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	<title>terror &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>5 Escritores de Horror e suas principais obras &#8211; Parte II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 18:03:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro está chegando ao fim, e com ele vem o momento ideal para histórias arrepiantes: o Halloween. Se você, assim como nós, adora transformar o medo em diversão na mesa de jogo, essa é a época perfeita para adicionar aquele clima sombrio às suas sessões. E como já fizemos em nosso primeiro post sobre autores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Outubro está chegando ao fim, e com ele vem o momento ideal para histórias arrepiantes: o Halloween. Se você, assim como nós, adora transformar o medo em diversão na mesa de jogo, essa é a época perfeita para adicionar aquele clima sombrio às suas sessões. E como<a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/5-escritores-de-horror-e-suas-principais-obras/"><strong> já fizemos em nosso primeiro post sobre autores de horror</strong></a>, voltamos com uma nova seleção — agora de nomes que talvez você ainda não conheça, mas que merecem um lugar de destaque na sua prateleira&#8230; e na sua campanha. Para cada um dos autores(as) recomendamos 3 obras inspiradoras. Vamos lá?</p>
<h2>Ramsey Campbell</h2>
<div id="attachment_6793" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="img-responsive wp-image-6793 size-full" title="Escritor Ramsey Campbell" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-ramsey-campbell.jpg" alt="Escritor Ramsey Campbell" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-ramsey-campbell.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-ramsey-campbell-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Campbell é considerado o mestre britânico do horror sutil. | Fonte: The LineUp</p></div>
<p>Ramsey Campbell é um dos maiores nomes vivos do horror britânico, com uma escrita sutil e sufocante. Suas histórias não assustam com monstros — elas te corroem com o desconforto. Use isso em sessões onde a cidade parece viva, os personagens ouvem vozes que talvez estejam em suas cabeças… ou não. Imagine um Call of Cthulhu ou Rastro de Cthulhu em que a própria arquitetura é cúmplice do horror.</p>
<h3>The Grin of the Dark</h3>
<p>Simon Lester, um crítico de cinema desempregado, decide escrever um livro sobre um obscuro comediante dos filmes mudos chamado Tubby Thackeray. À medida que ele mergulha na vida e carreira do ator, descobre que a obra de Tubby está cercada por rumores de mortes, loucura e desaparecimentos.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> um artefato amaldiçoado disfarçado de filme antigo — será que assistir a ele desperta algo muito mais antigo do que o próprio cinema?</p>
<h3>The Influence</h3>
<p>Após a morte de uma matriarca tirânica, sua neta começa a agir de forma cada vez mais estranha. A casa da família guarda segredos profundos, e parece que a avó ainda exerce poder — mesmo após a morte.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> uma herança maldita que liga gerações, com uma criança como possível receptáculo de algo sobrenatural.</p>
<p><b><a href="https://amzn.to/4npYmoX" target="_blank" rel="noopener">Disponível nesse link!</a></b></p>
<h3>The Nameless</h3>
<p>Barbara Waugh, uma editora, recebe uma ligação que a faz acreditar que sua filha, desaparecida anos antes e presumida morta, ainda está viva — mas em poder de uma seita que se esconde na periferia da sociedade.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> personagens investigam uma organização obscura que apaga a identidade de seus membros, tornando-os ferramentas para um propósito além da compreensão humana.</p>
<p><b><a href="https://amzn.to/4367qZ3" target="_blank" rel="noopener">Disponível nesse link!</a></b></p>
<h2>Tananarive Due</h2>
<div id="attachment_6794" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="img-responsive wp-image-6794 size-full" title="Escritora Tananarive Due" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-tananarive-due.jpg" alt="Escritora Tananarive Due" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-tananarive-due.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-tananarive-due-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Horror com alma, ancestralidade e resistência. Medo que atravessa gerações. | Fonte: Los Angeles Times</p></div>
<p>Tananarive Due é uma das vozes mais relevantes do horror contemporâneo. Escritora, professora de literatura de terror e ativista da cultura afro-americana, sua obra combina elementos do horror sobrenatural clássico com reflexões profundas sobre herança, trauma intergeracional, identidade e resistência.<br />
Se Lovecraft nos apresentou um universo frio e impessoal, Due nos lembra que o horror também pode ter raízes, sangue e memória — especialmente quando essas memórias nunca foram deixadas descansar.</p>
<p>Seu estilo é ideal para aventuras com temáticas de maldições de família, pactos antigos, casas que respiram, e um tipo de horror que ecoa pelas gerações. Com ela, o sobrenatural nunca está desligado do histórico. E isso é ouro puro para quem quer campanhas mais densas e socialmente significativas em RPGs como Chamado de Cthulhu, Rastro de Cthulhu, Cult, ou sistemas baseados em narrativa investigativa e drama familiar.<b></b></p>
<h3>The Good House</h3>
<p>Angela Toussaint retorna à casa de veraneio da família após o suicídio de seu filho. Mas a casa tem um passado — e uma conexão direta com rituais de magia ancestral que a avó de Angela praticava. A história se desenvolve lentamente até se transformar em um turbilhão de possessões, segredos de família e forças que despertam.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> a “casa boa” é um personagem por si só. Jogadores são herdeiros de um local amaldiçoado por práticas mágicas distorcidas que exigem um preço — em sangue.</p>
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<h3>My Soul to Keep</h3>
<p>O que começa como um romance moderno se transforma em uma trama sobre imortalidade, segredos ancestrais e dilemas éticos. Um homem, parte de uma irmandade milenar de imortais etíopes, tenta esconder sua verdadeira natureza da esposa e da filha — até que o passado volta com força total.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> imagine personagens imortais tentando viver entre os mortais sem serem descobertos. E se o pacto de imortalidade deles estiver se rompendo?</p>
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<h3>Ghost Summer: Stories</h3>
<p>Coletânea de contos que varia entre horror sobrenatural, ficção científica e fábulas sombrias. O conto-título, Ghost Summer, fala de uma cidade onde as crianças podem ver fantasmas — e descobrem um segredo que os adultos preferem ignorar. Outros contos incluem distorções temporais, casas que “comem” gente, e criaturas invisíveis que se alimentam da dor.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> use como base para uma campanha com episódios independentes, cada um com um tipo diferente de horror — mas sempre ligados a um núcleo familiar ou a um segredo comunitário.</p>
<p><b><a href="https://amzn.to/4nxbbxL" target="_blank" rel="noopener">Disponível nesse link!</a></b></p>
<h2>Laird Barron</h2>
<div id="attachment_6792" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="img-responsive wp-image-6792 size-full" title="Escritor Laird Barron" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-laird-barron.jpg" alt="Escritor Laird Barron" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-laird-barron.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-laird-barron-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O abismo veste couro e carrega uma faca — bem-vindo ao horror cósmico sujo de Barron. | Fonte: Hyperallergic</p></div>
<p>Se H.P. Lovecraft tivesse crescido em uma fazenda decadente, assistido filmes de crime noir e feito levantamento de peso em um bar de caminhoneiros, talvez tivesse escrito algo próximo ao que Laird Barron produz. Sua escrita é suja, áspera e implacável — um horror cósmico contemporâneo, onde o abismo veste jaqueta de couro e carrega um canivete enferrujado no bolso.</p>
<p>Ex-lutador e alpinista no Alaska, Barron escreve com a vivência de quem conhece o isolamento, o frio e a sensação de que a natureza — e o universo — não se importam. Suas histórias geralmente misturam violência, crime, culto e decadência espiritual, em cenários que vão do interior dos Estados Unidos a grandes cidades corroídas pela corrupção e pela influência de entidades que nunca recebem nome.</p>
<p>No RPG, suas obras servem como base para aventuras de investigação onde o sobrenatural é uma sombra constante — mas que só se manifesta quando os personagens estão mentalmente e fisicamente quebrados. Ideal para campanhas onde ninguém é herói, e o “final feliz” é apenas sair vivo… por enquanto.</p>
<h3>The Imago Sequence</h3>
<p>Coletânea que apresentou Barron ao mundo, The Imago Sequence contém nove contos onde o horror se esgueira pelos cantos de uma realidade já corrompida. O conto-título gira em torno de um conjunto de fotografias bizarras, que levam o protagonista a uma espiral de loucura e revelações sobre a verdadeira natureza do universo.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> um artefato artístico maldito (um quadro, filme ou foto) começa a alterar a percepção da realidade dos jogadores. Investigar significa abrir mão da sanidade.</p>
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<h3>Occultation</h3>
<p>Segunda coletânea do autor, ainda mais densa e claustrofóbica. As histórias giram em torno de pessoas comuns que esbarram em cultos, seres e entidades que desafiam a razão — tudo isso contado com o peso do trauma, da violência e da impotência frente ao inexplicável.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> personagens descobrem que o caso que investigam (um assassinato, desaparecimento ou sequestro) está ligado a um culto que opera em círculos políticos, policiais e religiosos.</p>
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<h3>The Croning</h3>
<p>Primeiro romance completo de Barron, The Croning acompanha a história de um professor aposentado que, aos poucos, começa a descobrir verdades terríveis sobre sua esposa, sua família e o papel dele em um plano muito maior — e muito mais antigo — do que a própria humanidade.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> um dos jogadores é casado com alguém que pode não ser exatamente… humano. A aventura gira em torno de desvendar décadas de mentiras.</p>
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<hr />
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Leia também:</strong></p>
<p><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/5-autoras-de-fantasia-para-inspirar-seu-rpg/"><strong>5 autoras de fantasia para inspirar o seu RPG</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/apocalipse-zumbi-no-mundo-de-cthulhu/"><strong>Apocalipse Zumbi no mundo de Cthulhu</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/do-alem/sistemas/storyteller-uma-introducao-ao-sistema/"><strong>Storyteller: uma introdução ao sistema</strong></a></p>
<hr />
<h2>Brian Evenson</h2>
<div id="attachment_6791" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-6791 size-full" title="Escritor Brian Evenson" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-brian-evenson.jpg" alt="Escritor Brian Evenson" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-brian-evenson.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-brian-evenson-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Quando a realidade começa a falhar e a linguagem deixa de fazer sentido. | Fonte: Vol1 Brooklyn</p></div>
<p>Brian Evenson escreve como se estivesse removendo a pele da realidade, camada por camada, até que restem apenas os nervos expostos. Suas histórias não gritam. Elas sussurram. E o que elas dizem é algo que o leitor nunca consegue esquecer — mesmo quando tenta.</p>
<p>Combinando minimalismo estilístico, brutalidade emocional e temas profundamente existenciais, Evenson explora o que há de mais frágil na condição humana: nossa noção de identidade, de corpo, de verdade. Suas narrativas flertam com o absurdo, com a religião, com o silêncio — e com o terror mais essencial de todos: o de não saber mais quem se é.</p>
<p>No RPG, as histórias de Evenson são perfeitas para mesas de horror psicológico, onde o medo vem da desorientação, da dúvida e da perda de controle sobre si mesmo. Especialmente eficaz para campanhas de <strong>Cult: Divinity Lost</strong>, <strong>Delta Green</strong>, ou mesmo one-shots de <strong>Rastro de Cthulhu</strong> com abordagem simbólica e metafísica.</p>
<h3>Last Days</h3>
<p>Um ex-policial infiltrado em um culto fanático que acredita que amputações são o caminho para a purificação espiritual. Quanto mais membros você perde, mais próximo de Deus você está. O protagonista é arrastado para dentro dessa lógica insana e descobre que escapar pode custar muito mais que um braço.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> os personagens precisam se infiltrar em uma seita de autoconhecimento radical, onde mutilações são “provas de fé”. A seita é só insana&#8230; ou há algo realmente transcendental por trás disso?</p>
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<h3>A Collapse of Horses</h3>
<p>Coletânea de contos breves e perturbadores, onde a lógica se desfaz em pequenas rachaduras. Um pai que não sabe se seus filhos ainda são os mesmos, um homem que esquece o formato da própria casa, cavalos que não deveriam estar ali&#8230; ou sequer existir.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> os jogadores acordam em suas casas, mas algo está sutilmente errado. A arquitetura mudou, as fotos nas paredes são de outras pessoas… e há pegadas de animais dentro de casa.</p>
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<h3>The Warren</h3>
<p>Em um mundo pós-apocalíptico, um homem (ou algo parecido com um homem) vive em um bunker, acreditando ser a última consciência humana. Mas há outras vozes em sua cabeça — literalmente — e ele precisa descobrir se é hospedeiro, prisioneiro ou apenas mais uma ilusão entre várias.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> um dos personagens é um experimento falho que carrega múltiplas consciências. Mas… e se ele não for o único?</p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/4obBrir" target="_blank" rel="noopener">Disponível nesse link!</a></strong></p>
<h2>Kathe Koja</h2>
