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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>Além do Estereótipo &#8211; Bardos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 17:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Seguindo a nossa série de posts Além do Estereótipo, iniciada com um post sobre Bárbaros e que você pode conferir aqui, vamos dar uma olhada nos Bardos. Não são exatamente a classe mais popular de D&#38;D (ou similares), mas a classe tem despertado a atenção de muitos jogadores (principalmente os mais novos) [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/alem-do-estereotipo-bardos/">Além do Estereótipo &#8211; Bardos</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Seguindo a nossa série de posts <strong>Além do Estereótipo, </strong>iniciada com um post sobre Bárbaros e <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/alem-do-estereotipo-barbaros/"><strong>que você pode conferir aqui</strong></a>, vamos dar uma olhada nos Bardos. Não são exatamente a classe mais popular de D&amp;D (ou similares), mas a classe tem despertado a atenção de muitos jogadores (principalmente os mais novos) devido ao personagem Jaskier/Dandelion, da série <a href="https://amzn.to/3tju0M0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>The Witcher</strong></a>, disponível na Netflix.</p>
<p>Além disso, Bardos tem um estereótipo muito comum em mesas de RPG e nos grupos de Facebook sobre o nosso hobby: o Bardo sedutor.</p>
<p>Sim, com certeza você já viu isso por aí. Lendas sobre o Bardo do grupo seduzindo o dragão (e qualquer um ou qualquer coisa que interaja com o grupo) e coisas assim.</p>
<p>O Bardo é muito mais do que um tocador de instrumentos também. Um Bardo pode acompanhar uma companhia de teatro, ser um contador de histórias, o &#8220;bobo da corte&#8221;, um conselheiro da realeza (e/ou um conspirador infiltrado).</p>
<p>Deixando claro que cada um joga da maneira que preferir, mas aqui no <strong>UniversoRPG</strong> estamos sempre buscando (e mostrando) opções que vão além do óbvio para que você fuja do feijão-com-arroz em suas sessões e surpreenda o mestre (ou os jogadores) com personagens únicos.</p>
<p>Vejamos um pouco do Bardo ao longo das edições de D&amp;D.</p>
<div id="attachment_3501" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-3501 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-jaskier-the-witcher.jpeg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-jaskier-the-witcher.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-jaskier-the-witcher-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Jaskier, o clássico Bardo sedutor (ou não). | Fonte: Netflix</p></div>
<h2>D&amp;D</h2>
<p>A primeira aparição do bardo como classe de personagem em D&amp;D foi ainda na primeira edição do jogo, como classe opcional, em uma edição da revista <strong>The Strategic Review</strong> (na verdade pouco mais que um fanzine), uma publicação mensal da finada <strong>TSR</strong> (para quem não sabe, a editora original de D&amp;D) que seria sucedida pela clássica revista <strong>Dragon</strong>.</p>
<p>Nessa primeira aparição, ainda em fevereiro de 1976, o Bardo já era considerado um &#8220;<em>Jack of all trades</em>&#8221; (ou &#8220;Pau para toda obra&#8221; em uma tradução para lá de livre), e já tinha seus poderes básicos, inclusive o de <strong>Encantar Pessoas</strong>, que culminou com a atual fama da classe de seduzir até estátuas de pedra.</p>
<p>Uma coisa muito legal nessas edições mais antigas de D&amp;D é que os personagens tinham títulos conforme sua classe e nível. O Bardo de nível 1, por exemplo, era chamado de <strong>Rhymer</strong> (Rimador), enquanto o de nível 10 era chamado de <strong>Lore Master</strong> (Mestre do Conhecimento). Obviamente o uso não era obrigatório, mas era uma maneira interessante de um personagem se apresentar e dar indício do quão experiente ou poderoso ele era sem recorrer a números que só fazem sentido em off-game (fica esse dica para você implementar em sua mesa de jogo).</p>
<h2></h2>
<h2>AD&amp;D 1ª Edição</h2>
<p>Na primeira edição de <strong>Advanced Dungeons &amp; Dragons</strong> o Bardo também não estava entre as classes básicas, mas era possível tornar-se um através do cumprimento de complicados pré-requisitos: evoluir alguns níveis como Guerreiro, depois alguns como Ladino e, finalmente, como Clérigo (sob tutela de um druida. Sim, era bem maluco).</p>
<p>Essa versão do Bardo era bem pouco parecida com o clássico menestrel que vemos em outras edições do jogo, e se aproximava muito mais de um sábio &#8220;selvagem&#8221;, quase um druida detentor de conhecimento mágico e ancestral. Definitivamente um ponto fora da curva na evolução da classe.</p>
<h2></h2>
<h2>AD&amp;D 2ª Edição</h2>
<p>Na provavelmente versão mais clássica do RPG criado por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dungeons_%26_Dragons#Hist%C3%B3ria_do_jogo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Arneson</strong></a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dungeons_%26_Dragons#Hist%C3%B3ria_do_jogo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Gygax</strong></a>, o Bardo já aparecia entre as classes básicas e se tratava de um personagem bastante versátil. Alguma competência em combate, algumas habilidades de Ladino e acesso limitado a magias arcanas (além da habilidade de Encantar Pessoas). Uma escolha estrategicamente interessante em grupos com poucos personagens, de forma a ter acesso a um rol maior de habilidades. Inclusive a capacidade de identificar itens mágicos era, por vezes, muito útil.</p>
<p>O maior problema aqui eram os elevados pré-requisitos de classe, Des 12+, Int 12+ e Car 15+, em uma época na qual dificilmente um jogador &#8220;desperdiçaria&#8221; um alto valor de habilidade em Carisma.</p>
<div id="attachment_3503" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3503 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-na-taverna.jpeg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-na-taverna.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-na-taverna-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O melhor local para se encontrar um Bardo, tavernas. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<h2></h2>
<h2>D&amp;D 3/3.5 e posteriores</h2>
<p>A partir das 3ª edição de D&amp;D o Bardo consolidou a posição como classe versátil, com algumas habilidades de Ladino, mas mais focada em interações sociais (mais uma pedra que ajudou a construir a fama de seduzir até uma árvore&#8230;). O Bardo se diferencia cada vez mais de um tipo de &#8220;ladrão&#8221; e oferece recursos bem interessantes nas mãos de bons jogadores e mestres, muito além clássico do Bardo da taverna, que cantava sobre lendas que faziam os heróis irem em busca de aventuras.</p>
<h2></h2>
<h2>Habilidades sociais e versatilidade</h2>
<p>O foco do Bardo em habilidades sociais o torna uma classe muito mais interessante em aventuras urbanas e repletas de intriga e mistério do que em um <em>Dungeon Crawling</em> clássico. Aqui cabe uma observação, o <em>Dungeon Crawling</em> pode ser um excelente incentivo ao bardo estereotipado e caricato mencionado lá em cima, já que nessa situação, suas habilidades de sedução poderão ter pouca (ou quase nenhuma) utilidade.</p>
<p>Ainda sobre as habilidades sociais, elas permitem ao personagem manipular NPCs (não somente através de magia), obter informações (seja no submundo, seja fazendo uma verdadeira engenharia social).</p>
<p>Identificar itens mágicos agora é uma magia (em edições anteriores chegou a ser uma habilidade especial), e sua utilidade é um pouco menor na 5ª edição (já que quem faz sintonia com o item mágico consegue deduzir suas propriedades), mas ainda assim pode acelerar um pouco as coisas nessa hora.</p>
<p>O Bardo também pode agir como um conselheiro do grupo. Aliás, sabe o estereótipo do &#8220;sábio da aldeia&#8221;? Na edição 3/3.5 havia a classe &#8220;Especialista&#8221;, que servia bem a esse propósito. Já na 5ª edição não temos algo parecido, de forma que o Bardo se mostra mais adequado.</p>
<p>Esse conhecimento amplo também coloca a classe como um explorador/estudioso perfeito. Que tal um equivalente a &#8220;arqueólogo&#8221; na mesa de D&amp;D? Alguém buscando conhecimento de civilizações antigas e perdidas? Tendemos a pensar nisso como um mago mas, de novo, o Bardo se mostra mais adequado a esse papel, pois o foco do estudo de magia é bem diferente. Talvez esse sábio seja um bardo já aposentado de aventuras, que viu muita coisa, e agora quer sossegar (um pouco de mau humor pode ser um tempero interessante).</p>
