</a></b></p>
<p><b>18. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/jogando-rpg-com-livros-jogos-e-a-serie-aventuras-fantasticas/">Jogando RPG com Livros Jogos e a série Aventuras Fantásticas</a></b></p>
<p><b>19. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/adaptacoes/pier-gerlofs-donia-personagem-para-dd-5e/">Pier Gerlofs Donia – Personagem para D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>20. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/shinobi-spirit-2018-muito-k-pop-rpg-e-cosplay/">Shinobi Spirit 2018, muito K-pop, RPG e Cosplay</a></b></p>
<p><b>21. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-excalibur-para-dd-5e/">Estatísticas para Tudo: Excalibur para D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>22. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/resenhas/preview-chamado-de-cthulhu-em-portugues/">Preview: Chamado de Cthulhu em Português.</a></b></p>
<p><b>23. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-os-monstros-de-um-lugar-silencioso-para-dd-5e/">Estatísticas para tudo: Os monstros de “Um Lugar Silencioso” para D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>24. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/os-cabais-cabal-agora-no-seu-bestiario-de-destiny-dd-5ed/">Os Cabais (Cabal) agora no seu bestiário de Destiny D&amp;D 5ed</a></b></p>
<p><b>25. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/world-rpg-fest-2018-wrf2018-dia-2/">World RPG Fest 2018 (WRF2018): Dia 2</a></b></p>
<p><b>26. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/world-rpg-fest-2018-dia-1/">World RPG Fest 2018: Dia 1</a></b></p>
<p><b>27. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diga-meu-nome-como-escolher-um-bom-nome-para-o-seu-personagem/">Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</a></b></p>
<p><b>28. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/adam-episodes-um-novo-cenario-para-seu-rpg/">Adam Episodes, um novo cenário para seu RPG</a></b></p>
<p><b>29. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/">As 4 melhores aventuras de D&amp;D de todos os tempos</a></b></p>
<p><b>30. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/geek-city-dia-3-o-saudosismo-nunca-morre/">Geek City Dia 3: O saudosismo nunca morre</a></b></p>
<p><b>31. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/geek-city-dia-2-guilherme-briggs-jovem-nerd-kiko-e-muito-mais/">Geek City Dia 2: Guilherme Briggs, Jovem Nerd, Kiko e muito mais</a></b></p>
<p><b>32. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/geek-city-dia-1-saiba-tudo-o-que-rolou-por-la/">Geek City Dia 1: Saiba tudo o que rolou por lá</a></b></p>
<p><b>33. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/conheca-os-decaidos-the-fallen-seus-novos-inimigos-para-destiny-rpg/">Conheça os Decaídos (The Fallen), seus novos inimigos para Destiny RPG</a></b></p>
<p><b>34. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/usando-as-ideias-e-o-cenario-de-altered-carbon-no-seu-rpg/">Usando as ideias e o cenário de Altered Carbon no seu RPG</a></b></p>
<p><b>35. <a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/fichas-prontas-de-vampiro-a-mascara-para-sua-cronica/">Fichas prontas de Vampiro: A Máscara para sua crônica</a></b></p>
<p><b>36. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/em-busca-do-sistema-de-rpg-perfeito/">Em busca do sistema de RPG perfeito</a></b></p>
<p><b>37. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/sistemas/interpretando-tendencias-ou-alinhamentos-em-dd/">Interpretando (ou não) os alinhamentos (tendências) em D&amp;D</a></b></p>
<p><b>38. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/armas-e-equipamento-de-destiny-para-sua-aventura-de-dd-5a-edicao/">Armas, Armaduras e Equipamentos de Destiny para sua aventura de D&amp;D 5ª edição</a></b></p>
<p><b>39. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/eu-ouvi-explosao-de-gatinhos/">Eu ouvi explosão de gatinhos?</a></b></p>
<p><b>40. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-arcano/">As classes de Destiny para D&amp;D – O Arcano</a></b></p>
<p><b>41. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-cacador/">As classes de Destiny para D&amp;D – O Caçador</a></b></p>
<p><b>42. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-tita/">As classes de Destiny para D&amp;D – O Titã</a></b></p>
<p><b>43. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/descricoes-como-temperar-sua-sessao-de-jogo/">Descrições – Como temperar sua sessão de jogo</a></b></p>
