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	<title>ideias &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>Pedra do Ingá &#8211; Um dos Lugares Mais Misteriosos do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 12:05:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!! Hoje vamos com um post um pouco diferente. Já ouviram falar da Pedra do Ingá? Não? Pois ouvirão agora. A Pedra do Ingá é um sítio arqueológico brasileiro localizado na Paraíba, mais precisamente ao lado da cidade de Ingá, que fica a pouco mais de 100 km da capital João Pessoa. Se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!!</p>
<p>Hoje vamos com um post um pouco diferente. Já ouviram falar da Pedra do Ingá? Não? Pois ouvirão agora.</p>
<p>A Pedra do Ingá é um sítio arqueológico brasileiro localizado na Paraíba, mais precisamente ao lado da cidade de Ingá, que fica a pouco mais de 100 km da capital João Pessoa. Se você quiser se localizar melhor, separei aqui um link no Google Maps: <strong><a href="https://goo.gl/maps/FVwp1Mmq2wvcpFj28" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://goo.gl/maps/FVwp1Mmq2wvcpFj28</a></strong></p>
<p>Mas não se trata de um sítio arqueológico qualquer. Trata-se de um dos mais importantes e estudados do Brasil e, ainda assim, um dos mais misteriosos.</p>
<h2>Afinal, o que é a Pedra do Ingá?</h2>
<p>É uma (dã!) pedra repleta de inscrições de diversos tipos. Há pelo menos 400 símbolos diferentes de uma escrita nunca decifrada. Também é chamada de Itacoatiara (que significa &#8220;pedra marcada&#8221; em Tupi).</p>
<div id="attachment_3270" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3270 size-full" title="Trajetos atá a Pedra do Ingá" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-localidade.jpg" alt="Trajetos atá a Pedra do Ingá" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-localidade.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-localidade-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Trajetos atá a Pedra do Ingá | Fonte: Google Maps</p></div>
<h2>O que sabemos sobre ela?</h2>
<p>Um dos poucos consensos é que as inscrições teriam sido talhadas com cinzéis de pedra há cerca de 6.000 anos. Além disso, muito pouca coisa. Alguns pesquisadores afirmam que se trata de algum tipo de escrita fenícia. Inclusive o padre Inácio Rolim que viveu durante o século XIX, e se não foi um dos primeiros a pesquisar a pedra, é o registro mais antigo que encontrei em pesquisas nos principais sites que a mencionam. Foi o primeiro sítio arqueológico brasileiro a ser tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 30 de novembro de 1944.</p>
<p>A pedra em si é dividida em três painéis, sendo que o maior deles tem quase 20m de largura, com altura variando entre 1 e 2,5m.</p>
<p>Há cavernas e outras pedras entalhadas na mesma região, mas nenhuma chega nem perto de ter a complexidade dos símbolos da Pedra do Ingá.</p>
<div id="attachment_3272" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="img-responsive wp-image-3272 size-full" title="Pedra do Ingá em detalhes" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-detalhe_1.jpg" alt="Pedra do Ingá em detalhes" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-detalhe_1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-detalhe_1-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Detalhe das iconografias encontradas na pedra. | Fonte: Wikipedia</p></div>
<p>Embora o significado da maioria dos símbolos seja bastante obscuro, é mais ou menos aceito que ali estão representados alguns corpos celestes (dois deles em especial sendo muito semelhantes à Via Láctea e ao Cinturão de Orion &#8211; que no Brasil é mais conhecido como As Três Marias).</p>
<p>Uma outra hipótese atesta que uma das funções da pedra seria como calendário, já que que os chamados &#8220;Pontos Capsulares&#8221;, um dos formatos mais repetidos nos entalhes. São em número de 114, e esse número multiplicado por 3 resulta em 342, que é quase  o número de dias de um ano solar.</p>
<p><em>(<strong>Nota do autor:</strong> os entalhes poderiam até servir de calendário, mas jamais da maneira descrita acima. Um calendário com apenas 342 dias ficaria defasado muitíssimo rápido &#8211; quase um mês por ano &#8211; o que o tornaria inútil para qualquer aplicação prática. Lembrando que a aplicação prática de calendários para povos primitivos era saber com antecedência as melhores épocas para plantar, colher, caçar e pescar.).</em></p>
<p>Como em tantos outros assuntos onde a ciência falha ao dar explicações concretas, tornou-se um prato cheio para &#8220;<em>conspirólogos</em>&#8221; de todos os tipos, especialmente <strong>ufólogos</strong>. Alguns dizem que os símbolos representam equações matemáticas complexas, apresentando distâncias entre corpos celestes.</p>
<div id="attachment_3271" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="img-responsive wp-image-3271 size-full" title="History - Ancient Aliens" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-ancient-aliens.jpg" alt="History - Ancient Aliens" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-ancient-aliens.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-pedra-do-inga-ancient-aliens-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sim senhoras e senhoras, já estivemos lá. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<h2>E como usar isso no meu RPG?</h2>
<p>Rá! É aqui que queríamos chegar. Como praticamente qualquer lugar misterioso, as possibilidades de uso no nosso amado hobby são muitas:</p>
<p><strong>Fantasia Medieval</strong> &#8211; A Pedra pode ser o registro de uma civilização antiga e há muito esquecida. Os escritos podem indicar a localização de tesouros guardados, de perigos na região, instruções de como convocar seres extra-dimensionais (os mesmos que teriam causado a extinção desta civilização? Ou teriam tentado salvá-la?).</p>
<p><strong>Horror Moderno/Lovecraftiano (Chamado ou Rastro de Cthulhu)</strong> &#8211;  Os desenho na pedra contém as instruções para a  invocação de um dos Grandes Antigos. Um culto secreto vem atuando há décadas com base na capital paraibana, e conseguiu decifrar a escrita. A data propícia para o ritual será em breve, e outra oportunidade apenas daqui a 6 mil anos.</p>
<p>Qualquer um que ficar no caminho do culto (que tem tentáculos na cidade de Campina Grande, na própria Ingá e &#8211; talvez &#8211; até mesmo no Museu de História Natural que existe no sítio onde se encontra a pedra) terá que ser eliminado para garantir o sucesso do ritual. O mesmo pano de fundo poderia ser adaptado para uma sessão de Delta Green, talvez combinando com o plot <strong>Moderno/Investigativo</strong> (abaixo).</p>
<p><strong>Cultos Inomináveis &#8211;</strong> Variante do plot anterior, mas com os personagens dos jogadores precisando agir discretamente para conseguir decifrar a pedra e invocar o Grande Antigo em questão em troca de poder ou favores. Conforme chegam mais perto de reunir as peças necessárias do quebra-cabeça, a polícia pode começar a apertar o cerco com investigações e batidas surpresa, furto de alguma denúncia anônima talvez.</p>
<p><strong>Moderno/Investigativo (com uma pegada à lá Arquivo-X)</strong> &#8211; Os personagens jogadores são investigadores da Seção 18, divisão secreta da Polícia Federal que investiga casos sobrenaturais (uma versão tupiniquim dos Arquivos-X do FBI). Tem havido relatos de luzes misteriosas e desaparecimentos de pessoas na região de Ingá. Os agentes são enviados para investigar, mas até que ponto o governo brasileiro realmente quer que a verdade venha à tona? Um bom tempero nesse cenário seria colocar agentes disfarçados da ABIN contra os jogadores, e até mesmo insinuar ligações com autoridades norte-americanas (mensagens cifradas trocadas com o FBI?).</p>
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		<title>Vilões icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 17:03:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Mais um dia, mais um dos nossos tão adorados posts com listas. Dessa vez colocamos aqui para vocês a parte 1 dos 12 Vilões (com V maiúsculo mesmo!) mais icônicos de D&#38;D. Os critérios que usamos não são 100% obejtivos (nem jamais poderiam ser), mas de forma geral escolhemos vilões que tenham [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Mais um dia, mais um dos nossos tão adorados posts com listas. Dessa vez colocamos aqui para vocês a parte 1 dos 12 Vilões (com V maiúsculo mesmo!) mais icônicos de D&amp;D.</p>
<p>Os critérios que usamos não são 100% obejtivos (nem jamais poderiam ser), mas de forma geral escolhemos vilões que tenham provocado (ou estejam envolvidos) em grandes mudanças nos seus respectivos mundos (ou até mesmo em outros). Em geral eles são antagonistas de aventuras ou campanhas clássicas de D&amp;D, e muitos deles dão as caras desde edições bem antigas do nosso jogo tão amado.</p>
<p>Não estamos nos prendendo a estatísticas de combate, então não se surpreenda se encontrar em posições mais baixas na lista um vilão com nível de desafio bem maior que outros que está várias posições acima. Estamos levando em conta a &#8220;popularidade&#8221;, o charme e a influência.</p>
<p>Ah sim! E apenas vilões únicos e inteligentes. Nada de raças (ou seja, não espere encontrar &#8220;os drow&#8221; na lista) ou bestas-fera sem controle (ou seja, o Tarrasque também está fora).</p>
<p>Então, sem mais delongas, vamos à lista!</p>
<h2>12. Iuz, o Maligno</h2>
<p>Na lanterna da nossa lista vem <strong>Iuz, o maligno</strong>. Hoje em dia ele anda meio sumido, mas já aprontou poucas e boas no mundo de Oerth.</p>
<p><strong>Iuz</strong> chegou a ter um livro (<em>Iuz the Evil</em>) dedicado apenas à sua história, influência e poderes (bem como a descrição de seus domínios), publicado para AD&amp;D 2ª Edição.</p>
<div id="attachment_3052" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3052 size-full" title="Suplemento Iuz the Evil" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-iuz.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-iuz.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-iuz-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Iuz, o maligno teve até um suplemento pra chamar de seu. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>É um semi-deus, filho de Graz&#8217;zt, um lorde demônio do Abismo com Iggwilv, uma bruxa humana. Acontece que essa bruxa fez o príncipe das Howling Hills (Colinas Uivantes, em uma tradução livre) pensar que <strong>Iuz</strong> era filho dele. Quando esse príncipe morreu, <strong>Iuz</strong> assumiu o comando de seu feudo e de seus exércitos. Em poucos anos no trono <strong>Iuz</strong> multiplicou a área do principado e, durante essa expansão, ele usava um ritual maligno para roubar poder e vitalidade de muitas vítimas capturadas entre seus inimigos derrotados. O aumento de seu poder somado aos rumores que começaram a surgir de que ele seria filho de um demônio e sua mãe seria uma necromante fizeram com que <strong>Iuz</strong> atingisse o status de semi-deus.</p>
<p>Em um determinado momento <strong>Iuz</strong> desapareceu. As legiões de orcs que lhe eram fiéis pensaram que ele tinha ascendido à condição de divindade completa, e começaram a adorá-lo como tal. Na verdade, Iuz havia sido aprisionado por Zagig Yragerne, um arquimago louco que estava, ele mesmo, em busca de se tornar um semi-deus, no Castelo Greyhawk. <strong>Iuz</strong> só seria libertado de seu cativeiro após 75 anos, por um grupo de aventureiros malignos ajudado por <strong>Mordenkainen</strong>.</p>
<p><strong>Iuz</strong> seria novamente aprisionado por ninguém menos do que <strong>Vecna, o Lich</strong>, que queria absorver a alma de <strong>Iuz</strong> com o objetivo de aumentar seu poder. De fato, <strong>Vecna</strong> foi bem-sucedido, tornando-se uma divindade no processo. Em algum momento Vecna foi derrotado por aventureiros, com a consequente libertação de <strong>Iuz</strong>. O fato é que <strong>Iuz</strong> jamais esqueceu o ocorrido e por isso, Vecna segue sendo seu inimigo mortal até hoje.</p>
<p>Com isso <strong>Iuz</strong> renovou seus domínios, influenciando tribos bárbaras do norte e conquistando, com seus exércitos recém-reunidos, vastas quantidades de terras. Uma cruzada chegou a ser organizada com o objetivo de expulsar <strong>Iuz</strong> das terras do norte, mas cada um de seus membros terminou sendo massacrado e reerguido como morto-vivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>11. Lolth, A Rainha das Aranhas</h2>
<p><strong>Lolth</strong> (também conhecida como <em>Lloth</em>, especialmente na cidade de <em>Menzoberranzan</em>), a Rainha das Aranhas e Rainha do Abismo de Teias Demonícas é a principal divindade Drow em <strong>Forgotten Realms</strong>.</p>
<p>Entretanto, isso nem sempre foi assim.</p>
<p>A <strong>Rainha das Aranhas</strong> era originalmente conhecida como Araushnee, deusa élfica menor do Destino, dos artesãos e dos elfos negros, diferentes dos Drow (nessa época eles nem existiam!). Além de tudo isso, ela era consorte de <strong>Corellon Larethian</strong>, o criador da raça dos elfos, que fique registrado.</p>
<p>Ocorre que, como em tantos outros casos assim, a ambição de Araushnee começou a crescer e ela começou a tramar contra Corellon. Primeiro em conjunto com Gruumsh (deus dos orcs e meio-orcs), e depois com Malar (o senhor das bestas, deus da caça), ambas sem sucesso.</p>
<p>A última tentativa de Araushnee contra Corellon envolveu um pequeno exército de deuses. Após uma batalha complicada, na qual Corellon terminou ferido, Araushnee tentou envenená-lo (fingindo que o veneno era água do Elysium, que deveria curá-lo). A tentativa foi impedida por Sehanine Moonbow (deusa élfica dos sonhos, filha e aliada de Corellon).</p>
<p>Após Corellon se curar de sus ferimentos, Araushnee foi submetida a julgamento. Sua pena foi uma combinação de exílio e sua transformação numa tanar&#8217;ri (como eram chamados os demônios em AD&amp;D).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3054 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-lolth.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-lolth.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-lolth-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Inconformada com sua derrota e com a sentença, tentou mais uma vez matar Corellon, transformando-se em uma aranha monstruosa, mas novamente sem sucesso. Apesar de tudo, Corellon não a matou e acabou optando por permitir sua fuga. Depois do exílio, e agora utilizando o nome de <strong>Lolth</strong>, Araushnee conquistou um pedaço do Abismo, mais especificamente a região conhecida como <em>Demonweb Pit (</em>Abismo das Teias Demoníacas, em uma tradução livre).</p>
<p>Tendo assegurado seu domínio, <strong>Lolth</strong> voltou a conspirar contra Corellon. Como não podia atacá-lo abertamente, seu plano era ser adorada pelo elfos e assim trazer angústia para esse povo, atingindo o criador deles por tabela.</p>
<p>As maquinações de Lolth provocaram diversas guerras entre povos élficos, enquanto sua igreja ganha cada vez mais influência entre os elfos negros (calma! Ainda não são os Drow&#8230;). Após diversas dessas guerras, os outros elfos se uniram na <strong>Corte Élfica</strong> e invocaram o poder de todo o panteão da raça para amaldiçoar os elfos negros e transformá-los, assim nasciam os Drow. Todos, inclusive os inocentes e aqueles que nunca aceitaram Lolth, foram transformados (conta-se que antes da maldição os elfos negros não tinham os cabelos brancos). As forças combinadas das demais nações élficas perseguiram a nova raça formada e os expulsaram para o subterrâneo.</p>
<p>No início os Drow eram bastante primitivos, mas se espalharam pela <strong>Umbreterna</strong> (ou Underdark, no original), o dominaram e construíram grandes cidades, abrangendo um domínio que ocupa quase todo o subterrâneo de <strong>Faerûn</strong>.</p>
<div id="attachment_3055" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3055 size-full" title="Drows, os elfos negros" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-drows.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-drows.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-drows-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Agora sim, os famosos elfos negros de D&amp;D. | Fonte: DnD Wizards</p></div>
<p>Houve um evento em Forgotten Realms, que ficou conhecido como o <strong>Tempo das Perturbações</strong>. Nesse período, os avatares dos deuses andaram sobre Toril. Caso o avatar fosse morto, o deus equivalente também morreria e foi nesse período que <strong>Lolth</strong> ganhou mais poder.</p>
<p>Ironicamente, a <strong>Rainha das Aranhas </strong>assassinou o avatar de <em>Zinzerena</em>, a deusa do assassinato de um outro mundo, absorvendo todo o seu poder no processo. Posteriormente ela tornou seu domínio no Abismo um plano completamente independente e com isso, ascendeu a condição de deusa maior.</p>
<p>Atualmente <strong>Lolth</strong> não é a única deusa entre os Drow, mas é sem dúvida a divindade mais influente entre esse povo. Sempre maquinando, é muito difícil prever qual (e quando) será o próximo plano de <strong>Lolth</strong> para aumentar sua influência em Toril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>10. Kas, o traidor</h2>