<div id="attachment_6797" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-6797 size-full" title="Escritora Kathe Koja" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-kathe-koja.jpg" alt="Escritora Kathe Koja" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-kathe-koja.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/10/img-kathe-koja-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Transformações que rasgam de dentro pra fora. | Fonte: Chimera Obscura</p></div>
<p>Kathe Koja escreve como quem abre uma ferida — e a examina até o fundo. Seu estilo é visceral, psicológico e intensamente físico. Nas mãos dela, a arte se torna obsessão, o desejo se contorce em agonia, e o corpo vira o principal campo de batalha entre o eu e o que o mundo quer que você seja. Suas histórias mergulham no horror corporal, no surrealismo simbólico, e em personagens que lentamente perdem o controle sobre a realidade — e sobre si mesmos.</p>
<p>Koja foi um nome marcante da “onda gótica dos anos 90” na literatura americana. Ao contrário de outros autores da época, seu terror raramente envolve monstros exteriores. O horror é sempre íntimo, subjetivo e transformador — às vezes de forma mística, às vezes grotesca, às vezes ambas.</p>
<p>Em RPGs, ela inspira campanhas onde os personagens não enfrentam uma ameaça: eles são a ameaça, mesmo sem saber. Perfeita para sessões de horror existencial e artístico, em jogos como Cult: Divinity Lost, Bluebeard’s Bride, ou aventuras autorais com foco em desequilíbrio emocional, transgressão e transcendência.</p>
<h3>The Cipher</h3>
<p>Um dos grandes romances cult do horror moderno. Nicholas e sua ex-namorada descobrem, em um depósito de prédio abandonado, um buraco negro que não leva a lugar algum — apelidado de “Funhole”. Conforme experimentam objetos e, eventualmente, partes do próprio corpo no buraco, percebem que ele altera a matéria, a mente e a alma. O livro é um mergulho angustiante na autodestruição.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> um objeto ou local transforma tudo que entra nele, física e mentalmente. Jogadores podem ser atraídos pela promessa de poder, revelação… ou fuga.</p>
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<h3>Bad Brains</h3>
<p>Um artista visual, após um acidente que causa dano cerebral, começa a ter visões e delírios que misturam dor e iluminação. Ele tenta encontrar sentido através da arte — mas suas criações começam a impactar a realidade de forma imprevisível.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> um NPC artista começa a pintar ou esculpir visões do futuro (ou de outros planos), e suas obras causam alterações mentais em quem as observa. Os jogadores são contratados para “investigar” — ou recuperar uma dessas peças.</p>
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<h3>Skin</h3>
<p>Duas escultoras performáticas entram em um ciclo obsessivo de autotransformação e competição artística. A linha entre arte e corpo, entre performance e destruição, se apaga. Uma história que mistura paixão, mutilação e busca por identidade em meio à decadência.</p>
<p><b>Gancho para RPG:</b> uma trupe de artistas extremos inicia uma série de “performances” violentas em uma cidade decadente. Mas há algo além da arte: uma presença que os inspira… ou os possui.</p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/4hzwbCU" target="_blank" rel="noopener">Disponível nesse link!</a></strong></p>
<h2>Gostosuras ou travessuras</h2>
<p>E assim encerramos a “Parte 2” da nossa jornada por autores de horror que podem transformar suas sessões de RPG em experiências memoráveis. Com o Halloween batendo à porta, fica o convite: tire do armário aquela aventura meio esquecida, acenda uma vela (ou duas), apague a luz… e deixe o terror entrar.</p>
<p>Cada autor desta lista traz uma fórmula diferente de medo — seja ele subtil, ancestral, cósmico, corporal ou existencial — e você pode usar essas atmosferas como ganchos, ambientações ou até como inspirações para antagonistas que desafiam mais do que só a saúde mental dos personagens.</p>
<p>Então, leve essas ideias para a mesa (física ou virtual), desafie seus jogadores a escutarem o que não está sendo dito, a investigarem o que parece normal demais, e a confrontarem o que parecia longe… até descobrir que o horror estava ali, enquanto eles riam da ficha de iniciativa.</p>
<p>Boas rolagens — e espero que o medo ajude a contar grandes histórias, mas lembre-se: a diversão vem em primeiro lugar, mas o medo é o tempero.</p>
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		<title>No Coração das Trevas &#8211; Review</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 12:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Do Além]]></category>
		<category><![CDATA[aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado de Cthulhu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Apresentamos hoje mais um review de um produto da linha O Chamado de Cthulhu da editora New Order. O cenário No Coração das Trevas. No Coração das Trevas foi uma das inúmeras metas extras do financiamento coletivo da 7ª edição de O Chamado de Cthulhu no Brasil. O livro foi entregue já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Apresentamos hoje mais um review de um produto da linha <strong>O Chamado de Cthulhu</strong> da editora <strong>New Order</strong>. O cenário <strong>No Coração das Trevas</strong>.</p>
<p><strong>No Coração das Trevas</strong> foi uma das inúmeras metas extras do <a href="https://www.catarse.me/chamado_de_cthulhu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">financiamento coletivo</a> da 7ª edição de <strong>O Chamado de Cthulhu</strong> no Brasil. O livro foi entregue já há alguns meses, em forma impressa (o PDF deve ser liberado em algum momento). E, antes tarde do que nunca, vamos a um review (livre de spoilers) desse interessante cenário para o RPG mais querido da equipe do <strong>UniversoRPG</strong>.</p>
<h2>A Apresentação</h2>
<p>O livro possui 38 páginas, com miolo em P&amp;B, capa colorida e excelente qualidade de impressão. As ilustrações internas são dos brasileiros Walter Pax e Odmir Fortes (sendo que esse último também foi responsável pela capa), e são de boa qualidade, embora ainda com a &#8220;pegada&#8221; da 6ª edição (não é uma crítica, apenas uma observação).</p>
<div id="attachment_3480" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3480 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-791x1024.png" alt="" width="791" height="1024" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-791x1024.png 791w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-232x300.png 232w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-768x994.png 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas.png 975w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /><p class="wp-caption-text">A capa estilo filmes pub ficou demais. | Fonte: Editora New Order</p></div>
<p>Um ponto a se destacar é que o cenário não tem apenas as ilustrações feitas por brasileiros, mas é 100% brazuca, tendo sido escrito por ninguém menos que <strong>Luciano Giehl</strong> do blog <a href="http://mundotentacular.blogspot.com/">Mundo Tentacular</a>, com certeza a melhor fonte em português a respeito dos Mythos e de Chamado de Cthulhu. Alias, o Luciano é muito provavelmente, o maior especialista do Brasil em <strong>O Chamado de Cthulhu</strong>, tendo sido consultor das traduções da 6ª e 7ª edições do jogo para o português brasileiro.</p>
<h2>O Cenário</h2>
<p>A ideia para este cenário surgiu lá em 2010, como uma aventura para o chamado <strong>Torneio Tentacular</strong>, evento que acontecia durante o <strong>EIRPG</strong> e <strong>RPGCon</strong>, os maiores eventos de RPG que aconteciam em São Paulo.</p>
<p>Ao contrário das tradicionais ocupações que aparecem nas aventuras prontas, como professores universitários e investigadores particulares, <strong>No Coração das Trevas</strong> coloca os jogadores interpretando um grupo de criminosos trabalhando para um chefão da máfia em Arkham (a famosa cidade fictícia criada por Lovecraft, e principal localidade da chamada <strong><a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lovecraft_Country.svg">Lovecraftian Country</a></strong>). Esse chefão os convoca para descobrir que assassinou seu amigo de longa data (e ainda pior, profanou o corpo enquanto estava no necrotério). Nem todas as motivações são reveladas de cara, no entanto. E o que começa como uma aventura investigativa no submundo do crime organizado, logo vai se tornando algo mais misteriosos e aterrorizante. Logo os jogadores irão descobrir que existem coisas piores do que as furiosas metralhadoras Thompson.</p>
<div id="attachment_3483" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3483 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-no-coracao-das-trevas-cthulhu.jpeg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-no-coracao-das-trevas-cthulhu.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-no-coracao-das-trevas-cthulhu-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A perigosa máfia italiana dos anos 20. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>A aventura desse cenário foi concebida para ser uma típica oneshot, ou seja, uma aventura com início, meio e fim definidos. Porém, isso não impede que ela seja usada em conjunto com outras aventuras. O próprio Luciano sugere que No Coração das Trevas pode ser jogado como uma continuação direta do cenário <strong>Blackwater Creek</strong> (que faz parte do Escudo do Mestre, e também entrou no financiamento da 7ª edição de <strong>O Chamado de Cthulhu</strong>), mas só funciona se em <strong>Blackwater Creek</strong> os personagens já eram capangas da máfia. Contudo, nada impede que <strong>No Coração das Trevas</strong> seja jogada de forma 100% independente, entretanto, já que todo o pano de fundo necessário é fornecido.</p>
<p>A aventura segue de forma mais ou menos linear, sendo que um Guardião novato, ou iniciante no RPG, não terá dificuldades em conduzir a sessão de jogo. A estrutura é bem clássica inclusive. Espere encontrar arquétipos e monstros clássicos das histórias de Lovecraft nessa aventura. E como não poderia deixar de ser, dependendo das decisões (e sorte!) dos jogadores, o final pode não ser tão feliz para os personagens.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>No fim das contas, trata-se de um cenário que pode ser rapidamente lido e assimilado pelo Guardião, simples de mestrar, desafiador para os jogadores (sim, a mortalidade de personagens tende a ser bem alta), e ainda melhor quando jogado como continuação de <strong>Blackwater Creek</strong>, com os jogadores já imersos no contexto da trama.</p>
<p><strong>No Coração das Trevas</strong> está disponível em versão física (e, a rigor, também em pdf, mas esse último está voltado apenas para apoiadores do financiamento coletivo da 7ª edição) na loja da <strong><a href="https://newordereditora.com/loja/rpg/chamado-de-cthulhu/no-coracao-das-trevas-chamado-de-cthulhu-7a-edicao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">New Order Editora</a>.</strong></p>
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		<title>O gênero Horror e o RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 20:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Não é segredo para ninguém que os primeiros RPGs publicados tinham a temática de fantasia medieval (D&#38;D e afins), e esse continua sendo, de longe, o gênero mais popular dentro do hobby. As dezenas de sistemas existentes e os milhares de suplementos lançados focados nesse gênero não me deixam mentir. Porém, existe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Não é segredo para ninguém que os primeiros RPGs publicados tinham a temática de fantasia medieval (D&amp;D e afins), e esse continua sendo, de longe, o gênero mais popular dentro do hobby. As dezenas de sistemas existentes e os milhares de suplementos lançados focados nesse gênero não me deixam mentir.</p>
<p>Porém, existe um outro gênero que também é bastante procurado pelos RPGistas: o gênero de Terror/Horror.</p>
<p><strong>Aqui cabe uma observação:</strong> há uma certa discussão sobre a diferença entre os dois termos, mas uma consulta ao dicionário diz que terror é &#8220;<em>Característica do que é terrível; estado de pavor</em>&#8221; e horror é &#8220;<em>Forte impressão de repulsa, acompanhada ou não de arrepio, gerada pela percepção de algo ameaçador; Sentimento de nojo, de aversão, de ódio; sentimento profundo de incômodo ou receio</em>&#8220;. Dessa forma, ao longo do artigo daremos preferência ao termo <strong>Horror</strong>.</p>
<p>Curiosamente RPGs desse gênero são quase tão antigos quanto o próprio D&amp;D. <strong>O Chamado de Cthulhu</strong> foi publicado originalmente em 1981, ou seja, apenas 7 anos após a primeira publicação do RPG mais clássico de todos e até onde consegui pesquisar, foi o primeiro RPG focado em horror a ser publicado, e certamente o mais longevo.</p>
<p>Já o primeiro romance de horror (ou o que fundamentou o gênero) foi <strong>O Castelo de Otranto</strong>, do escritor Horace Walpole, publicado originalmente em 1765.</p>
<div id="attachment_3303" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3303 size-full" title="Drácula de Bram Stoker" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_dracula.jpg" alt="Drácula de Bram Stoker" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_dracula.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_dracula-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O clássico Drácula. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Não muito tempo depois o gênero foi consolidado na era de ouro da literatura gótica, que nos presenteou com obras como <a href="https://amzn.to/3oKFuEh" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Drácula</strong></a>, de <em>Bram Stoker</em>, <a href="https://amzn.to/38195TX" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde</strong></a>, de <em>Robert Louis Stevenson</em> (traduzido no Brasil muitas vezes como &#8220;O Médico e o Monstro&#8221;), e <a href="https://amzn.to/3ejvWLy" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>O Retrato de Doryan Gray</strong></a>, de Oscar Wilde.</p>
<p>Assim como qualquer outro gênero, o horror tem uma série de subdivisões, e nem todas tem o mesmo impacto em todas as mídias (sim, RPG é um tipo de mídia, e também um tipo de arte).</p>
<h2>Sangue e Tripas</h2>
<p>Provavelmente um dos subgêneros mais populares, o <strong>Gore</strong> se caracteriza por um fortíssima exposição de sangue e vísceras, com personagens sendo mortos das formas mais cruéis.</p>