<p><b>44. <a href="https://universorpg.com/do-alem/adaptacoes/usando-superpoderes-no-mundo-das-trevas/">Usando superpoderes no Mundo das Trevas</a></b></p>
<p><b>45. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/destiny-dos-consoles-para-sua-mesa-de-rpg/">Destiny: dos consoles para sua mesa de RPG</a></b></p>
<p><b>46. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/novo-antecedente-para-dnd-o-aventureiro/">Novo antecedente para D&amp;D 5 edição: O Aventureiro</a></b></p>
<p><b>47. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/5-mundos-alternativos-de-dd/">5 Mundos Alternativos de D&amp;D</a></b></p>
<p><b>48. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/dicas/a-vacina-de-nikolai-um-roteiro-para-sua-aventura-de-zumbis/">A vacina de Nikolai – Um roteiro para sua aventura de zumbis</a></b></p>
<p><b>49. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/adaptacoes/5-armas-famosas-do-cinema-para-o-seu-rpg-promocao/">5 armas famosas do cinema para o seu RPG + Promoção Airsoft</a></b></p>
<p><b>50. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/ovni-o-jogo-de-board-game/">O.V.N.I – O jogo de board game</a></b></p>
<p><b>51. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/dicas/armas-de-fogo-e-zumbis/">Armas de Fogo e Zumbis</a></b></p>
<p><b>52. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/dicas/mitos-do-cinema-x-realidade-combate-com-armas-de-fogo-em-rpg/">Mitos do Cinema x Realidade: Combate com armas de fogo em RPG</a></b></p>
<p><b>53. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/a-historia-do-dd-basico/">A história do D&amp;D básico</a></b></p>
<p><b>54. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/resenhas/7-mar-icem-a-bujarrona/">7° Mar – Icem a bujarrona!</a></b></p>
<p><b>55. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/noticias/international-tabletop-day-2018/">International Tabletop Day 2018</a></b></p>
<p><b>56. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/aventura-pronta-para-shadow-of-the-demon-lord-a-ilha-do-deus-lagarto/">Aventura pronta para Shadow of The Demon Lord – A Ilha do Deus Lagarto</a></b></p>
<p><b>57. <a href="https://universorpg.com/do-alem/cenarios/castelo-falkenstein-uma-maneira-diferente-de-jogar/">Castelo Falkenstein – Uma Maneira Diferente de Jogar</a></b></p>
<p><b>58. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/fotossintese-o-jogo-de-board-game/">Fotossíntese, o jogo de board game</a></b></p>
<p><b>59. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/5-mundos-classicos-de-campanha-para-dd/">5 mundos clássicos de campanha para D&amp;D</a></b></p>
<p><b>60. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/terra-media-cwb-o-que-rolou-por-la/">Terra Média CWB – O que rolou por lá?</a></b></p>
<p><b>61. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/noticias/ja-pensou-em-jogar-street-fighter-no-tabuleiro/">Já pensou em jogar Street Fighter no tabuleiro?</a></b></p>
<p><b>62. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/o-livro-mystico/">O livro Mystico: um novo artefato para suas aventuras</a></b></p>
<p><b>63. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/dungeon-fighter-aposte-nesse-jogo/">Dungeon Fighter: aposte nesse jogo!</a></b></p>
<p><b>64. <a href="https://universorpg.com/do-alem/adaptacoes/ex-herois-da-literatura-para-sua-mesa-de-storyteller/">Ex-Heróis, da literatura para sua mesa de Storyteller</a></b></p>
<p><b>65. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/um-breve-estudo-sobre-o-tempo/">Um Breve Estudo Sobre o Tempo</a></b></p>
<p><b>66. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/4-de-marco-dia-internacional-do-mestre-de-rpg/">4 de Março – Dia Internacional do Mestre de RPG</a></b></p>
<p><b>67. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/literatura-para-inspirar-o-seu-jogo-de-rpg/">Literatura para inspirar o seu jogo de RPG</a></b></p>
<p><b>68. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/dia-nacional-do-rpg/">Dia Nacional do RPG</a></b></p>
<p><b>69. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/noticias/conan-o-barbaro-na-literatura-cinema-e-rpg/">Conan, o Bárbaro. Na literatura, cinema e RPG</a></b></p>
<p><b>70. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/cenarios/micro-ambiente-de-informacao-autonoma-maia/">Micro Ambiente de Interação Autônoma – MAIA</a></b></p>
<p><b>71. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/evolua-suas-armas/">Evolua suas armas</a></b></p>