<p>Também conhecido como Kas de Tycheron; Kas, o terrível; Kas, o traidor; Kas, o odioso e Kas, o destruidor (dentre outros títulos), foi o lacaio de mais confiança do arqui-Lich Vecna (um nome que você verá outra vez nesta lista, pode ter certeza).</p>
<p><strong>Kas</strong> era um guerreiro valoroso e dizia-se que era capaz entrar um campo de batalha, na mais completa desvantagem e mesmo assim sair, não apenas vitorioso, mas também sem um único arranhão em sua armadura. Essa habilidade em batalha atraiu a atenção de ninguém menos do que Vecna, que o convidou para ser eu general. Sedento por batalhas, ele aceitou com a condição que Vecna o apontasse para o campo de batalha e não desse mais ordens, até que a luta fosse vencida.</p>
<p>Os anos de lealdade e eficiência de <strong>Kas</strong> fizeram com que Vecna o presenteasse com uma espada poderosíssima, que ficaria conhecida como a <strong>Espada de Kas</strong> (sim, um dos artefatos mais famosos de D&amp;D).</p>
<p>A influência de Vecna, entretanto, fez com que <strong>Kas</strong> abandonasse sua devoção a <strong>Pêlor</strong> (deus do sol e da cura) e se tornasse seguidor de <strong>Nerull</strong>, o deus da morte.</p>
<p>Durante a <strong>Batalha dos Mil Olhos</strong>, Nerull sussurrou para que Kas traísse seu mestre em troca de um favor divino. Kas, com sua sede de poder, aceitou e atacou Vecna usando a espada que havia ganho de seu mestre. O combate custou a mão esquerda e um dos olhos de Vecna, mas este terminou subjugando <strong>Kas</strong>.</p>
<div id="attachment_3056" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3056 size-full" title="Kas na batalha contra Vecna" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-kas.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-kas.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-kas-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Kas e sua eterna batalha contra Vecna. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Nerull decidiu mesmo assim conceder um favor menor a <strong>Kas</strong>. Sua alma recebeu força e velocidade, mas acompanhadas de uma insaciável sede de sangue, o que seria conhecido como a <strong>Maldição Vampírica</strong>. <strong>Kas</strong> foi o primeiro vampiro de Oerth (o nome do planeta que abriga o cenário de campanha Greyhawk).</p>
<p>Algumas versões ignoram a participação de Nerull<strong>.</strong> Dizem que o que transformou <strong>Kas</strong> em um vampiro, na verdade, foi o longo tempo que sua alma passou em contato com energia negativa no <em>Plano Quasielemental das Cinzas</em>, mas a versão do sussurro de Nerull parece mais factível, fornecendo uma motivação &#8220;razoável&#8221; para o traidor.</p>
<p>Após séculos preso aos domínios de Nerull, <strong>Kas</strong> conseguiu escapar construindo um Golem de carne e o imbuindo com a sua própria alma. De volta ao <em>Plano Material Primário</em>, espalhou fúria e destruição, tendo sido novamente derrotado no que ficou conhecido como <strong>A Batalha da Cidadela de Carne</strong>. A alma de <strong>Kas</strong> estava, finalmente, livre.</p>
<p>Mas não por muito tempo.</p>
<p>A malignidade do traidor despertou a atenção das <strong>Brumas de Ravenloft</strong>, e o vampiro recobrou a consciência como mestre do domínio de Tovag que, em uma mostra da ironia das Brumas, fazia fronteira com o domínio de Cavitius, cujo Lorde era ninguém menos do que o próprio Vecna. Travou-se uma guerra sem fim das tropas de <strong>Kas</strong> tentando recuperar sua espada da cidadela de Vecna, onde ele, erroneamente, presumia que a espada estava.</p>
<p>Quando Vecna finalmente conseguiu escapar de Ravenloft a explosão resultante destruiu tanto Cavitius quanto Tovag, e o corpo de <strong>Kas</strong> foi obliterado, reduzindo-o a um vestígio de alma perdido fora do espaço e do tempo.</p>
<p>Rumores recentes, entretanto, dizem que <strong>Kas</strong> de alguma forma sobreviveu à explosão e mantém um novo reino no semiplano do pavor.</p>
<p>Uma curiosidade: um Cavaleiro da Morte chamado &#8220;Kas, o mão sangrenta&#8221; servia Vecna no seu palácio em Ravenloft. Não se tratava do verdadeiro <strong>Kas</strong>, mas acreditava sê-lo, e servia Vecna como uma maneira de redimir sua traição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>9. Asmodeus</h2>
<p>O lorde máximo dos <strong>Nove Infernos</strong> e senhor de todos os diabos, a forma original de <strong>Asmodeus</strong> era a de uma serpente com milhares de quilômetros de comprimento. Como tratava-se de uma forma pouco prática para se comunicar, <strong>Asmodeus</strong> tratou de criar avatares, sendo o mais comum deles uma forma humanóide com cerca de quatro metros de altura, pele vermelha e chifres, além de um carisma inesperado para alguém com essa aparência. A localização exata de seu corpo verdadeiro sempre foi um segredo muito bem guardado, e qualquer um que a descobrisse seria rapidamente morto.</p>
<p>Não há consenso sobre sua origem. Algumas versões estabelecem que ele já estava presente na aurora dos tempos, tendo surgido diretamente do Caos Primordial, juntamente com Jazirian (outra divindade da Ordem, porém benevolente, ao contrário de <strong>Asmodeus</strong>). Após uma briga entre essas duas divindades (durante uma disputa sobre qual seria o centro do Multiverso), <strong>Asmodeus</strong> caiu sobre o plano de Baator, quebrando-o em seus nove níveis e parando apenas ao chegar na camada conhecida como Nessus, que passaria a ser o local de seu trono.</p>
<div id="attachment_3057" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3057 size-full" title="Asmodeus em D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-asmodeus.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-asmodeus.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/04/img-viloes-dnd-parte-1-asmodeus-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma das representações de Asmodeus. | Fonte: Forgotten Realms Fandom</p></div>
<p>Baator, entretanto, não era um lugar desabitado. <strong>Asmodeus</strong> pessoalmente matou o que seria a &#8220;aristocracia&#8221; do lugar, tendo apenas um pouco de dificuldade para matar Zargon, o antigo governante, que continuava se regenerando a partir de seu chifre indestrutível, até que Asmodeus arrancou esse chifre e o jogou no Plano Material Primário.</p>
<p>Dizem que do sangue de seus ferimentos nasceram os primeiros Baatezu, nome com o qual os diabos eram conhecidos no <strong>AD&amp;D 2ª edição</strong>.</p>
<h3>O Julgamento de Asmodeus</h3>
<p><strong>Asmodeus</strong>, então, passou a tentar e corromper os mortais (especialmente humanos) e assim colecionar suas almas, em um modo de ação tão vil que enojou até os anjos, que por sua vez, terminaram por tentar condená-lo. O <em>arquidiabo</em>, então, solicitou que fosse feito um julgamento justo e que o juiz fosse uma entidade neutra. Os anjos concordaram e Primus, o imortal governante do Nirvana Tecnológico de <em>Mecânus</em> e entidade máxima da ordem e neutralidade, foi escolhido como juiz e tendo o acordo de ambas as partes.</p>
<p>O argumento de defesa de <strong>Asmodeus</strong> era que ele nunca tinha obrigado nenhum mortal a nada. Todos eles tinham a escolha de recusar sua oferta &#8211; sendo que havia, de fato, os que recusavam &#8211; e aqueles que a aceitavam não poderiam reclamar de cumprir sua parte no contrato.</p>
<p>Aqui cabe uma explicação: a coleta de almas tinha como objetivo final, aumentar as fileiras do exército dos Diabos em sua eterna <strong>Guerra Sangrenta</strong> (<em>Blood War</em>) contra os Demônios do Abismo.</p>
<p><strong>Asmodeus</strong> também argumentava quando um mortal encontrava uma inconsistência no contrato que o invalidasse, isso era respeitado.</p>
<p>Os anjos apresentaram seus casos um de cada vez, o que rapidamente esgotou a paciência de Primus. Então o juiz disse que ouviria apenas mais um caso. Enquanto os anjos tentavam se organizar para ver qual seria esse caso, Zariel (então ainda um anjo de Celestia) passou por cima de todos, o que acabou por deflagar uma briga que se espalhou por todos os anjos presentes. Primus deu uma tremenda bronca em todos os anjos presentes pelo caos formado na corte e absolveu <strong>Asmodeus</strong>, considerando que ele tinha o direito de continuar coletando almas da maneira como vinha fazendo.</p>
<p>Zariel prosseguiu como observadora da <strong>Guerra Sangrenta</strong>, mas seu desejo de interferir no conflito chegou a tal ponto que ela simplesmente ignorou as ordens de seus superiores e desceu para lutar. Seu corpo quase sem vida foi resgatado por diabos a mando do próprio <strong>Asmodeus</strong>, que providenciou que suas feridas fossem curadas em Nessus e a nomeou como <strong>Arquidiabo de Avernus</strong>, a primeira camada dos Nove Infernos.</p>
<p><strong>Asmodeus</strong> segue sendo o lorde máximo dos Nove Infernos, coletando almas dos mortais e acumulando mais e mais poder.</p>
<p>E então, o que achou dessa lista? Se você concorda, discorda ou sentiu falta de outros nomes, não deixei de comentar em nossas redes sociais. No próximo post traremos a segunda parte do artigo, com mais vilões icônicos de D&amp;D.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/viloes-iconicos-de-dd-parte-1/">Vilões icônicos de D&#038;D &#8211; Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Elaborando campanhas para suas aventuras de RPG</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 16:46:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!!! Falamos sobre como fazer suas próprias aventuras, sobre como utilizar aventuras prontas, algumas complementações do tema, como sobre mestrar de improviso, e até publicamos uma aventura pronta para D&#38;D. situada em nosso mundo de Averum. Hoje daremos mais um passo nessa jornada: como estruturar e mestrar longas campanhas? Sabemos que se trata [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/elaborando-campanhas-para-suas-aventuras-de-rpg/">Elaborando campanhas para suas aventuras de RPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!!!</p>
<p>Falamos sobre <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/como-fazer-suas-proprias-aventuras/"><strong>como fazer suas próprias aventuras</strong></a>, sobre <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/a-melhor-forma-de-utilizar-aventuras-prontas/"><strong>como utilizar aventuras prontas</strong></a>, algumas complementações do tema, como sobre <strong><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/mestrando-de-improviso-ou-a-arte-de-improvisar/">mestrar de improviso</a></strong>, e até publicamos uma <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/o-ultimo-templo-de-mekthor-uma-aventura-pronta-em-averum/"><strong>aventura pronta para D&amp;D</strong></a>. situada em <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/averum-seu-cenario-de-rpg-medieval-pos-apocaliptico/"><strong>nosso mundo de Averum</strong></a>.</p>
<p>Hoje daremos mais um passo nessa jornada: <strong>como estruturar e mestrar longas campanhas?</strong></p>
<p>Sabemos que se trata de um assunto vasto, e não temos pretensão nenhuma de esgotar o assunto (mesmo por que, não achamos que seja possível esgotar). Então a ideia hoje é dar um grande <em>overview</em> sobre as coisas que devem ser levadas em consideração para a sua campanha.</p>
<p>Ah! Antes de continuar, tente ler os artigos linkados ali no primeiro parágrafo. Todas aquelas dicas se aplicam para a discussão (e não vamos ficar repetindo se não for para aprofundar).</p>
<h2>Abordagem: episódica, novelizada ou mista?</h2>
<p>Essa provavelmente será a primeira grande questão a ser respondida antes de planejar e mestrar a sua campanha: a abordagem da história. Existem duas abordagens básicas e uma intermediária (que pode ter muitas variantes).</p>
<h3><strong>Abordagem episódica (ou procedural)</strong></h3>
<p>Aqui cada aventura terá os mesmos protagonistas (os heróis), que evoluirão de uma história para outra, ganhando mais habilidades e enfrentando monstros cada vez mais poderosos.</p>
<p>As séries de antigamente (desde, sei lá, anos 60 até os anos 90, excetuando-se Dr. Who) adotavam esse modelo ao extremo de os personagens sequer aprenderem coisas novas. <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0075488/?ref_=nv_sr_1?ref_=nv_sr_1"><em>Chips</em></a></strong>, <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0052451/?ref_=nv_sr_1?ref_=nv_sr_1"><em>Bonanza</em></a></strong>, <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0057798/?ref_=ttqt_qt_tt"><em>Viagem ao Fundo do Mar</em></a></strong>, <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0060028/?ref_=nv_sr_4?ref_=nv_sr_4"><em>Jornada nas Estrelas</em></a></strong>, <a href="https://www.imdb.com/title/tt0088559/?ref_=nv_sr_2?ref_=nv_sr_2"><em><strong>Profissão Perigo</strong></em></a> (<em>a primeira versão, não o remake</em>), e até o clássico <a href="https://www.imdb.com/title/tt0085011/?ref_=nv_sr_2?ref_=nv_sr_2"><em><strong>Caverna do Dragão</strong></em></a>. Isso quer dizer que, basicamente, você podia assistir os episódios em basicamente qualquer ordem. Coisas que aconteciam em um não influenciariam nos próximos (sequer seriam citadas, na maioria dos casos). Aliás, <em>Viagem ao Fundo do Mar</em> é um extremo: os episódios invariavelmente terminavam com o Almirante Nelson dizendo algo como &#8220;-Oras, Crane, vai me dizer que você acredita em monstros?&#8221;, sendo que em quase todos os episódios eles enfrentavam um monstro!</p>
<p>Não por acaso, essa abordagem é conhecida como &#8220;Monstro da Semana&#8221;.</p>
<div id="attachment_2686" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2686 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-viagem-ao-fundo-do-mar.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-viagem-ao-fundo-do-mar.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-viagem-ao-fundo-do-mar-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um clássico dos anos 60. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>A grande vantagem aqui é que você não precisa se preocupar com uma história a longo prazo. Basta pensar em um monstro a cada semana, resolver a história dentro da própria aventura e bola para a frente.</p>
<p>A grande desvantagem é que seus jogadores podem se ver enjoados após algumas sessões, uma vez que a estrutura é repetitiva e não há grandes descobertas ou um grande antagonista. E mesmo se você for o mestre, também terminará enjoando. Muito provavelmente aquela <strong>coceirinha de criatividade</strong> que mestres de RPG costumam ter vai fazer você querer algo mais.</p>
<p>Também pode haver um problema de consistência aqui. Pensando no cenário medieval (preferido pela maioria dos RPGistas), os personagens podem enfrentar kobolds na primeira aventura, goblins na segunda, orcs na terceira&#8230; e quando chegar o dragão? Esses monstros estavam fazendo fila no vilarejo onde os heróis moram? Por algum motivo bizarro eles chegaram exatamente na ordem conveniente para os heróis enfrentarem? Se eles estiverem viajando, não é MUITO conveniente que eles encontrem ameaças exatamente na ordem adequada para sua evolução?</p>
<p>Nas séries de antigamente os heróis praticamente não ganhavam habilidades novas, então as ameaças eram sempre &#8220;do mesmo nível&#8221;. Em RPG pode até funcionar, mas não por muito tempo. De qualquer modo, pode ser uma excelente maneira de começar a sua própria campanha.</p>
<h3><strong>Abordagem seriada (ou contínua)</strong></h3>
<p>Aqui temos o extremo oposto da abordagem anterior. Nessa abordagem a história toda segue uma linha de crescimento dos personagens e do cenário, e tudo o que acontece em uma sessão influenciará nas próximas.</p>
<p>O melhor exemplo atualmente é Game of Thrones (ou era, sei lá). Cada episódio é uma continuação direta do anterior. <a href="https://amzn.to/2XoRRb2" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Breaking Bad</strong></a> seguia essa linha também, mas teve um ou outro episódio mais ou menos independente (como o famigerado <a href="https://www.imdb.com/title/tt1615550/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>episódio da mosca</strong></a>, que avançou muito pouco a história, e serviu mais como um interlúdio).</p>
<div id="attachment_2685" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2685 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-breaking-bad-fly.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-breaking-bad-fly.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-breaking-bad-fly-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O emblemático episódio da mosca. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>O desafio aqui é muito maior. O mestre deve estar sempre pensando várias sessões adiante, antecipando ao máximo as ações do jogadores (e já comentamos aqui mais de uma vez o quanto isso pode ser difícil!) e pronto para mexer profundamente na estrutura da história com base nas ações dos jogadores, o que requer um desapego bem difícil &#8211; mas não impossível &#8211; de se atingir. Afinal, você pode se ver obrigado a descartar aquele NPC ou cenário bacanudo que você tinha bolado, apenas por que as ações dos jogadores na última sessão levaram a história para um rumo bem diferente.</p>
