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	<title>Resenhas &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>Veículos, droids e classes de prestígio no Star Wars Saga Edition</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 15:54:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[rogue one]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando nossa série sobre o Star Wars Saga RPG, vamos avançar para os próximos capítulos do livro: Veículos, Droids e Classes de Prestígio. Afinal, o que seria de Star Wars sem os suas inúmeras naves, robôs com personalidade (e carisma) e as inúmeras variantes de um mesmo personagem? Não deixe de ler os outros posts [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/resenhas/veiculos-droids-e-classes-de-prestigio-no-star-wars-saga-edition/">Veículos, droids e classes de prestígio no Star Wars Saga Edition</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando nossa série sobre o Star Wars Saga RPG, vamos avançar para os próximos capítulos do livro: Veículos, Droids e Classes de Prestígio. Afinal, o que seria de Star Wars sem os suas inúmeras naves, robôs com personalidade (e carisma) e as inúmeras variantes de um mesmo personagem?</p>
<p>Não deixe de ler os outros posts da série:</p>
<p><strong><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/resenhas/star-wars-saga-edition-rpg-o-livro-capitulo-a-capitulo/">Star Wars Saga Edition RPG, o livro capítulo a capítulo &#8211; Capítulos 1 a 5</a></strong></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/resenhas/os-poderes-da-forca-em-star-wars-saga-edition-rpg/"><strong>Os poderes da Força em Star Wars Saga Edition RPG &#8211; Capítulos 6</strong></a></p>
<p><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/resenhas/star-wars-saga-edition-destino-equipamentos-e-combate/"><strong>Star Wars Saga Edition &#8211; Destino, Equipamentos e Combate &#8211; Capítulos 7 a 9</strong></a></p>
<h2>Veículos (mas poderia ser somente Naves!)</h2>
<p>Veículos sempre tiveram um papel de destaque em <strong>Star Wars</strong>. Desde a primeira perseguição em caças TIE até os confrontos em planícies geladas com AT-ATs, as naves e máquinas de guerra são mais do que cenário — são personagens silenciosos da saga. No Star Wars Saga Edition, o capítulo dedicado aos veículos dá corpo a essa presença marcante, oferecendo regras robustas para quem deseja explorar os céus, as estradas e o vácuo do espaço.</p>
<p>Neste capítulo, encontramos uma estrutura clara para pilotar, manobrar e batalhar com os mais variados tipos de veículos. Seja em perseguições urbanas como a vista em <strong>O Ataque dos Clones</strong>, com Anakin e Obi-Wan voando entre os arranha-céus de Coruscant, ou em uma ofensiva rebelde contra um destróier imperial em <a href="https://amzn.to/4jkfMl1" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rogue One</strong></a>, o sistema oferece ferramentas que permitem recriar — e expandir — essas cenas com autenticidade e fluidez.</p>
<p>As regras de escala, manobrabilidade, blindagem e armamento tornam os encontros com veículos estratégicos e perigosos. E o melhor: elas não dependem exclusivamente de combate. Jogadores criativos podem usar veículos para infiltrações, fugas ou até como “casa móvel” para suas campanhas, como a <a href="https://amzn.to/3Sh0nXF" target="_blank" rel="noopener"><strong>Razor Crest servia para Din Djarin em The Mandalorian</strong></a>. Com isso, o capítulo 10 se torna um convite para mestres explorarem terrenos novos — literalmente.</p>
<div id="attachment_6695" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-6695 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-speeder-bike-mandalorian.jpg" alt="The Mandalorian Speeder Bike" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-speeder-bike-mandalorian.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-speeder-bike-mandalorian-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Nem o Mandaloriano escapou de pilotar um speeder bike. | Fonte: Gentle Giant Ltd</p></div>
<p>Além das regras básicas para movimentação e combate, o sistema traz opções táticas importantes, como ações de copiloto, manobras evasivas, escudos direcionais e posições de artilharia, criando oportunidades para que todos os jogadores participem ativamente durante os confrontos com veículos. Essa estrutura coopera para que combates espaciais deixem de ser um &#8220;show solo&#8221; do piloto, e se tornem momentos de cooperação intensa — como vemos claramente na Batalha de Yavin em Uma Nova Esperança, onde cada piloto tem uma função crítica para o sucesso da missão.</p>