<p>Em alguns casos a coisa é realmente perturbadora, como em filmes no estilo <strong>O Albergue</strong> (Hostel, no original) ou a série de filmes <strong>Hellraiser</strong> (<em>Pinhead</em> manda lembranças!).</p>
<p>Em outros a coisa é, mas nem sempre voluntariamente, mais leve. Aqui citamos as dezenas de <strong>Sexta-feira 13</strong>, <strong>A Hora do Pesadelo, Halloween</strong> e outros clássicos oitentistas.</p>
<p>De forma não surpreendente, esse não é um estilo muito comum na literatura, pois a descrição do gore tende a ser mais chocante que a própria visão. Poucas pessoas tem interesse em ler parágrafos e mais parágrafos de detalhes sobre ferimentos profundos. também é difícil encontrar RPGs com esse foco, já que número de interessados é bem restrito.</p>
<div id="attachment_3306" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3306 size-full" title="Pinhead, de Hellraiser" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_pinhead.jpg" alt="Pinhead, de Hellraiser" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_pinhead.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_pinhead-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Pinhead, esse cara perturbou o sono de muita gente. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Entretanto, o gênero pode render excelentes one-shots quase 100% improvisadas, principalmente se seguir a linha dos slash movies (como o já citado Sexta-feira 13). Peça para os jogadores fazerem personagens jovens (na faixa de 16 até, no máximo, 20 anos), preferencialmente todos estudando na mesma escola, ou morando no mesmo bairro, ou outra forma de se conhecerem direta ou indiretamente.</p>
<p>Coloque vários NPCs e abuse dos clichês aqui: a dupla de amigos fãs de marijuana, a loira líder de torcida, o atleta galã d escola, o grupo de desordeiros e por aí vai. Em seguida, coloque uma festa na casa de algum deles e alguém tendo a brilhante ideia de emendar com um final de semana no lago. Nesse momento os jovens começam a ser mortos um a um, das maneiras mais brutalmente criativas que você conseguir imaginar.</p>
<p>Caso tenha acesso ao suplemento <strong>GURPS Horror</strong> (ainda achável com sorte sebos ou na <strong>Estante Virtual</strong>), na página 75 há uma descrição maravilhosa do arquétipo do <em>Assassino Psicótico</em>.</p>
<p>Este que vos fala já mestrou um cenário seguindo exatamente a receita acima, e foi bem divertido! Só lembre-se: nunca é fácil de fugir do local onde a matança está acontecendo (provavelmente a primeira coisa que o assassino fará será sabotar todos os carros disponíveis&#8230; hehehe&#8230;). E um segundo conselho é, sempre certifique-se de que todos os envolvidos estão dispostos a jogar esse tipo de aventura.</p>
<h2>Cultistas, Seitas e Religiosidade</h2>
<p>Durante alguns anos, no final da década de 1990 e início da de 2000, o horror religioso foi praticamente um subgênero marcante no cinema. Filmes como <strong>Stigmata</strong>, <strong>Dominação</strong>, <strong>Devorador de Pecados</strong>, <strong>O Exorcismo de Emily Rose</strong> (ok, a rigor esse último é um filme de julgamento, mas vocês entenderam) colocava uma dose bem mais alta de suspense, com características bem menos visuais que os filmes representantes citados no parágrafo anterior.</p>
<p>Esse subgênero trabalha muito com a questão da fé (ou da falta dela), podendo apresentar gatilhos para algumas pessoas que possuam sensibilidades específicas. Aqui novamente, certifique que todos na mesa estão de acordo com a abordagem do jogo.</p>
<p>Não saberia dizer por qual motivo, esse tipo de horror ficou sido tão popular naquela época. Talvez fosse apenas o <em>zeitgeist</em> da mudança do milênio, mas o fato é que na literatura sempre foi bastante popular. Inclusive, para quem não sabe, o clássico filme <a href="https://amzn.to/3l3VzSY" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>O Exorcista</strong></a> é um livro que foi adaptado para o cinema (sempre é bom lembrar). Conheço pessoas que nunca conseguiram ler até o fim, de tão assustador&#8230; (mas talvez não seja tanto, para quem está vivendo em 2020&#8230;.).</p>
<div id="attachment_3305" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3305 size-full" title="O Apóstolo, disponível na Netflix" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_o_apostolo.jpg" alt="O Apóstolo, disponível na Netflix" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_o_apostolo.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_o_apostolo-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Cena de O Apóstolo, disponível na Netflix. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Levando para o lado RPGista da coisa, <strong>Chamado de Cthulhu</strong> e <strong>Vampiro: A Máscara</strong> são dois jogos que, na minha opinião, encaixam perfeitamente na proposta desse subgênero (o segundo talvez um pouco menos). Agora, uma coisa bem diferente a se fazer, seria adaptar esse contexto para a fantasia medieval no estilo de D&amp;D. O maior desafio seria fazer os jogadores entenderem que combate NÃO é a primeira opção. Nem a segunda. Nem a terceira. E colocar a fé do clérigo do grupo em xeque seria algo bem interessante de se ver.</p>
<h2>Psicológico</h2>
<p>Pessoalmente, é meu subgênero preferido. E com a vantagem de poder se misturar com vários dos outros. O grande lance aqui é mostrar a ameaça o mínimo possível, apenas alguns <em>flashes</em>. Acreditem: isso cria um imenso suspense.</p>
<p>Filmes como <strong>O Chamado</strong> e até mesmo o primeiro <strong>Jogos Mortais</strong> se enquadram nessa categoria (ao meu ver). Aqui o que te assusta não é o que você vê, mas sim o que você não consegue ver mas, de alguma forma, sabe que está lá.</p>
<p>Em termos de jogo, quando usar essa abordagem, adie ao máximo o momento de revelar a ameaça. Trabalhe com sombras, pequenas dicas de que há sempre algo à espreita. Essas dicas podem ser alguém sempre observando, ou as coisas estarem fora do lugar quando os personagens voltarem para o ambiente (mesmo após poucos minutos de ausência). Também podem ser fenômenos estranhos, como de repente encontrar o ambiente todo molhado, ou coberto de folhas.</p>
<h2>Horror Investigativo</h2>
<p>Outro subgênero que prezo muito. Aqui existe uma fórmula mais ou menos padrão. O protagonista (ou o grupo, no caso de um cenário de RPG) descobre uma ameaça sobrenatural. Essa ameaça, entretanto, não pode ser combatida simplesmente com tiros ou coisas assim. É preciso descobrir sua origem, sua fraqueza e a uma forma como acabar ou impedir a ameaça. É muito comum nesse tipo de aventura que o jogadores precisem realizar algum tipo de ritual (em um sentido amplo) que será capaz de pôr fim à ameaça ou criatura.</p>
<p>Um dos melhores exemplos modernos dessa narrativa é exatamente <strong>O Chamado</strong> (já citado no tópico anterior). Samara é a ameaça. A pessoa tem 7 dias para descobrir como se livrar da maldição (gerando o sentido de urgência, tão importante nessas obras). A &#8220;<em>cura</em>&#8221; está diretamente relacionada à origem da maldição, gerando necessidade de viajar até lugares remotos para chegar ao fundo do mistério.</p>
<h2>Horror dentro de outro gênero</h2>
<p>Como visto até agora, muitas vezes o subgênero de horror não é claro, com uma mesma obra podendo apresentar características de (e se enquadrar em) mais de um subgênero.</p>
<p>A lista de exemplos é imensa, mas um clássico que gosto bastante é o filme <strong>Alien, o 8° Passageiro</strong>. Esse é um filme de horror dos bons, contando com altíssimas doses de suspense, alguns bons <em>jump scares</em>, e um monstro. Isso tudo devidamente <em>travestido</em> de Ficção Científica.</p>
<p>Em uma pegada semelhante temos o recente <strong>A Maldição da Mansão Bly</strong> em que, apesar de o título entregar o gênero, se trata muito mais de uma história de amor, mas recheada de momentos de suspense e horror.</p>
<div id="attachment_3304" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3304 size-full" title="A Maldição da Mansão Bly" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_haunting_of_bly_manor.jpg" alt="A Maldição da Mansão Bly" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_haunting_of_bly_manor.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/10/img_o_genero_horror_rpg_haunting_of_bly_manor-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A Maldição da Mansão Bly faz você ficar na ponta da cadeira. | Fonte: Netflix</p></div>
<p>O segredo para narrar uma história desse tipo é não avisar aos jogadores que se trata de uma sessão de horror. Peça (ou forneça) personagens de um determinado tipo, para uma determinada época (investigadores do FBI modernos, gângsters dos anos 20, pessoas comuns na Inglaterra Vitoriana) e, aos poucos, direcione a história para o mistério e, por fim, o horror.</p>
<p>Curiosamente, o subgênero de horror cósmico (criado e consolidado pelo mestre H.P. Lovecraft) muitas vezes se vale dessa estrutura. &#8220;Um Sussurro nas Trevas&#8221; tem uma crescente maravilhosa em direção ao horror e à loucura, mas começa de uma maneira absolutamente mundana.</p>
<p>Abraços e até a próxima!</p>
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		<title>Review &#8211; Call of Cthulhu: The Official Video Game</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 02:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Do Além]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado de Cthulhu]]></category>
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		<category><![CDATA[game]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
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		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[xbox]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Video games e RPG sempre andaram lado a lado. As inspirações e referências estão em todos os lados. Com Call of Cthulhu não foi diferente. O novo game da Cyanide é um "prato cheio" para os fãs e uma oportunidade para quem não conhece esse magnífico cenário do RPG.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações, aventureiros!</p>
<p>Hoje vamos para um post um pouco diferente do que costumamos a fazer aqui: um review (ou seria mais uma opinião pessoal?) de um jogo de vídeo-game.</p>
<p>É o primeiro post desse estilo aqui no <strong>UniversoRPG</strong>, e há um bom motivo. Desde que entramos no ar, no finalzinho de 2016, nosso foco sempre foi a &#8220;diversão offline&#8221;: RPGs e jogos de tabuleiros modernos (que o pessoal costuma chamar de board games). Ocorre que <a href="http://www.callofcthulhu-game.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Call of Cthulhu</strong></a> tem um diferencial, já que é inspirado em um dos RPGs preferidos da nossa equipe.</p>
<div id="attachment_2343" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2343 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/id-4-e1543199934691.jpg" alt="Call of Cthulhu o Vídeo Game" width="750" height="422" /><p class="wp-caption-text">A Cyanide fez um belo trabalho de adaptação do clima de Call of Cthulhu. | Fonte: Divulgação.</p></div>
<h2>Eras passadas</h2>
<p>Este, definitivamente, não é o primeiro jogo inspirado no universo de <a href="https://universorpg.com/do-alem/dicas/as-melhores-historias-de-h-p-lovecraft/"><strong>Lovecraft</strong></a> (quem sabe um dia fazemos um artigo falando sobre esses títulos?), mas é um dos que teve mais hype até hoje, mesmo por ser multiplataforma. A maior parte dos games anteriores foi lançada apenas para PC, embora alguns tenham tido versão para Xbox (notoriamente o clássico &#8220;Dark Corners of Earth&#8221;) e mesmo para celulares (&#8220;Wasted Land&#8221;, que também teve versão para PC).</p>
<p><strong>Call of Cthulhu</strong> foi lançado em 30 de outubro de 2018, simultaneamente para <a href="http://www.callofcthulhu-game.com/en/shop"><strong>Windows</strong>, <strong>Playstation 4</strong> e <strong>Xbox One</strong></a>, após cerca de quatro anos de desenvolvimento pela <strong><a href="http://www.cyanide-studio.com/home" target="_blank" rel="noopener">Cyanide</a></strong>.</p>
<p>Trata-se de um RPG de ação (ou algo bem parecido com isso. Discutirei as mecânicas do jogo logo abaixo) e, como tal, você tem uma &#8220;ficha de personagem&#8221; que pode ser customizada no começo e desenvolvida ao seu gosto ao longo do game, à medida em que você for ganhando pontos de personagem (<strong>dica</strong>: <em>coloque alguns pontos em medicina e ocultismo no começo do jogo, pois depois você só evoluirá essas habilidade encontrando livros específicos</em>).</p>
<h2>Essência Lovecraftiana</h2>
<p>Logo de cara é possível perceber o cuidado que o jogo tem com as referências à obra do cavalheiro de Providence. O clima é bem o dos contos mais clássicos de Lovecraft (principalmente &#8220;O Chamado de Cthulhu&#8221; e &#8220;Horror em Red Hook&#8221;), com o jogo se passando na década de 1920. O protagonista é Edward Pierce, um detetive particular, veterano da Primeira Grande Guerra, que afoga seus traumas em álcool e tranquilizantes.</p>
<p>Logo no início do jogo Edward aceita um caso envolto em mistério, com uma série de lacunas a serem preenchidas, que o leva à cidade insular de Darkwater. Lá Edward conhecerá diversas pessoas que o ajudarão (ou não) a solucionar o caso.</p>
<h2>Mecânicas de Jogo</h2>
<p>Basicamente as mecânicas são de um RPG de ação: você testa habilidades em certos momentos, e após passar por pontos-chave do jogo, recebe pontos de personagem com os quais você melhora suas habilidades. Atingindo certos níveis em suas habilidades, você desbloqueia opções de diálogo ou mesmo jeitos alternativos de resolver enigmas.</p>
<p>A maior parte do jogo é baseada em diálogos e em investigação, com muitas leituras de livros e diários (nesse aspecto lembra bastante o RPG de mesa).</p>
<p>Em alguns momentos do jogo você entra uma espécie de &#8220;<em>visão de detetive</em>&#8220;. Nesses momentos você investiga um local onde ocorreu um evento de interesse e, encontrando as pistas certas, é capaz de reconstituir a cena.</p>
<p>Também há uma mecânica de <em>stealth</em>, com você precisando se movimentar fora das vistas dos inimigos. Não há combate no jogo, exceto nos capítulos finais (e mal dá para chamar de mecânica de combate).</p>
<p>Muitos reviews compararam a essência de Call of Cthulhu aos antigos games point-and-click (famosos principalmente pela <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/LucasArts" target="_blank" rel="noopener">Lucas Arts</a></strong>), mas acredito que a melhor comparação possível é o clássico <a href="https://store.steampowered.com/app/501990/Phantasmagoria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Phantasmagoria</strong></a>.</p>