<h3><strong>Abordagem mista (ou semi-episódica, ou semi-procedural, ou semi-seriada&#8230; enfim, vocês entenderam!)</strong></h3>
<p>Como tudo na vida, não precisamos escolher um extremo. Podemos nos posicionar em algum ponto do infinito espectro intermediário. E, na maioria das vezes, isso é o ideal.</p>
<p>A abordagem mista tem inúmeras variações, mas pode ser resumida como &#8220;nem-tanto-ao-céu-nem-tanto-à-terra&#8221;.</p>
<p>Aqui temos uma história maior, desenvolvida ao longo de diversas sessões, mas com episódios semi-independentes. O grau de independência pode variar bastante.</p>
<p>De novo, vamos recorrer a séries de TV como exemplo. Láááá nos anos 90 (sim, somos todos velhos saudosistas) existia uma série muito maneira chamada <a href="https://amzn.to/2XwAWDw" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Arquivo-X</strong></a>. A série pegava a receita de &#8220;dupla de dois tiras&#8221; (quem pegou a referência comenta aí embaixo!!!), mas acrescentava um toque extra: sobrenatural, OVNIs e teorias da conspiração.</p>
<p>A dupla em questão era o agente <strong>Fox Mulder</strong> e <strong>Dana Scully</strong>, ambos do FBI. Mulder cuidava da divisão Arquivos-X (casos que envolviam qualquer coisa supostamente sobrenatural) e era visto como esquisito pelos seus colegas, que meio que desdenhavam dele por cuidar desse tipo de caso (e acreditar piamente neles). Já sua colega era médica forense, cientista e&#8230; absolutamente cética! Inclusive ela havia sido designada para a divisão Arquivos-X exatamente com o objetivo de frear Mulder e suas teorias malucas que colocavam o governo dos EUA como ciente da existência de alienígenas, etc, etc.. e escondendo tudo da população.</p>
<div id="attachment_2687" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2687 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-x-files.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-x-files.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-x-files-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Como eles eram novinhos!!!! | Fonte: Fox</p></div>
<p>Arquivo-X foi um fenômeno em sua época. Só que nos anos 90 poucas pessoas tinhas TV a cabo aqui no Brasil (pergunte a seus pais!), e o canal aberto que passava era a Record. A audiência da Record explodia quando passava Arquivo-X, e eles passaram a adotar uma estratégia bem canalha: atrasar a transmissão (às vezes durante horas!) para manter a audiência cativa, ou mudar o dia e hora de exibição sem aviso prévio. O chato é que isso funcionou. Por um tempo. Depois o pessoal largou mão (preferiu assinar TV a cabo ou, &#8220;contrabandear&#8221; VHS pirata. De novo, pergunte a seus pais&#8230;).</p>
<p>No começo Arquivo-X tinha uma estrutura bem episódica, era bem &#8220;monstro da semana&#8221;, mesmo. Mas como as pessoas começaram a ser fiéis à série, os produtores começaram a usar uma abordagem cada vez mais contínua: personagens secundários que reapareciam, &#8220;monstros&#8221; aparentemente derrotados que retornavam, episódios duplos, elementos apresentados em um episódios tinhas suas consequências mostradas vários capítulos adiante.</p>
<p>Ao longo da série foi construída uma espécie de história maior, que só quem acompanhava desde o começo compreendia completamente.</p>
<p>Outro exemplo dessa abordagem mista são as séries <em>super sentai</em> de antigamente (Changeman, Flashman, etc&#8230; ou Power Rangers para quem é mais novo). A cada semana um monstro diferente era mandado pelos vilões da série, mas nos últimos episódios a coisa se aproxima muito de uma novelização, por vezes com vilões traindo suas organizações, seja por que viram que estavam fazendo coisas erradas ou por que perderam o medo &#8211; alguns desses &#8220;vilões&#8221; eram, na verdade, coagidos, como Shima e Gaata, de Changeman (quem viu vai lembrar do que estou falando).</p>
<div id="attachment_2689" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2689 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-changeman_1.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-changeman_1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-changeman_1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Saudades das tardes da TV Manchete! | Fonte: <a href="https://tvefamosos.uol.com.br/listas/trinta-anos-de-changeman-veja-7-curiosidades-sobre-o-fenomeno-japones.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UOL</a></p></div>
<p>O ponto aqui é que você pode variar o grau de serialização ou episodificação da sua campanha. Uma boa ideia pode ser começar com ela completamente procedural, e depois evoluir para algo serializado, introduzindo um vilão recorrente (ou vilão &#8220;maior&#8221;), que pode ou não estar por trás dos acontecimentos aparentemente independentes das primeiras aventuras/sessões de jogo.</p>
<h2>Mundo de Campanha: Pronto x Próprio</h2>
<p>Aqui é outra decisão importante: sua campanha será feita em um mundo fantástico pré-existente ou você vai criar seu próprio mundo?</p>
<p>Utilizar um mundo próprio tem suas vantagens. Criar o seu próprio também tem. Pincelamos um pouco desse ponto no artigo sobre <strong><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/a-melhor-forma-de-utilizar-aventuras-prontas/">como usar aventuras prontas</a></strong>, mas achamos por bem desenvolver melhor aqui.</p>
<p>Desenvolver sua campanha em um mundo já publicado tem suas facilidades. <strong>Tormenta</strong>, <strong>Forgotten Realms</strong>, <strong>7° Mar</strong>, <strong>The Strange</strong>, são todos boas opções. Você tem toneladas de NPCs, problemas e mistérios a serem resolvidos e ganchos para boas histórias.</p>
<p>Uma desvantagem aqui é que você, como mestre, pode se sentir obrigado a manter a coerência com material já publicado. Minha dica aqui é: DESOPILE. Sério! Forgotten Realms, por exemplo, é um cenário absolutamente gigantesco. É impossível ficar 100% coerente a TUDO o que já foi publicado (se você conseguir, aconselho seriamente a buscar tratamento&#8230; você sofre de algum tipo de obsessão!). Uma certa coerência ainda é fundamental, mas a exemplo de Forgotten (e outros cenários também) já teve TANTA coisa publicada que duvido muito que seja 100% coerente consigo mesmo, ou que haja alguém no cosmos que conheça a fundo o cenário todo.</p>
<p>Aliás, aqui é importante ter cuidado com o <strong>jogador-sabichão</strong>. Sempre tem aquele que leu mais (e conhece mais) sobre o cenário do que os outros jogadores. Nesse momento é muito importante manter uma postura mais firme: lembre-se você é o mestre, e modifica o mundo de jogo como bem entender. A história está sendo contada sobre o seu ponto de vista.</p>
<p>A outra opção é criar seu próprio mundo de campanha. Isso por si só é assunto para toda uma série de posts, mas vamos citar duas opções básicas:</p>
<h3><strong>Seu próprio mundo: do micro para o macro</strong></h3>
<p>Nessa abordagem você começa seu mundo com uma porção bastante pequena: uma pequena vila e seus arredores, com as grandes cidades sendo algo distante para seu jogadores (ou eles já começam em uma cidade grande, e você tem apenas os detalhes dos arredores dela, sem se preocupar com coisas além de uns 100 km de distância).</p>
<p>Aqui você vai detalhar o máximo possível a região do início da campanha, e ir aumentando os detalhes apenas conforme a necessidade.</p>
<p>Não pense que precisará de menos habilidade para isso do que em outras abordagens: você precisará sempre estar um passo (ou vários!) à frente dos seus jogadores. Afinal, você não quer ficar sem resposta caso eles perguntem quem é o Rei, quem são os próximos na linha de sucessão, a quem o senhor feudal da região responde, etc. E acredite, os jogadores devem ter um gene específico só pra fazer isso nas horas mais inoportunas!</p>
<p>Se optar por esse caminho, é bem interessante detalhar o máximo possível a região de início. NPCs importantes, relações diplomáticas e comerciais (ainda que com regiões que você detalhará ao longo da campanha), história&#8230;. A vantagem é que você pode deixar um monte de pontas soltas propositalmente, para preencher ao longo da campanha. Se seus jogadores começarem a perguntar demais, apenas argumente que seus personagens cresceram isolados da civilização, e não sabem dessas coisas. É uma excelente tática para ganhar tempo! Anote essas perguntas e responda-as para você mesmo depois, com a devida calma.</p>
<h3><strong>Seu próprio mundo: do macro para o micro</strong></h3>
<p>Essa é uma abordagem &#8220;semi-oposta&#8221; à dos parágrafos anteriores. Aqui você tem um overview do seu mundo, e irá preenchê-lo com detalhes à medida em que for necessário.</p>
<p>Um bom exemplo (ainda que meio enviesado) dessa abordagem é o mundo de <strong>Tormenta</strong>. A primeira publicação (que, por sinal, fez 20 anos agora em 2019), apesar de ser uma &#8220;colcha de retalhos&#8221; (muito bem) costurada de diversos artigos da antiga <strong>Dragão Brasil</strong>, apresentava apenas uma visão macro do mundo, com muitos e muitos pontos a serem detalhados e preenchidos. E muitos deles foram explicados ao longo desses 20 anos de cenário, seja nas revistas dedicadas, seja nos livros (romances ou livros de RPG, mesmo) lançados desde então.</p>
<div id="attachment_2690" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2690 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-tormenta.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-tormenta.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-tormenta-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Tormenta é um excelente exemplo de criação de cenário. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>Uma vantagem desse caminho é que você, como mestre, já tem uma série de estradas abertas, bastando asfaltá-las à medida que os jogadores forem fazendo seu caminho dentro da história. O &#8220;clima&#8221; de cada região já estará definido, veja <a href="https://amzn.to/2WI5WmT" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Forgotten Realms</strong></a> como exemplo: a Costa da Espada é um cenário de (alta) fantasia medieval padrão;  a região de Al-Qadim é baseada na Arábia das Mil e Uma Noites; o distante continente de Kara-Tur é inspirado no Japão medieval, Maztica nas civilizações da América Pré-Colombiana, e assim por diante.</p>
<p>Você pode adotar uma abordagem semelhante no seu mundo, inspirando diferentes regiões dele em diferentes cenários de fantasia ou históricos. Sabem qual série de sucesso fez isso? <strong>Game of Thrones</strong>. Porto Real e Winterfell são baseados em cenários medievais padrão, as Ilhas de Ferro tem um toque meio viking, meio cthulhiano (o Deus Afogado é uma claríssima referência a Cthulhu.), os reinos de Dorne tem uma pegada mais Aragão e Castela (alguns dos feudos que ficavam na região que hoje conhecemos como Portugal e Espanha), e assim por diante. Garantia de aventuras em cenários bem diferentes, bastando algumas semanas de viagem dos personagens.</p>
<h2>Antagonista: Um ou vários?</h2>
<p>Outro assunto que renderia um artigo só para ele. Sua campanha terá apenas um antagonista ou vários deles? O antagonista será claro desde o início ou será revelado ao longo das sessões de jogo?</p>
<p>Ambas as estratégias tem vantagens e desvantagens, como sempre. A abordagem de antagonista único facilita o clima de ameaça constante. Ao longo de <a href="https://amzn.to/2K4Vdwz" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>O Senhor dos Anéis</strong></a> Frodo e companhia estão o tempo todo conscientes da ameaça que Sauron representa, o que mantém a tensão necessária para o desenrolar da história.</p>
<p>Antagonistas variados representam um desafio maior nesse sentido. Errar a mão pode significar colocar os jogadores em situações muito mais perigosas do que eles acham que os personagens podem lidar, e isso pode culminar com uma sensação de desânimo coletivo.</p>
<p>Uma vantagem clara dessa abordagem é que os antagonistas se tornam &#8220;descartáveis&#8221;, podendo ser substituídos com muita facilidade. Dessa forma se você &#8220;der mole&#8221; e cair em uma situação na qual os personagens dos jogadores podem dar cabo definitivamente de um vilão, pode deixar acontecer sem remorso (lembre-se: não se apegue muito aos NPCs. Eles não podem ser os protagonistas da sua mesa de jogo).</p>
<div id="attachment_2692" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2692 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-sauron.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-sauron.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/06/img-sauron-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O Senhor do Escuro, um antagonista de peso. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Outra variante possível é ter uma organização (ou várias delas) como antagonista. A campanha pronta <a href="https://amzn.to/2EYrPEd" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Tyranny of Dragons</strong></a> para D&amp;D 5º edição tem o <strong>Culto do Dragão</strong> como antagonista (<em>Ei! Sem spoilers aqui!!! O Culto do Dragão é uma das organizações mais clássicas de Forgotten Realms, e uma das mais usadas para dar dor de cabeça aos personagens</em>). Optando por esse caminho você tem um oponente claro e, ao mesmo tempo, muito difícil de ser eliminado completamente. O Culto do Dragão tem bases e membros em vários pontos de Faerun, e cresceu e encolheu diversas vezes (inclusive sendo dada como extinta mais de uma vez). Mesmo que os jogadores consigam dar fim no atual líder, sempre haverá tentáculos prontos a ressurgir em outros locais.</p>
<p>Mais um ponto potencialmente interessante de usar uma organização como antagonista: você pode fazer com que alguns dos oficiais mais altos dessa organização mudem de lado e se juntem aos jogadores ao longo da campanha. As séries japonesas <em>tokusatsu</em> utilizavam bastante esse recurso. Nos episódios finais de &#8220;Changeman&#8221;, por exemplo, vemos mudar de lado: Shima (ela trabalhava para o Senhor Bazoo sob a promessa de ter seu mundo restaurado. Mundo esse que havia sido destruído pelo próprio Senhor Bazoo), Gaata (quando descobre que sua esposa estava grávida, e que Bazoo planejava destruir a cidade em que ela se encontrava) e Gyodai (resgatado pelos Changeman após ser abandonado para morrer em uma nave prestes a explodir). Um aliado assim pode ser extremamente valioso para os heróis, dando informações que poderiam ser impossíveis de conseguir de outra maneira.</p>
<h2>Novamente, o antagonista: presença constante ou uma sombra?</h2>
<p>Outros aspecto para levar em conta ao planejar sua campanha: o antagonista dos jogadores estará presente e próximo desde o começo? Ou será uma sombra que tomará forma e corpo aos poucos?</p>
<p>De novo, vamos olhar obras clássicas de fantasia: em <strong>O Senhor dos Anéis</strong> Sauron é uma ameaça clara desde os primeiros capítulos (ou desde o primeiro filme, conforme a sua preferência), mas mesmo assim ele é uma &#8220;sombra&#8221;. Algo pouco concreto. Por esse motivo a história conta com os Espectros do Anel, próximos e presentes também desde o começo.</p>
<p>Já em <strong>Game of Thrones</strong> a ameaça do Rei da Noite começa etérea: uma lenda e um desertor (que nem sequer fala do Rei da Noite.. ele menciona apenas os Caminhantes Brancos e, mesmo esses, são considerados apenas lendas até mesmo pelos Patrulheiros da Noite).</p>
<p>Pessoalmente gosto muito dessa segunda abordagem. Os personagens estão lá, vivendo suas vidas e, de repente, algo um pouco estranho acontece (o desertor da Patrulha da Noite, em pânico, jurando ter viso um Caminhante Branco). Depois, coisas um pouco mais estranhas acontecem (membros da Patrulha da Noite encontram Mortos-Vivos, até então considerados lendas; conflitos com os Povos Selvagens se tornam mais constantes, por que eles estão sendo forçados a ir cada vez mais ao sul). Apenas depois de um longo tempo a ameaça se torna clara e mesmo assim povos de cidades mais distantes podem não acreditar. Em um caso extremo, você pode revelar a verdadeira identidade/natureza do antagonista apenas na última aventura.</p>
<p>Uma das campanhas mais divertidas que mestrei (palavra dos meus jogadores!) envolveu um mundo sendo envolto em trevas sem motivo aparente. Apenas estava &#8220;anoitecendo&#8221;. Uma sombra vinda do leste tomava o horizonte e se aproximava aos poucos. Pessoas fugiam da &#8220;noite eterna&#8221; que tomava seus povoados, fazendo com que coisas horríveis acontecessem (plantações fossem perdidas, os mortos se levantassem, essas coisas&#8230; ). Depois de muita investigação os jogadores descobriram que, de alguma forma, uma outra dimensão, uma dimensão de trevas, estava &#8220;vazando&#8221; para o mundo deles, conseguiram um teleporte para lá (um mago? Hehe.. nada tão simples&#8230; precisaram atravessar uma longa masmorra para chegar ao portal que poderia ser aberto). O &#8220;lá&#8221;, em questão, era o mundo de <a href="https://amzn.to/2In27dv" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Ravenloft</strong></a>, por sinal.</p>