<div id="attachment_3507" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="img-responsive wp-image-3507 size-full" title="Além do Estereótipo – Bardos, os diferentes tipos e estilos" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-diferentes-estilos.jpg" alt="Além do Estereótipo – Bardos, os diferentes tipos e estilos" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-diferentes-estilos.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-diferentes-estilos-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Diferentes estilos e propósitos diferentes. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>E o Bardo espião? Com seu acesso a magias se torna um espião muito mais interessante e eficaz do que um Ladino seria. Obtendo informações na corte de um reino rival/inimigo, disfarçado. E frisando que na vida real espiões são muito diferentes de James Bond. Sua rotina é discreta, e procuram passar tão despercebidos quanto possível (em tempo: uma das minhas histórias de espionagem reais preferidas é a do <a href="http://netleland.net/tecnologia/uma-copiadora-a-servico-da-guerra-fria.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>espião disfarçado de técnico da Xerox</strong></a>. Ia uma vez por semana na embaixada fazer a manutenção da máquina e trocar o filme da câmera oculta que fotografava TODOS os documentos fotocopiados&#8230;.).</p>
<p>Também não há necessidade de o personagem ser um especialista em música. Que tal um Bardo poeta? E quer adicionar uma camada de exclusividade a mais? Faça-o surdo (converse com o mestre sobre as implicações e possíveis compensações. Saber ler lábios pode ser uma habilidade muito útil&#8230;.).</p>
<p>E o trabalho com as diferentes raças disponíveis? É muito raro ver um Bardo que não seja humano, elfo ou meio-elfo, mas música é algo universal. Todas as civilizações na nossa história desenvolveram música de alguma forma. E antes mesmo de termos civilização propriamente dita, hominídeos primitivos faziam flautas (igualmente primitivas) com ossos de animais. Que tal um meio-orc especialista em tambores de guerra? Ou um anão Bardo que usa kilt e é extremamente orgulhoso de seu clã? Já temos um colorido a mais.</p>
<p>E mesmo fazendo o Bardo clássico, que toca habilmente seu alaúde para inspirar os companheiros em batalha, você pode trabalhar a aparência do personagem, afastando-o das roupas espalhafatosas e chapéu com penacho. Que tal uma armadura negra, um alaúde invocado ou alguns efeitos especiais?</p>
<div id="attachment_3504" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3504 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-mad-max.jpeg" alt="The Doof Warrior em Mad Max: Estrada da Fúria" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-mad-max.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-mad-max-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">The Doof Warrior e sua guitarra lança-chamas (que funciona de verdade). | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>No fim das contas o Bardo é uma classe bastante versátil e com excelente potencial de diversão especialmente em mesas voltadas mais para a interpretação. Nas mãos de um jogador empolgado a mesa vai se lembrar do Bardo durante anos. Novamente, ninguém vai te impedir de fazer o Bardo sedutor, mas se você acha que essa é a única opção para a classe, pode estar perdendo bastante diversão.</p>
<h2></h2>
<h2>Bardos não óbvios na fantasia e ficção</h2>
<p>Separei uma pequena lista para que você possa ver (ou rever) certos personagens sob outra ótica.</p>
<h3>Língua-de-Cobra (<a href="https://amzn.to/3IX0ZLH" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Senhor dos Anéis</a>)</h3>
<div id="attachment_3510" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3510 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-grima-lingua-de-cobra.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-grima-lingua-de-cobra.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-grima-lingua-de-cobra-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Tá aí um Bardo pouco convencional (polêmica#01). | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Sim, seria a classe mais adequada para uma adaptação desse personagem para D&amp;D. Está tudo lá, inclusive: acesso limitado a magias, habilidades sociais para manipulação.</p>
<h3>Elrond (<a href="https://amzn.to/3IX0ZLH" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Senhor dos Anéis</a>)</h3>
<div id="attachment_3508" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3508 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-elrond-senhor-dos-aneis.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-elrond-senhor-dos-aneis.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-elrond-senhor-dos-aneis-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Bardo do conhecimento e agente da Matrix (polêmica#02). | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Por algum motivo poucos associam Elrond a um Bardo, mesmo ele sendo provavelmente o mais próximo do Bardo clássico presente nessa lista. Enorme conhecimento geral? Sim. Acesso a magia? Também. Alguma habilidade em combate? Pode apostar. Elrond certamente seria um Bardo voltado ao conhecimento.</p>
<h3>Tyrion Lannister (<a href="https://amzn.to/3t0XsGD" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Game of Thrones</a>)</h3>
<div id="attachment_3516" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3516 size-full" title="Tyrion Lannister, de Game of Thrones" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-tyrion-lannister-game-of-thrones.jpg" alt="Tyrion Lannister, de Game of Thrones" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-tyrion-lannister-game-of-thrones.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-tyrion-lannister-game-of-thrones-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um Bardo &#8220;modafoka&#8221;. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p><em>&#8220;Eu bebo e sei coisas&#8221;</em>. Conhecimento geral é uma das bases da classe, e Tyrion tinha de sobra. Aliás, sua capacidade de manipulação beirava o ridículo, tendo conseguido coroar o Rei com aqueles argumentos estapafúrdios do último episódio.</p>
<h3>O Charada (<a href="https://amzn.to/3hYXQiC" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trocentos quadrinhos do Batman</a>)</h3>
<div id="attachment_3506" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3506 size-full" title="O Charada, do Batman, interpretado pelo Jim Carrey" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-charada-batman-jim-carrey.jpg" alt="O Charada, do Batman, interpretado pelo Jim Carrey" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-charada-batman-jim-carrey.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-charada-batman-jim-carrey-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sem dúvidas o melhor Charada de todos os tempos (ou não). | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>Sim. Um dos inimigos do homem-morcego, e que tenta sempre desafiá-lo intelectualmente ao invés de entrar em combate direto, pode perfeitamente se enquadrar na classe Bardo. Uma adaptação dele para D&amp;D, por sinal, não seria mecanicamente difícil, mas exigiria bastante do mestre ao elaborar os Enigmas (se não houverem fãs assíduos do Batman na mesa, você pode surrupiar um ou outro <a href="https://www.pensador.com/autor/edward_nygma_charada_gotham/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>enigma diretamente dos quadrinhos</strong></a>).</p>
<h3>O Rei dos Goblins (<a href="https://amzn.to/37nCZUb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Labirinto: A Magia do Tempo</a>)</h3>
<div id="attachment_3512" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3512 size-full" title="David Bowie, o Bardo e Rei dos Goblins, em o Labirinto" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-labirinto-david-bowie.jpg" alt="David Bowie, o Bardo e Rei dos Goblins, em o Labirinto" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-labirinto-david-bowie.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-labirinto-david-bowie-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Além de Rei ele também é Bardo nas horas vagas. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Brilhantemente interpretado por <a href="https://amzn.to/3I2U5Dx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>David Bowie</strong></a> nesse clássico dos anos 80 (que também foi o filme de estreia da belíssima Jennifer Connely) é um excelente exemplo de Bardo com tendência não usual (provavelmente maligno e neutro ou maligno e ordeiro), com habilidades de canto, dança e prestidigitação, além do acesso a magia e altíssimo carisma (se bem que até um saco de batatas, se interpretado por David Bowie, seria carismático). O filme é bem datado, principalmente em efeitos visuais, mas fica a dica para assistir.</p>
<h3>El Mariachi (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trilogia_Mariachi">Trilogia Mariachi</a>)</h3>
<div id="attachment_3509" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3509 size-full" title="Era uma vez no México, um clássico da Sessão da Tarde" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-era-uma-vez-no-mexico.jpg" alt="Era uma vez no México, um clássico da Sessão da Tarde" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-era-uma-vez-no-mexico.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-era-uma-vez-no-mexico-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Era uma vez no México, um clássico da Sessão da Tarde. | Fonte: Amazon Prime Video.</p></div>
<p>Não entra exatamente como um Bardo não óbvio, mas foge um tanto do estereótipo. Carregando um porta-violão cujo conteúdo não é um violão. Sabe utilizar diversas armas e sim, tem aquela pegada sedutora (olhos do autor revirando nesse momento).</p>
<h3>Star Lord/Senhor das Estrelas (<a href="https://amzn.to/3MDI62H" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Marvel</a>)</h3>