<p>No final das contas, pessoalmente, acho que o game seria mais interessante se substituísse algumas dessas mecânicas por <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quick_Time_Event" target="_blank" rel="noopener">Quick Time Events</a></strong> (mesmo sabendo que essa minha opinião atrairá a fúria de <em>gamers</em> mais conservadores).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full img-responsive wp-image-2344" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/id-5-e1543199999310.jpg" alt="" width="750" height="422" /></p>
<p>O jogo apresenta quatro finais possíveis. Dois deles são acessíveis independentemente das escolhas feitas ao longo da história, mas os outros dois dependem de combinações bastante intrincadas, sendo bem difíceis de acessar sem o uso de guias publicados pelas <em>interwebs</em> da vida.</p>
<h2>Os Prós</h2>
<p>Indiscutivelmente os maiores atrativos do jogo são o clima e as referências lovecraftianas. Todas as principais características das obras de Lovecraft estão lá: a cidade afastada e decadente, um culto profano, criaturas capazes de levar a mente humana à loucura com um simples vislumbre.</p>
<p>Além do clima, uma série de referências diretas à obra está presente: criaturas, livros, e mesmo personagens famosos são citados nominalmente, extraindo sorrisos de satisfação dos fãs dos <a href="https://amzn.to/2TTxAsL" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mitos de Cthulhu</strong></a>.</p>
<p>O roteiro do jogo é bem envolvente, embora infelizmente não desenvolva muito o personagem principal (e nenhum dos outros, para ser bem honesto). Trata-se de um roteiro bem <strong><a href="http://www.ronizealine.com/2015/08/voce-sabe-a-diferenca-entre-historias-plot-driven-e-character-driven.html" target="_blank" rel="noopener">plot driven</a></strong>.</p>
<h2>Os Contras</h2>
<p>Nem tudo são elogios, infelizmente. O primeiro ponto negativo que salta aos olhos são os gráficos, que parecem saídos de um jogo de PS3 (e do início da geração ainda!!!). Claro que <strong>CoC</strong> não tem pretensão de ser um jogo AAA, e por isso dá para ser um pouco condescendente nesse aspecto, mas algumas falhas são mais difíceis de se perdoar em um game lançado em 2018.</p>
<p>Entre elas estão a constante falta de sincronia entre a dublagem e os movimentos dos lábios dos personagens, e mesmo alguns &#8220;bugs&#8221; gráficos (como de vez em quando um NPC sumindo e reaparecendo logo ao lado). Vacilo em um jogo que teve bastante tempo para ser polido.</p>
<p>Outro ponto negativo é a salada de mecânicas. Não sei se foi uma tentativa de agradar vários públicos, ou se a ideia era variar bastante mesmo. Pessoalmente acho que o game poderia limar algumas delas e desenvolver melhor outras. A &#8220;visão do investigador&#8221;, por exemplo, é bem interessante e merecia mais destaque.</p>
<h2>O veredito</h2>
<p>O jogo é bom e vale a pena. Só não é para todos os públicos. Se você é do tipo que tem preguiça de diálogos (acredito que não seja o caso, ou não estaria lendo um blog de RPG), fique longe. Mas se você curte histórias de investigação, com a verdade sendo revelada aos poucos, vá fundo, principalmente se é fã do universo criado por H.P. Lovecraft.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/do-alem/resenhas/review-call-of-cthulhu-the-official-video-game/">Review &#8211; Call of Cthulhu: The Official Video Game</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>O Cavaleiro sem Cabeça &#8211; D&#038;D 5e</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2018 13:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[d&d]]></category>
		<category><![CDATA[dnd5ed]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[monstros]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos monstros nunca são demais e quando eles são temáticos, fica melhor ainda. Conheça o "Headless Horseman" ou como é mais conhecido por aqui, o Cavaleiro sem Cabeça. Com estatísticas para D&#038;D 5ª edição.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>O Halloween já passou, mas ainda temos mais um conteúdo para vocês, a adaptação para D&amp;D de uma das lendas mais icônicas dessa data: o famigerado <strong>Cavaleiro sem Cabeça</strong> (&#8220;Headless Horseman&#8221;) para esse que é o sistema mais querido por tantos jogadores.</p>
<p>O Cavaleiro sem Cabeça é uma imagem presente na cultura pop moderna (ainda que nos últimos anos pareça ter perdido um pouco a força em relação às décadas de 80 e 90, mas estaria tergiversando demais a respeito).</p>
<p>Confesso aqui que a pesquisa para esse artigo me surpreendeu. Imaginava ser uma lenda tipicamente americana, mas descobri que sua origem remonta, pelo menos, ao início da Alta Idade Média.</p>
<h2>A Lenda de Sleepy Hollow &#8211; O Conto de Washington Irving</h2>
<p>As versões mais comuns do Cavaleiro sem Cabeça, que povoam os filmes, séries e desenhos atuais, é baseada nesse conto. Publicado em 1820, de autoria de <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Washington_Irving" target="_blank" rel="noopener">Washington Irving</a></strong>, o conto nos mostra a história de <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ichabod_Crane" target="_blank" rel="noopener">Ichabod Crane</a></strong>, o rapaz alto, extremamente magro e bastante desengonçado que vivia no vilarejo de <strong>Sleepy Hollow</strong>.</p>
<p>Em dado momento Ichabod se apaixona pela bela Katrina Van Tassel. Embora desengonçado, ele era considerado um bom partido pelas moças da vila, sendo gentil, de bom gosto e bem sucedido. Ocorre que Ichabod tinha um grande rival: Abraham &#8220;Brom Bones&#8221; Van Brunt, uma espécie de valentão local (pense no <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gaston_(Beauty_and_the_Beast)" target="_blank" rel="noopener">Gaston</a></strong>, de &#8220;<em>A Bela e a Fera</em>&#8220;). A moça corresponde às investidas de Ichabod, inicialmente, mas quando este a pede em casamento durante uma grande festa, a proposta é recusada, partindo o coração do protagonista.</p>
<p>Ichabod deixa a festa arrasado, mas seu dia ainda estava longe de terminar. No caminho de volta para casa ele começa a ser perseguido pelo lendário Cavaleiro Sem Cabeça, o fantasma de um soldado <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hessiano_(soldado)" target="_blank" rel="noopener">Hessiano</a></strong> decapitado por uma bala de canhão durante a Guerra da Independência Americana.</p>
<p>Ichabod faz seu cavalo correr como nunca até cruzar uma ponte, onde supostamente estaria a salvo já que assombrações dessa natureza seriam incapazes de cruzar água corrente. Assim que Ichabod relaxa, entretanto, ele é atingido pela cabeça decapitada do Cavaleiro, que a arremessou.</p>
<div id="attachment_2183" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2183 size-image-post-2" title="Headless Horseman" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/Sleepy-Hollow-resized-750x425.jpg" alt="Headless Horseman" width="750" height="425" /><p class="wp-caption-text">The Headless Horseman Pursuing Ichabod Crane, de John Quidor (1858). | Fonte: Wikipedia.</p></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2182 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/Sleepy-Hollow-e1540859743485.jpg" alt="" width="4001" height="3159" /></p>
<p>No dia seguinte nada além do chapéu que Ichabod usava foi encontrado, rodeado de pedaços de uma abóbora quebrada.</p>
<p>O conto deixa a entender que o Cavaleiro Sem Cabeça era, na verdade, Brom Bones disfarçado, na tentativa de colocar o seu &#8220;rival&#8221; para correr em definitivo.</p>
<p>O conto de Washington Irving inspira a maioria da inúmeras adaptações (como <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0162661/" target="_blank" rel="noopener">essa</a></strong>, <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0041094/" target="_blank" rel="noopener">essa</a></strong> ou <strong><a href="https://www.imdb.com/title/tt0079453/" target="_blank" rel="noopener">essa outra</a></strong>) que vemos no cinema e TV nas últimas décadas. Em algumas versões a cabeça decapitada é substituída por um <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jack-o%27-lantern" target="_blank" rel="noopener">Jack-O&#8217;-Lantern</a></strong> (provavelmente para tornar a assombração mais &#8220;palatável&#8221; para crianças). A influência, inclusive, não se limita às aparições diretas do Cavaleiro. O vilão Espantalho, do Universo DC, por exemplo, não se chama Jonathan Crane à toa, e sua descrição física é bem semelhante à de Ichabod Crane no conto de Irving.</p>
<p>Ocorre que essa não é, nem de longe, a versão mais antiga da lenda.</p>
<h2>O Folclore Holandês</h2>
<p>A verão norte-americana do Cavaleiro Sem Cabeça provavelmente foi trazida pelos holandeses, já que se trata de uma presença comum no folclore desta região. Esta versão era conhecida como &#8220;Dullahan&#8221; ou &#8220;Gan Ceann&#8221; não estranhe os nomes com sonoridade celta&#8230; já chegaremos lá). Nesta versão o cavaleiro tradicionalmente carregava sua cabeça sob o braço direito e é capaz de cuspir fogo. Em outras variantes sua cabeça é deformada, com um sorriso de orelha a orelha e olhos enormes e vacilantes (lembrando o já citado Jack-o&#8217;-Lantern). Em outras versões, ainda, a cabeça brilha como a lanterna de um vigia e é usada para iluminar o caminho do Cavaleiro em estradas isoladas.</p>
<div id="attachment_2241" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2241 size-full" title="Dullahan" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-dullahan.jpg" alt="Dullahan" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-dullahan.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-dullahan-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O Dullahan (ou Gan Ceann, do gaélico irlandês) é um dos seres mais espetaculares do reino das fadas da Irlanda. | Fonte: Pinterest</p></div>
<h2>Versões Anteriores</h2>
<p>A origem do mito holandês, entretanto, pode ser rastreada até uma época ainda mais antiga. Teria sido trazida por missionários holandeses que foram às ilhas britânicas ainda por volta do século VI, e proibido o culto a Crom Dubh, um deus celta da fertilidade cultuado na região da atual Irlanda que exigia sacrifícios humanos a cada ano.  A forma mais usada para realizar esses sacrifícios, como você já deve ter adivinhado, era a decapitação.</p>
<p>Com a proibição do culto a Crom Dubh a população rapidamente adaptou a história, criando uma presença fantasmagórica que buscava por corpos decapitados (em algum momento surgiu a variante de buscar corpos procurando uma cabeça para substituir a sua faltante). Com o tempo as referências ao próprio Crom Dubh desapareceram.</p>
<h2>Histórias Tradicionais</h2>
<p>Não há referência a histórias mais antigas do que as citadas no parágrafo anterior, mas há diversas variações que surgiram até chegar no conto imortalizado por Irving.</p>
<p>Em algumas histórias o Dullahan está sempre acompanhado de uma <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Banshee" target="_blank" rel="noopener">Banshee</a></strong>, guiando uma carruagem negra puxada por seis cavalos. Em qualquer lugar que essa carruagem pare, alguém morrerá. O Dullahan é capaz de abrir qualquer porta ou tranca (ou talvez atravessá-las?) e a única maneira de detê-lo é com um pouco de ouro (por menor que seja a quantidade, será suficiente para barrá-lo). Trata-se de uma lenda irlandesa, afinal.</p>
<p>Nessa caracterização o Dullahan está muito mais próximo da nossa visão da<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Morte_(personifica%C3%A7%C3%A3o)" target="_blank" rel="noopener"> <strong>Morte como O Ceifador</strong></a>, sendo por vezes descrito como uma figura esquelética que carrega um chicote feito de vértebras humanas.</p>
<p>Algumas outras versões citam que a carroça viaja tão rápido que o atrito com é capaz de atear fogo nos arbustos na beira das estradas (e aqui é impossível não lembrar, ainda que remotamente, do <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ghost_Rider_(Marvel_Comics)" target="_blank" rel="noopener">Motoqueiro/Cavaleiro Fantasma da Marvel</a></strong>).</p>
<p>O que todas as versões da lenda têm em comum é que abordam o medo humano da morte, e materializam esse medo em uma forma que pode ser transmitida para ouvintes mais jovens.</p>
<h2>A Versão Para D&amp;D</h2>
<p>Como há diversas versões da lenda tomaremos a liberdade de pegar as partes mais interessantes de cada uma e acrescentar um tempero nosso. Como sempre, vale a Regra de Ouro do RPG.</p>
<p>O Cavaleiro sem Cabeça é, antes de mais nada, um espírito de vingança. Para que esse tipo de morto-vivo surja são necessários dois pré-requisitos:</p>
<ul>
<li>Uma execução particularmente cruel, consumada com uma decapitação (provavelmente após tortura física e/ou psicológica).</li>
<li>O executado precisa ser inocente. Um julgamento de cartas marcadas ou uma incriminação falsa (talvez envolvendo uma conspiração complexa).</li>
</ul>
<p>Caso essas duas condições sejam satisfeitas, há a possibilidade de o executado retornar do mundo dos mortos como um Cavaleiro Sem Cabeça.</p>
<p><strong>NOTA</strong>: <em>Aqui vai um detalhe um pouco mórbido sobre enforcamentos. Se a corda for muito fina e a queda muito longa, ele pode terminar em uma decapitação ao invés de enforcamento. Dependendo do sadismo do mestre, uma cena culminando em uma execução desastrosa assim poderia gerar um Cavaleiro sem Cabeça.</em></p>
<p>A maldição desta criatura é particularmente cruel, uma vez que ela está ligada ao local de sua execução, mas a maneira de destruí-la completamente passa por descobrir a verdade sobre sua morte, inocentando o condenado, trazendo justiça para os vivos e descanso para o morto. Caso já tenha se passado muito tempo pode ser bem difícil de cumprir estes requisitos, levando a uma investigação mais longa. O ponto é que a inocência do espírito deve ser descoberta, provada e tornada pública. Somente assim haverá descanso.</p>
<p>Caso o Cavaleiro seja destruído sem que esses requisitos tenham sido cumpridos, ele ressurgirá no primeiro anoitecer da próxima mudança de fase da Lua (ou o equivalente no mundo de campanha em questão).</p>