<p>Outro ponto forte do capítulo é a diversidade de veículos apresentados. Desde pequenos speeders ideais para patrulhas urbanas ou fugas rápidas, até enormes naves capitais capazes de abrigar escaramuças inteiras dentro de seus corredores — tudo está lá, pronto para ser integrado às suas aventuras. Para mestres que gostam de surpreender, incluir uma perseguição de speeder bikes em florestas como em <strong>O Retorno de Jedi</strong> ou uma emboscada em uma base imperial com a chegada repentina de um AT-ST pode virar a dinâmica de uma sessão em segundos.</p>
<p>Por fim, o capítulo também convida a personalizar os veículos, incluindo regras para aprimoramento e customização. Se personagens podem ter equipamentos únicos, por que não suas naves? Pense na <strong>Millennium Falcon</strong>, que à primeira vista parece uma sucata voadora, mas que sempre tem &#8220;um truque escondido na manga&#8221;. Jogadores mais criativos vão adorar usar isso como oportunidade de inventar melhorias e dar nome às suas próprias embarcações — criando vínculos quase sentimentais com elas, como Poe Dameron com seu <strong>X-Wing preto em O Despertar da Força</strong>.</p>
<h2>Droids</h2>
<p>Se há uma constante em Star Wars, além de sabres de luz e temas de John Williams, são os droids. <strong>C-3PO</strong>, <strong>R2-D2</strong>, <strong>BB-8</strong> e até mesmo o ameaçador IG-11 se destacam como personagens complexos e indispensáveis para a narrativa. O capítulo 11 do Star Wars Saga Edition mergulha de cabeça nesse universo, apresentando regras que não apenas permitem que droids participem do jogo — mas que sejam protagonistas dele.</p>
<p>Criar um personagem dróide é uma experiência completamente distinta. Eles não comem, não dormem, não têm emoções humanas da mesma forma, e ainda assim são capazes de gerar conexões emocionais profundas — tanto com jogadores quanto com o público. Quem não sentiu um aperto no coração ao ver <strong>K-2SO em Rogue</strong> One sacrificando-se pela missão? Esse tipo de impacto pode ser explorado de forma mecânica e narrativa através das regras oferecidas neste capítulo.</p>
<p>O livro traz diversas opções de chassis, sistemas e módulos para criar droids únicos. Além disso, há regras para customização e modificação, algo que remete diretamente à forma como Anakin tratava seus próprios droids em A Ameaça Fantasma ou como Cal Kestis interagia com BD-1 em Jedi: Fallen Order. A relação entre orgânicos e droids, inclusive, pode ser usada como ferramenta dramática dentro da campanha — abordando questões de autonomia, lealdade e até consciência.</p>
<div id="attachment_6696" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6696 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-k2s0-rogue-one.jpg" alt="Droid K2SO em Rogue One." width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-k2s0-rogue-one.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-k2s0-rogue-one-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O personagem que roubou a cena em Rogue One. | Fonte: StarWars.com</p></div>
<p>A riqueza do sistema de droids se revela tanto nas regras quanto nas possibilidades narrativas. Os jogadores têm acesso a uma variedade de chassis básicos, categorizados por funções (serviço, combate, diplomacia, etc.), que podem ser personalizados com dezenas de opções de sistemas, como braços modulares, sensores de longo alcance, blindagem reforçada ou bancos de dados avançados. Isso permite criar desde droids de suporte médico até assassinos implacáveis — como o temido HK-47 da série Knights of the Old Republic, que se tornou uma referência cult entre fãs e jogadores.</p>
<p>O jogo também trata das limitações dos droids de forma prática. Eles não se beneficiam de poderes da Força (exceto em casos muito específicos de campanhas criativas), mas compensam isso com sua eficiência lógica, resistência e capacidade de operar em ambientes hostis. Essa diferença pode ser usada para compor um grupo diversificado, onde o droid se torna o “cérebro da operação” ou o soldado silencioso que não hesita em seguir ordens — ainda que essas ordens envolvam explodir uma porta com todos dentro.</p>
<p>Narrativamente, os droids oferecem ganchos riquíssimos. A busca por identidade, a rebelião contra seus programadores, ou mesmo dilemas de obediência são temas que podem surgir facilmente. Em The Bad Batch, o episódio com AZI-3 mostra como até mesmo um droid clínico pode se sacrificar por lealdade, trazendo emoção e profundidade para o que, mecanicamente, seria apenas uma peça de equipamento.</p>