<p>Depois de muita investigação e uma série de apuros &#8211; ainda sem um antagonista claro, ou mesmo sem saber que havia um antagonista &#8211; chegaram no &#8220;vilão&#8221; da história e a cada de espanto dos meus jogadores foi impagável!!!. Se quiser saber maiores detalhes, manda uma mensagem em uma de nossas redes sociais. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f600.png" alt="😀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Por hoje é só, aventureiros! Espero que as dicas sejam úteis para que planejem suas campanhas.</p>
<p>E conte para a gente: o que mais gostariam de ver publicado no UniversoRPG? Estamos sempre prontos a ouvi-los.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/elaborando-campanhas-para-suas-aventuras-de-rpg/">Elaborando campanhas para suas aventuras de RPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>A melhor forma de utilizar aventuras prontas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 02:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[mestrando]]></category>
		<category><![CDATA[NPC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Recentemente escrevi um post sobre como fazer suas próprias aventuras e, ainda mais recentemente, tivemos um sobre improvisação na mesa de jogo. Mais ou menos na mesma linha editorial, hoje vamos dar umas dicas bem legais sobre como utilizar aventuras prontas na sua mesa. O que são aventuras-prontas? Caso você tenha caído [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Recentemente escrevi um post sobre <strong><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/como-fazer-suas-proprias-aventuras/">como fazer suas próprias aventuras</a></strong> e, ainda mais recentemente, tivemos um sobre <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/mestrando-de-improviso-ou-a-arte-de-improvisar/"><strong>improvisação na mesa de jogo</strong></a>.</p>
<p>Mais ou menos na mesma linha editorial, hoje vamos dar umas dicas bem legais sobre como utilizar aventuras prontas na sua mesa.</p>
<h2>O que são aventuras-prontas?</h2>
<p>Caso você tenha caído de para-quedas, ou tenha começado a jogar RPG ontem à noite, aventuras prontas são aventuras, histórias ou cenários prontos para serem usados e que supostamente (já, já vamos entender esse &#8220;supostamente&#8221;) dão pouco trabalho para o mestre; uma vez que já tem a história, gancho, NPCs, etc. Inclusive já falamos de algumas delas <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>, <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/revisitando-aventuras-prontas-de-dd/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>, e <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/financiamentos/fifth-edition-fantasy-aventuras-fantasticas-para-quinta-edicao5e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>nesse post</strong></a> aqui também.</p>
<p>Mas, será que é tão simples?</p>
<p>A resposta para essa pergunta, assim como para tantas outras coisas na vida, é um sonoro &#8220;<strong>depende</strong>&#8220;.</p>
<p>Depende da qualidade da aventura, de quem escreveu, de como a história ou background é contato (quanto tem um, é claro), se as informações estão claras e fáceis de encontrar. Depende também do uso que será dado, já que você pode usá-la de forma isolada ou colocar como parte daquela campanha maior que você está mestrando.</p>
<p>Ou seja, poderia ficar aqui enumerando uma série de &#8220;depende disso ou daquilo&#8221;, mas vocês captaram a ideia. Então sem mais delongas, vamos ver algumas dicas e formas práticas de usar isso.</p>
<h2>Método 1 &#8211; One-shot puro</h2>
<div id="attachment_2603" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2603 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-aventura-pronta-call-of-cthulhu.jpg" alt="Aventuras One Shot" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-aventura-pronta-call-of-cthulhu.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-aventura-pronta-call-of-cthulhu-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Aventuras de terror são sempre boas pedidas para One Shots. | Fonte: Devianart</p></div>
<p>Essa é a forma mais simples de usar uma aventura pronta. Sem nenhuma relação com a sua campanha em curso, pode funcionar bem como uma pausa. Levando ao extremo, pode nem ser no mesmo sistema habitual (aliás, recentemente fiz uma pausa em uma campanha de D&amp;D mestrando para o mesmo grupo um cenário pronto de <a href="https://newordereditora.com.br/loja/rpg/chamado-de-cthulhu-7a-edicao-jogo-rapido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Chamado de Cthulhu</strong></a>).</p>
<p>A grande vantagem é que o mestre pode se preocupar apenas com a aventura em si, sem grandes adaptações ou preocupações em vincular a uma campanha ou ao mundo utilizado.</p>
<p>Mesmo assim requer certos cuidados. E o primeiro deles (se não o mais importante) é:</p>
<h3>LEIA A P*%&amp;&amp;A DA AVENTURA</h3>
<p>Assim mesmo. Em caixa alta. Falo muito sério e por experiência própria. Já tentei mestrar uma aventura-pronta sem fazer a leitura prévia. Isso não dá certo. Não tem como dar. Você precisa ter uma boa noção da trama geral, dos NPCs, das armadilhas (se for o caso), das pistas, dos segredos&#8230; se você improvisar completamente a chance de estragar a sessão (ou, no mínimo, ficar muito aquém do desejado e esperado) é de quase 100%. Você quase certamente vai:</p>
<ul>
<li>Dar spoilers da trama sem querer;</li>
<li>Colocar NPCs fora da hora;</li>
<li>Esquecer de apresentar algum NPC importante;</li>
<li>Deixar passar alguma pista ou acontecimento importante e ser ver obrigado a &#8220;rebobinar&#8221; parte da sessão (isso é MUITO chato).</li>
</ul>
<p>Então, vamos lá e repita comigo: &#8220;<em>Lerei <strong>TODA</strong> a aventura pronta antes de mestrar</em>&#8220;.</p>
<p>Resolvido isso, ainda aconselho a preparar alguns <strong>esquemas de auxílio</strong> e procurar furos na aventura (acredite, eles frequentemente existirão).</p>
<h2>Esquemas de Auxílio</h2>
<div id="attachment_2605" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2605 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-mapa-mental-da-aventura.jpg" alt="Ferramenta online de mapa mental" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-mapa-mental-da-aventura.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-mapa-mental-da-aventura-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Use (e abuse) de ferramentas online para te ajudar na organização das ideias. | Fonte: Realtimeboard</p></div>
<p>Sim, <strong>esquemas</strong>. Tente fazer uma linha do tempo dos acontecimentos da aventura (especialmente os que não dependem das ações dos jogadores). Pode fazer, também, uma lista de &#8220;gatilhos&#8221;, ou seja, ações dos jogadores que disparam certos eventos. A lista de gatilhos pode se tornar um fluxograma, com a devidas ramificações do que acontece se os jogadores tomam a decisão &#8220;A&#8221; ou &#8220;B&#8221;.</p>
<p>Um exemplo de evento que acontece ou não, a depender da atitude dos jogadores: o grupo está viajando junto com uma caravana comercial por uma estrada. A caravana se depara com um sujeito enterrado até o pescoço, apenas com a cabeça de fora. Na testa dele está escrito (Tatuado? Marcado a faca? Ou apenas com tinta?) a palavra &#8220;traidor&#8221;. Um exame de perto revelará que a pessoa está apenas desacordada (mas em breve estará morta de fome e/ou desidratação, e isso se não aparecer nenhum animal selvagem). O grupo pode ajudá-lo ou simplesmente passar reto. Ajudá-lo é o gatilho para um evento: a pessoa pode se revelar um aliado (ele tinha sido enterrado e deixado para morrer exatamente pela organização que os personagens estão perseguindo) ou um ladrão, conforme estiver descrito no texto (ou conforme a vontade do mestre).</p>
<h3>Inconsistências ou lacunas</h3>
<p>Pois é. Muitas aventuras publicadas, mesmo por editoras de renome, terão falhas, na forma de inconsistências ou lacunas. Inconsistências são itens conflitantes dentro da aventura. Lacunas são quando algum aspecto importante simplesmente não é trabalhado.</p>
<p>De novo, vamos a exemplos. No cenário de <strong>Chamado de Cthulhu</strong> que mestrei recentemente (vou omitir o nome e o livro de origem para limitar os spoilers e não prejudicar o jogo de alguém, mas afirmo que foi escrito por um dos principais autores da <strong>Chaosium</strong>, que é justamente famosa pela qualidade dos seus cenários prontos).</p>
<p>O cenário se passava em um hotel isolado no interiorzão do Canadá, e uma lacuna escancarada eram as rotas de acesso ao hotel. O cenário simplesmente não informava.</p>
<p>No mapa não tinha nenhuma representação de estradas. A primeira cena do cenário era já no hotel (sem uma introdução real). Como os personagens chegaram lá? De carro? Barco? Helicóptero? Na história o hotel estava abandonado há muitos anos, e o gancho era justamente reformar o hotel (convenientemente recebido como herança).</p>
<p>Precisei &#8220;criar&#8221; algumas estradas de acesso, com o cuidado de manter a cidade mais próxima a 6 horas de carro por uma estrada ruim e mal-sinalizada, contribuindo para o isolamento e deixando bem claro que sair do hotel para buscar suprimentos significaria dormir na cidade ou voltar dirigindo à noite. E funcionou lindamente, diga-se de passagem.</p>
<p>Nessa pegada é importante ler a aventura com olhos de jogador, pensando no que você faria, nas informações que você buscaria. Isso ajuda muito a perceber lacunas e corrigi-las.</p>
<p>Inconsistências são mais raras, mas de certa forma mais complicadas. Elas vem na forma, por exemplo, de um NPC que age de forma X em um momento e Y em outro sem nenhum motivo aparente (ou apenas para avançar a história). Perceber e corrigir isso é muito importante. Seus jogadores perceberão durante o jogo. Pode apostar.</p>
<h2>Método 2 &#8211; One-shot fora da campanha, mas no mesmo mundo ou cenário.</h2>
<div id="attachment_2606" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2606 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tales-of-the-yawning-portal.jpg" alt="Aventuras prontas de DnD" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tales-of-the-yawning-portal.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tales-of-the-yawning-portal-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma excelente coletânea de aventuras interligadas. | Fonte: DnD Wizards</p></div>
<p>Esse é um método intermediário. Você está lá mestrando <a href="https://amzn.to/2HzP62f" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Hoard of the Dragon Queen</strong></a>, mas quer dar uma pausa e mestrar uma das aventuras de <a href="https://amzn.to/2U1amDJ" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Tales of the Yawning Portal</strong></a>, para o mesmo grupo, mas usando personagens diferentes.</p>
<p>Antes de mais nada, tenha em mente que <strong>ABSOLUTAMENTE TODAS</strong> as dicas do item anterior se aplicam, e mais algumas.</p>
<p>Se você vai mestrar uma aventura no mesmo mundo e época em que está mestrando uma campanha para o mesmo grupo, ainda que com personagens diferentes, já é importante se preocupar com a coerência.</p>
<p>No exemplo citado, tanto <strong>&#8220;TotYP&#8221;</strong> como &#8220;<strong>HotDQ</strong>&#8221; se passam em Forgotten Realms, o que facilita um pouco. Mesmo assim se atente para certos detalhes: cuide para que um NPC morto na campanha não apareça para os personagens na one-shot. Cuide para que aquela vila destruída e/ou saqueada permaneça assim na one-shot. Caso contrário, prepare-se para ouvir coisas assim:</p>
<p><em>&#8220;Ei! Mas, Greenest não tinha sido destruída no ataque do Dragão Negro?&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;As notícias do avanço do Culto do Dragão não estão se espalhando? Jurava que sim.&#8221;</em></p>
<p>Você pode ir ainda mais longe, e colocar (com bastante cuidado) insights da campanha na aventura one-shot. Colocar aquele mago vermelho de Thay que sumiu ou um membro do Culto do Dragão na one-shot do exemplo acima (ainda que apenas como <em>Easter Egg</em>). Isso pode dar uma tremenda sensação de coerência para os jogadores e eles vão sentir que aquele mundo é real.</p>
<h2>Método 3 &#8211; One-shot como pausa de campanha, mas com os mesmos personagens</h2>
<p>Ok. Aqui temos o caso mais complicado de todos.</p>
<p>Você está mestrando aquela campanha caprichada de sua autoria, mas teve um bloqueio criativo ou simplesmente não teve tempo de planejar a próxima sessão, e o improviso iria além do que está disposto a aceitar.</p>
<p>Parece a oportunidade perfeita de usar aquela aventura-pronta bacanuda (que você já leu várias vezes e está 100% pronto para mestrar). Parece uma excelente ideia, e é mesmo! Mas requer certos cuidados.</p>
<p>Aqui a preocupação com a coerência precisa ser imensa. Especialmente se você está usando uma aventura-pronta de um mundo específico em outro, ou uma de um mundo genérico em um mundo específico, seja de sua criação, seja um Forgotten Realms da vida.</p>
<p><strong>Primeiro ponto:</strong> veja a localização geográfica. Se o grupo está em deserto no meio do continente, a milhares de quilômetros da costa, não faz sentido nenhum que a one-shot se passe no mar (a menos que você tenha uma excelente desculpa para o deslocamento e o retorno).</p>
<p><strong>Segundo ponto:</strong> ainda ligado à geografia, verifique se é melhor usar aquela vila, floresta, montanha ou seja lá o que for da aventura genérica ou se é melhor adaptar para locais que já existem no mundo onde a campanha principal se passa. Lembre-se: a geografia nova que você inserir vai ter que continuar existindo no mundo de campanha e, justamente por isso, no longo prazo se torna mais fácil usar algo que já tenha no mundo, ainda que no momento de preparar/mestrar a aventura, dê mais trabalho.</p>
<p><strong>Terceiro ponto:</strong> NPCs. Troque alguns NPCs da aventura-pronta por NPCs que já apareceram na sua campanha se possível. Aquele contato misterioso que dará as pistas pode ser trocado por um antigo aliado dos jogadores. Parece simples, mas pode dar BEM mais trabalho do que parece. Se na aventura pronta há, por exemplo, um rei cruel e mal-humorado, mas na região onde os personagens dos jogadores normalmente se aventuram não há ninguém com essa personalidade, a adaptação pode ser até inviável (se os personagens já conhecem o rei e/ou a fama dele, e se essa característica for fundamental para a história).</p>
<div id="attachment_2604" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2604 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-loucura-em-porto-livre.jpg" alt="Trilogia Porto Livre" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-loucura-em-porto-livre.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-loucura-em-porto-livre-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Essa trilogia é muito boa para dar uma &#8220;pausa&#8221; nos demais jogos. | Fonte: Jambô Editora</p></div>
<p>Algumas aventuras são escritas pensando justamente em serem inseridas em um mundo qualquer. Um exemplo que me vem à cabeça é a excelente <strong>Trilogia de Porto Livre</strong> (que por sinal, no momento em que escrevo esta matéria, <a href="https://jamboeditora.com.br/produto/pacote-porto-livre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>está em uma bela promoção no site da Jambô</strong></a>), que se passa em uma cidade costeira que pode ser facilmente incluída em qualquer mundo de fantasia medieval. Pode ser jogada como mini-campanha, isolada da sua campanha principal, ou mesmo integrada a uma história maior (o clima da narrativa e algumas pontas soltas deixadas facilitam esse último caso).</p>
<h2>Uma última alternativa</h2>
<p>Uma última possibilidade é pegar uma aventura pronta e utilizar apenas a ideia principal, adaptando todo o resto para o seu mundo de campanha. Funciona bem para casos em que há um jogador veterano na mesa que provavelmente já leu o material (nesse caso a dica é nem mesmo mencionar a fonte da ideia. Aumenta bastante a chance de funcionar).</p>
<p>Na mesma pegada, você pode pegar uma campanha que seja dividida em capítulos e utilizar apenas um deles como &#8220;recheio&#8221; da sua própria. Um que funcionam muito bem é o capítulo da viagem com a caravana, de &#8220;Hoard of the Dragon Queen&#8221;, por exemplo. O grupo de personagens basicamente vai do ponto A ao ponto B acompanhando uma caravana de comerciantes com muitos NPCs interessantes.</p>
<p>E é isso aí, aventureiros. Por hoje é só. Espero que tenha gostado das dicas, e que elas ajudem vocês a melhorar a sua mesa de jogo.</p>
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		<title>Mestrando de improviso ou a Arte de Improvisar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 00:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[improvisando]]></category>
		<category><![CDATA[mestrando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cedo ou tarde, todo grupo de RPG acaba passando por essa situação, o mestre avisa em cima da hora que não vai poder comparecer e cabe a um dos jogadores mestrar alguma coisa… de improviso. Outra situação é quando você combina a sessão com antecedência, mas não consegue preparar nada a tempo e, por isso, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cedo ou tarde, todo grupo de RPG acaba passando por essa situação, o mestre avisa em cima da hora que não vai poder comparecer e cabe a um dos jogadores mestrar alguma coisa… de improviso.</p>