<p>A aparição deste morto-vivo é sempre impressionante. Ele sempre cavalga um Pesadelo (<em>Nightmare</em>, Monster Manual p. 235). A aparência do cavaleiro varia em alguns detalhes, podendo variar inclusive dentro do mesmo mundo de campanha (mas não muda caso ele tenha o corpo destruído e ressurja depois). Algumas vezes simplesmente não há cabeça (nesse caso podem brotar chamas do pescoço), em outras ela a carrega em uma das mão ou sob o braço, ou ainda, ela pode ter sido substituída por um Jack-o&#8217;-Lantern.</p>
<h2>Cavaleiro Sem Cabeça</h2>
<div id="attachment_2246" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2246 size-full" title="Headless Horseman" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-cavaleiro-sem-cabeca-1.jpg" alt="Headless Horseman" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-cavaleiro-sem-cabeca-1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/img-cavaleiro-sem-cabeca-1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O novo pesadelo dos jogadores. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p><strong>Headless Horseman</strong><br />
<em>Monstruosidade médio, caótico e mal</em><br />
<strong>Classe de Armadura</strong> 15 (armadura natural)<br />
<strong>Pontos de Vida</strong> 183 (40d8)<br />
<strong>Deslocamento</strong> 10m, cavalgando 30m</p>
<table class="table">
<tbody>
<tr>
<td align="center">FOR</td>
<td align="center">DES</td>
<td align="center">CON</td>
<td align="center">INT</td>
<td align="center">SAB</td>
<td align="center">CAR</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">13 (+1)</td>
<td align="center">13 (+1)</td>
<td align="center">12 (+1)</td>
<td align="center">12 (+1)</td>
<td align="center">10 (+0)</td>
<td align="center">15 (+2)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Sentidos</strong> Percepção passiva 12<br />
<strong>Idioma</strong> Não aplicável. O Cavaleiro é sempre mudo, e não conhece linguagens gestuais.<br />
<strong>Nível de Desafio </strong>10 (5.900 XP)</p>
<hr />
<p><strong>Visão Assustadora (Horrifying Vision):</strong> Cada criatura que não seja um morto-vivo (à escolha do Cavaleiro) dentro do alcance deve fazer um teste de resistência de Sabedoria para evitar ficar Assustado (<em>Frightened</em>).</p>
<p><strong>Fortitude de Morto-Vivo (Undead Fortitude):</strong> Se o Cavaleiro for reduzido a 0 pontos de vida o Cavaleiro pode fazer um teste de resistência de Constituição (CD = 5 + Dano tomado). Em caso de sucesso os pontos de vida são reduzidos para 1. O efeito é negado se o dano causado for do tipo Radiante ou vier de um sucesso decisivo.</p>
<p><strong>Morte e Restauração (Death and Restoration):</strong> Caso o corpo físico do Cavaleiro seja destruído, sua mente e sua vontade não se esvairão. Continuarão presentes no ambiente, e formarão outro corpo na próxima mudança de lua (ou equivalente no mundo de campanha em questão).</p>
<p><strong>Magia Inata (1/noite):</strong> até uma vez por noite o Cavaleiro é capaz de conjurar uma magia equivalente a Bola de Fogo (8d6 de dano), mas no formato de um Jack-O&#8217;-Lantern.</p>
<h3>Ações</h3>
<hr />
<p><strong>Ataque Múltiplo</strong>: O Cavaleiro sem Cabeça é capaz de fazer três ataques por rodada com uma espada longa.</p>
<p><strong>Espada Longa (Longsword): </strong>+8 para atacar, alcance 5 ft (1,5 m), um alvo. Dano: 1d8+1 dano cortante (slashing).</p>
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		<title>5 Escritores de Horror e suas principais obras</title>
		<link>https://universorpg.com/do-alem/dicas/5-escritores-de-horror-e-suas-principais-obras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 13:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Do Além]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Rice]]></category>
		<category><![CDATA[Bram Stoker]]></category>
		<category><![CDATA[Clive Barker]]></category>
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		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
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		<category><![CDATA[lovecraft]]></category>
		<category><![CDATA[Mary Shelley]]></category>
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		<category><![CDATA[Stephen King]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[Top 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Mais um post dos nossos aclamadíssimos Top 5, dessa vez sobre escritores do gênero de horror/terror e suas obras principais. Sem mais delongas, vamos aos nomes (em nenhuma ordem em particular): Clive Barker Um caso curioso nessa lista, as obras de Clive Barker são, muito provavelmente, mais conhecidas que as de vários outros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, pessoal!</p>
<p>Mais um post dos nossos aclamadíssimos <strong>Top 5</strong>, dessa vez sobre escritores do gênero de <em>horror/terror</em> e suas obras principais. Sem mais delongas, vamos aos nomes (em nenhuma ordem em particular):</p>
<h2>Clive Barker</h2>
<div id="attachment_2207" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2207 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-clive-barker.jpg" alt="Clive Barker" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-clive-barker.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-clive-barker-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Clive Barker, criador dos famosos Cenobitas de Hellraiser | Fonte: Hollywood Reporter</p></div>
<p>Um caso curioso nessa lista, as obras de Clive Barker são, muito provavelmente, mais conhecidas que as de vários outros nomes citados aqui. O próprio Clive, entretanto, muitas vezes não é lembrado. Isso ocorre por que as referências ao autor feitas nas adaptações cinematográficas (nas quais ele normalmente participa como roteirista e/ou produtor) normalmente não carregam seu nome no material de divulgação. Provavelmente a adaptação mais conhecida é &#8220;<strong>Hellraiser &#8211; Renascido do Inferno</strong>&#8220;.</p>
<p>O seu sucesso como escritor de terror começou com uma série de livros de contos, os &#8220;Livros de Sangue&#8221; (num total de 6 volumes), que foram lançados no Brasil mas infelizmente se encontram fora de catálogo. Nesses contos fica bem claro seu estilo, uma mescla de terror com fantasia contemporânea, onde pessoas comuns se deparam com situações aterrorizantes ou misteriosas.</p>
<p>Outra curiosidade é que ele não só prestou consultoria criativa mas também emprestou seu nome para alguns jogos de videogame, dentre os quais se destacaram &#8220;Clive Barker&#8217;s Undying&#8221; e  &#8220;Clive Barker&#8217;s Jericho&#8221;.</p>
<h3>Obras Imperdíveis:</h3>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Puzcda" target="_blank" rel="noopener">Hellraiser &#8211; Renascido do Inferno</a></strong><br />
<em>Hellraiser – Renascido do Inferno apresentou ao público os demoníacos Cenobitas, personagens criados por Clive Barker que hoje figuram no seleto grupo de vilões ícones da cultura pop como Jason, Leatherface ou Darth Vader. Toda a perversidade desses torturadores eternos está presente em detalhes que estimulam a imaginação dos leitores e superam, de longe, o horror do cinema. Clive Barker escreveu o romance Hellraiser – Renascido do Inferno (The Hellbound Heart, no original) já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O cultuado filme de 1987 seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores. Nas palavras do próprio Barker: “A única maneira foi escrever o romance com a intenção específica de filmá-lo. Foi a primeira e única vez que fiz assim, e deu resultado”. De leitura rápida e devastadora, Hellraiser – Renascido do Inferno conta a história de um homem obcecado por prazeres pouco convencionais que é tragado para o inferno.</em></p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2PyNeui" target="_blank" rel="noopener">Evangelho de Sangue</a></strong><br />
<em>Pinhead está de volta. Por aproximadamente trinta anos o Sacerdote do Inferno – conhecido por todos nós pela sugestiva alcunha de Pinhead – tem sido um dos mais ilustres e famosos personagens do universo do terror de todos os tempos. O aclamado escritor Clive Barker, seu criador, apresenta agora o capítulo final desta saga, que teve início com Hellraiser – Renascido do Inferno. Você vai entender tudo sobre o universo dos Cenobitas. Evangelho de Sangue reconduz os leitores ao tempo marcado por dois de seus mais icônicos personagens – Harry D’Amour e Pinhead –, que conduzem a história em uma batalha entre o bem e o mal tão antiga quanto o tempo, onde o autor conecta a mitologia de Hellraiser ao Inferno bíblico.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Edgar Allan Poe</h2>
<div id="attachment_2208" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2208 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-edgar-allan-poe.jpg" alt="Edgar Allan Poe" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-edgar-allan-poe.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-edgar-allan-poe-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Estátua em homenagem a Edgar Allan Poe, situada em Boston. | Fonte: Americaninno.</p></div>
<p>Provavelmente o mais clássico de todos os autores de horror. Mesmo que você nunca o tenha lido, ele muito provavelmente é uma referência para os autores que escreveram as histórias que você curte. Com um estilo típico do século XIX, e bebendo da estética romântica, Allan Poe escreveu dezenas de contos e poesias. Sua obra mais conhecida é, sem nenhuma sombra de dúvida, &#8220;<strong>O Corvo</strong>&#8221; (<em>The Raven</em>), um clássico da literatura e da cultura pop incansavelmente traduzido, adaptado e referenciado em diversas mídias.</p>
<h3>Obras Imperdíveis</h3>
<p>Allan Poe nunca escreveu romances (exceto por &#8220;A Narrativa de Arthur Gordon Pym&#8221;), mas as coletâneas de seus contos podem ser encontradas em diversas edições aqui em terra brasilis.</p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Jq6WD3" target="_blank" rel="noopener">Edgar Allan Poe &#8211; Medo Clássico (Volume 1)</a></strong><br />
<em>Pela primeira vez, os contos de Poe estão divididos por temas que ajudam a visualizar a grandeza de sua obra: a morte, narradores homicidas, mulheres etéreas, aventuras, além das histórias completas do detetive Auguste Dupin, personagem que inspirou Sherlock Holmes. Edgar Allan Poe: Medo Clássico apresenta ainda o poema “O Corvo” na sua versão original em inglês e nas traduções para o português de Machado Assis e de Fernando Pessoa, além do clássico ensaio sobre o poema, “A filosofia da composição”. O livro traz ainda o prefácio do poeta francês Charles Baudelaire, admirador do autor e seu primeiro tradutor na França.</em></p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Q5Fs84" target="_blank" rel="noopener">Edgar Allan Poe &#8211; Medo Clássico (Volume 2)</a></strong><br />
<em>No primeiro volume começamos a conhecer a fantástica casa de espelhos de Poe: suas máscaras e segredos, seu ímpeto aventureiro, suas mulheres etéreas e, é claro, seu corvo imortal. Agora, exploraremos seus devaneios sobre a finitude humana, o desamparo da perda e a solidão do nunca mais. Você está pronto para longas madrugadas de leitura? Reunindo contos, poemas e cartas que trazem à tona um lado ainda mais sombrio do genial escritor, Edgar Allan Poe: Medo Clássico — Volume 2 mostra toda a força das palavras do mestre em doze obras-primas de ficção, como “William Wilson”, “O Homem da Multidão”, “O Demônio da Perversidade”, “Uma Descida ao Maelström”, “A Verdade Sobre o Caso do sr. Valdemar” e “Lenore”. Um capítulo extra apresenta cartas pessoais do autor.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Stephen King</h2>
<div id="attachment_2211" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2211 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-stephen-king.jpg" alt="Stephen King" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-stephen-king.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-stephen-king-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Considerado por muitos como o pai do terror moderno. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Outro nome que jamais poderia faltar nesta lista. Considerado por muitos como o mestre moderno do horror, Stephen King escreve em uma quantidade e velocidade quase inacreditáveis. Publicou mais de 50 romances em sua carreira (que começou em 1974, com &#8220;<strong>Carrie, A Estranha</strong>&#8220;, e segue de vento em popa), fora os contos e os romances publicados sob o pseudônimo de Richard Bachman.</p>
<p>Uma característica interessante de Stephen King é que quase todas as suas obras compartilham o mesmo mundo, ou seja, é comum encontrar referências sutis a um livro em outro (nada que atrapalhe a leitura. São <em>easter eggs</em> que recompensam leitores fiéis)</p>
<p>Muitas de suas obras foram adaptadas para o cinema, com diferentes graus de qualidade. Algumas das adaptações mais conhecidas são &#8220;Cemitério Maldito&#8221; e &#8220;It &#8211; a Coisa&#8221; (que ganhou um remake recente, cuja parte 2 está sendo produzida)</p>
<h3>Obras Imperdíveis</h3>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Q2jXFc" target="_blank" rel="noopener">It &#8211; A Coisa</a></strong><br />
<em>Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha do Maine, Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da amizade, do amor, da confiança&#8230; e do medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permaneceu em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Neste clássico de Stephen King, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.</em></p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Jrvcod" target="_blank" rel="noopener">O Cemitério</a></strong><br />
<em>Louis Creed, um jovem médico de Chicago, acredita que encontrou seu lugar em uma pequena cidade do Maine. A boa casa, o trabalho na universidade e a felicidade da esposa e dos filhos lhe trazem a certeza de que fez a melhor escolha. Num dos primeiros passeios pela região, conhecem um cemitério no bosque próximo à sua casa. Ali, gerações de crianças enterraram seus animais de estimação. Mas, para além dos pequenos túmulos, há um outro cemitério. Uma terra maligna que atrai pessoas com promessas sedutoras. Um universo dominado por forças estranhas capazes de tornar real o que sempre pareceu impossível. A princípio, Louis Creed se diverte com as histórias fantasmagóricas do vizinho Crandall. No entanto, quando o gato de sua filha Eillen morre atropelado e, subitamente, retorna à vida, ele percebe que há coisas que nem mesmo a sua ciência pode explicar. Que mistérios esconde o cemitério dos bichos? Terá o homem o direito de interferir no mundo dos mortos? Em busca das respostas, Louis Creed é levado por uma trama sobrenatural em que o limite entre a vida e a morte é inexistente. E, quando descobre a verdade, percebe que ela é muito pior que seus mais terríveis pesadelos. Pior que a própria morte &#8211; e infinitamente mais poderosa.</em></p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2JxJbJn" target="_blank" rel="noopener">A Dança da Morte</a></strong><br />