<div id="attachment_3515" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3515 size-full" title="Peter Quill, o Star Lord e sua habilidade para encrencas." src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-star-lord-guardioes-da-galaxia.jpg" alt="Peter Quill, o Star Lord e sua habilidade para encrencas." width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-star-lord-guardioes-da-galaxia.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-alem-do-estereotipo-bardos-star-lord-guardioes-da-galaxia-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Nem só de RPG vivem os Bardos. | Fonte: YouTube.</p></div>
<p>E não é que até no MCU temos um Bardo? Sim, sabemos que o Senhor das Estrelas existia nos quadrinhos muito antes de fazer sucesso ao som da <em>mixtape Awesome Mix Vol. 1</em>, mas foi depois do filme que o personagem alcançou enorme popularidade. Peter Quill não sabe tocar nenhum instrumento, mas sabe dançar. E uma de suas habilidades é o Conhecimento Universal (amplo conhecimento sobre as mais variadas sociedades alienígenas). Além disso sabe atirar bem, pilotar bem, e se vira em combate corpo-a-corpo. Definitivamente, um Bardo.</p>
<h2>Personagem Pronto</h2>
<p>E pra fechar com chave de ouro, depois de todo esse discurso sobre fugir do estereotipo, fiquem com dois personagens criados com as dicas deste artigo, prontinhos para usar na sua sessão. Eles foram feitos pensando na ambientação de <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/averum-seu-cenario-de-rpg-medieval-pos-apocaliptico/"><strong>Averum</strong></a>, mas podem ser usados em qualquer cenário de D&amp;D.</p>
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-3518 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-lerissa.jpg" alt="" width="220" height="220" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-lerissa.jpg 220w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-lerissa-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px" />Lerissa, a barda das sombras</h3>
<p>Lerissa, nossa Barda do Colégio dos Sussurros (3lvl). Lerissa é uma tiferina filha de pai tiferino e mãe diaba. Para sua construção, usamos o suplemento <a href="https://amzn.to/3qeeQGh" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Guia de Xanathar sobre todas as Coisas</strong></a>, mostrando como podemos aproveitar as novas opções disponíveis em suplementos.</p>
<p><a href="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/ficha_barda_tiferina_3lvl_lerissa_dnd5e.pdf">[<strong>Ficha para Download]</strong></a></p>
<hr />
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-3519 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-brottor-weisegeist.jpg" alt="" width="220" height="220" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-brottor-weisegeist.jpg 220w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-brottor-weisegeist-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px" />Brottor Weisegeist, o sábio local da vila</h3>
<p>Brottor Weisegeist, bardo Anão já aposentado de aventuras. Brottor foi construído usando apenas o Livro do Jogador, mostrando que sim, é possível fugir do estereótipo apenas com os materiais básicos.</p>
<p><a href="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/ficha_bardo_anao_3lvl_brottor_weisegeist_dnd5e.pdf"><strong>[Ficha para Download]</strong></a></p>
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		<title>Além do Estereótipo &#8211; Bárbaros</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2021 02:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Todos sabemos o que é um estereótipo, certo? Uma ideia preconcebida sobre alguém ou sobre algo que vem de generalizações sobre esse objeto ou sujeito (muitas vezes resultando no que chamamos de preconceito, mas não é esse o ponto do artigo). Uma coisa muito comum em jogos de RPG são as classes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Todos sabemos o que é um estereótipo, certo? Uma ideia preconcebida sobre alguém ou sobre algo que vem de generalizações sobre esse objeto ou sujeito (muitas vezes resultando no que chamamos de preconceito, mas não é esse o ponto do artigo).</p>
<p>Uma coisa muito comum em jogos de RPG são as classes de personagem. Nem sempre elas recebem esse nome. Em &#8220;Chamado de Cthulhu&#8221;, por exemplo, temos as Ocupações que, no fundo, são meio que a mesma coisa. O ponto é:  as classes de personagem definem o que o seu personagem faz.</p>
<p>Em D&amp;D, de longe o RPG mais famoso do mundo, as classes básicas são Bárbaro, Bardo, Bruxo, Guerreiro, Clérigo, Druida, Feiticeiro, Ladino, Mago, Monge, Paladino e Patrulheiro.</p>
<p>Para cada uma dessas classes existe um estereótipo, que parece &#8220;agarrado&#8221; na mente das pessoas. Em alguns casos é mais fraco, como por exemplo o Bruxo, onde a diferença entre ele, o Feiticeiro e o Mago está longe de ser óbvia para quem está tendo contato com o jogo pela primeira vez.Porém, em outros casos o estereótipo é mais forte, mais &#8220;evidente&#8221; ou mais simples de visualizar e entender, como o Guerreiro, ainda que com ressalvas. Porém, provavelmente nenhum estereótipo é tão forte quando o do Bárbaro, normalmente sendo tratado como sinônimo de &#8220;burro&#8221;.</p>
<h2>Os bárbaros da história</h2>
<p>Antes de seguir com a classe de D&amp;D vamos dar uma checada no bárbaro histórico. Quem eram esses caras?</p>
<p>O termo &#8220;Bárbaro&#8221; tem origem grega, e era usado para definir povos que falavam idiomas ininteligíveis para os povos helênicos/homéricos (uma maneira mais correta de se referir aos &#8220;antigos gregos&#8221;, já que a Grécia &#8211; como um território unificado &#8211; só passou a existir a partir de 1832). Diz-se que a origem do termo vem justamente do fato de esses idiomas estrangeiros soarem como &#8220;<em>bar bar bar</em>&#8221; para esses povos (nunca consegui uma comprovação dessa anedota, entretanto).</p>
<div id="attachment_3409" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3409 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-povos-barbaros.jpeg" alt="Os povos Bárbaros" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-povos-barbaros.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-povos-barbaros-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Os romanos tinham uma visão muito peculiar sobre os demais povos. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Com o passar do tempo &#8220;Bárbaro&#8221; virou sinônimo de &#8220;estrangeiro&#8221;, e havia uma certa carga de preconceito/xenofobia no uso da palavra. O conceito foi posteriormente absorvido pelos romanos, e passou a se referir a qualquer povo que não praticasse a cultura greco-romana.</p>
<p>Notem que nada disso indica que um povo bárbaro era necessariamente iletrado, muito embora a maior parte deles não tenha chegado a desenvolver um alfabeto nos mesmo moldes que usamos no mundo ocidental. Desenvolveram, no máximo, &#8220;proto-alfabetos&#8221;, como as runas vikings, que transmitiam conceitos e avisos, mas eram insuficientes para coisa mais complexas (como um livro, por exemplo).</p>
<p>Nessa categoria podemos incluir os próprios vikings (povos nórdicos), os povos germânicos (Vândalos, Godos, Visigodos, etc&#8230;), mongóis (hunos) e muitos outros. Notem que, mesmo sem um alfabeto, haviam culturas complexas, com direito a mitologias bem desenvolvidas.</p>
<h2>Quadrinhos, TV e Filmes</h2>
<p>Com o passar das décadas a cultura pop &#8211; especialmente quadrinhos e, posteriormente, o cinema &#8211; nos brindou com dezenas de personagens com o conceito de Bárbaro. O mais clássico deles talvez seja o cimério Conan, também conhecido como Conan, o Bárbaro. Criação de Robert E. Howard e eternizado nos cinemas pelo nosso querido Arnold Schwarzenegger.</p>
<p>Mas podemos incluir nessa lista outros nomes como Wolff (de Esteban Maroto, para a revista Dracula), Sláine (Pat Mills e Angela Kincaid, para 2000 AD), Brakan (do brasileiro Mozart Couto, para a revista também chamada de Brakan) e outros.</p>
<p>Além desses temos o muito mais que clássico <strong>&#8220;</strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Groo_the_Wanderer" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Groo, o Errante</strong></a>&#8220;, a brilhante paródia do Conan criada por <a href="https://amzn.to/2Y8shwh" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Sergio Aragonés</strong></a> e que teve alguns números publicados em português (se tiverem a oportunidade de ler, seja em encontrando em algum sebo ou por outras fontes, vão fundo! Não vão se arrepender!).</p>
<div id="attachment_3388" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3388 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Groo-Marvel-Pinterest-e1629750036362.jpg" alt="Groo, o Errante" width="450" height="690" /><p class="wp-caption-text">O sensacional &#8220;Groo, o Errante&#8221;. Fonte: Wikipedia</p></div>