<p>Outra situação é quando você combina a sessão com antecedência, mas não consegue preparar nada a tempo e, por isso, acaba cancelando ou adiando o jogo da galera.</p>



<p>Para alguns isso pode parecer muita loucura ou até mesmo uma certa negligência com os jogadores, mas saiba que o improviso faz parte da arte de contar uma boa história. E a boa notícia é que existem algumas formas e técnicas para você poder improvisar sem ter medo de errar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Esteja sempre preparado</h2>



<div id="attachment_2576" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2576 size-full" title="Aventura pronta de Call of Cthulhu" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-aventuras-prontas-em-eventos.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-aventuras-prontas-em-eventos.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-aventuras-prontas-em-eventos-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Aventura pronta de Call of Cthulhu que recebemos da Chaosium para usar em eventos. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Minha primeira dica é tenha sempre à mão uma aventura pronta. Sim, uma aventura pronta. Ela não precisa ser do mesmo tema que seu grupo está acostumado a jogar nem do mesmo sistema. Existem boas aventuras prontas no estilo &#8220;One Shot&#8221;, as famosas aventuras de uma tarde. Essas aventuras geralmente tem início, meio e fim bem definidos, já trazem estatísticas de NPCs, locais e monstros.</p>



<p>Porém, para um uso eficiente desse modelo de aventura, você precisa necessariamente conhecer ela antes. Saber sobre o que se trata a aventura, para quantos personagens são, qual o nível de desafio oferecido e outros detalhes mais. Logo, não adianta você baixar uma aventura dessas momentos antes da sessão começar e querer mestrar esperando que tudo saia como planejado.</p>



<p>Por isso, tenha sempre à mão uma aventura pronta que você já leu e releu várias e várias vezes, algo que você possa conduzir de forma fácil por saber de todos os detalhes. Isso é quase como mestrar de improviso.</p>



<p>Eu tenho uma aventura que criei, muito tempo atrás, mas que sempre mestro em eventos ou para um grupo que está começando no RPG. Como já mestrei ela várias e várias vezes, ficou fácil conduzir uma sessão de jogo, mesmo não tendo acesso as minhas anotações originais. Contudo, sempre que possível, volto a reler a aventura e as anotações para ter certeza de que não esqueci nenhum detalhe.</p>



<p>Você pode encontrar várias aventuras prontas pesquisando na web. O site <a href="https://www.dungeonist.com/marketplace/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Dungeonist</strong></a> possui um bom número de aventuras, algumas pagas, outras free. No portal da <a href="https://www.rederpg.com.br/2019/03/05/dd-5a-edicao-a-caverna-de-cristal-minicenario-traduzido-para-download-gratuito/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Rede RPG</strong></a> você também encontra um bom material oficial de D&amp;D traduzido pela equipe. E se você é assinante da <a href="https://apoia.se/dragaobrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Dragão Brasil</strong></a>, todo mês eles trazem pequenas aventuras prontas para serem utilizadas. Não esqueça também que muitos livros básicos de RPG contém uma aventura introdutória para o sistema, como a clássica aventura &#8220;A Assombração&#8221;, que acompanha o Chamado de Cthulhu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tenha ideias prontas</h2>



<div id="attachment_2578" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2578 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tome-nota.jpg" alt="Tome Nota" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tome-nota.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tome-nota-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Assim que suas ideias surgirem, tome nota! | Fonte: Pexels</p></div>
<p>Essa é minha segunda dica. Tenha sempre à mão um local para anotar suas ideias de aventuras. Como elas podem surgir a qualquer momento, eu costumo usar o <a href="https://keep.google.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Google Keep</strong></a> para fazer anotações rápidas, pois posso acessar ele do celular ou do desktop, já que ele sincroniza as anotações na nuvem. Outra vantagem é que você pode fazer anotações em áudio e ele transcreve para texto. Não fica 100% fiel, mas ajuda muito. Depois é só sentar e revisar o que você &#8220;anotou&#8221;.</p>
<p>Porém, você pode usar qualquer aplicativo ou site que tiver mais afinidade, vale até o bloco de notas.</p>



<p>E se você não é muito adepto da tecnologia e gosta de coisas mais analógicas, que te tal usar um caderno ou bloco de anotações?  Existem aqueles <strong><a href="https://www.google.com/search?q=moleskines&amp;oq=moleskines&amp;aqs=chrome..69i57j0l5.551j0j1&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">moleskines</a></strong> estilosos que você pode facilmente carregar no bolso e sacar sempre que for anotar alguma coisa.</p>



<p>O importante aqui é não deixar de registrar suas ideias, mesmo que elas não tenham conexão direta com as anotações anteriores ou com o sistema/tema/campanha que você está jogando atualmente.</p>



<p>Eu costumo anotar tudo na forma de tópicos, com referências às aventuras que estou participando ou a livros, filmes e seriados que esteja vendo no momento.</p>
<p>Aqui vão alguns exemplos de anotações que fiz para uma das aventuras que mestrei e para a qual ainda estou criando conteúdo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Criar item mágico que se teletransporta para outro usuário sempre que o acerto é uma falha crítica;</li>
<li>Procurar imagens de um cubo, ao estilo Tesseract, para mostrar aos jogadores;</li>
<li>Anões construíram uma passagem segura até o topo da montanha mais alta do reino. Essa construção levou décadas. Por isso, o número de famílias anãs na cidade (criar um nome para cidade) é muito grande;</li>
<li>A rainha foi enfeitiçada ao fazer uma viagem ao reino vizinho;</li>
<li>A rainha foi infectada ao fazer uma viagem ao exterior (determinar para onde ela foi).</li>
<li>O elfo que os jogadores confiam na verdade é um doppelganger.</li>
</ul>



<p>Criar essas listas de tópicos ajuda a manter as ideias em dia, além de ser uma ótima fonte de inspiração quando meus jogadores tomam atitudes inesperadas e preciso improvisar em suas consequências.</p>



<p>Se fizer esse exercício com regularidade, com o passar do tempo você verá que tem elementos suficientes para montar uma aventura inteira de forma quase instantânea.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tenha sempre à mão listas prontas</h2>



<div id="attachment_2580" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2580 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-homebrews.jpg" alt="DnD Homebrews" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-homebrews.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-homebrews-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Homebrews de D&amp;D são uma ótima fonte de inspiração. | Fonte: <a href="https://dnd-5e-homebrew.tumblr.com/post/147748567344/frozen-heart-sorcerer-by-belithioben" target="_blank" rel="noopener noreferrer">DnD 5e Homebrew</a></p></div>
<p>Todo tipo de lista vale. Lista de monstros, lista de NPCs prontos, lista de nomes, lista de locais, lista de datas festivas e por aí vai. Você não precisa se esforçar tanto, existem várias dessas coisas prontas por aí, basta uma pesquisa rápida no Google e você vai achar várias delas. Uma boa referência para joga D&amp;D são os <a href="https://br.pinterest.com/pin/407716572497294468/?lp=true" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Homebrew</strong></a> disponíveis no Pinterest. Existem muita coisa boa criada por fãs.</p>



<p>Uma lista de nomes sempre ajuda também. Tenho dúzia delas, uma para cada tipo de jogo. Todo jogador tem a mania de perguntar o nome daquele NPC que não tem importância alguma para a trama (eu me incluo nessa categoria), mas esquece o nome do vilão principal.</p>



<p>A lista ajuda você a dar a devida importância aos seus NPCs e deixar os jogadores mais atentos aos detalhes. Quando você utilizar o mesmo NPC em outra situação, se ele tinha um nome próprio, ao invés da &#8220;moça da taverna que pediu ajuda&#8221;, sua aventura vai ficar muito mais rica e verossímil.</p>



<p>E quando eu falo de listas, quero dizer também dados estatísticos de alguma coisa. A ficha do guarda do acampamento, dados da arma ultra tecnológica que os jogadores encontraram, a força necessária para derrubar uma porta e por aí vai. Quanto mais você conhecer os seus jogadores, mas fácil vai ser criar esse catálogo com coisas relevantes para o seu jogo. Afinal, você verá que varias coisas se repetem ao longo das sessões de jogo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Busque inspiração sempre que possível</h2>



<div id="attachment_2577" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2577 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tenha-ideias-prontas.jpg" alt="Busque Inspiração para seu RPG" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tenha-ideias-prontas.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-tenha-ideias-prontas-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Busque inspiração em outras mídias além do RPG. | Fonte: Seven: The Days Long Gone.</p></div>
<p>Durante um bom tempo em que passei jogando RPG como jogador, tive alguns episódios do chamado bloqueio criativo. Queria muito mestrar, mas nenhuma ideia boa me vinha à cabeça. Se vinha, não conseguia dar sequência e criar algo legal. Acredito que todo mundo acaba passando por isso, vez ou outra.</p>



<p>O que me ajudou muito foi mudar o meu foco e buscar outra coisa pra fazer. Parei de pensar naquilo e voltei a ler. A literatura sempre acabava me inspirando de alguma forma, seja pela história em si, um personagem, um vilão, um plot twist. Depois, eu acabava &#8220;roubando&#8221; alguns elementos e incorporando nos meus jogos.</p>



<p>Lembro quando estava lendo <a href="https://amzn.to/2TviAEW" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>O Nome do Vento</strong></a>, de Patrick Rothfuss, minha cabeça não parava de me presentear com ideias sobre como inserir aquele modelo de magia apresentado no livro.</p>
<p>Nem sempre as ideias eram realmente boas, mas não importava, eu anotava tudo e de tempos em tempos, revisitava essas anotações. De uma dessas listas, saiu quase uma campanha inteira.</p>



<p>Recentemente tenho lido os quadrinhos de <a href="https://amzn.to/2UsPdQ0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Hora de Aventura</strong></a> para poder usar em conjunto com o <a href="https://amzn.to/2ENaRYB" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>RPG publicado pela Retropunk</strong></a>. O que era pra ser uma simples fonte de consulta e inspiração para montar um personagem, acabou virando um caldeirão de ideias para usar em outros RPGs (meus jogadores não perdem por esperar).</p>



<p>Enfim, o que quero dizer é: busque inspiração em outras mídias que não sejam só RPG. <strong>HQs</strong>, <strong>livros</strong>, <strong>seriados</strong>, tudo pode ser aproveitado e adaptado. Não tenha medo de copiar alguma coisa ou ideia que você achou legal. Ter essa ideia ou conceito, junto com toda a informação que você já possui, te torna mais qualificado para improvisar quando for preciso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tudo junto e misturado</h2>



<div id="attachment_2581" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2581 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-dead-space-2.jpg" alt="Dead Space 2" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-dead-space-2.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/03/img-dead-space-2-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Dead Space serviu de inspiração inicial para minha aventura espacial. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Por último, mas não menos importante, quando você achar que já tem informações suficientes, tente dar sentido a elas criando um linha narrativa, como se fosse uma história completa mesmo. Você vai ver que interligar tudo e preencher as lacunas daquela sua ideia principal vai ficar bem mais fácil. Foi assim que eu montei minha aventura padrão que utilizo em eventos e afins.</p>
<p>O plot principal dessa aventura é: <em>Um grupo de mercenários, em busca de seu último grande trabalho, aceita ir buscar um artefato que está localizado numa nave à deriva no espaço</em>.</p>



<p>Nessa aventura os jogadores sempre passam por algumas cenas que já considero clássicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Teste de pilotagem e perseguição;</li>
<li>Briga de bar;</li>
<li>Busca por informações extras da missão com a opção de serem abordados por algum concorrente direto;</li>
<li>Encontro com o sobrenatural;</li>
<li>Encontram uma arma de tecnologia desconhecida, mas que causa um grande estrago e tem um efeito colateral.</li>
</ul>



<p>Mesmo essa fórmula tem variantes, como por exemplo, a aventura pode se passar totalmente na Terra, sem a necessidade dos jogadores irem ao espaço ou o encontro com o sobrenatural às vezes não ocorre. Porém, isso só foi possível por ter feito minha lição de casa e ter vários itens e situações anotados. E de tanto ler essas anotações, consigo mestrar e improvisar tudo de olho fechado.</p>



<p>Espero que essas dicas ajudem você a mestrar com um pouco mais de preparo, quando o mestre faltar a próxima sessão e você for o escolhido para improvisar algo.</p>