<em>Após um erro de computação no Departamento de Defesa, um vírus é liberado, e um milhão de contatos casuais formam uma cadeia de morte: é assim que o mundo acaba. O que surge em seu lugar é um ambiente árido, sem instituições e esvaziado de 99% da população. É um lugar onde sobreviventes em pânico escolhem seus lados – ou são escolhidos. Os bons se apoiam nos ombros frágeis de Mãe Abigail, com seus cento e oito anos de idade, enquanto todo o mal é incorporado por um indivíduo de poderes indizíveis: Randall Flagg, o homem escuro. Neste livro, King cria uma história épica sobre o fim da civilização e a eterna batalha entre o bem e o mal. Com sua complexidade moral, ritmo eletrizante e incrível variedade de personagens, A dança da morte merece um lugar entre os clássicos da literatura contemporânea.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Anne Rice</h2>
<div id="attachment_2205" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2205 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-anne-rice.jpg" alt="Anne Rice" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-anne-rice.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-anne-rice-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A criadora do mito do vampiro moderno que inspirou Vampiro: A Máscara. | Fonte: Gettyimages</p></div>
<p>A mestre das histórias modernas de vampiros. Anne Rice remodelou o mito clássico e mudou a forma como várias gerações o enxergam. Acrescentando diversas camadas de drama aos mortos-vivos, personagens como Louis e Lestat agora fazem parte do imaginário da cultura pop. Os livros das <strong>Crônicas Vampirescas</strong> também foram a principal inspiração para o RPG &#8220;Vampiro: A Máscara&#8221;, que provavelmente foi a maior revolução pela qual o hobby passou desde a criação de Dungeons &amp; Dragons.</p>
<p>Diversas obras de Anne Rice foram adaptadas para o cinema (como é comum nesta lista), mas nenhuma teve o mesmo impacto de &#8220;Entrevista com o Vampiro&#8221;.</p>
<h3>Obras Imperdíveis</h3>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Pu5vJ7" target="_blank" rel="noopener">Entrevista com Vampiros</a></strong><br />
<em>Uma história que começa com a ousadia de um jovem repórter ao entrevistar Louis de Pointe du Lac nascido em 1766 e transformado em vampiro pelo próprio Lestat figura apaixonante que terminará ao longo da série arrebatando multidões como cantor de rock.´— Quer dizer que ele sugou o seu sangue? – perguntou o rapaz.— Sim o vampiro sorriu. É assim que se faz.´Louis esse vampiro que se recusa a livrar-se das características humanas e aceitar a crueldade e a frieza que marcam os vampiros continua a contar a história desde o início:´— Escute mantenha os olhos abertos – murmurou Lestat com os lábios encostados em meu pescoço.— Lembro-me que o movimento de seus lábios arrepiou todos os cabelos de meu corpo enviando uma corrente de sensações através de meu corpo que não me pareceu muito diferente do prazer da paixão&#8230;</em></p>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2yGyKPp" target="_blank" rel="noopener">O Príncipe Lestat</a></strong><br />
<em>Príncipe Lestat traz de volta o mundo belo e assustador das Crônicas Vampirescas e personagens que se tornaram eternos na imaginação e no coração dos leitores, entre eles Louis de Pointe du Lac e o eternamente jovem Armand, além de novas e sedutoras criaturas sobrenaturais. Pairando sobre todos, o desaparecido herói-andarilho, o perigoso e rebelde fora da lei – a esperança dos Mortos-Vivos – Príncipe Lestat. O mundo dos vampiros está em crise; por todo o globo, eles têm sido queimados, e grandes massacres ocorrem, ordenados por uma voz misteriosa. Cabe a Lestat e seu séquito de bebedores de sangue desvendar os segredos sobre o que essa voz quer, e por quê, nesta trama ambiciosa, devastadora e luxuriante</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>H.P. Lovecraft</h2>
<div id="attachment_2209" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2209 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-h-p-lovecraft.jpg" alt="H.P. Lovecraft" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-h-p-lovecraft.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-h-p-lovecraft-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O homem por trás dos mitos. | Fonte: Revista Galileu</p></div>
<p>Lovecraft jamais foi reconhecido em vida, e mesmo após sua morte, durante muitos e muitos anos sua obra foi bastante underground, sendo inclusive difícil de encontrar no idioma de Camões. Mais ou menos a partir do anos 90 sua popularidade começou a crescer mais (em parte por causa do RPG &#8220;<strong>O Chamado de Cthulhu</strong>&#8220;). Quem acompanha a Universo RPG certamente já ouviu falar bastante do cavalheiro de Providence.</p>
<p>Dono de um estilo bem diferente de outros nomes desta lista, Lovecraft inaugurou o gênero de &#8220;horror cósmico&#8221;, no qual criaturas de imenso e terrível poder &#8220;hibernam&#8221; e espreitam nos confins do universo (algumas no próprio planeta Terra), e seu despertar significará o fim da humanidade como conhecemos. Criaturas tão alienígenas que a simples visão de uma delas pode deixar um ser humano irremediavelmente louco, e tão poderosas que para elas a humanidade é tão insignificante quanto uma colônia de formigas é para nós.</p>
<p>Ao contrários dos outros citados nesta lista, Lovecraft jamais foi devidamente homenageado nos cinemas. Guillermo Del Toro chegou a iniciar a produção de uma adaptação de &#8220;Nas Montanhas da Loucura&#8221;, um dos mais clássicos contos de Lovecraft, mas desistiu ainda na fase inicial (em uma história um pouco longa demais e fora de contexto para contar nesse post).</p>
<p>Lovecraft, assim como Poe, não escreveu romances, mas seus contos foram publicados em diversas coletâneas dos anos 90 para cá.</p>
<h3>Obras Imperdíveis</h3>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2COU1Jk" target="_blank" rel="noopener">Lovecraft &#8211; Medo Clássico</a></strong><br />
<em>Essa bela coleção conta com notas comentadas de Ramon Mapa, grande estudioso da obra, dialogando com as ilustrações de Walter Pax, que parecem ter saído do próprio Necronomicon. A obra também conta com uma seleção de cartas e documentos coletados pelo historiador Clemente Penna na Brown University especialmente para esta edição.</em></p>
<p><a href="https://amzn.to/2Rpq46H" target="_blank" rel="noopener"><strong>Os Melhores Contos de H.P. Lovecraft</strong></a><br />
<em>Os melhores contos de H.P. Lovecraft reúne, pela primeira vez em português, todos os maiores clássicos do grande mestre da literatura de horror em um volume – incluindo &#8220;O chamado de Cthulhu&#8221;, &#8220;Nas montanhas da loucura&#8221;, &#8220;A cor que caiu do espaço&#8221;, &#8220;A sombra de Innsmouth&#8221; , &#8220;Um sussurro nas trevas&#8221;, &#8220;A sombra vinda do tempo&#8221;, O horror de Dunwich&#8221; e &#8220;O caso de Charles Dexter Ward&#8221;, entre outras obras-primas do gênero. Criador do mais que famoso Cthulhu e de toda uma mitologia, de uma verdadeira cosmologia, de um &#8220;universo paralelo&#8221; cuja originalidade e poder imaginativo seduzem sucessivas gerações de leitores em todo o mundo, e se expandem irresistivelmente pela cultura contemporânea, a começar da cultura pop, Lovecraft é, também, o inventor de uma &#8220;atmosfera lovecraftiana&#8221; em que o horror reside na impossibilidade de sua apreensão&#8230; Como diz Stephen King, &#8220;Fui tragado pelo terror desolado e insidioso de &#8216;A cor que caiu do espaço'&#8221;. Agora, o leitor pode ser &#8220;tragado&#8221; por todos os seus melhores contos concentrados em suas mãos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Rodada bônus: Bram Stoker e Mary Shelley</h2>
<p>Ok. Era para ser um top 5. Só que simplesmente não dava para deixar esses nomes de fora.</p>
<p><strong>Drácula</strong>, o grande romance de Bram Stoker, definiu o mito clássico do Vampiro (Anne Rice deu uma bela repaginada, mas bebeu forte dessa fonte).</p>
<div id="attachment_2206" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2206 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-bram-stoker.jpg" alt="Bram Stoker" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-bram-stoker.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-bram-stoker-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Podemos dizer que esse cara é o pai do Drácula. | Fonte: Stairnaheireann.net</p></div>
<p><strong><a href="https://amzn.to/2Db1js9" target="_blank" rel="noopener">Drácula</a></strong><br />
<em>A obra atemporal de Bram Stoker narra, por meio de fragmentos de cartas, diários e notícias de jornal, a história de humanos lutando para sobreviver às investidas do vampiro Drácula. O grupo formado por Jonathan Harker, Mina Harker, dr. Van Helsing e dr. Seward tenta impedir que a vil criatura se alimente de sangue humano na Londres da época vitoriana, no final do século XIX. Um clássico absoluto do terror, Bram Stoker define em Drácula a forma como nós entendemos e pensamos os vampiros atualmente. Mais que isso, ele traz esse monstro para o centro do palco da cultura pop do nosso século e eterniza o vilão de modos refinados e comportamento sanguinário.</em></p>
<div id="attachment_2210" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2210 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-mary-shelley.jpg" alt="Mary Shelley" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-mary-shelley.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-mary-shelley-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sim, ela só tem retratos em pintura ao melhor estilo Mona Lisa. | Fonte: Estante Virtual</p></div>
<p>Já <strong>Frankenstein, ou o Prometeu Moderno</strong>, é uma belíssima mistura de horror com ficção científica, trabalhando o medo da humanidade de ser, de alguma forma, &#8220;superada&#8221; por algumas de suas criações.</p>
<p><a href="https://amzn.to/2Ro2HdL" target="_blank" rel="noopener"><strong>Frankenstein</strong></a><br />
<em>Duzentos anos após sua criação, Frankenstein continua vivo – e mais atual do que nunca. Conheça a história original, com toda a sensibilidade e o terror que o cinema nunca conseguiu mostrar. Um cientista obcecado que desafia as leis da natureza e põe em risco a vida daqueles que ama. Uma criatura quase humana que deseja ser um de nós, mas só encontra medo, ódio e morte pelo caminho. A obra-prima de Mary Shelley que deu origem ao terror moderno.</em></p>
<p>Tanto Stoker quanto Shelley escreveram outras obras, mas todas à sombra destes clássicos que merecem ser lidos por todos os fãs da boa literatura de horror.</p>
<p>E você, possui uma lista diferente com o seu Top 5 escritores de terror? Compartilhe com a gente.</p>
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		<title>Preview: Chamado de Cthulhu em Português.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 01:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado de Cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com vocês um pequeno review do PDF nacional de Call of Cthulhu, ou melhor, Chamado de Cthulhu. Os apoiadores do financiamento coletivo promovido pela New Order começaram a receber um prévia da versão nacional. Confere aí o que achamos!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás <strong><a href="https://universorpg.com/do-alem/sistemas/nova-edicao-de-chamado-de-cthulhu/" target="_blank" rel="noopener">falamos aqui sobre as mudanças nas regras para a sétima edição de &#8220;O Chamado de Cthulhu&#8221;</a></strong>, lançada em 2014 lá na terra do Tio Sam. O gatilho para resolvermos escrever sobre isso (além, obviamente, do fato de boa parte da equipe da UniversoRPG ser MUITO fã desse RPG) foi que, na época, a <strong><a href="https://newordereditora.com.br/" target="_blank" rel="noopener">editora New Order</a></strong> estava realizando um <strong><a href="https://www.catarse.me/chamado_de_cthulhu?ref=ctrse_explore_pgsearch&amp;project_id=69026&amp;project_user_id=242183" target="_blank" rel="noopener">financiamento coletivo</a></strong> para lançar a edição brasileira desse que, provavelmente, é o RPG de horror mais famoso da história.</p>
<p>No último final de semana, oito meses após o encerramento (muitíssimo bem-sucedido, por sinal) da campanha de financiamento, a New Order enviou aos apoiadores do projeto o preview do livro, um pdf contendo 14 dos 16 capítulos (ficaram de fora, ainda, os capítulos com os cenários prontos e os apêndices &#8211; com ficha de personagem, conversão de regras entre edições, tabelas de armas, equipamentos e outra miudezas. Esses ainda estão em fase de diagramação, mas estarão no produto final, podem ficar tranquilos.).</p>
<p>Demos uma primeira passada de olhos no livro (ok, no pdf), e a essa altura você já deve estar se perguntando o que achamos&#8230;</p>
<h2>O Primeiro Impacto</h2>
<p>A primeira coisa que salta aos olhos é a arte. A arte de Chamado de Cthulhu sempre foi boa, mas nunca foi realmente deslumbrante. O mesmo não pode ser dito da sétima edição. As ilustrações, que já eram de cair o queixo na versão original, foram (até onde conseguimos perceber) integralmente aproveitadas na versão brazuca (ok, tem uma ou outra de qualidade questionável, mas as ilustrações principais são muito bonitas, mesmo).</p>
<div id="attachment_2092" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2092 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-arte-call-of-cthulhu-edicao-nacional.jpg" alt="Arte de Chamado de Cthulhu" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-arte-call-of-cthulhu-edicao-nacional.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-arte-call-of-cthulhu-edicao-nacional-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma das ilustrações internas &#8211; Isso é MUITO Lovecraft. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>O começo do livro conta com a clássica seção &#8220;O que é RPG&#8221;, com um exemplo de sessão de jogo e a dica de ler alguns contos do mestre Lovecraft para narrar com o devido clima pretendido. Em seguida algumas páginas com uma biografia resumida do cavalheiro de Providence, além de fazer um <em>overview</em> da obra do autor, e explicar quais parte do Mytho foram deixadas de fora e os motivos para essa decisão (pessoalmente, concordei até com as vírgulas, mas certamente não será a opinião de todos).</p>