<p>No cinema e na TV a lista é ainda mais longa. Muita gente assistia no SBT o desenho &#8220;<strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0181262/?ref_=ext_shr_lnk">Thundarr, o Bárbaro</a></strong>&#8221; (que aliás daria uma bela adaptação para D&amp;D&#8230; vamos pensar a respeito). Nos filmes tivemos &#8220;<strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0119484/?ref_=ext_shr_lnk" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Kull, O Conquistador</a></strong>&#8221; (baseado no personagem de Robert E. Howard, que terminou sendo uma espécie de &#8220;rascunho&#8221; para o Conan, criação seguinte do autor) e as <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0087078/?ref_=ext_shr_lnk" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diversas</a> <a href="https://www.imdb.com/title/tt0816462/?ref_=ext_shr_lnk">adaptações</a></strong> do próprio <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0082198/?ref_=ext_shr_lnk">Conan</a> </strong>para o cinema. &#8220;<strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0120657/?ref_=ext_shr_lnk">O 13° Guerreiro</a></strong>&#8221; (1999, com o astro Antonio Banderas) e o obscuro &#8220;<strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0092615/?ref_=ext_shr_lnk">Os Bárbaros</a></strong>&#8221; (1987) ajudam a encorpar a lista.</p>
<h2>RPGs</h2>
<p>Focando em Dungeons&amp;Dragons a classe bárbaro apareceu pela primeira vez na revista Dragon n° 63 (julho/82) como uma classe opcional para AD&amp;D 1ª Edição. Em AD&amp;D 2ª Edição apareceu como um kit no suplemento &#8220;<em>The Complete Fighter´s Handbook</em>&#8221; e depois como classe básica no &#8220;<em>The Complete Barbarians´ Handbook</em>&#8220;. A partir da 3ª edição foi uma classe disponível já nos livros básicos.</p>
<p>O ponto é que a esmagadora maioria dos jogadores enxerga o Bárbaro como nada além de um guerreiro grande, forte e, na maioria das vezes, com baixa inteligência.</p>
<p>Embora às vezes divertido, esse conceito, como generalização não poderia estar mais errado.</p>
<div id="attachment_3406" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3406 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-barbaros-vikings.jpeg" alt="Assassins Creed Valhalla" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-barbaros-vikings.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-barbaros-vikings-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Com essa pose, pode até parecer um bárbaro. | Fonte: Ubisoft</p></div>
<p>Como citado mais acima, os povos chamados de &#8220;Bárbaros&#8221; tinham culturas complexas, muito embora a ausência de registros escritos feitos pelos próprios nos tenha deixado poucas pistas sobre os detalhes dessas culturas.</p>
<p>Oras, um dos principais fatores da queda do poderoso Império Romano foi exatamente o conjunto de invasões bárbaras. Será que o exército mais organizado e poderoso de sua época foi derrotado apenas por um bando de &#8220;idiotas&#8221;? Certamente não. Os povos bárbaros aprenderam a superar as táticas sofisticadas das Legiões Romanas e, assim, derrotá-las (sim, houve outros fatores para a decadência de Roma, mas o objetivo aqui não é tecer uma tese sobre tudo o que levou o Império ao seu fim).</p>
<p>Adicionalmente, <strong><a href="https://www.nationalgeographic.com/history/article/160331-viking-discovery-north-america-canada-archaeology" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vikings visitaram o continente americano séculos antes das Grandes Navegações</a></strong>, usando <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dracar" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Drakkars</a>.</strong> Eles tinham técnicas de navegação sofisticadas e eficientes. Simplesmente não dá para chamar essas pessoas de &#8220;um povo burro&#8221;.</p>
<p>Dentro das próprias ambientações oficiais de D&amp;D (e seus predecessores) o conceito do bárbaro burro é negado. Em Dragonlance (cujos romances foram publicados pela Devir anos atrás, e recentemente foram <strong><a href="https://amzn.to/2UUuqu9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relançados com uma nova tradução pela Editora Jambô</a></strong>) temos Lua Dourada e Ventania. Esse último é um bárbaro &#8220;puro&#8221; e Lua Dourada, embora a rigor seja uma clériga, vem de um povo bárbaro.</p>
<div id="attachment_3389" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3389 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/riverwindandgoldmoon_featured-e1629751075246.jpg" alt="Ventania e Lua Dourada. Créditos: Wizards of the Coast" width="750" height="450" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/riverwindandgoldmoon_featured-e1629751075246.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/riverwindandgoldmoon_featured-e1629751075246-300x180.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Ventania e Lua Dourada. Créditos: Wizards of the Coast</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Não se prenda ao padrão</h2>
<p>Não nenhuma regra que diga como você deve interpretar o seu personagem. Portanto, o seu bárbaro não precisa, de forma alguma, ser apenas um lutador nato, extremamente forte e com limitações intelectuais (leia-se: tapado). Por isso, aqui vão algumas dicas de como fugir da tradicional &#8220;máquina-de-combate-sem-inteligência&#8221;.</p>
<p>Ele pode muito bem ser um guerreiro altivo e orgulhoso, conhecedor de táticas de combate, especialmente de guerrilha. Ele pode ser o líder ou o representante máximo de uma tribo distante e que está em busca de conhecer outros povos e suas táticas de combate. Ou seja, ele ainda continua sendo muito bom no que faz, mas sua motivação vai além do simples combate.</p>
<p>Outra possiblidade, o bárbaro que conhece muito bem as leis da natureza de um determinado local ou região. Isso o torna um especialista sobre as lendas &#8220;xamânicas&#8221; de seu povo, sem precisar ser um xamã propriamente dito. Conforme mencionei antes, muitos povos considerados bárbaros não chegaram a desenvolver um idioma escrito. Logo, suas tradições precisam ser transmitidas de forma oral e guardadas na memória. Um bom ouvinte de uma tribo bárbara seria quase uma enciclopédia da cultura de seu povo.</p>
<div id="attachment_3407" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3407 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-barbaros-conan-frazetta.jpeg" alt="Conan de Frank Frazetta" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-barbaros-conan-frazetta.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/img-barbaros-conan-frazetta-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Fuja do estereótipo padrão. Até mesmo o Conan já atuou como ladrão em suas aventuras. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Seu personagem pode ser o representante legal de uma civilização inteira e que vive isolada das demais (você pode definir os motivos do isolamento mais tarde). Contudo, algo fez com sua civilização precisasse interagir com as demais e agora, você foi escolhido como um emissário do seu povo. Como complemento a esse background, seu personagem poderia ser alfabetizado e versado em mais de um idioma, algo incomum para personagens bárbaros. Além disso (e com a permissão do mestre), ele poderia ter uma ou duas perícias diferentes, mas que representassem essa preparação para viajar pelo mundo.</p>
<p>Como você pode ver, seu bárbaro não precisa ser o alívio cômico do grupo e nem o personagem sem noção que sai chutando a porta em momentos nos quais discrição é fundamental. Com um pouco de trabalho e paciência, você pode construir algo fora do estereótipo padrão.</p>
<p>E claro que, se você quiser, o seu personagem pode continuar sendo o oposto de tudo isso que falamos. Afinal de contas, ele é seu e a proposta é sempre se divertir. Apenas tenha consciência de que esse &#8220;modelo pronto de personagem&#8221; está muito longe de ser a única opção. E, da próxima vez que construir um bárbaro, tente fugir do estereótipo. Pode ser bem divertido interpretar o personagem confuso com os costumes da cidade grande, e ainda mais divertido interpretá-lo como alguém que conhece os segredos das terras selvagens do seu mundo de jogo.</p>
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		<title>Multiclasse em D&#038;D 5ª Edição</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2020 21:48:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Há alguns anos, quando migrei da 3ª para a 5ª edição de D&#38;D a comparação de regras foi inevitável. E uma das que mais incomodou (já naquela época) foi a de multiclasse. E eis que há poucos dias resolvi publicar um pergunta em um grande grupo do Facebook dedicado à 5ª edição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Há alguns anos, quando migrei da 3ª para a 5ª edição de D&amp;D a comparação de regras foi inevitável. E uma das que mais incomodou (já naquela época) foi a de multiclasse. E eis que há poucos dias resolvi publicar um pergunta em um grande grupo do Facebook dedicado à 5ª edição em português:</p>
<p><em>&#8220;Vocês usam a regra como está no Livro do Jogador? Ou tornam o multiclasse mais acessível de alguma forma?&#8221;.</em></p>
<p>As respostas foram bem interessantes, mas antes de chegar nelas, vamos fazer um review de como o multiclasse funcionava nas edições mais antigas:</p>
<h2>D&amp;D</h2>
<p>Não existia. Simples assim. Nem se falava nesse conceito. Na verdade, o D&amp;D original tinha &#8220;classe&#8221; e &#8220;raça&#8221; como um conceito único. Ou você era um elfo ou era um mago (humano). Ou jogava como anão ou como guerreiro (humano). Nem há muito sobre o que falar aqui, já que simplesmente não era permitido ter níveis em mais de uma classe diferente.</p>