<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Inspiração para aventuras &#8211; notícias do mundo real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 23:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[inimigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!! Hoje trazemos um artigo mais genérico, com uma dica que pode ser usada para improvisar aquela aventura de última hora para o final de semana chuvoso no qual o grupo pode (milagrosamente) se reunir sem que a sessão tenha sido marcada com meses de antecedência. Ou, ainda, a sessão estava marcada há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!!</p>
<p>Hoje trazemos um artigo mais genérico, com uma dica que pode ser usada para improvisar aquela aventura de última hora para o final de semana chuvoso no qual o grupo pode (milagrosamente) se reunir sem que a sessão tenha sido marcada com meses de antecedência.</p>
<p>Ou, ainda, a sessão estava marcada há meses e, de última hora, o mestre oficial, que estava conduzindo aquela longa campanha, não pôde aparecer, mas o grupo quer jogar mesmo assim. Como tirar uma aventura (ou cenário) da cartola?</p>
<p>Lembre-se: mesmo uma aventura pronta requer preparação. Não dá para pegar algo escrito por outra pessoa e ir jogando. As coisas VÃO dar errado em algum momento.</p>
<p>Nessas situações o melhor é improvisar. Mas, onde buscar um gancho legal? Consigo tirar algo da manga?</p>
<p>Pois bem&#8230; existe um lugar bastante subestimado para buscar uma base para uma aventura, e ir construindo em clima: o mundo real.</p>
<p>Muita coisa estranha, com explicações obscuras (ou mesmo sem explicação) acontece todos os dias. Uma boa olhada nos portais de notícias pode render um excelente argumento para seu jogo.</p>
<p>&#8220;-Mas como assim?!?!? Onde acho isso?!?!?! Nunca ouvi falar de se inspirar em notícias!&#8221;</p>
<p>Rá! Vamos a alguns exemplos de notícias que podem facilmente ser usadas para inspiração:</p>
<h2><a href="https://noticias.r7.com/hora-7/fotos/misterio-fbi-fecha-centro-de-observacao-solar-sem-explicacoes-13092018#!/foto/1" target="_blank" rel="noopener">1 &#8211; FBI fecha observatório sem dar explicações</a></h2>
<p><div id="attachment_2495" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2495 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/fbi-washintonpost.jpg" alt="placa washington post" width="1484" height="1113" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/fbi-washintonpost.jpg 1484w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/fbi-washintonpost-300x225.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/fbi-washintonpost-768x576.jpg 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/fbi-washintonpost-1024x768.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 1484px) 100vw, 1484px" /><p class="wp-caption-text">Placa | Fonte: Washington Post</p></div></p>
<p>Essa foi a notícia que me deu a ideia para escrever esse artigo. Publicada em <strong><a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2018/09/observatorio-perto-de-roswell-e-evacuado-pelo-fbi-pressas.html" target="_blank" rel="noopener">diversos</a> <a href="https://www.popularmechanics.com/space/telescopes/a23107258/fbi-new-mexico-observatory/" target="_blank" rel="noopener">portais</a></strong> de <strong><a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/a-solar-observatory-in-new-mexico-is-evacuated-for-a-week-and-the-fbi-is-investigating-no-one-will-say-why/2018/09/14/ea006a96-b78b-11e8-a2c5-3187f427e253_story.html?noredirect=on&amp;utm_term=.bdc513b8e260" target="_blank" rel="noopener">notícias</a></strong> em setembro do ano passado, basicamente o que houve é que o FBI (para quem não sabe, <em>Federal Bureau of Investigation</em>, o equivalente norte-americano da nossa Polícia Federal), sem nenhum tipo de aviso prévio, fechou um observatório dedicado a pesquisas solares no Novo México.</p>
<p>O observatório ficou fechado por uma semana e, durante esse tempo, nenhum dos funcionários teve acesso às instalações (nem cientistas, nem seguranças, nem pessoal de apoio&#8230; nada.). E é interessante notar que o observatório em si não era nada secreto, tendo até visitas guiadas por cientistas, para quem quisesse conhecer o local.</p>
<p>Bônus: o observatório é bastante perto (<strong><a href="https://www.google.com/maps/dir/Roswell,+NM,+EUA/National+Solar+Observatory,+3004+Telescope+Loop,+Sunspot,+NM+88349,+EUA/@33.105168,-105.6916129,9z/data=!3m1!4b1!4m14!4m13!1m5!1m1!1s0x86e2651365aced55:0xe41b0be474cfd77e!2m2!1d-104.5230242!2d33.3942655!1m5!1m1!1s0x86e0557ce0285ee3:0x2fd40415992072d!2m2!1d-105.8205359!2d32.7872786!3e0" target="_blank" rel="noopener">pouco mais de 200 km</a></strong>) de Roswell, localidade bastante famosa por ter sido o local onde, supostamente, <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Roswell" target="_blank" rel="noopener">um disco voador se acidentou em 1947</a></strong>.</p>
<p>Alguns ganchos possíveis, e até bem óbvios:</p>
<p>1 &#8211; O observatório fez contato com entidades extraterrestres (ou, mais provavelmente, entidades extraterrestres fizeram contato com o observatório). O objetivo dessas entidades pode variar. Talvez eles estejam tentando o resgate de um outro ser (em poder do governo americano desde 1947, por que não? Talvez o tempo passe de maneira diferente para eles, ou talvez não seja a primeira vez que algo assim acontece). Os personagens podem ser investigadores de OVNIS, &#8220;conspirólogos&#8221; de plantão, ou os próprios agentes da lei.</p>
<p>2 &#8211; Os cientistas estavam perigosamente perto (ou talvez tenham conseguido, acidentalmente) abrir um <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Buraco_de_minhoca" target="_blank" rel="noopener">buraco de minhoca</a></strong>, que conectou a Terra com algum planeta remoto do espaço. Os agentes do governo estão lá para garantir que o buraco seja fechado, ou que não seja utilizado de forma errada (obviamente, vai depender de quem, exatamente, decide qual é a forma errada e qual é a certa). Os personagens podem ser os próprios agentes do governo ou jornalistas que investigam o caso (quem sabe receberam contato de um dos cientistas? O que ele teria a dizer?)</p>
<h2><a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/crime-assombra-miami-homem-comeu-o-rosto-de-outro.html" target="_blank" rel="noopener">2 &#8211; Polícia investiga caso de canibal nu</a></h2>
<p><div id="attachment_2496" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2496 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/img-inspiracao-para-aventuras-toast-illustration.jpg" alt="Pão canibal" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/img-inspiracao-para-aventuras-toast-illustration.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2019/01/img-inspiracao-para-aventuras-toast-illustration-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Vai um pedaço aí? | Fonte: Pinterest</p></div></p>
<p>Notícia bastante bizarra e com teor bem pesado. Essa puxei de memória, porque me deixou bastante impressionado na época.</p>
<p>Um homem (que depois descobriu-se estar sob efeito de uma droga sintética pesada) estava completamente nu e devorando o rosto de um morador de rua em Miami. A polícia foi chamada para intervir. O agressor não ignorou apenas os alertas, mas também não reagiu a um tiro dado em sua perna com o objetivo de afastá-lo da vítima. A polícia precisou disparar nada menos que mais seis (!!!!) tiros para detê-lo.</p>
<p>(Não coloquei muitos links aqui por que os detalhes do ataque são bem chocantes. Procure por sua conta e risco).</p>
<p>Alguns possíveis ganchos:</p>
<p>1 &#8211; Mais óbvio impossível: o apocalipse zumbi está começando. Os personagens precisam achar meios de sobreviver à infestação.</p>
<p>2 &#8211; Conspirações e mais conspirações: uma nova droga (produto intencional de pesquisas de controle da mente? Alguém tentando criar o &#8220;soldado perfeito&#8221;, absurdamente agressivo, bestial e imune a dor? Ou fruto de um acidente de laboratório?) está nas ruas. Cabe aos personagens (policiais? jornalistas?) descobrir a sua origem e parar a distribuição, antes que mais pessoas se tornem canibais enlouquecidos.</p>
<p>3 &#8211; Um caso isolado, mas que leva uma dupla de policiais a desenrolar um mistério macabro, em uma pegada meio True Detective. Nesse caso, pode ser que a solução definitiva jamais seja encontrada. Assim um toque &#8220;Cthulhiano&#8221; pode cair como uma luva.</p>
<h2>Mas, e em outras ambientações?</h2>
<p>Aparentemente ali em cima só tem ideias para cenários na era contemporânea, certo? Errado, jovens. Com pequenas adaptações podemos usar as mesmíssimas fontes para histórias no período medieval.</p>
<p>No caso da notícia do observatório, a guarda real fechou uma torre que funciona como escola de magia, ou mesmo uma universidade comum (lembrem-se: as primeiras universidades foram criadas durante a Idade Média). O motivo de fechamento pode ter sido uma tentativa de criação ou invocação de uma criatura maligna, ou o surgimento breve de um portal para outra dimensão (Ravenloft? Dark Sun?).</p>
<p>Já a notícia do canibal de Miami pode ser ainda mais facilmente adaptada. Pode não ser um humano (ou elfo, anão, etc&#8230;) e sim um novo tipo de monstro, surgido de outra dimensão ou criado acidentalmente em um laboratório de magia.</p>
<p>Foi impossível não lembrar do <strong>Albino</strong>, personagem de &#8220;<a href="https://amzn.to/2W82Rta" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Inimigo do Mundo</strong></a>&#8220;, o primeiro romance de <a href="https://amzn.to/2Mnvfmv" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tormenta</strong></a> escrito pelo Leonel Caldela.</p>
<p>Por hoje é só, ilustres aventureiros! Espero que daqui para a frente olhem as notícias do cotidiano com outros olhos, sabendo que elas podem ser aproveitadas para inspirar suas partidas de RPG do fim de semana.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/inspiracao-para-aventuras-noticias-do-mundo-real/">Inspiração para aventuras &#8211; notícias do mundo real</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Retrospectiva 2018 &#8211; os posts mais lidos e acessados do universoRPG</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 16:10:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Antes de mais nada, um feliz 2019 a todos, que ainda dá tempo (afinal, a primeira semana do ano ainda não terminou). E já que ainda estamos no clima de ano novo, por que não fazer uma retrospectiva de 2018, relembrando os posts do UniversoRPG que vocês mais acessaram? Vamos a mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/retrospectiva-2018-os-posts-mais-lidos-e-acessados-do-universorpg/">Retrospectiva 2018 &#8211; os posts mais lidos e acessados do universoRPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Antes de mais nada, um <strong>feliz 2019</strong> a todos, que ainda dá tempo (afinal, a primeira semana do ano ainda não terminou).</p>
<p>E já que ainda estamos no clima de <strong>ano novo</strong>, por que não fazer uma retrospectiva de 2018, relembrando os posts do <strong>UniversoRPG</strong> que vocês mais acessaram?</p>
<p>Vamos a mais uma das nossas famosas listas de <strong>Top 5</strong>!</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-os-monstros-de-um-lugar-silencioso-para-dd-5e/">5 &#8211;  Estatísticas para tudo: Os monstros de &#8220;Um Lugar Silencioso&#8221; para D&amp;D 5a Edição</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive aligncenter wp-image-2079 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso.jpg" alt="Monstro de Um Lugar Silencioso para sua mesa de D&amp;D 5ed" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-monstro-de-um-lugar-silencioso-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>O quinto lugar da lista foi uma grata surpresa para nós. Nosso primeiro artigo traduzido, originalmente publicado no <strong><a href="https://dmdave.com/" target="_blank" rel="noopener">Dungeon Master Dave</a></strong>, fez bastante sucesso aqui e nas nossas divulgações pelo <strong><a href="https://www.facebook.com/universorpg/?ref=br_rs" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a></strong> (por falar nisso, já entrou <a href="https://www.facebook.com/groups/252231742283396/?ref=br_rs" target="_blank" rel="noopener"><strong>no nosso grupo</strong></a>, lá?).</p>
<p>O artigo, como o próprio título deixa bem claro, trás uma adaptação dos monstros do filme &#8220;<a href="https://www.imdb.com/title/tt6644200/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um Lugar Silencioso</strong></a>&#8221; para D&amp;D 5ª edição. Só que não se trata apenas de jogar os números na cara do leitor. As habilidades do monstro são analisadas conforme as cenas do filme, sendo uma adaptação bastante criteriosa.</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/novo-antecedente-para-dnd-o-aventureiro/">4 &#8211; Novo antecedente para D&amp;D 5a Edição &#8211; O Aventureiro</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1604 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro.jpg" alt="Antecedente: O Aventureiro para D&amp;D 5ed" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/06/capa-antecedente-aventureiro-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>A quarta posição dos nossos artigos mais populares de 2018 traz um <strong>novo antecedente</strong> bastante inusitado para seu personagem de D&amp;D 5ª edição: <strong>O Aventureiro</strong>.</p>
<p>Com essa nova opção, seu personagem é a quintessência do explorador clássico de dungeons. Antes de ser um aventureiro profissional ele era um aventureiro amador.</p>
<p>Não tem como ser mais especialista do que isso.</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/sistemas/interpretando-tendencias-ou-alinhamentos-em-dd/">3 &#8211; Interpretando (ou não) os alinhamentos (tendências) em D&amp;D</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1721 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso.jpg" alt="" width="900" height="720" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso.jpg 900w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso-300x240.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/Completo-e-Diverso-768x614.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Já em posição de pódio, trazemos a velha e, extremamente polêmica, discussão sobre o uso das tendências em D&amp;D. Uma análise histórica da regra, vindo desde a primeira edição até sua presença discreta, praticamente opcional na quinta, e opiniões sobre seu uso, seus benefícios e malefícios.</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/5-mundos-classicos-de-campanha-para-dd/">2 &#8211; 5 Mundos clássicos de campanha para D&amp;D</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive aligncenter wp-image-1386 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd.jpg" alt="5 Mundos Clássicos de D&amp;D" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/03/capa-5-mundos-classicos-dnd-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Seguindo firme nos artigos sobre D&amp;D, nosso segundo mais popular de 2018 foi um review relâmpago de cinco cenários clássicos de campanha para o RPG mais famoso de todos os tempos. Relembre <strong>Forgotten Realms</strong>, <strong>Dragonlance</strong>, <strong>Ravenloft</strong>, <strong>Greyhawk</strong> e <strong>Mystara</strong>, veja suas principais características e saiba por que alguns deles continuam por aí até hoje (e outros nem tanto).</p>
<h2><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/">1 &#8211; As 4 melhores aventuras de D&amp;D de todos os tempos</a></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive aligncenter wp-image-1970 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd.jpg" alt="capa-4-melhores-aventuras-de-dnd" width="1200" height="675" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd.jpg 1200w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-768x432.jpg 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-1024x576.jpg 1024w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/capa-4-melhores-aventuras-de-dnd-960x540.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>E o nosso artigo de 2018 mais lido ao longo do ano não poderia ter outro tema: <strong>aventuras prontas de D&amp;D</strong>. Nesse rápido review relembramos os clássicos:</p>
<ul>
<li>Tomb of Horrors</li>
<li>The Keep on the Borderlands</li>
<li>Ravenloft (sim! Para quem não sabia, Ravenloft começou como uma aventura pronta)</li>
<li>The Temple of Elemental Evil</li>
</ul>
<p>Clássicos dos clássicos da história de D&amp;D, cada uma dessas aventuras tem uma &#8220;personalidade&#8221; única, a maioria delas com grau de dificuldade elevado (proveniente de uma era em que RPG ainda eram MUITO ligados a jogos de estratégia de tabuleiro) e um charme inigualável.</p>
<h2>A lista completa</h2>
<p>E se você está chegando agora ou não conseguiu acompanhar tudo que o postamos em 2018, não se desespere. Separamos uma lista com todos os post dos ano para facilitar a sua leitura =D (<em>os post estão em ordem de publicação, do mais novo para o mais antigo</em>).</p>
<p><b>1. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/o-kit-do-jogador-de-rpg/">O Kit do Jogador de RPG</a></b></p>
<p><b>2. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/a-colmeia-the-hive-para-o-bestiario-de-destiny-em-dd-5a-edicao/">A Colmeia (The Hive) para o bestiário de Destiny em D&amp;D 5ª edição</a></b></p>
<p><b>3. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/dicas-para-manter-a-atencao-dos-seus-jogadores/">Dicas para manter a atenção dos seus jogadores</a></b></p>
<p><b>4. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/cenarios/sera-que-da-pra-jogar-the-handmaids-tale/">Será que da pra jogar The Handmaid’s Tale?</a></b></p>
<p><b>5. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/call-of-cthulhu-e-a-ficcao-cientifica/">Call of Cthulhu e a ficção científica</a></b></p>
<p><b>6. <a href="https://universorpg.com/do-alem/resenhas/review-call-of-cthulhu-the-official-video-game/">Review – Call of Cthulhu: The Official Video Game</a></b></p>
<p><b>7. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/financiamentos/fifth-edition-fantasy-aventuras-fantasticas-para-quinta-edicao5e/">Fifth Edition Fantasy – Aventuras fantásticas para Quinta Edição(5E)</a></b></p>
<p><b>8. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/argentea-a-terra-flutuante/">Argentea: A Terra Flutuante</a></b></p>