<p><b>72. <a href="https://universorpg.com/sem-categoria/noticias/cthulhu-no-brasil-de-novo-e-ainda-mais-aterrorizante/">Cthulhu no Brasil – de novo, e ainda mais aterrorizante!</a></b></p>
<p>E aí, quais os temas que você gostaria ver publicados aqui no UniversoRPG em 2019? Vai que sua sugestão entra na nossa retrospectiva daqui a um ano? Conte aí nos comentários!</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/retrospectiva-2018-os-posts-mais-lidos-e-acessados-do-universorpg/">Retrospectiva 2018 &#8211; os posts mais lidos e acessados do universoRPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Fifth Edition Fantasy &#8211; Aventuras fantásticas para Quinta Edição(5E)</title>
		<link>https://universorpg.com/bau-do-mestre/financiamentos/fifth-edition-fantasy-aventuras-fantasticas-para-quinta-edicao5e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 12:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[aventura pronta]]></category>
		<category><![CDATA[dnd]]></category>
		<category><![CDATA[dnd5e]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um financiamento coletivo que promete ser um sucesso. A editora Sagen está trazendo para o Brasil a coleção Fifth Edition Fantasy, aventuras prontas compatíveis com a 5ª edição de D&#038;D.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A novata <a href="http://sageneditora.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sagen Editora</strong></a> está trazendo para o Brasil os premiados módulos de aventuras prontas da <strong>Goodman Games</strong>. Para quem não ligou o nome a pessoa, a Goodman Games é a responsável (lá fora) pela publicação do aclamando <strong>Dungeon Crawl Classics RPG</strong>, publicado aqui no Brasil, também via financiamento coletivo, pela <strong>New Order Editora</strong>.</p>
<h2>Mas do que se trata essa coleção afinal?</h2>
<p>Em temos remotos, ainda na época da 3ª edição do Dungeons &amp; Dragons, a Wizard of the Cost publicou uma série de aventuras prontas que levavam os jogadores do nível 1 ao 20. Eles podiam ser jogadas de forma independente ou interligadas, com pequenos ajustes, formando uma grande campanha. Falamos em mais detalhes sobre essas aventuras <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/revisitando-aventuras-prontas-de-dd/"><strong>nesse outro post</strong></a>.</p>
<p>A Wizard manteve essa mesa estratégia com a 5ª edição, lançando algumas aventuras prontas, mas desta vez em módulos fechados. Se você não esteve em <em>hibernando em uma caverna nos últimos meses</em>, já deve ter ouvido falar em títulos como <a href="https://amzn.to/2Tt0Oye" target="_blank" rel="noopener"><strong>Hoard of the Dragon Queen</strong></a>, <a href="https://amzn.to/2PGrGfX" target="_blank" rel="noopener"><strong>The Rise of Tiamat</strong></a>, <a href="https://amzn.to/2S890ml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Storm King&#8217;s Thunder</strong></a>, <a href="https://amzn.to/2DQ5sSG" target="_blank" rel="noopener"><strong>Princes of the Apocalypse</strong></a>, <a href="https://amzn.to/2TvbOLO" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tomb of Annihilation</strong></a> e <a href="https://amzn.to/2DBhChi" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tales From the Yawning Portal</strong></a>, apenas para citar os mais conhecidos.</p>
<p>A coleção <strong>Fifth Edition Fantasy</strong> vem com a mesma proposta (ou quase). São aventuras fechadas, específicas para algum nível de personagens, e que também podem ser interligadas com alguns ajustes. Muitas delas trazem novos elementos que você pode usar em seu RPG ou campanha já em andamento, como uma nova sub-raça, item mágico poderoso e até mesmo alguns mini-cenários.</p>
<p>Tudo isso totalmente compatível, é claro, <strong><em>com a quinta edição do RPG de fantasia mais famoso do mundo</em></strong>, ou seja, D&amp;D 5ªed. Você ainda vai precisar dos livros básicos para jogar, que infelizmente, ainda não tem previsão de terem uma tradução oficial por aqui.</p>
<h2>Aventuras para Quinta Edição</h2>
<p>A série completa tem 15 aventuras. As 5 primeiras fazem parte da <a href="https://www.catarse.me/aventuras5e" target="_blank" rel="noopener"><strong>campanha principal do financiamento no Catarse</strong></a> e as outras 10 foram colocadas como mestas extras. Existem vários níveis de apoios que permitem levar para cada desde apenas os PDFs, como também a versão impressa + PDFs. Os apoios começam em <strong>R$75</strong> (apenas os PDFs).</p>