<h2>AD&amp;D (1ª e 2ª edições)</h2>
<p>Aqui as coisas começa a ficar meio malucas. Já existe a distinção entre classes e raças (ou seja, você joga com um humano mago, halfling ladino e etc&#8230;), mas as combinações são limitadas. Todas as classes estão disponíveis para humanos, muitas para meio-elfos, e apenas algumas para elfos, anões, halflings e gnomos.</p>
<p>E havia dois conceitos diferentes: Dupla-classe (dual-class), que se aplicava exclusivamente a humanos, e multi-classe (multi-class), disponível apenas para outras raças (chamadas, então, de semi-humanos.)</p>
<div id="attachment_3167" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3167 size-full" title="Personagens em AD&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Na segunda edição, jogar de Mago era complicado. | Fonte: Wikipedia.</p></div>
<p>As opções multi-classe eram limitadas por raça também, e precisavam ser escolhidas no momento da criação do personagem, e a evolução se dava em todas as classes em paralelo.</p>
<p>Por exemplo, você poderia escolher jogar com um meio-elfo mago/guerreiro/ladino (uma das opções disponíveis),mas essa decisão precisava ser tomada na criação dos personagens. Os pontos de experiência ganhos eram distribuídos igualmente entre as três classes. Dessa forma você evoluiria passaria de nível em cada uma em momentos próximos, mas não exatamente iguais. Os pontos de vida iniciais seriam a média entre as três classes, e a cada nível ganho em uma delas, 1/3 dos pontos de vida que a classe ganharia. Demais características eram basicamente inalteradas.</p>
<p>No caso de humanos a coisa era um pouco mais esquisita. Você não poderia evoluir classes em paralelo de nenhuma forma. Você começava como uma classe e, em algum momento, passaria a evoluir em outra, sendo que nunca mais poderia ganhar níveis na classe original. Na verdade, caso usasse os poderes dessa classe, não ganharia novos pontos de experiência.</p>
<p>Isso era bem mal-explicado, na verdade. Suponhamos que eu começasse como um Guerreiro humano (e, digamos, evoluísse até o 5° nível) e depois quisesse evoluir como ladrão. Levando as regras ao pé da letra significa que em um combate, por exemplo, eu precisaria usar as estatísticas de um Ladrão 1 (exceto pontos de vida, que o LdJ deixa bem claro que são mantidos), mas estaria enfrentando perigos adequados a um personagem de nível 6!</p>
<div id="attachment_3169" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3169 size-full" title="Capa do AD&amp;D 2ª edição" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-add.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-add.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-add-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Bárbaro/Paladino? Por que não? | Fonte: Wikipedia.</p></div>
<p>Ah sim! Os pré-requisitos de todas as classes escolhidas precisavam ser satisfeitos (natural, e nem tão difícil no caso de AD&amp;D, já que as classes básicas tinham pré-requisitos relativamente baixos (não estamos falando de Paladinos aqui, ok? Classes básicas. Guerreiro, Mago, Clérigo e Ladino).</p>
<p>Isso era um fator extremamente desencorajador para jogar com mais de uma classe. Seja qual fosse a raça escolhida.</p>
<h2>D&amp;D 3ª Edição (e 3.5)</h2>
<p>Aqui liberou geral. Quando você ganhava um novo nível podia escolher qualquer classe (tanto as básicas como de prestígio &#8211; conceito que marcou a 3ª Edição), bastando apenas satisfazer os pré-requisitos da classe escolhida. Esses pré-requisitos precisavam ser satisfeitos independente de ser a sua primeira, segunda ou enésima classe.</p>
<div id="attachment_3170" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3170 size-full" title="Classes de D&amp;D na 3ª edição" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-3ed.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-3ed.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-3ed-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">As classes de prestígio da 3ª edição permitiam combos infinitos. | Fonte: I-GUYJIN-I &#8211; Devianart</p></div>
<p>Esses pré-requisitos normalmente eram apenas relativos à tendência nas classes básicas (era impossível ser um bardo/paladino, por exemplo, pois um pré-requisito de Bardo era ter qualquer tendência não-leal, e um pré-requisito para jogar como Paladino era ter tendência Leal e Bondosa), mas nas classes de prestígio em geral era preciso ter um bônus de ataque mínimo de um certo valor, um certo número de ataques por turno, um talento específico ou mesmo ter passado por uma experiência específica, de modo que essas classes só ficavam acessíveis para personagens de níveis mais altos (mas eram em geral ligeiramente mais poderosas que as classes básicas).</p>
<p>A liberdade era deliciosa, mas com a licença aberta e a tremenda popularidade que a 3ª edição atingiu, criou-se um campo fértil para combinações bem desequilibradas, especialmente quando se misturava materiais criados por editoras diferentes.</p>
<h2>D&amp;D 5ª Edição</h2>
<p>Aqui  as coisas ficaram um pouco estranhas na minha opinião. Não há nenhum tipo de pré-requisito para nenhuma das classes, mas para evoluir em uma segunda classe você precisa ter no mínimo 13 no &#8220;atributo principal&#8221; tanto da sua classe original como na nova classe.</p>
<p>Por exemplo: estou evoluindo um Mago já há alguns níveis. Caso queira passar a evoluí-lo como bardo, preciso ter tanto Inteligência como Carisma maiores ou iguais a 13.</p>
<p>Foi nesse momento que fiz a pergunta no grupo, e confesso até uma certa surpresa com as respostas.</p>
<div id="attachment_3168" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3168 size-full" title="Aventureiros da Costa da Espada" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Na 5ª edição as coisas ficaram menos apelativas, mas também menos atraentes (ou não). | Fonte: Wizards of the Coast</p></div>
<p>O comentário mais comum foi que se você pretende aprender uma nova profissão, então deve ter uma certa habilidade nata para isso. Até faz um certo sentido, mas por que essa habilidade não é exigida na sua primeira profissão (no caso de D&amp;D)? Voltando ao Mago de dois parágrafos atrás, eu não seria impedido de criá-lo com Inteligência 9, mas não poderia fazer o multiclasse com Bardo nem mesmo se o Carisma fosse 18!</p>
<p>Simplesmente não consigo ver sentido nessa regra.</p>
<p>Uma justificativa comum foi &#8220;limitar combinações&#8221; para &#8220;evitar personagens desequilibrados&#8221;. Também não consigo engolir essa justificativa. A versatilidade de habilidades em D&amp;D cobra um preço BEM alto.</p>
<p>Pegando um exemplo um pouco diferente: digamos que estou evoluindo um Mago já há alguns níveis (quatro, apenas para efeitos didáticos). Suponhamos que ele tem tanto Inteligência quanto Destreza acima de 13 e quero começar a evoluir como Guerreiro.</p>
<p>A primeira punição vem no mesmo momento: ao invés de evoluir para o 5° nível de Mago (e ganhar acesso às magias de 3° nível, inclusive a emblemática Bola de Fogo), optei por melhorar um pouco as estatísticas de combate, mas até que ponto isso é útil?</p>
<p>Em termos de jogada de ataque continuo jogando com Bônus de Proficiência + Força (ou Destreza, nos devidos casos). Claro, ganho as habilidade de um guerreiro de primeiro nível e, entre elas, treinamento em todos os tipos de armadura (o que dá um belo ganho em termos de defesa para um mago).</p>
<div id="attachment_3172" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3172 size-full" title="Guerreiros famosos de D&amp;D" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-classes.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-classes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-classes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Lembre-se de observar os pré-requisitos da multiclasse já no hora de montar o personagem. | Fonte: Artstation.</p></div>
<p>Um mago com treinamento em combate de guerreiro parece bem interessante, mas só até olharmos mais de perto. No exemplo que acabei de citar, até que ponto vale a pena expôr um mago a um combate de perto (mesmo que agora ele esteja debaixo de uma armadura completa) sendo que os perigos enfrentados são para um grupo de 5° nível, mas as habilidades de combate do mago são as de um guerreiro de 1° nível (sim, eu sei. Ele não perde as habilidade de Mago 4, mas vocês me entenderam.)?</p>
<h2>Combinações Muito Poderosas</h2>
<p>Na maior parte das combinações multiclasse não haverá sinergia, ou seja, a combinação será menos poderosa do que qualquer uma das duas classes sozinha (um jogador mais preocupado com o conceito do personagem não se importará muito com isso).</p>
<p>Entre as poucas exceções por consenso estão o Feiticeiro/Bruxo e Paladino/Bruxo (aqui uma dica interessante para quem quer otimizar seu personagem multiclasse: classes com o mesmo atributo principal &#8211; carisma, nos exemplos que demos &#8211; tendem a performar melhor. Aliás, esse é um dos motivos de ser tão difícil fazer multi-classe com um Mago).</p>
<h2>Conceito</h2>