<p>Em seguida vem o também tradicional capítulo sobre criação de personagens; uma lista das perícias e descrições bem detalhadas delas, o que é sempre bem legal; uma explicação detalhada das regras da sétima edição (com um capítulo exclusivo para combate); (In)sanidade, etc&#8230;.</p>
<p>No geral a impressão está bem boa. Pegamos alguns erros de português/tradução, que enviaremos à New Order como feedback e que devem ser corrigidos na versão final (outros apoiadores do projeto estão fazendo o mesmo).</p>
<p>Por enquanto é só, colegas investigadores. A ideia de hoje era só passar uma visão geral do preview. Como é normal em financiamentos coletivos, a entrega está atrasada (estava prevista para o final de setembro), mas ao que tudo indica não deve demorar muito mais. Assim que recebermos o exemplar do livro físico podem ter certeza de que faremos um <em>review</em> BEM completo e detalhado, como esse lançamento merece.</p>
<p>Um forte abraço a todos e até breve!</p>
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		<title>As 4 melhores aventuras de D&#038;D de todos os tempos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 20:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[ad&d]]></category>
		<category><![CDATA[d&d]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Gygax]]></category>
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		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[vampiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aventuras prontas sempre são muito úteis. Seja para apresentar o conteúdo aos novatos (mestres e jogadores), ou para começar uma mini campanha por exemplo. Ao logo de toda a sua história, a Wizards publicou muitas histórias. Algumas delas chegaram a virar cenários inteiros, outras, por sua vez, são adaptadas e publicadas a cada nova edição do D&#038;D.</p>
<p>Separamos aqui 4 delas que sempre estão nas listas de "melhores aventuras" de todos os tempos. Confira!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses mais de 40 anos de história do <strong><i>Dungeons and Dragons</i></strong> a quantidade e diversidade de materiais publicados é impressionante. São centenas de módulos ou aventuras, com diferentes “níveis de qualidade”. Surgem então algumas perguntas que muitos fãs de D&amp;D já devem ter feito: quais são as melhores aventuras já publicadas? Por onde devo começar se quiser ter uma das mais autênticas experiências com o jogo?</p>
<p>Tentando responder essas perguntas, resolvemos pesquisar diversas listas de “<em>melhores aventuras de D&amp;D</em>” (desde os fóruns da ENWorld, passando por enquetes de blogs, até a revista Dungeon e o próprio site da Wizards). O resultado foi que descobrimos quase uma unanimidade em relação a quatro aventuras que sempre aparecem entre as 10 primeiras dessas listas: <i>Tomb of Horrors</i>, <i>The Keep on the Borderlands</i>, <i>Ravenloft e The Temple of Elemental Evil</i>. Mas o que essas aventuras têm de tão especial? Por que elas são recorrentes em diferentes listas?</p>
<p>Vamos então conhecê-las melhor para tentar entender porque elas moram no coração de muitos fãs de D&amp;D. Elas são apresentadas na ordem em que foram publicadas &#8211; não é possível afirmar que alguma delas seja considerada melhor que as demais com base na pesquisa realizada.</p>
<h2>Tomb of Horrors (S1) &#8211; 1978</h2>
<div id="attachment_1957" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-image-post-2 wp-image-1957 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-750x422.jpg" alt="Tomb of Horrors (S1)" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Arte da capa orignal de 1978. | Fonte: Polygon.</p></div>
<p>Escrita pelo mestre Gary Gygax, é o primeiro módulo da série “S” (especial), da primeira edição do AD&amp;D. Ela é também a mais clássica das masmorras do mais clássico dos mundos de D&amp;D (Greyhawk). Se você já jogou uma aventura numa masmorra pode ter certeza que essa é a fonte original de inspiração.</p>
<p>Geralmente quando falamos em aventuras clássicas em masmorras, logo pensamos no mantra “matar, pilhar e destruir” que guia a maioria dos jogadores nesse tipo de cenário. O curioso é que essa aventura definitivamente não funciona assim. Os jogadores serão desafiados a se utilizarem de muita observação e cuidadosa exploração para resolver diversos enigmas e evitar armadilhas mortais.Os encontros efetivamente são poucos, ainda que também representem um grau de desafio razoável (recomenda-se personagens de nível 9 pelo menos).</p>
<p>Esse inclusive é um motivo de grande polêmica, que divide os jogadores entre aqueles que amam e aqueles que odeiam esse módulo. Gygax escreveu essa masmorra originalmente para a primeira <strong>Convenção Origins</strong> de 1975, com o intuito realmente de desafiar as habilidades dos jogadores mais experientes, independente de quão poderosos seus personagens fossem. O objetivo não é conquistar a masmorra e sim apenas sobreviver a ela. Além disso, os jogadores são incentivados a jogarem cada um com dois ou mais personagens, pois muito provavelmente alguns deles tombarão pelo caminho. Por conta dessas características, esse clássico detém também o título de uma das mais difíceis aventuras de D&amp;D.</p>
<div id="attachment_1959" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-image-post-2 wp-image-1959 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-arte-interna-750x422.jpg" alt="Tomb of Horrors (S1) Arte interna" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-arte-interna.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-arte-interna-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um prato cheio para quem curte uma pegada mais old school das artes. | Fonte: Polygon</p></div>
<p>O plot em si é relativamente simples. Os personagens recebem pistas que levam a tumba do poderoso mago <em>Acererak</em>, que se transformou em um demilich, o mais poderoso morto-vivo de D&amp;D. Logo de início os jogadores terão de descobrir dentre três entradas possíveis qual é a verdadeira, provavelmente perdendo alguns personagens no processo. Depois de passar pelas mais diversas armadilhas (fossos com estacas, gases venenosos, caminhos falsos, etc) é que eles conseguirão chegar no encontro final com <em>Acererak</em>.</p>
<p>Essa aventura teve também diversas reedições, revisões e expansões. No AD&amp;D 2ed tivemos a expansão <i>Return to The Tomb of Horrors</i> (1998). Ela foi atualizada para o D&amp;D 3.5ed em 2005 e para o D&amp;D 4ed em 2010, mantendo seu nome original. Já em 2013 ela foi reeditada em sua forma clássica na compilação <i>Dungeons of Dread</i>, juntamente com as outras 3 aventuras da série S. E finalmente em 2017 ela foi adaptada para o D&amp;D 5ed e incluída na compilação de aventuras clássicas <i><a href="https://amzn.to/2MNlnpx" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tales from the Yawning Portal</strong></a>.</i></p>
<div id="attachment_1960" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-image-post-2 wp-image-1960 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tales-from-the-yawning-portal-750x422.jpg" alt="Tales from the Yawning Portal" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tales-from-the-yawning-portal.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tales-from-the-yawning-portal-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Você pode não conhecer as aventuras antigas, mas com certeza já viu essa imagem antes. | Fonte: Wizards.</p></div>
<p>Além dessas versões oficiais, a <a href="http://redboxeditora.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Editora Redbox</strong></a> lançou em 2012 uma aventura para Old Dragon, intitulada “Cripta do Terror”, inspirada em <i>Tomb of Horrors</i>. Outra curiosidade é que essa aventura aparece no livro Jogador nº 1, de Ernest Cline. Infelizmente os roteiristas optaram por não transpor esse trecho para a adaptação cinematográfica, ainda que possamos encontrar referências discretas a ela no filme.</p>
<h2>The Keep on the Borderlands (B2) &#8211; 1979</h2>
<p>Novamente de autoria de Gary Gygax, essa foi a segunda aventura a ser incluída no D&amp;D Básico (<strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/a-historia-do-dd-basico/" target="_blank" rel="noopener">sobre o qual já falamos aqui</a></strong>). Embora não estivesse explícito originalmente, ela se passa em Mystara, o mundo oficial do D&amp;D Básico.</p>
<p>Ao contrário do módulo anterior, essa aventura foi projetada para ser um desafio razoável para jogadores iniciantes em D&amp;D, com personagens entre os níveis 1 e 3. Além disso, esse módulo também possui diversas dicas, orientações e referências para apoiar os mestres iniciantes.</p>
<p>A característica mais interessante desse módulo é que ele não é uma aventura linear, como uma masmorra clássica, onde você vai do ponto A ao ponto B, enfrenta alguns obstáculos e coleta alguns itens no caminho para finalmente concluir um ou mais objetivos específicos (como derrotar o feiticeiro maligno ou roubar o tesouro do dragão). Ela é apresentada como um mini-cenário ou uma aventura “<i>sandbox</i>”, onde o objetivo maior é na verdade explorar o ambiente e descobrir diversos objetivos, que podem ou não estar interligados.</p>
<div id="attachment_1961" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1961 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands.jpg" alt="The Keep on the Borderlands" width="900" height="1189" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands.jpg 900w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands-227x300.jpg 227w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands-768x1015.jpg 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands-775x1024.jpg 775w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p class="wp-caption-text">Vamos combinar que as capas das aventuras eram um diferencial à parte. | Fonte: Wizards</p></div>
<p>Os jogadores chegam, depois de uma longa viagem, num forte, que utilizam como “base de operações”, onde eles poderão descansar, conseguir suprimentos, identificar itens mágicos e obterem informações. A partir do forte eles podem então explorar várias masmorras que formam as Cavernas do Caos. Nessas cavernas os jogadores descobrem diferentes tramas, que podem ser jogadas ao poucos, pois não dependem necessariamente umas das outras.</p>
<p>Além desse complexo de cavernas existe também uma área de exploração aberta, que utiliza as regras de “<i>wilderness adventures</i>” (aventuras selvagens) apresentadas brevemente na aventura e detalhadas no módulo “<i>expert</i>” do D&amp;D Básico. Existe ainda nessa área um local que pode ser utilizado para o mestre inserir suas próprias masmorras &#8211; são as “Cavernas do Desconhecido”.</p>
<p>Esse módulo foi revisitado no AD&amp;D 2ed com a adaptação <i>Return to the Keep on the Borderlands </i>(1999), que “transferiu” o cenário para o mundo de Greyhawk. Para o D&amp;D 4ed foi lançada em 2010 uma revisão da aventura, que a divide em 4 “estações” ou capítulos. E finalmente para o D&amp;D 5ed a editora Goodman Games lançou neste ano uma adaptação composta pelos módulos B1 (<i>In Search of Unknown</i>)  e B2 (<i>The Keep on the Borderlands</i>), intitulada <i>Into the Borderlands</i>.</p>
<p>E não podemos esquecer que a <strong>Redbox</strong> também lançou em 2016 sua adaptação desse módulo para o sistema Old Dragon, chamada de “O Forte das Terras Marginais”.</p>
<h2>Ravenloft  (I6) &#8211; 1983</h2>
<div id="attachment_1963" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1963 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-ravenloft.jpg" alt="Ravenloft em sua versão original" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-ravenloft.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-ravenloft-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Conde Strahd von Zarovich, um verdadeiro clássico de D&amp;D. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Já este clássico foi escrito por ninguém menos que a dupla de criadores do cenário de <a href="https://amzn.to/2wIVlJY" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dragonlance</strong></a>, Tracy e Laura Hickman. Trata-se do sexto módulo da série “I” (intermediária) do AD&amp;D 1ed, justamente por ser projetado para personagens do nível 5 ao 7.</p>
<p>Essa aventura foi revolucionária por quebrar o paradigma de aventuras de clima heróico da época, introduzindo os jogadores num cenário de terror gótico, dominado por um clima depressivo, desolador e de medo constante dos horrores que espreitam na floresta. O sucesso foi tanto, que gerou uma sequência, <i>Ravenloft II: The House on Gryphon Hill </i>(1986), seguida pelo lançamento de um cenário independente para o AD&amp;D 2ed, na forma da caixa <i>Ravenloft: Realm of Terror</i> (1990). Desde então todas as edições de D&amp;D sempre tiveram uma versão do cenário <strong>Ravenloft</strong>, continuamente expandido para incluir novos domínios, novos Senhores das Trevas e novas regras.</p>
<p>A história se passa numa região conhecida como Barovia, inspirada na Transilvânia do Conde Drácula. Os personagens acabam presos nessa região e para conseguirem escapar tem de confrontar o governante local e senhor do Castelo Ravenloft, o Conde Strahd von Zarovich, um poderoso vampiro. Uma mecânica interessante criada para essa aventura são as “cartas da fortuna de Ravenloft”, que são sorteadas antes do início da aventura para determinar aleatoriamente a localização de itens mágicos, do Conde Strahd e a sua motivação, além de impor modificadores na CA e no ataque dos personagens.</p>
<div id="attachment_1964" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1964 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-curse-of-strahd.jpg" alt="Curse of Strahd" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-curse-of-strahd.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-curse-of-strahd-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Ravenloft repaginado na 5ª edição. | Fonte: Wizard.</p></div>