<p><strong>Fifth Edition Fantasy 1 – &#8220;Glitterdoom&#8221; (A Maldição Áurea)</strong><br />
<strong>16 páginas | 3º nível</strong><br />
<em>Séculos atrás, a Maldição Áurea chegou para os anões do clã Steelhand (Mão de Aço). Essa maldição divina transformou os anões em almas infernais com uma ganância insaciável por ouro. Agora, um encontro ocasional abre o selo dos portões e liberta a Maldição Áurea novamente. Seus aventureiros serão capazes de explorar os corredores esquecidos para confrontar a ameaça subterrânea?</em></p>
<p>Este inédito módulo de aventura para a 5E inclui uma nova sub-raça de anão e um novo cenário!</p>
<p><strong>Fifth Edition Fantasy 2 – &#8220;The Fey Sisters&#8217; Fate&#8221; (O Destino das Hamadríades)</strong><br />
<strong>22 páginas | 1º nível</strong><br />
<em>O soar da batalha ecoa na rústica imensidão, enquanto duas irmãs defendem o antigo bosque Briarwood contra invasores. Quando a cidade de Bur Hollow envia seus militares para dar suporte à batalha das irmãs condenadas, eles desaparecem sem deixar rastros. Os aventureiros devem entrar na mata de Briarwood e salvá-los!</em></p>
<p>Este inédito módulo de aventura para a 5E inclui dois novos feitiços e um novo cenário!</p>
<p><strong>Fifth Edition Fantasy 3 – &#8220;The Pillars of Pelagia&#8221; (Os Pilares de Pelagia)</strong><br />
<strong>48 páginas | 3º nível</strong><br />
<em>Ao longo da costa do mar que balança aos ventos, estão várias colunas de pedra naturais, sagradas para a Deusa do Oceano Pelagia. Um destes pilares é uma torre de um mago recluso, um seguidor devoto de Pelagia. Mas o bruxo desapareceu, e os moradores locais suspeitam que algo aconteceu. Certamente um mago poderoso possui inúmeros inimigos! Um bando de heróis inexperientes é intimado, quando adentram um dos Pilares de Pelagia, a lidar com inúmeras defesas mágicas, enquanto descobrem pistas enigmáticas relativas ao desaparecimento do bruxo, plantadas por um benfeitor desconhecido. A traiçoeira e maléfica história que eles descobrem pode amaldiçoar a superfície. Mas os Pilares são sagrados para Pelagia, e a própria Deusa do Oceano pode influenciar minimamente a história.</em></p>
<p><strong>Fifth Edition Fantasy 4 – &#8220;War-lock&#8221; (O Feiticeiro das Trevas)</strong><br />
<strong>48 páginas | 5º nível</strong><br />
<em>Bruxaria demoníaca e aço antigo se mesclam no renascimento de uma ameaça que se levanta das colinas selvagens no limite da civilização. Enquanto as terras inférteis ardem em incêndios, um mestre de guerra arcano reúne sua tropa monstruosa debaixo da sua bandeira esfarrapada. Diz-se que ele é um imortal, e que necessita de extraordinária bravura, enorme destreza, e mais do que um pouco de sorte para que leais aventureiros possam parar sua disseminação de malícia. Seus poderosos heróis conseguem localizar a fraqueza do feiticeiro antes que seus seguidores mergulhem os reinos em sangue e fogo?</em></p>
<p><strong>Fifth Edition Fantasy 5 – &#8220;Into The Dragon&#8217;s Maw&#8221; (Nas Presas do Dragão)</strong><br />
<strong>20 páginas | 12º nível</strong><br />
<em>Seu leal bando vagueia por dentro da selva sem caminhos, procurando pela Cascata da Boca do Dragão. Um rumor dissemina que na base da cascata, por trás de uma maciça cortina de água, existe um covil cavernoso de um grandioso ancião. A tribo local, Xulmec, fala que o grande dragão não é visto há aproximadamente 100 anos, então talvez seu tesouro esteja desguardado e pronto para ser saqueado. Mas que posição os heróis irão tomar, frente a uma profecia cega que um xamã disseminou séculos atrás?</em></p>
<p>Uma pena não termos as aventuras de forma escalonada&#8230; pois temos uma aventura de 1º nível, duas de 3º, uma de 5º e uma de 12º nível! O 7º talvez fizesse mais sentido se estivéssemos pensando em progressão dos personagens, mas como diz o ditado, <em>cavalo dado não se olha os dentes</em>, né!?</p>
<p>Vamos torcer para que todas as metas extras sejam batidas, pois aí teremos aventuras para todos os níveis e gostos (e bolsos também).</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/financiamentos/fifth-edition-fantasy-aventuras-fantasticas-para-quinta-edicao5e/">Fifth Edition Fantasy &#8211; Aventuras fantásticas para Quinta Edição(5E)</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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