<p>Outra coisa abordada foi o conceito de personagem multi-classe. Alguns disseram se tratar de um conceito <em>&#8220;cagado&#8221;</em>, enquanto outros deram a entender que não fazia sentido um personagem começar a evoluir em outra classe.</p>
<p>Oras, como assim não faz sentido? O que impede um guerreiro de começar a estudar artes arcanas? Ou um bárbaro de refinar suas técnicas de combate e começar a evoluir como guerreiro?</p>
<p><em>&#8220;Ah! Mas o feiticeiro tem a magia inata! Se começar em outra classe não pode evoluir como feiticeiro depois!&#8221;</em>. Aqui também nada demais. Nada impede o poder do feiticeiro de ter ficado adormecido por mais alguns meses ou anos. E no caso do bruxo pode até render uma <em>sidequest</em> bem legal para o grupo (ou uma aventura-solo para o jogador em questão).</p>
<p>E na ficção temos uma série de exemplos de personagens que poderiam ser classificados como multi-classe. Um dos mais clássicos inclusive seria o Conan, com níveis de ladino, bárbaro e guerreiro, e um exemplo brazuca, na série em quadrinho Holy Avenger, seria o Sandro Galtran (Guerreiro/Ladino).</p>
<h2>E daí?</h2>
<p>No final disso tudo, o que decidi adotar na minha mesa é que os pré-requisitos mostrados na tabela da página 163 do Livro do jogador (ou também na 163 do Player&#8217;s Handbook original) aplicam-se desde a primeira classe escolhida. Quer jogar com um monge? Então trate de ter Destreza 13 e Sabedoria 13 já no começo do jogo. Mago? Inteligência 13, no mínimo.</p>
<p>A partir daí é pura questão de role-play. Um jogador esperto, que pense no médio/longo prazo vai colocar dicas do multi-classe já no histórico do personagem. Um guerreiro que sempre teve curiosidade pelas artes arcanas, mas frequentou uma escola de combate por pressão da família. Um estudante de magia que nunca entendeu por que ele manifestava algumas magias menores quando criança/adolescente, etc, etc&#8230;</p>
<div id="attachment_3173" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3173 size-full" title="D&amp;D 5ª edição" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-opcoes.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-opcoes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/05/img-personagens-multiclasse-dnd-5ed-novas-opcoes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um background de multiclasse pode gerar algumas aventuras extras. | Fonte: Wizards of the Coast.</p></div>
<p>Em uma primeira olhada algumas variações podem até parecer estranhas após o primeiro nível (Como assim fazer um pacto com um entidade e virar um bruxo quando você já tem 2 níveis de outra classe?!?! COMO VOCÊ VAI FAZER ISSO?!?!)</p>
<p>Dica: se foi fácil para o personagem fazer antes mesmo do 1° nível, não deveria ser difícil se ele já está no 2° ou 3°&#8230; Evidentemente isso não é desculpa para não fazer o devido role-play (afinal, esse é o nome do estilo do jogo). Poderia até se tornar uma boa aventura solo para o personagem como já mencionei antes.</p>
<p>Por hoje é só aventureiros! Zero pretensão de esgotar o assunto aqui, até por que certamente seria possível escrever um livro inteiro sobre o assunto (&#8220;O Guia Completo do Multi-classe&#8221;?). Conte para a gente: qual a combinação que você teria dificuldade em aceitar? E por quê? E qual a combinação mais &#8220;combada&#8221; que você já viu? O que ela tinha de tão especial?</p>
<p>Abraço e boas rolagens!</p>
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		<title>Diferenças entre raças e classes no seu RPG de mesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 00:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[raças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se começa a jogar RPG, todos os termos são novidade e é muito fácil confundir certos conceitos. Em nossa mesa já rolou uma discussão sobre como explicar os conceitos de Raça e Classe de Personagem de uma forma mais simples e direta. As dicas valem tanto para quem está começando a jogar como para quem está começando a mestrar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você já joga RPG a algum tempo, seja como mestre ou como jogador, já sabe a diferença entre uma raça e uma classe de personagem. Porém, para quem está começando agora, talvez a diferença não seja tão óbvia quanto parece e explicar ela pode ser mais difícil do que parece.</p>
<p>Essa &#8220;dúvida&#8221; apareceu recentemente em uma das nossas mesas. No dia a gente estava se preparando para jogar uma <strong><a href="https://amzn.to/2Duc5cZ" target="_blank" rel="noopener">aventura clássica de D&amp;D</a></strong> com quatro jogadores, sendo que um deles era novato. O diálogo que aconteceu nesse dia foi mais ou menos assim:</p>
<p><b>Mestre:</b> <i>&#8220;Todos vocês já sabem com o que querem jogar? Qual raça e classe de personagem vocês vão escolher?&#8221;</i>.</p>
<p><b>Jogador 1:</b> <i>&#8220;Eu já, vou de <a href="https://dnd5e.fandom.com/wiki/Tiefling" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tiefling</strong></a> Mago. Minha ficha inclusive está pronta se quiser dar uma olhada&#8221;.</i></p>
<p><b>Jogador 2:</b> <i>&#8220;Eu vou jogar de Tiefling também, mas serei um Paladino. Ainda preciso montar minha ficha, mas eu me viro bem sem o livro&#8221;</i>.</p>
<p><b>Jogador 3:</b> <i>&#8220;Quero ser uma Druida e elfa. Eu preciso de ajuda para montar o meu personagem porque eu não lembro quase nada regras, mas o conceito geral eu já tenho em mente&#8221;</i>.</p>
<p><b>Jogador 4:</b> <i>&#8220;Beleza, por onde eu começo mesmo? Não entendi nada do que vocês falaram até agora…. kkkkk&#8221;</i>.</p>
<p><b>Mestre:</b> <i>&#8220;Primeiro você precisa escolher sua raça e depois a sua classe de personagem. A raça é basicamente aquilo que define você como um ser biológico, assim como a gente, sabe? Humanos são uma raça no RPG&#8221;</i>.</p>
<p><b>Jogador 4:</b> <i>&#8220;Raça pra mim é de gato, cachorro… cavalo. Agora raça de ser humano pra mim é novidade&#8221;</i>.</p>
<p><b>Jogador 3:</b> <i>&#8220;É mais ou menos isso, até poderíamos colocar tipos de raças humanas, mas pegando o seu exemplo, é com se a gente fosse jogar com uma raça de gato, ou uma raça de cachorro ou ainda uma raça de humano. Entende onde quero chegar?&#8221;</i>.</p>
<p><b>Mestre:</b> <i>&#8220;Mas por enquanto, saiba que você precisa escolher uma determinada raça dessa lista aqui (o mestre mostra o índice do livro)&#8221;</i>.</p>
<p><b>Jogador 4:</b> <i>&#8220;E qual é a melhor?&#8221;</i>.</p>
<p><b>Mestre:</b> <i>&#8220;(olhando para os jogadores veteranos)&#8230; por favor me ajudem!&#8221;</i>.</p>
<h2>Diferenças existem</h2>
<div id="attachment_2258" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-diferecas-classes.jpg" class="img-responsive size-full wp-image-2258" width="750" alt="Diferenças entre classes e raças" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-diferecas-classes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-diferecas-classes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">As diferenças sempre estarão presentes na sua mesa. | Fonte: <a href="https://www.artstation.com/artwork/3DXvB" target="_blank" rel="noopener">Artstation</a></p></div>
<p>Como vocês puderam perceber, essa questão de raça para jogadores novatos não é tão óbvia quanto parece. A dificuldade é natural pois apesar da pessoa conhecer o conceito de raça (cães e gatos), o contexto onde ela estava sendo usada era totalmente novo.</p>
<p>Acabamos gerando mais confusão quando tentamos fazer esse paralelo com o nosso mundo animal, pois apesar de existirem diversas raças de cachorro, um cachorro continua sendo um cachorro em qualquer lugar do mundo, ou seja, não existe a diferença. Se eu tivesse que fazer a mesma explicação hoje, usaria uma abordagem diferente, a abordagem Star Wars.</p>
<p>Por mais que nem todos gostem, é difícil encontrar um RPGista que não tenha visto algum filme/seriado do Star Wars ou que não conheça pelo menos os personagens principais (Luke, Leia, Han Solo, Chewbacca, R2D2 e C3-PO). Pois bem, minha explicação seria mais ou menos assim:</p>
<p><em>&#8220;Sabe o <a href="https://amzn.to/2DvlIIu" target="_blank" rel="noopener"><strong>Star Wars</strong></a>? Tem vários alienígenas no filme, certo? Podemos dizer que cada um deles é uma raça diferente. Veja o Luke, Leia e Han Solo. Todos são humanos, já o Chewbacca é um Wookiee e os robôs são Droids. Cada um pertence a uma raça diferente. Agora, o que cada um faz é o que chamamos de Classe&#8221;</em>.</p>
<p><em>&#8220;Han Solo e Chewbacca são de raças diferentes, mas fazem a mesma coisa. Ambos são contrabandistas (pelo menos no início da história), ou seja, ele possuem a mesma classe de personagem. Já o Luke tem 2 classes. Ele começou como piloto e depois aprende a ser um Jedi&#8221;</em>.</p>
<p>Acredito que essa abordagem seja mais fácil de conduzir e explicar os conceitos de <strong>Raça</strong> e <strong>Classe de Personagem</strong> para os novatos no RPG.</p>
<h2>O início da jornada</h2>
<div id="attachment_2259" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-jornada.jpg" class="img-responsive wp-image-2259 size-full" width="750" alt="Início da Jornada" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-jornada.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-jornada-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Todo início de jornada parece incerta e desafiadora. | Fonte: <a href="https://www.artstation.com/artwork/3DXvB" target="_blank" rel="noopener">Artstation</a>.</p></div>