<p>Além do cenário derivado desse módulo, ele mesmo foi reeditado e adaptado algumas vezes. Em 1993 tivemos o lançamento do <i>House of Strahd</i> (RM4), que foi uma adaptação para as regras do AD&amp;D 2ed. Já em 2006 a aventura foi expandida e atualizada para as regras do D&amp;D 3.5ed no livro <i>Expedition to Castle Ravenloft</i>, que era praticamente uma mini-campanha. Em 2010, utilizando uma simplificação das regras do D&amp;D 4ed, foi produzido um boardgame conhecido como <a href="http://dnd.wizards.com/products/tabletop-games/board-games/castle-ravenloft-board-game" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>Castle Ravenloft</i></strong></a>. E finalmente para o D&amp;D 5ed foi publicado em 2016 o <a href="https://amzn.to/2PyxnIu" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>Curse of Strahd</i></strong></a>, uma adaptação da aventura original que ganhou dois prêmios <i>ENnie </i>(uma espécie de Oscar do RPG).</p>
<p>Embora não oficial, em 2011 foi lançada uma adaptação de Ravenloft para Old Dragon, que inclusive está disponível gratuitamente para <strong><a href="http://moostache.com.br/ravenloft-para-old-dragon/" target="_blank" rel="noopener">download</a></strong>.</p>
<h2>The Temple of Elemental Evil  (T1-4) &#8211; 1985</h2>
<p>Outra criação de Gary Gygax, dessa vez com a parceria de Frank Mentzer, é uma coletânea em 4 partes que expandiram a aventura original <i>The Village of Hommlet</i> (1979). Foi desenvolvida paras as regras do AD&amp;D 1ed e, como a maior parte das aventuras dessa época, é situada também no mundo de Greyhawk.</p>
<div id="attachment_1966" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1966 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-temple-of-elemental-evil.jpg" alt="The Temple of Elemental Evil" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-temple-of-elemental-evil.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-temple-of-elemental-evil-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Arte original de The Temple of Elemental Evil. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Os quatro módulos dessa aventura formam uma espécie de mini-campanha, que deve levar os personagens do 1º até o 8º nível. O que destaca ela entre outras aventuras é o grande detalhamento das localidades (as Vilas de Hommlet, Nulb, as ruínas encontradas no caminho e o próprio Templo Elemental). Isso favorece bastante a exploração e interação com os NPCs, o que pode levar a vários possíveis desfechos, dependendo das ações dos personagens.</p>
<p>O Templo do Mal Elemental, outrora fonte de um grande mal que assolou a região, foi invadido por destemidos aventureiros e selado, trazendo paz para as Vilas de Hommlet e Nulb. Porém, algum mal despertou novamente no templo, atraindo novamente toda sorte de bandidos e criaturas malignas para a região. Assim os jogadores lutarão gradativamente contra os agentes do mal infiltrados na região, culminando com os desafios no próprio templo e o embate final contra o demônio Zuggtmoy.</p>
<p>Ao contrário dos módulos que vimos anteriormente, este só deu origem a duas novas versões. No D&amp;D 3ed tivemos a aventura <i>Return to the Temple of Elemental Evil </i>(2001), que revisita o mesmo cenário cerca de 15 anos após os eventos ocorridos na aventura original. Já em 2009 foi relançada somente a aventura T1 &#8211; <i>The Village of Hommlet</i>, expandida e adaptada para o D&amp;D 4ed. Embora o cenário não tenha sido adaptado para o D&amp;D 5ed, foi criada uma campanha em 2015 intitulada <a href="https://amzn.to/2wIOgIH" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>Princes of the Apocalypse</i></strong></a>, que traz o Príncipe do Mal Elemental como uma ameaça cósmica para o mundo de Forgotten Realms, expandindo o conceito da aventura original.</p>
<div id="attachment_1967" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1967 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-princes-of-the-apocalypse.jpg" alt="Princes of the Apocalypse" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-princes-of-the-apocalypse.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-princes-of-the-apocalypse-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Mais uma imagem que você já viu por aí em algum lugar, não é mesmo? | Fonte: Wizards.</p></div>
<p>Dando sequência a sua “Série Clássica Old Dragon”, a Editora Redbox não perdeu a oportunidade de lançar em 2017 uma aventura inspirada nesse módulo, que foi o “Culto do Caos Elemental”.</p>
<p>E uma curiosidade, o <strong>Templo do Mal Elemental</strong> também foi convertido para outra mídia e <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/The_Temple_of_Elemental_Evil_(video_game)" target="_blank" rel="noopener">virou um jogo para PC</a></strong> publicado em 2003 pela Atari.</p>
<h2><strong>A aventura ideal</strong></h2>
<p>Na verdade é difícil dizer qual é a melhor aventura, pois isso varia de grupo para grupo. Para alguns, aventuras de exploração de masmorra são ideais; já para outros investigação e <em>puzzles</em> são as partes mais divertidas. Independente da aventura que você for rolar, lembre-se sempre que a diversão vem em primeiro lugar.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/">As 4 melhores aventuras de D&#038;D de todos os tempos</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Aventura pronta para Shadow of The Demon Lord &#8211; A Ilha do Deus Lagarto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 01:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[mestrando]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[redbox]]></category>
		<category><![CDATA[shadow of the demon lord]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ilha do Deus Lagarto é uma aventura pronta e desenvolvida para um grupo de 3 a 5 personagens da trilha especialista. Originalmente criada por Will Doyle, “Island of the Lizard God” (no original em inglês) foi publicada na One Page Dungeon, sendo vencedora do concurso realizado em 2014. Esta aventura já havia recebido uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ilha do Deus Lagarto é uma aventura pronta e desenvolvida para um grupo de 3 a 5 personagens da trilha especialista. Originalmente criada por Will Doyle, “<em>Island of the Lizard God</em>” (no original em inglês) foi publicada na <a href="http://www.onepagedungeon.info/one-page-dungeon-contest-2014/" target="_blank" rel="noopener"><strong>One Page Dungeon</strong></a>, sendo vencedora do concurso realizado em 2014.</p>
<p>Esta aventura já havia recebido uma adaptação para <a href="http://redboxeditora.com.br/od/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Old Dragon</strong></a> feita pelo <strong>Newton Rocha</strong> (o Tio Nitro do blog Nitrodungeon), com o título <a href="https://newtonrocha.wordpress.com/2014/08/11/a-ilha-das-escamas-malditasdownload-da-aventura-p-old-dragonsessao-gravada-4-hrsfotos-nitrocast-nitrodungeon/" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Ilha das Escamas Malditas</strong></a>.</p>
<p>Agora temos uma nova adaptação feita por <strong><a href="https://www.facebook.com/jotababosa" target="_blank" rel="noopener">José Barbosa</a></strong> e disponível em 2 versões. Baixe agora mesmo!</p>
<div class="link-download"><a href="http://bit.ly/2HRiTDf" target="_blank" rel="noopener">A Ilha do Deus Lagarto &#8211; Versão colorida <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
<div class="link-download"><a href="http://bit.ly/2r1wePN" target="_blank" rel="noopener">A Ilha do Deus Lagarto &#8211; Versão em P&amp;B <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
<h2>Mas o que é Shadow of The Demon Lord?</h2>
<p>Shadow of The Demon Lord é RPG de fantasia sombria escrito por Robert J. Schwalb, um dos designers do D&amp;D 5ª edição e vencedor de vários prêmios Ennies. No Brasil sua publicação veio pela <a href="https://www.pensamentocoletivo.com.br/role-playing-games/shadow-of-the-demon-lord/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pensamento Coletivo</strong></a> via financiamento coletivo no Catarse.</p>
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		<title>Cthulhu no Brasil &#8211; de novo, e ainda mais aterrorizante!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 02:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado de Cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[new order]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ok. Não é nenhum segredo que a equipe UniversoRPG é fãzona de H.P. Lovecraft e dos Mitos de Cthulhu (e isso sempre ficou bem aparente no conteúdo que publicamos aqui). Dessa forma um de nossos RPGs favoritos (e o que mais jogamos nos últimos encontros) é “O Chamado de Cthulhu” (CdC). Durante muitos anos os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Não é nenhum segredo que a equipe UniversoRPG é fãzona de H.P. Lovecraft e dos Mitos de Cthulhu (e isso sempre ficou bem aparente no conteúdo que publicamos aqui).</p>
<p>Dessa forma um de nossos RPGs favoritos (e o que mais jogamos nos últimos encontros) é “<em>O Chamado de Cthulhu</em>” (CdC).</p>
<p>Durante muitos anos os RPGistas brasileiros não tiveram acesso a uma versão traduzida deste sensacional sistema, tão importante para a história do RPG mundial, com seus conceitos inovadores, e um dos primeiros a ser publicado fora da temática Fantasia Medieval, então dominante nos sistemas existentes.</p>
<p>Isso só mudou de verdade em 2013, quando a editora <strong>Terra Incógnita</strong> realizou um financiamento coletivo para trazer a 6a edição de CdC oficialmente para o Brasil (sim, sabemos que Rastro de Cthulhu já era publicado aqui, mas trata-se de outro sistema. Já falamos sobre os dois <strong><a href="http://universorpg.com/do-alem/sistemas/cthulhu-o-chamado-x-o-rastro/">aqui</a></strong>). A decisão de trazer uma edição que estava prestes a ser substituída foi questionada pelos fãs, mas justificada pelo fato de haver uma imensa gama de suplementos ainda disponíveis, além de que na época ainda demoraria vários meses para a 7a ver a luz do dia.</p>
<p>O financiamento foi bem sucedido, mas a editora experimentou uma série de problemas. Alguns foram realmente imprevistos, outros poderiam ter sido evitados. O acúmulo deles terminou por fazer com que a editora descontinuasse sua linha, e fechasse as portas definitivamente em 2017.</p>
<h2>Mas os Grandes Antigos são poderosos</h2>
<div id="attachment_1123" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1123 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/02/img_call_of_cthulhu_7_edicao.jpg" alt="" width="750" height="495" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/02/img_call_of_cthulhu_7_edicao.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/02/img_call_of_cthulhu_7_edicao-300x198.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">S. Petersens Field Guide to Lovecraftian Horrors, um dos mais aguardados do financiamento. | Fonte: Chaosium.</p></div>
<p>Os direitos de publicação no Brasil já haviam sido negociados, e já há vários meses especulava-se qual editora nacional os havia adquirido.</p>
<p>Na véspera do Natal de 2017 a pergunta foi respondida: a editora <strong><a href="http://newordereditora.com.br/">New Order</a></strong> iniciou um financiamento coletivo para trazer a 7a Edição de &#8220;<em>O Chamado de Cthulhu</em>&#8221; para terras tupiniquins.</p>
<p>(E adivinhem só! Também já publicamos <strong><a href="http://universorpg.com/do-alem/sistemas/nova-edicao-de-chamado-de-cthulhu/">um artigo sobre as diferenças entre a sexta e sétima edições</a></strong>)</p>
<p>O financiamento foi um tremendo sucesso já nos primeiros dias, tendo atingido a meta mínima no terceiro dia, e seguiu derrubando as metas extras uma atrás da outra.</p>
<p>No momento em que publicamos este artigo ainda restam 24 horas para a conclusão do financiamento, e uma única meta ainda não batida (a menos que a <strong>New Order</strong> tenha outras cartas na manga para revelar amanhã: caso atinja a nada modesta marca de R$ 200.000 teremos, além de tudo o que foi desbloqueado, uma versão impressa do <a href="https://www.chaosium.com/the-grand-grimoire-of-cthulhu-mythos-magic-hardcover/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Grand Grimoire of Cthulhu Mythos Magic</a> , e há excelentes chances de isso acontecer (já é possível ver o &#8220;efeito reta final&#8221; na arrecadação do financiamento).</p>
<p>O blog <strong><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mundo Tentacular</a></strong> tem publicado resenhas dos itens das metas extras atingidas, mas infelizmente não conseguiu seguir o ritmo com que elas foram batidas:</p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2017/12/meta-1-no-coracao-das-trevas-aventura.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meta Extra #1: No Coração das Trevas &#8211; Aventura de Chamado de Cthulhu</a></p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2018/01/meta-extra-2-colheita-fria-um-cenario.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meta Extra #2 &#8211; Colheita Fria &#8211; Um cenário de Chamado de Cthulhu na União Soviética</a></p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2018/01/meta-extra-4-portas-para-escuridao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meta Extra #4 &#8211; Portas para a Escuridão: Cinco Cenários para Jogadores e Mestres Iniciantes</a></p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2018/01/meta-extra-5-testemunha-silenciosa-um.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meta Extra #5 &#8211; &#8220;A Testemunha Silenciosa&#8221; um cenário moderno para Chamado de Cthulhu</a></p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2018/01/meta-extra-6-guia-de-campo-de-s.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meta Extra #6 &#8211; Guia de Campo de S. Petersen para os Horrores Lovecraftianos</a></p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2018/01/meta-7-kit-do-guardiao-de-chamado-de.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meta Extra #7: Kit do Guardião de Chamado de Cthulhu: Escudo do Mestre, Mapas e Suplemento de Aventuras</a></p>
<p><a href="http://mundotentacular.blogspot.com.br/2018/02/meta-extra-8-cenario-o-portal-de-kizzah.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Meta Extra #8 &#8211; Cenário &#8220;O Portal de Kizzah&#8221; &#8211; Cenário de Chamado de Cthulhu na Mesopotâmia</a></p>
<p>Obviamente, quando os livros forem entregues, faremos um hands-on por aqui.</p>
<p>E aí? Vai perder essa? Ou vai se render à loucura dos Grandes Antigos?</p>
<p>Link para o financiamento: <a href="https://www.catarse.me/chamado_de_cthulhu" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>https://www.catarse.me/chamado_de_cthulhu</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/cthulhu-no-brasil-de-novo-e-ainda-mais-aterrorizante/">Cthulhu no Brasil &#8211; de novo, e ainda mais aterrorizante!</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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