<p><b>9. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/financiamentos/starfinder-em-financiamento-coletivo-pela-new-order/">Starfinder em financiamento coletivo pela New Order</a></b></p>
<p><b>10. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/stan-lee-icone-dos-quadrinhos-da-marvel-morre-aos-95-anos/">Stan Lee, ícone dos quadrinhos da Marvel, morre aos 95 anos</a></b></p>
<p><b>11. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/festival-de-games-e-e-sports-curitiba/">Festival de Games e e-Sports Curitiba</a></b></p>
<p><b>12. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diferencas-entre-racas-e-classes-no-seu-rpg-de-mesa/">Diferenças entre raças e classes no seu RPG de mesa</a></b></p>
<p><b>13. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/o-cavaleiro-sem-cabeca-dd-5e/">O Cavaleiro sem Cabeça – D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>14. <a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/5-escritores-de-horror-e-suas-principais-obras/">5 Escritores de Horror e suas principais obras</a></b></p>
<p><b>15. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/loucura-em-abadir-uma-aventura-pronta-para-sua-mesa-de-rpg/">Loucura em Abadir – Uma aventura pronta para sua mesa de RPG</a></b></p>
<p><b>16. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/maldicao-itens-amaldicoados-no-dd/">Maldição! Itens amaldiçoados no D&amp;D</a></b></p>
<p><b>17. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/argentea-um-modo-simples-de-jogar-rpg/">Argentea: um modo simples de jogar RPG</a></b></p>
<p><b>18. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/jogando-rpg-com-livros-jogos-e-a-serie-aventuras-fantasticas/">Jogando RPG com Livros Jogos e a série Aventuras Fantásticas</a></b></p>
<p><b>19. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/adaptacoes/pier-gerlofs-donia-personagem-para-dd-5e/">Pier Gerlofs Donia – Personagem para D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>20. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/shinobi-spirit-2018-muito-k-pop-rpg-e-cosplay/">Shinobi Spirit 2018, muito K-pop, RPG e Cosplay</a></b></p>
<p><b>21. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-excalibur-para-dd-5e/">Estatísticas para Tudo: Excalibur para D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>22. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/resenhas/preview-chamado-de-cthulhu-em-portugues/">Preview: Chamado de Cthulhu em Português.</a></b></p>
<p><b>23. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-os-monstros-de-um-lugar-silencioso-para-dd-5e/">Estatísticas para tudo: Os monstros de “Um Lugar Silencioso” para D&amp;D 5e</a></b></p>
<p><b>24. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/os-cabais-cabal-agora-no-seu-bestiario-de-destiny-dd-5ed/">Os Cabais (Cabal) agora no seu bestiário de Destiny D&amp;D 5ed</a></b></p>
<p><b>25. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/world-rpg-fest-2018-wrf2018-dia-2/">World RPG Fest 2018 (WRF2018): Dia 2</a></b></p>
<p><b>26. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/world-rpg-fest-2018-dia-1/">World RPG Fest 2018: Dia 1</a></b></p>
<p><b>27. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diga-meu-nome-como-escolher-um-bom-nome-para-o-seu-personagem/">Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</a></b></p>
<p><b>28. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/adam-episodes-um-novo-cenario-para-seu-rpg/">Adam Episodes, um novo cenário para seu RPG</a></b></p>
<p><b>29. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/">As 4 melhores aventuras de D&amp;D de todos os tempos</a></b></p>
<p><b>30. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/geek-city-dia-3-o-saudosismo-nunca-morre/">Geek City Dia 3: O saudosismo nunca morre</a></b></p>
<p><b>31. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/geek-city-dia-2-guilherme-briggs-jovem-nerd-kiko-e-muito-mais/">Geek City Dia 2: Guilherme Briggs, Jovem Nerd, Kiko e muito mais</a></b></p>
<p><b>32. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/geek-city-dia-1-saiba-tudo-o-que-rolou-por-la/">Geek City Dia 1: Saiba tudo o que rolou por lá</a></b></p>
<p><b>33. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/conheca-os-decaidos-the-fallen-seus-novos-inimigos-para-destiny-rpg/">Conheça os Decaídos (The Fallen), seus novos inimigos para Destiny RPG</a></b></p>
<p><b>34. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/usando-as-ideias-e-o-cenario-de-altered-carbon-no-seu-rpg/">Usando as ideias e o cenário de Altered Carbon no seu RPG</a></b></p>
<p><b>35. <a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/fichas-prontas-de-vampiro-a-mascara-para-sua-cronica/">Fichas prontas de Vampiro: A Máscara para sua crônica</a></b></p>
<p><b>36. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/em-busca-do-sistema-de-rpg-perfeito/">Em busca do sistema de RPG perfeito</a></b></p>
<p><b>37. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/sistemas/interpretando-tendencias-ou-alinhamentos-em-dd/">Interpretando (ou não) os alinhamentos (tendências) em D&amp;D</a></b></p>
<p><b>38. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/armas-e-equipamento-de-destiny-para-sua-aventura-de-dd-5a-edicao/">Armas, Armaduras e Equipamentos de Destiny para sua aventura de D&amp;D 5ª edição</a></b></p>
<p><b>39. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/eu-ouvi-explosao-de-gatinhos/">Eu ouvi explosão de gatinhos?</a></b></p>
<p><b>40. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-arcano/">As classes de Destiny para D&amp;D – O Arcano</a></b></p>
<p><b>41. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-cacador/">As classes de Destiny para D&amp;D – O Caçador</a></b></p>
<p><b>42. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-tita/">As classes de Destiny para D&amp;D – O Titã</a></b></p>
<p><b>43. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/descricoes-como-temperar-sua-sessao-de-jogo/">Descrições – Como temperar sua sessão de jogo</a></b></p>
<p><b>44. <a href="https://universorpg.com/do-alem/adaptacoes/usando-superpoderes-no-mundo-das-trevas/">Usando superpoderes no Mundo das Trevas</a></b></p>
<p><b>45. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/destiny-dos-consoles-para-sua-mesa-de-rpg/">Destiny: dos consoles para sua mesa de RPG</a></b></p>
<p><b>46. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/novo-antecedente-para-dnd-o-aventureiro/">Novo antecedente para D&amp;D 5 edição: O Aventureiro</a></b></p>
<p><b>47. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/5-mundos-alternativos-de-dd/">5 Mundos Alternativos de D&amp;D</a></b></p>
<p><b>48. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/dicas/a-vacina-de-nikolai-um-roteiro-para-sua-aventura-de-zumbis/">A vacina de Nikolai – Um roteiro para sua aventura de zumbis</a></b></p>
<p><b>49. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/adaptacoes/5-armas-famosas-do-cinema-para-o-seu-rpg-promocao/">5 armas famosas do cinema para o seu RPG + Promoção Airsoft</a></b></p>
<p><b>50. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/ovni-o-jogo-de-board-game/">O.V.N.I – O jogo de board game</a></b></p>
<p><b>51. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/dicas/armas-de-fogo-e-zumbis/">Armas de Fogo e Zumbis</a></b></p>
<p><b>52. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/dicas/mitos-do-cinema-x-realidade-combate-com-armas-de-fogo-em-rpg/">Mitos do Cinema x Realidade: Combate com armas de fogo em RPG</a></b></p>
<p><b>53. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/a-historia-do-dd-basico/">A história do D&amp;D básico</a></b></p>
<p><b>54. <a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/resenhas/7-mar-icem-a-bujarrona/">7° Mar – Icem a bujarrona!</a></b></p>
<p><b>55. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/noticias/international-tabletop-day-2018/">International Tabletop Day 2018</a></b></p>
<p><b>56. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/aventura-pronta-para-shadow-of-the-demon-lord-a-ilha-do-deus-lagarto/">Aventura pronta para Shadow of The Demon Lord – A Ilha do Deus Lagarto</a></b></p>
<p><b>57. <a href="https://universorpg.com/do-alem/cenarios/castelo-falkenstein-uma-maneira-diferente-de-jogar/">Castelo Falkenstein – Uma Maneira Diferente de Jogar</a></b></p>
<p><b>58. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/fotossintese-o-jogo-de-board-game/">Fotossíntese, o jogo de board game</a></b></p>
<p><b>59. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/5-mundos-classicos-de-campanha-para-dd/">5 mundos clássicos de campanha para D&amp;D</a></b></p>
<p><b>60. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/terra-media-cwb-o-que-rolou-por-la/">Terra Média CWB – O que rolou por lá?</a></b></p>
<p><b>61. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/noticias/ja-pensou-em-jogar-street-fighter-no-tabuleiro/">Já pensou em jogar Street Fighter no tabuleiro?</a></b></p>
<p><b>62. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/o-livro-mystico/">O livro Mystico: um novo artefato para suas aventuras</a></b></p>
<p><b>63. <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/dungeon-fighter-aposte-nesse-jogo/">Dungeon Fighter: aposte nesse jogo!</a></b></p>
<p><b>64. <a href="https://universorpg.com/do-alem/adaptacoes/ex-herois-da-literatura-para-sua-mesa-de-storyteller/">Ex-Heróis, da literatura para sua mesa de Storyteller</a></b></p>
<p><b>65. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/um-breve-estudo-sobre-o-tempo/">Um Breve Estudo Sobre o Tempo</a></b></p>
<p><b>66. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/4-de-marco-dia-internacional-do-mestre-de-rpg/">4 de Março – Dia Internacional do Mestre de RPG</a></b></p>
<p><b>67. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/literatura-para-inspirar-o-seu-jogo-de-rpg/">Literatura para inspirar o seu jogo de RPG</a></b></p>
<p><b>68. <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/dia-nacional-do-rpg/">Dia Nacional do RPG</a></b></p>
<p><b>69. <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/noticias/conan-o-barbaro-na-literatura-cinema-e-rpg/">Conan, o Bárbaro. Na literatura, cinema e RPG</a></b></p>
<p><b>70. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/cenarios/micro-ambiente-de-informacao-autonoma-maia/">Micro Ambiente de Interação Autônoma – MAIA</a></b></p>
<p><b>71. <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/evolua-suas-armas/">Evolua suas armas</a></b></p>
<p><b>72. <a href="https://universorpg.com/sem-categoria/noticias/cthulhu-no-brasil-de-novo-e-ainda-mais-aterrorizante/">Cthulhu no Brasil – de novo, e ainda mais aterrorizante!</a></b></p>
<p>E aí, quais os temas que você gostaria ver publicados aqui no UniversoRPG em 2019? Vai que sua sugestão entra na nossa retrospectiva daqui a um ano? Conte aí nos comentários!</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/retrospectiva-2018-os-posts-mais-lidos-e-acessados-do-universorpg/">Retrospectiva 2018 &#8211; os posts mais lidos e acessados do universoRPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Pier Gerlofs Donia &#8211; Personagem para D&#038;D 5e</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 18:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[5e]]></category>
		<category><![CDATA[d&d]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[personagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pier Gerlofs Donia foi pirata que aterrorizou os mares holandês no século 16. Trazemos um pouco da sua lenda e também sua fica para D&#038;D 5ed.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/adaptacoes/pier-gerlofs-donia-personagem-para-dd-5e/">Pier Gerlofs Donia &#8211; Personagem para D&#038;D 5e</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve aventureiros!!!</p>
<p>Hoje temos mais uma adaptação para D&amp;D. Desta vez um NPC para situações diversas que, obviamente, pode ser usado como personagem jogador com a devida permissão do Mestre.</p>
<p>A essa altura vocês já devem estar pensando em quem diabos é esse cara, e de que série, filme ou livro ele saiu, mas não dessa vez. Dessa vez trazemos um personagem real, histórico e relativamente pouco conhecido, mas bastante interessante. Um guerreiro e pirata que atuou não no Caribe, mas no mar do Norte, e aterrorizou a marinha holandesa entre 1515 e 1520 (sim, ele atuou por apenas 5 anos, e mesmo assim tornou-se lendário).</p>
<p>Sem mais enrolação&#8230;.</p>
<h2>Pier Gerlofs do mundo real</h2>
<p>Pier nasceu em em 1480, em Kimswerd, na região conhecida como Frísia, uma faixa litorânea de cerca de 60 km de largura que se estende pelo norte das atuais Holanda e Alemanha, chegando quase até a Dinamarca.</p>
<p><div id="attachment_2095" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2095 size-full" title="Frísia" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/Frísia.png" alt="Frísia" width="483" height="413" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/Frísia.png 483w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/Frísia-300x257.png 300w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><p class="wp-caption-text">Frísia, sim esse lugar realmente existiu. | Fonte: <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Frisia" target="_blank" rel="noopener">Wikipedia</a></p></div></p>
<p>Consta que em 1515 um regimento a serviço do duque Jorge da Saxônia, O Batalhão Negro (um regimento mercenário particularmente violento e cruel) pilhou a aldeia de Donia, supostamente estuprando e matando Rintze Syrtsema, sua esposa, além de queimar completamente a igreja da vila.</p>
<p>Em busca de vingança Pier Gerlofs (ou Grutte Pier &#8211; Grande Pedro) aliou-se ao duque Carlos de Egmond, e formou uma milícia batizada de &#8220;O Bando Negro de Arum&#8221; (Arumer Zwarte Hoop), que atuava como um grupo pirata no Mar do Norte. Sob a liderança de Grutte Pier os ataques e saques do Bando causaram severos prejuízos aos ingleses e, principalmente, holandeses, sendo que em sua maior batalha foram capturados nada menos que 25 navios holandeses, o que imputou a Grutte Pier a alcunha de &#8220;Cruz dos Holandeses&#8221;.</p>
<p>Em 1517 o Bando Negro dominou a cidade de <strong><a href="https://goo.gl/maps/h6PXF9kKUF72" target="_blank" rel="noopener">Asperen</a></strong>, dizimando praticamente todos os habitantes no processo, e passou a utilizar a cidade fortificada como como base, até serem expulsos pelos holandeses.</p>
<p>Apesar do sucesso de suas investidas, Grutte Pier não foi capaz de conter as invasões da Borgonha e Habsburgo, tendo se aposentado em 1519, aos 39 anos de idade. Pier morreu no ano seguinte, de forma pacífica, em sua cama.</p>
<p>A vida de Grutte Pier é rodeada de lendas. Estima-se que o guerreiro tivesse cerca de 2,15 m de altura e, segundo relatos de época, tinha uma força sobre-humana, sendo capaz de, com um único golpe de espada, separar vários homens ao meio. Não apenas isso, mas Pier teria sido capaz de brandir sua imensa arma com apenas uma mão.</p>
<p><div id="attachment_2115" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2115 size-full" title="A &quot;pequena&quot; espada de Grutte Pier" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/02-Espada.jpg" alt="A &quot;pequena&quot; espada de Grutte Pier" width="460" height="622" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/02-Espada.jpg 460w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/02-Espada-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px" /><p class="wp-caption-text">A impressionante espada de Grutte Pier! (Em exibição no museu de Leeuwarden, na Holanda). | Fonte: Pinterest</p></div></p>
<p>Parece um excelente personagem para uso em D&amp;D, não é mesmo?</p>
<p>Então comecemos a adaptação.</p>
<h2>Classe</h2>
<p>Apesar de brutal, Pier não parece preencher os pré-requisitos para um bárbaro. Embora seja de um vilarejo pequeno, já se tratava de um lugar razoavelmente civilizado para a sua época, e nada na história conhecida indica que Pier tivesse uma grande intimidade com a natureza. Então, vamos de guerreiro.</p>
<h2>Nível</h2>
<p>O Player&#8217;s Handbook separa os níveis de personagens em <em>tiers</em>, ou camadas. A primeira camada (níveis 1-4) é definida como &#8220;aventureiros aprendizes&#8221;. Definitivamente não é o caso. A segunda camada (níveis 5-10) diz que são personagens &#8220;autônomos&#8221;, já de certa importância, e capazes de enfrentar ameaças a cidades e reinos. Parece bom, mas ainda não bom o suficiente. A terceira camada (níveis 11-16) diz que &#8220;os personagens adquiriram um nível de poder que os torna especiais mesmo entre aventureiros&#8221;. Agora sim! Pier Gerlofs é um guerreiro em algum ponto entre o nível 11 e o 16 (vamos definir em detalhes mais tarde).</p>
<h2>Atributos</h2>
<p>Há muitos relatos sobre a força sobre-humana de Grutte Pier, então certamente esse atributo será tão alto quanto possível. Partindo do rol tradicional de habilidades (15, 14, 13, 12, 10, 8), certamente 15 vai na Força. Como se trata de um humano, 16 (todos os atributos são aumentados em 1, lembrem-se). Mas estamos falando de um sujeito com força sobre-humana, então 20 seria o mínimo aceitável. Para atingir esse valor, precisamos de, no mínimo, nível 12. Mas queremos uma outra habilidade, também, então, nível 14 (mais ou menos no meio da camada indicada anteriormente).</p>
<p>Para os demais atributos não há grandes registros. Podemos presumir que seu Carisma não era pequeno (já que foi capaz de liderar um grande bando de guerreiros), ou podemos assumir que sua grande Força os intimidava. Inteligência e Sabedoria também não seriam baixos (há necessidade de uma boa capacidade estratégica para realizar os feitos atribuídos a Pier). Por outro lado, um homem desse tamanho muito provavelmente seria um pouco desajeitado.</p>
<p>Resumindo, teríamos o seguinte:  For 20, Des 9, Con 15, Int 13, Sab 11, Car 14.</p>
<p><em>[EDITADO EM 12/10/2018] Pessoal, uma coisa que não ficou muito clara e algumas pessoas perguntaram: os atributos acima <strong>não são</strong> os definitivos. 20 em força é um número alvo, e os demais vêm da distribuição inicial. Os atributos definitivos, após os devidos ganhos pelo avanço do nível 1 ao 14 são os da ficha abaixo.</em></p>
<h3>Pier Gerlofs Donia</h3>
<p>Medium Humanoid (Human) Fighter 14</p>
<p><strong>Armor Class</strong> 16 (Scale Mail)</p>
<p><strong>Hit Points</strong> 108</p>
<p><strong>Speed</strong> 30 ft</p>