<p>Voltando para a nossa mesa, os veteranos ajudaram a montar a ficha, tirando as dúvidas e explicando o que cada raça e cada classe fazia. O jogador ainda ficou um pouco inseguro, mas confiou nos veteranos e assim, seguimos em frente.</p>
<p><strong>E aqui fica a nossa primeira dica</strong>: se você tem um jogador veterano na sua mesa, faça com que ele ajude os demais, principalmente os novatos. Como mestre você precisa gerenciar várias coisas na mesa, e sempre tem aquela anotação de última hora para fazer. Por isso, conte sempre com a ajuda dos seus jogadores veteranos e combine isso com eles antes das partidas. Com certeza os novatos vão se sentir mais seguros e acolhidos.</p>
<p>Como <strong>dica adicional</strong>, permita que o jogador troque de personagem ao final da primeira sessão. Deixe que ele experimente outras mecânicas de regras e rolagens de dados já na segunda sessão de jogo e depois decidam com qual personagem o jogador vai seguir em frente. Você vai notar que, depois de observar os outros jogadores na mesa, essas decisões vão ficando mais fáceis.</p>
<p>Voltando a nossa mesa, depois da escolha do personagem, o jogador novato começou a jogar e avançar na história. Tudo ia perfeitamente bem enquanto ele estava jogando sozinho. Porém, quando ele começou a interagir com os demais jogadores no meio da aventura, e cada um precisou usar suas habilidades de raça e classe, as coisas começaram a complicar novamente.</p>
<p><b>Jogador 4:</b> <em>&#8220;Por que eu não posso rolar esse dado aqui também, como ele (o jogador 2)?&#8221;</em>.</p>
<p><b>Mestre:</b> <em>&#8220;Porque o seu personagem não tem essa habilidade, que é exclusiva de classe&#8221;</em>.</p>
<p><b>Jogador 4:</b> <em>&#8220;Mas minha classe não é&#8230; Dragonborn também?&#8221;</em>.</p>
<p><b>Mestre:</b> <em>&#8220;Não, sua classe é Clérigo. Dragonborn é a sua raça&#8221;</em>.</p>
<p><b>Jogador 4:</b> <em>&#8220;Humm&#8230;&#8221;</em>.</p>
<p>Esse último comentário me deixou preocupado. Parecia que o jogador não tinha ficado satisfeito com a explicação do Mestre. Saiba que essas confusões são completamente normais para quem está começando. São muitos termos novos e temos uma pequena curva de aprendizado à frente. Por isso, tenha paciência e sempre que surgir uma dúvida, explique. O novato errou e fez uma rolagem que não era permitida? Avalie no contexto geral se uma interrupção é realmente necessária. No nosso caso por exemplo, todos estavam se divertindo e por isso, o mestre deixou várias coisas passarem.</p>
<p>Pode ser até ser chato, ficar parando a aventura para explicar coisas &#8220;óbvias&#8221;, mas com certeza é muito mais chato ficar 2 ou 3 horas ali sentado sem entender o que está acontecendo, só rolando dados porque alguém pediu.</p>
<p><strong>A falta de paciência e tato</strong> de alguns jogadores e mestres, para explicar o sistema e as regras para alguém novo no hobby, talvez seja um dos principais motivos pelo qual, alguns grupos, não aceitem jogadores novatos.</p>
<h2>O Feedback final</h2>
<div id="attachment_2261" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-continuando-a-jornada.jpg" class="img-responsive wp-image-2261 size-full" width="750" alt="Continuando a jornada" height="422"><p class="wp-caption-text">A jornada deve continuar, mas com todas as adversidades. | Fonte: Tumblr</p></div>
<p>Ao final da sessão fizemos uma rodada de <strong>feedback</strong> com todos os envolvidos. A ideia era, em primeira mão, saber o que todos acharam da sessão, mas ela também serviu para mostrar ao jogador novato que as coisas nem sempre são tão simples e fáceis de entender, mesmo para jogadores veteranos.</p>
<p>O feedback foi bastante positivo no final. O novo jogador percebeu que os veteranos também tem dúvidas quanto a história, regras e afins. O fato de jogarem a mais tempo não faz deles um &#8220;<em>bicho-papão&#8221;</em> nem um &#8220;<em>sabe-tudo</em>&#8221; do RPG.</p>
<p>Outro feedback legal, mas agora para o <strong>mestre</strong>, ocorreu no início da segunda sessão de jogo. Ele pediu que todos fizessem uma recapitulação da aventura anterior, que contassem com suas palavras tudo o que fizeram. E mais uma vez o jogador novato se surpreendeu ao ver que cada um lembrava apenas de uma parte específica da aventura, mas não dela como um todo. Isso ajudou os jogadores a criarem um elo entre eles, já que aquela era a versão que eles se lembravam da aventura. Já para o mestre, o exercício deu brecha para criar outros ganchos para as aventuras seguintes e uma ideia bem melhor de como os jogadores estavam entendendo o desenrolar da história.</p>
<p>Então se você está começando a mestrar ou a jogar RPG, tenha em mente que todo esse processo de aprendizado é normal. Errar é normal, todo mundo erra. Por isso, não se sinta frustrado. O que não pode acontecer na mesa é você deixar de se divertir por medo de estar jogando errado, algo que no RPG, não existe.</p>
<p>Abraços!</p>
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		<title>As classes de Destiny para D&#038;D – O Caçador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 02:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[caçador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começamos aqui no UniversoRPG uma série de posts adaptando o game Destiny para o RPG mais famoso do mundo. Já falamos sobre o cenário e história de Destiny e também adaptamos a primeira classe, o Titã. Apresentamos agora a terceira parte com a adaptação da classe Caçador. A Classe Caçador Caçadores exploram a vastidão além [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos aqui no <strong>UniversoRPG</strong> uma série de posts adaptando o game Destiny para o RPG mais famoso do mundo. Já falamos sobre o <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/destiny-dos-consoles-para-sua-mesa-de-rpg/"><strong>cenário e história de Destiny</strong></a></span> e também adaptamos a primeira classe, <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-tita/">o Titã</a></strong></span>. Apresentamos agora a terceira parte com a adaptação da classe Caçador.</p>
<p><b>A Classe Caçador</b></p>
<div id="attachment_1685" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1685 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/img-classe-cacador.jpg" alt="" width="750" height="425" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/img-classe-cacador.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/img-classe-cacador-300x170.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Se você quer seguir suas próprias regras, essa é a sua classe. | Fonte: Polygon</p></div>
<p>Caçadores exploram a vastidão além da Cidade, utilizando a Luz para resgatar os segredos de nossos mundos perdidos. Eles são espiões ousados e assassinos silenciosos, especialistas em facas e armas de precisão. Caçadores traçam o seu próprio caminho e fazem as suas próprias leis.</p>
<p><strong>PONTOS DE VIDA</strong></p>
<p><b>Dado de Vida: </b>1d8 por nível<br />
<b>Pontos de Vida no 1º Nível: </b>8 + seu modificador de Constituição<br />
<b>Pontos de Vida em Níveis Superiores: </b>1d8 (ou 5) + seu modificador de Constituição por nível após o 1º</p>
<p><strong>PROFICIÊNCIAS</strong></p>
<p><b>Armas</b>: Canhões de Mão e Rifles de Precisão<br />
<b>Teste de Resistência: </b>Destreza e Inteligência<br />
<b>Perícias</b>: Escolha quatro entre Acrobacia, Atletismo, Atuação, Enganação, Furtividade, Intimidação, Intuição, Investigação, Percepção, Persuasão e Prestidigitação</p>
<p><strong>HABILIDADES</strong></p>
<p><b>Modificador de ataque com habilidade</b>s = bônus de proficiência + bônus de Destreza</p>
<p><b>Esquiva do Caçador</b></p>
<p>A partir do 2º nível, quando um inimigo que você possa ver o acerta com um ataque, você pode usar sua reação para reduzir pela metade o dano sofrido. Além disso, se as habilidades do Predador Noturno estiverem ativas, você também ficará completamente invisível por 1d4 turnos após esquivar (inimigos sofrem desvantagem para atingi-lo enquanto você possui vantagem em seus ataques).</p>
<p><b>Evasão</b></p>
<p>A partir do 6º nível, você pode esquivar-se agilmente de certos efeitos em área, como a explosão de uma granada ou um disparo de um lança chamas. Quando você for alvo de um efeito que exige um teste de resistência de Destreza para sofrer metade do dano, você não sofre dano algum se passar, e somente metade do dano se falhar.</p>
<p><b>Talento Confiável</b></p>
<p>No 12º nível, você refinou suas perícias beirando à perfeição. Toda vez que você fizer um teste de habilidade no qual possa adicionar seu bônus de proficiência, você trata um resultado no d20 de 9 ou menor como um 10.</p>
<p><b>Elusivo</b></p>
<p>A partir do 18º nível, você se torna tão sagaz que raramente alguém encosta a mão em você. Nenhuma jogada de ataque tem vantagem contra você, desde que você não esteja incapacitado.</p>