<p>Além disso, o capítulo inclui regras para mestres criarem NPCs droids, sejam eles aliados ou antagonistas. Um vilão que carrega uma mente cibernética ancestral ou um assistente técnico imperial que começa a questionar suas ordens podem servir como motores narrativos poderosos. Assim como R2-D2 carregava os planos da Estrela da Morte, um droid com a informação certa pode se tornar o pivô de toda uma campanha.</p>
<h2>As Classes de Prestígio</h2>
<p>Depois de tantas batalhas, missões e escolhas difíceis, chega o momento de transcender o ordinário. As classes de prestígio do Star Wars Saga Edition são a recompensa narrativa e mecânica para personagens que deixaram sua marca na galáxia. Jedi que superaram provas árduas, caçadores que ganharam reputação entre criminosos e nobres que alcançaram poder político — todos têm seu espaço entre as opções apresentadas no capítulo 12.</p>
<p>O sistema traz uma variedade de caminhos possíveis, como Cavaleiro Jedi, Mestre Jedi, Lorde Sith, Pistoleiro, Oficial, Senhor do Crime e outros — todos com pré-requisitos e benefícios únicos. Um exemplo marcante desse tipo de transição ocorre com Anakin Skywalker em A Vingança dos Sith, ao abandonar seu posto como Jedi para se tornar um aprendiz Sith. O sistema permite exatamente esse tipo de evolução: mecânica e dramática ao mesmo tempo.</p>
<p>Outro aspecto interessante é como essas classes ampliam o escopo da campanha. Um grupo que começa como rebeldes de rua pode, após muitas sessões, ter um Mestre Jedi, um Piloto Ás e um Soldado de Elite em sua formação — alterando completamente o tipo de história contada. Como visto em Rebels, os personagens crescem, ganham reputação e deixam de ser apenas heróis locais para se tornarem peças-chave na galáxia.</p>
<div id="attachment_6698" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6698 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-chirrut-imwe-rogue-one.jpg" alt="Chirrut Imwe em Rogue One." width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-chirrut-imwe-rogue-one.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-chirrut-imwe-rogue-one-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Chirrut Imwe com certeza era um Adepto da Força. | Fonte: StarWars.com</p></div>
<p>Mais do que bônus e habilidades novas, as classes de prestígio oferecem significado. Elas dizem ao jogador e ao mestre que a jornada teve peso, que houve progresso, e que agora novos desafios — e novas responsabilidades — estão por vir.</p>
<p>As classes de prestígio funcionam como a coroação da jornada de um personagem. Elas não são apenas uma evolução numérica, mas a consagração de uma narrativa. O soldado que sobreviveu a incontáveis escaramuças pode agora se tornar um Soldado de Elite, com habilidades que o destacam no campo de batalha. Já o Jedi que enfrentou as tentações do Lado Sombrio pode finalmente alcançar o posto de Cavaleiro Jedi, recebendo novos poderes e responsabilidades.</p>
<p>Cada classe de prestígio exige pré-requisitos específicos — seja um nível mínimo, habilidades treinadas, ou feitos significativos conquistados em campanha. Isso torna o acesso a elas algo recompensador, que exige planejamento por parte do jogador e atenção por parte do mestre. O sistema incentiva que essas classes não surjam do nada, mas sejam acompanhadas por momentos dramáticos, como quando Ezra Bridger conquista a confiança de Kanan Jarrus em Rebels, abrindo caminho para seu desenvolvimento como Jedi.</p>
<p>Um aspecto interessante é que essas classes também ajudam a definir o tom da campanha. Um grupo com foco em diplomacia pode ver jogadores se tornarem Nobres Senadores ou Oficiais influentes da Aliança. Já uma campanha de intrigas criminais pode levar personagens a classes como Senhor do Crime ou Pistoleiro. Com isso, as classes de prestígio não só ampliam o leque de habilidades dos personagens, mas também direcionam a história para novos horizontes.</p>
<div id="attachment_6699" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6699 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-bounty-hunter-star-wars.jpg" alt="O Cyborgue Beilert Valance" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-bounty-hunter-star-wars.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/05/img-bounty-hunter-star-wars-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Beilert Valance e sua busca por vingança. | Fonte: StarWars.com</p></div>
<p>Em termos mecânicos, as classes oferecem talentos e aptidões exclusivas, que se somam às adquiridas anteriormente. Isso significa que cada jogador pode esculpir um caminho único, criando personagens verdadeiramente distintos, mesmo que tenham começado na mesma classe básica. É a diferença entre um Jedi Padawan e um Mestre Jedi que já ensinou gerações — como vimos com Yoda em diversos momentos da saga.</p>