<p><strong>STR</strong> 20 (+5)   <strong>DEX</strong> 12 (+1)  <strong>CON</strong> 17 (+3)   <strong>INT</strong> 14 (+2)   <strong>WIS</strong> 13 (+1)   <strong>CHA</strong> 15 (+2)</p>
<p><strong>Saving Throws:</strong> Str +10; Con +8</p>
<p><strong>Skills</strong> Athletics +10; Intimidation +7</p>
<p><strong>Senses</strong> Passive Perception 11</p>
<p><strong>Languages</strong> Common, Giant</p>
<p><strong>Challenge</strong> 14 (11.500 xp)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Actions:</strong></span></p>
<p><strong>Multiattack</strong>. Grutte Pier ataca 3 vezes/rodada</p>
<p><strong>Greatsword</strong>. Melee weapon attack. +10 to hit, 2d6+5 damage</p>
<p><strong>Handaxe</strong>. Melee weapon attack. +10 to hit, 1d6+5 damage</p>
<h2>Como usar Grutte Pier?</h2>
<p>A ficha de personagem que apresentamos abaixo pode ser usada como um NPC em sua aventura ou campanha. Talvez com Pier já aposentado, dando &#8220;dicas&#8221; a aventureiros mais jovens. Ou, talvez, ele ainda esteja na ativa, liderando uma milícia em algum lugar do seu mundo de campanha. E, evidentemente, caso se trate de uma aventura de alto nível, nada impede que ele seja usado como personagem de um dos jogadores, já que foi criado usado estritamente as regras disponíveis. Obviamente o mestre é livre para modificar seus poderem como convier para a campanha.</p>
<p>Abraço e até a próxima!</p>
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		<title>Estatísticas para Tudo: Excalibur para D&#038;D 5e</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Luis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 13:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[armas]]></category>
		<category><![CDATA[excalibur]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[itens mágicos]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>
		<category><![CDATA[Rei Arthur]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Itens mágicos nunca são de mais em uma aventura. E que tal um item mágico que (quase) todo mundo conhece? Com vocês a lendária Excalibur, a espada do Rei Arthur, com estatísticas para D&#038;D 5ª edição.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui estamos com a primeira entrada da Segunda Temporada de “Estatísticas para Tudo”, onde eu recebo as sugestões de meus leitores e seguidores do Instagram e as transformo em personagens, lugares e coisas para Dungeons &amp; Dragons 5e. É hora de ‘colocar em estatísticas’ a legendária espada do Rei Arthur, <strong>Excalibur</strong>.</p>
<h2>O que é a Excalibur?</h2>
<p>Segundo a Wikipédia: <em>Excalibur</em> (/ɛkˈskæləbər/) ou <b>Caliburn</b> é a lendária espada do <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rei_Artur" target="_blank" rel="noopener">Rei Artur</a></strong> nas histórias do <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_Arturiano" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Arturiano</a></strong> da <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_da_Bretanha" target="_blank" rel="noopener">Matéria da Bretanha</a></strong>, à qual às vezes são atribuídos poderes mágicos ou está associada à soberania legítima da Grã-Bretanha.</p>
<h3>Outras curiosidades sobre a <em>Excalibur</em>:</h3>
<p><em>Excalibur</em> é normalmente chamada de “A Espada na Pedra”, sendo a espada que Arthur retirou de uma bigorna sobre uma pedra em um cemitério de igreja, provando sua linhagem. Não apenas esta é uma crença popular, como também é uma lenda divertida.</p>
<p>Obviamente a <em>Excalibur</em> é uma Espada Longa +3, mas o que mais ela é capaz de fazer?</p>
<p>Segundo as lendas, ela podia cegar os inimigos de Arthur também! “<em>E então ele sacou sua Excalibur, e seu brilho era de tal forma intenso que aos olhos de seus inimigos refletia com a luz de trinta tochas!</em>” escreveu Sir Thomas Malory em “<strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Le_Morte_d%27Arthur" target="_blank" rel="noopener">A Morte de Artur</a></strong>” (1485).</p>
<p>Sua bainha possuia propriedades mágicas também. Enquanto Arthur estivesse com a bainha em sua posse, ele não poderia ser ferido. Me parece muito como Imunidade!</p>
<p>(Nota do Tradutor: Segundo algumas lendas, inclusive na obra de Marion Zimmer Bradley, a bainha da <em>Excalibur</em> concedia imunidade a sangramentos, não a ferimentos.)</p>
<p><div id="attachment_2098" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2098 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-excalibur.jpg" alt="Excalibur para D&amp;D 5ed" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-excalibur.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-excalibur-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Excalibur, a famosa espada do Rei Arthur | Fonte: Pinterest</p></div></p>
<h2>A Excalibur e sua Bainha (em regras)</h2>
<p><strong>Excalibur</strong>: Item Maravilhoso, Artefato (exige Sintonização).</p>
<p>A <em>Excalibur</em> é uma espada longa mágica que concede um bônus de +3 em rolagens de ataque e dano efetuados com ela, e causa 3d10 de dano extra (Radiante) em demônios e mortos-vivos. A espada só pode ser empunhada pelo herdeiro legítimo ao trono da Grã-Bretanha.</p>
<p>Propriedades Aleatórias: A <em>Excalibur</em> com sua bainha possuem as seguintes propriedades aleatórias:</p>
<p>2 propriedades benéficas menores.</p>
<p>1 propriedade benéfica maior.</p>
<p>1 propriedade prejudicial menor.</p>
<p><strong>Carisma Elevado:</strong> Após passar ao menos 10 dias sintonizado com a espada, seu valor básico de Carisma aumenta em 2 pontos, e seu valor máximo chega a 22 pontos. Você não pode receber este benefício da espada mais de uma vez.</p>
<p><strong>Herdeiro Legítimo/Herdeira Legítima:</strong> Enquanto você empunhar e continuar sintonizado com a <em>Excalibur</em>, você será reconhecido como o legítimo Rei/Rainha da Grã-Bretanha. Você recebe vantagem em rolagens de Carisma (Persuasão) sobre aqueles que o/a reconhecem como tal, e em rolagens de Carisma (Intimidação) contra inimigos da Grã-Bretanha. Adicionalmente, você também recebe vantagem em rolagens de ataque contra inimigos da Grã-Bretanha.</p>
<p><strong>O Brilho de Trinta Tochas:</strong> Uma vez por dia você pode utilizar esta habilidade para que a espada emita uma esfera de luz ofuscante com 36 metros de raio centrada em você. Cada criatura hostil dentro da área de efeito e possa ver a espada deverá ser bem sucedida em um teste de resistência (Constituição &#8211; CD 17) ou ficará permanentemente cega.</p>
<p><strong>Propriedades da Bainha da <em>Excalibur</em>:</strong> Enquanto você permanecer sintonizado com a <em>Excalibur</em> e estiver com sua bainha com você, você recebe os seguintes benefícios:</p>
<p>Imunidade a dano não mágico (Concussão, Perfuração e Corte).</p>
<p>Sua Constituição se torna 20, exceto se já for 20 ou maior (não reduz para 20 nestes casos).</p>
<p>Todos os seus testes de resistência de Força, Constituição e Destreza são feitos com vantagem.</p>
<p><strong>Destruindo a Bainha:</strong> Enquanto a <em>Excalibur</em> existir, sua bainha não poderá ser destruída. Entretanto, se alguém devolver a bainha para a Dama do Lago, todas as suas propriedades deixarão de funcionar. A Dama só devolverá a bainha para o portador da <em>Excalibur</em>.</p>
<p><strong>Destruindo a <em>Excalibur</em>:</strong> Enquanto a Inglaterra e a coroa (sua família real) existam, a <em>Excalibur</em> não poderá ser destruída. Entretanto, se alguém a devolver para a Dama do Lago ela desaparecerá da existência temporariamente (1d100 anos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo originalmente publicado no site <strong><a href="https://dmdave.com/" target="_blank" rel="noopener">Dungeon Master Dave</a></strong>, <a href="https://dmdave.com/stat-anything-excalibur-for-dungeons-dragons-fifth-edition/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Stat Anything: Excalibur for Dungeons &amp; Dragons Fifth Edition</strong></a>.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/adaptacoes/estatisticas-para-tudo-excalibur-para-dd-5e/">Estatísticas para Tudo: Excalibur para D&#038;D 5e</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</title>
		<link>https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diga-meu-nome-como-escolher-um-bom-nome-para-o-seu-personagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 05:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[criação de personagem]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[jogadores]]></category>
		<category><![CDATA[nome]]></category>
		<category><![CDATA[NPC]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nomes são tão importantes quanto o conceito do seu personagem e um não poderia existir sem o outro. O problema é que nem sempre é fácil encontrar ou criar um nome do zero. Por isso separamos essas dicas para facilitar o seu trabalho e ajudar você ter um personagem único e memorável.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diga-meu-nome-como-escolher-um-bom-nome-para-o-seu-personagem/">Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca perguntou o nome de um <strong>NPC</strong> (personagem não-jogador) aleatório durante a sessão de jogo, que atire o primeiro dado.</p>
<p>Para alguns jogadores (e mestres também) a parte mais complexa/divertida pode ser montar uma ficha. Para os veteranos, os números e bônus saem quase que automaticamente e em poucos minutos, a ficha está completa. Já para os novatos, as coisas podem ser um pouco mais complexas ou demoradas, mas consultando algumas regras, e com a ajuda dos colegas tudo se resolve.</p>
<p>Porém, existe um item da ficha que não exige regra e que, às vezes, chega a ser tão complexo quanto a própria ficha. A escolha do <strong>nome do personagem</strong>.</p>
<p>Faz anos que jogo RPG e quase sempre tive um bloqueio na hora de escolher os nomes dos meus personagens, sejam eles NPCs ou não. Para alguns abençoados com o dom da criatividade, este é um processo natural, mas para muitos (assim como eu), esse processo é longo, tortuoso e no final, o resultado pode sempre deixar a desejar.</p>
<p>Pensando nisso, separei algumas dicas que encontrei ao longo dos anos, bem como algumas utilizadas por escritores para elaborar os personagens e antagonistas dos seus livros. Bora lá conferir?</p>
<h2>Conceito e Origem</h2>
<p><div id="attachment_1999" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1999 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-conceito-e-origem.jpg" alt="Conceito e Origem" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-conceito-e-origem.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-conceito-e-origem-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O conceito inicial do personagem é tão importante quanto o nome. | Fonte: <a href="https://www.deviantart.com/louisgreen/art/character-concepts-368938007" target="_blank" rel="noopener">LouisGreen -Deviantart</a></p></div></p>
<p>O primeiro passo é pensar no conceito geral do personagem e qual a sua origem/etnia/raça, antes do seu nome, ou se já tiver um nome em mente, tentar &#8220;casar&#8221; ele com o conceito do personagem.</p>
<p>Digamos que o seu personagem se chama Thorin &#8220;<em>Quebra Queixo</em>&#8220;. A primeira vista me parece um nome típico de <strong>Anão</strong> ou um <strong>Bárbaro</strong>, o que seria legal para esse conceito de personagem. Agora, se você estava pensando em fazer um elfo, ou até mesmo um humano mago, talvez você precise de uma boa história para sustentar esse nome.</p>
<p>Por isso, pensar em coisas como raça, terra ou país de origem, e até mesmo a evolução da sua classe, lhe fornece muito mais subsídios para criar um nome mais convincente. O mesmo vale para RPGs que não são de fantasia medieval. Pense em como soaria estranho (ou até mesmo engraçado) você encontrar um assassino da máfia chinesa, de origem oriental e depois descobrir que ele se chamava <em>John Smith</em>.</p>
<h2>Sonoridade e Significado</h2>
<p><div id="attachment_2000" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2000 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-king-arthur-camelot.jpg" alt="King Arthur of Camelot" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-king-arthur-camelot.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-king-arthur-camelot-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Arthur: &#8220;homem urso&#8221;, &#8220;rei urso&#8221;, &#8220;forte&#8221;, &#8220;nobre&#8221; ou &#8220;corajoso&#8221;. | Fonte: <a href="https://www.artstation.com/artwork/WXKaE" target="_blank" rel="noopener">Galan Pang &#8211; Artstation</a></p></div></p>
<p>Outra dica é buscar nomes que tenham haver com a sonoridade das letras. Quer um exemplo? Para personagens com muita força de vontade e teimosia, sons fortes como “K” e “P” funcionarão muito bem. Por outro lado, para um personagem mais tímido ou vaidoso, sons mais suaves como &#8220;F&#8221; e &#8220;S&#8221; se sairiam melhor.</p>
<p>Alguns nomes também trazem consigo <strong>significados e analogias</strong>, o que nos ajuda a completar a primeira dica sobre <strong>Conceito e Origem</strong>. Pode até parecer piada, mas sabe aqueles livros com nomes para bebês? Pois é, eles são ótimas referências para isso, ou até mesmo esses sites com o <a href="https://www.significadodonome.com/marcelo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>significado dos nomes</strong></a>. Faça uma pesquisa rápida para alguns nomes que você já tem em mente e veja quais os significados que eles trazem. Se eles se aproximarem da ideia original que você tinha para o seu personagem, já é meio caminho andado.</p>
<h2>Conhecimento e Fama</h2>
<p><div id="attachment_2002" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2002 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-john-connor.jpg" alt="John Connor" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-john-connor.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-john-connor-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Cuidado ao usar referências famosas. | Fonte: Pinterest</p></div></p>
<p>Uma vez usei o nome <strong>Connor</strong> para um personagem em uma <strong><a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/">aventura de ação</a></strong> moderna. Se arrependimento matasse, definitivamente estaria <em>morto e enterrado</em>, como diz o ditado. A primeira vista, nomes famosos podem ser uma boa opção para dar um toque especial para o seu personagem. Porém, tome cuidado para não criar confusão ou ficar frustrado quando as comparações aparecerem.</p>
<p>No meu caso, sempre que meu personagem conhecia alguém, o mestre fazia questão de soltar alguma frase sobre o <strong>Exterminador do Futuro</strong>: &#8220;<em>Você não é aquele cara famoso daquele filme?</em>&#8221; ou &#8220;<em>Esse não era o sobrenome daquela mulher que lutava contra as máquinas?</em>&#8221; e por aí vai, ou melhor, foi.</p>
<p>No caso de nomes para fantasia medieval, creio que o problema seja mais brando. Afinal, existem dezenas de livros com esse tema e mais de um número sem fim de personagens. Combinar um ou dois nomes &#8220;conhecidos&#8221; podem dar um toque especial ao seu personagem, desde que sejam respeitados os conceitos e origens do mesmo.</p>
<h2>O Famoso Xightzthorllignatrrr</h2>
<p><div id="attachment_599" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-599 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft.jpg" alt="As melhores obras de H. P. Lovecraft" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p class="wp-caption-text">Lovecraft deu nome a criatura mais impronunciável de todos os tempos. Fonte: Reprodução.</p></div></p>
<p>Em alguma edição antiga da <strong><a href="https://apoia.se/dragaobrasil" target="_blank" rel="noopener">Dragão Brasil</a></strong>, um dos editores (Marcelo Cassaro ou J.M. Trevisan, agora não me lembro) usava uma técnica que consistia em, digitar aleatoriamente no teclado e depois, acrescentar algumas vogais as letras digitadas. Com isso criava-se um nome novo, exótico e ao mesmo tempo único.</p>
<p>OK, também acho essa &#8220;técnica&#8221; válida. Contudo, de nada adianta você ter aquele nome super descolado que ninguém, nem mesmo você, consegue pronunciar direito ou é muito difícil de guardar. O primeiro exemplo que me vem à cabeça é <strong>Cthulhu</strong>. Com certeza você já leu esse nome em algum lugar e também já viu ao menos umas 3 maneiras diferentes de se pronunciar. Se não fosse pelo <strong><a href="https://amzn.to/2p1OIhG" target="_blank" rel="noopener">conjunto da obra de H. P. Lovecraft</a></strong>, não tenho certeza se o nome do <strong>Grande Antigo</strong> mais famoso teria sobrevivido ao tempo.</p>
<h2>E se tudo mais falhar</h2>
<p><div id="attachment_2004" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2004 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-commander-sendak.jpg" alt="Comandante Sendak" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-commander-sendak.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-commander-sendak-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sendak, um dos nomes típicos dos Galras. Fonte: Netflix</p></div></p>
<p>Sempre existe o jeito mais fácil de descolar um nome legal, usar um <strong>gerador de nomes</strong>. Existem vários geradores por aí, basta uma rápida busca no Google para encontrar alguns. Talvez o mais famoso seja o <strong><a href="http://www.fantasynamegenerators.com/" target="_blank" rel="noopener">Fantasy Name Generators</a></strong>. Nesse cara aí você encontra de tudo um pouco, e quando eu digo de tudo, é tudo mesmo.</p>
<p>Tem nomes em <strong>Na&#8217;vi</strong>, do filme Avatar, do game <strong>Halo</strong> do Xbox e até nomes baseados no novo desenho do <strong>Voltron</strong> da Netflix. Quer nomes para sua aventura de fantasia medieval, moderna, de ficção científica ou cyberpunk, você vai encontrar inspiração lá, basta fazer uma busca e ter paciência para encontrar o nome perfeito.</p>
<p>E lembre-se de que um nome é muito mais do que um amontoado de letras (e números). Ele deve carregar consigo todo o significado e origem daquele personagem, deve ser fácil de ser lembrado, pronunciado e escrito. Se você conseguir atender a esses requisitos, terá um personagem memorável, pelo menos no nome.</p>
<p>Abraço e até a próxima.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diga-meu-nome-como-escolher-um-bom-nome-para-o-seu-personagem/">Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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