<p><b>Habilidades do Acrobata Voltaico  (poderes de arco voltaico)</b></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Super habilidade: Bastão de Arco</span> &#8211;  a partir do 1º nível você é capaz de materializar um bastão de energia de arco voltaico, que pode ser utilizado para golpear inimigos diretamente (causando 1d6+FOR de dano) ou para golpear o chão após um salto, causando uma explosão de energia (inflingindo 1d4 de dano a todos os inimigos a até 5m do caçador). O dano desta habilidade aumenta em 1d6 (ou 1d4 no dano de área) adicional nos níveis ímpares. Esta habilidade dura 4 turnos e necessita de um descanso curto ou longo para ser utilizada novamente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Golpe Combinado</span> &#8211; a partir do 3º nível você pode desferir um golpe que causa 1d4+FOR de dano (ou 1d6, 1d8 e 1d10 a partir dos níveis 6, 11 e 17 respectivamente). Se esse golpe matar o alvo você recuperará o mesmo tipo de dado em pontos de vida (ou seja, 1d4, 1d6, 1d8 ou 1d10, dependendo do seu dano) e seu próximo ataque desarmado causará dano com o bônus de força dobrado. Pode ser utilizado até 4 vezes antes de um descanso curto ou longo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Golpe Desorientador</span> &#8211; a partir do 3º nível você pode desferir um golpe que desorienta o alvo e os inimigos num raio de 2 metros, se eles falharem num teste de resistência de Constituição. Inimigos desorientados devem realizar um teste de resistência de Constituição ao final de cada turno para se recuperarem dessa condição. Inimigos desorientados sofrem desvantagem em suas jogadas de ataque e testes de habilidade. Pode ser utilizado até 4 vezes antes de um descanso curto ou longo.</p>
<p><b>Habilidades do Pistoleiro  (poderes solares)</b></p>
<div id="attachment_1686" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1686 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/img-cayde-o-cacador.jpg" alt="Cayde, o Caçador" width="750" height="425" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/img-cayde-o-cacador.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/07/img-cayde-o-cacador-300x170.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Cayde, o mais famoso Caçador de Destiny. | Fonte: Bungie.</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;">Super habilidade: Arma Dourada</span> &#8211;  a partir do 8º nível você pode materializar uma pistola dourada, feita exclusivamente de energia solar, capaz de dar 4 disparos antes de se desmaterializar, causando 4d6 de dano solar, com um alcance de 50m. O dano aumenta em 1d6 adicional nos níveis ímpares. Necessita de um descanso curto ou longo para ser utilizada novamente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Faca Explosiva</span> &#8211; a partir do 9º nível você pode arremessar uma faca de energia que explode ao atingir um alvo, causando 2d10 de dano e a metade desse dano a quem estiver a até 2 metros de distância do alvo. O alcance desta habilidade é de 10m. Pode ser utilizado até 4 vezes antes de um descanso curto ou longo. O dano aumenta em 1d10 adicional nos níveis 10 e 15.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Malabarista de Facas</span> &#8211; a partir do 9º nível você pode arremessar facas de energia em um alvo, que causam 1d10+FOR de dano perfurante. Sempre que você atingir o alvo por uma margem de sucesso de 4 ou mais, você pode utilizar essa habilidade novamente no turno seguinte, sem contar para o seu limite de usos. O alcance desta habilidade é de 10m. Pode ser utilizado até 4 vezes antes de um descanso curto ou longo.</p>
<p><b>Habilidades do Predador Noturno  (poderes do vácuo)</b></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Super habilidade: Flecha Sombria</span> &#8211;  a partir do 14º nível você pode disparar uma flecha sombria criando armadilhas de vácuo ao redor do ponto de impacto, que capturam qualquer criatura que se aproximar, num raio de 5m. Criaturas aprisionadas em armadilhas de vácuo adquirem a condição “impedida” durante 4 turnos. Necessita de um descanso curto ou longo para ser utilizada novamente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bomba Armadilha</span> &#8211; a partir do 15º nível você pode arremessar uma bomba de fumaça que cega quem estiver num raio de 2m do ponto de impacto, durante 4 turnos. Essa bomba pode ser arremessada a até 20m de distância e afeta tanto criaturas quanto máquinas. Pode ser utilizado até 4 vezes antes de um descanso curto ou longo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sumiço Fumegante</span> &#8211; a partir do 15º nível você pode lançar uma bomba de ofuscação que garante invisibilidade temporária para os alvos atingidos, durante 1d6 turnos. A área de efeito é de um raio de 2m ao redor do ponto de impacto. Pode ser utilizado até 4 vezes antes de um descanso curto ou longo.</p>
<p><em><small>Tabela – O Caçador</small></em></p>
<table class="table table-bordered table-striped table-condensed">
<tbody>
<tr>
<td><b>Nível</b></td>
<td align="center"><b>Bônus de<br />
Proficiência</b></td>
<td><b>Características</b></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">1º</td>
<td align="center">+2</td>
<td>Super habilidade do Acrobata Voltaico: Bastão de Arco (I)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">2º</td>
<td align="center">+2</td>
<td>Esquiva do Caçador, Salto Aprimorado</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">3º</td>
<td align="center">+2</td>
<td>Golpe Combinado,Golpe Desorientador (I)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">4º</td>
<td align="center">+2</td>
<td>Incremento no Valor de Habilidade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">5º</td>
<td align="center">+3</td>
<td>Evolução dos Equipamentos</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">6º</td>
<td align="center">+3</td>
<td>Evasão</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">7º</td>
<td align="center">+3</td>
<td>Incremento no Valor de Habilidade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">8º</td>
<td align="center">+3</td>
<td>Super habilidade do Pistoleiro: Arma Dourada (II)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">9º</td>
<td align="center">+4</td>
<td>Faca Explosiva, Malabarista de Facas (II)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">10º</td>
<td align="center">+4</td>
<td>Incremento no Valor de Habilidade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">11º</td>
<td align="center">+4</td>
<td>Evolução dos Equipamentos (2)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">12º</td>
<td align="center">+4</td>
<td>Talento Confiável</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">13º</td>
<td align="center">+5</td>
<td>Incremento no Valor de Habilidade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">14º</td>
<td align="center">+5</td>
<td>Super habilidade do Predador Noturno: Flecha Sombria (III)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">15º</td>
<td align="center">+5</td>
<td>Bomba Armadilha, Sumiço Fumegante (III)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">16º</td>
<td align="center">+5</td>
<td>Incremento no Valor de Habilidade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">17º</td>
<td align="center">+6</td>
<td>Evolução dos Equipamentos (3)</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">18º</td>
<td align="center">+6</td>
<td>Elusivo</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">19º</td>
<td align="center">+6</td>
<td>Incremento no Valor de Habilidade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">20º</td>
<td align="center">+6</td>
<td>Evolução dos Equipamentos (4)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No próximo post, o Arcano. Fiquem ligados!</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><strong>&#8212; [ATUALIZAÇÃO] &#8212;</strong></p>
<p><em>Abaixo segue a lista completa de posts da nossa adaptação do jogo Destiny, utilizando as regras da 5ª edição do D&amp;D.</em></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/destiny-dos-consoles-para-sua-mesa-de-rpg/"><strong>Parte 1: A história do game</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-tita/"><strong>Parte 2: Começando as classes básicas, com o Titã</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-cacador/"><strong>Parte 3: A classe Caçador</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-arcano/"><strong>Parte 4: A classe Arcano</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/armas-e-equipamento-de-destiny-para-sua-aventura-de-dd-5a-edicao/"><strong>Parte 5: Armas, armaduras e equipamentos</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/conheca-os-decaidos-the-fallen-seus-novos-inimigos-para-destiny-rpg/"><strong>Parte 6: Inimigos: Os Decaídos (The Fallen)</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/os-cabais-cabal-agora-no-seu-bestiario-de-destiny-dd-5ed/"><strong>Parte 7: Inimigos: Os Cabais</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/a-colmeia-the-hive-para-o-bestiario-de-destiny-em-dd-5a-edicao/">Parte 8: Inimigos: A Colmeia</a></strong></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/vex-para-o-bestiario-de-destiny-rpg-usando-as-regras-do-dd-5a-edicao/"><strong>Parte 9: Inimigos: Os Vex</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/as-classes-de-destiny-para-dd-o-cacador/">As classes de Destiny para D&#038;D – O Caçador</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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