<p>Para o mestre, essas classes são uma chance de elevar o nível da campanha. Introduzir NPCs que ocupam essas posições — como Mace Windu ou o Almirante Thrawn — pode servir tanto como aliados quanto como adversários formidáveis. Eles mostram que o mundo é maior do que o grupo, e que há consequências reais para as ações dos jogadores.</p>
<h2>Além do campo de batalha</h2>
<p>Com esses três capítulos, o Star Wars Saga Edition deixa claro por que é uma das versões mais queridas por fãs de RPG e da saga. Veículos, droids e Classes de Prestígio não são apenas elementos de sistema — são parte da essência de Star Wars, transportada com fidelidade para a mesa de jogo. São esses detalhes que transformam um jogo bom em uma experiência inesquecível.</p>
<p>Nos vemos no próximo post onde vamos falar um pouco o universo (literalmente) de Star Wars, os inimigos e aliados para suas aventuras. <strong>Que a Força esteja com você!</strong></p>
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		<title>Star Wars Saga Edition &#8211; Destino, Equipamentos e Combate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 20:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dando continuidade à série que explora o Star Wars Saga Edition RPG, mergulharemos nos capítulos 7, 8 e 9, que trazem pilares fundamentais para criar personagens únicos, equipá-los adequadamente e compreender o combate. Esses aspectos tornam o jogo dinâmico e adaptável ao estilo de cada grupo. Vamos descobrir como esses capítulos ampliam a experiência de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade à série que explora o <strong><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/sistemas/o-melhor-rpg-de-star-wars/"><em>Star Wars Saga Edition RPG</em></a></strong>, mergulharemos nos capítulos 7, 8 e 9, que trazem pilares fundamentais para criar personagens únicos, equipá-los adequadamente e compreender o combate. Esses aspectos tornam o jogo dinâmico e adaptável ao estilo de cada grupo. Vamos descobrir como esses capítulos ampliam a experiência de aventuras em uma galáxia muito, muito distante.</p>
<h2>Traços Heróicos</h2>
<h3><em>&#8220;Não é o poder que define o herói, mas como ele escolhe usá-lo&#8221;.</em></h3>
<p>Traços heróicos são o coração pulsante de qualquer grande jornada em <em>Star Wars Saga Edition</em>. É por meio deles que os personagens se destacam, alcançando feitos memoráveis e se conectando aos arcos épicos que fazem de Star Wars uma das sagas mais amadas do universo da ficção científica. Este capítulo apresenta ferramentas que ajudam a transformar personagens em protagonistas de verdadeiras epopeias, adicionando camadas de profundidade e propósito.</p>
<p>Entre os aspectos mais marcantes deste capítulo estão os <strong>Pontos de Destino</strong>. Em sua essência, eles representam aqueles momentos cinematográficos em que tudo parece perdido, mas os heróis encontram força e determinação para reverter o curso da história. Imagine Luke Skywalker enfrentando Darth Vader em <em>O Retorno de Jedi</em>, onde, ao perceber que sua fúria o aproxima do Lado Sombrio, ele joga fora o sabre de luz e declara sua recusa em sucumbir. Essa é a essência de um Ponto de Destino bem gasto: uma decisão dramática que altera o destino do personagem e molda a narrativa.</p>
<p>No jogo, os Pontos de Destino permitem que os jogadores garantam sucessos automáticos em momentos críticos, como evitar a destruição de um X-Wing ao atravessar os túneis da Estrela da Morte, ou reduzam drasticamente o impacto de um ataque, como Leia fazendo uma retirada tática sob fogo pesado em <a href="https://amzn.to/3C6ir2a" target="_blank" rel="noopener"><em>O Império Contra-Ataca</em></a>. Além disso, eles podem ser usados para transformar falhas críticas em sucessos ou resistir a ameaças devastadoras, o que incentiva os jogadores a correr riscos e buscar ações heroicas.</p>
<div id="attachment_6664" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6664 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_luke_vs_vader.jpg" alt="Luke Skywallker vs Darth Vader" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_luke_vs_vader.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_luke_vs_vader-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Luke estava destinado a enfrentar seu pai. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Os traços heróicos não param por aí. Eles também são uma ferramenta de personalização essencial, permitindo que os jogadores alinhem seus personagens ao espírito de Star Wars. Cada traço ajuda a construir histórias marcantes, como um Jedi assombrado por visões do Lado Sombrio ou um contrabandista rebelde dividido entre sua lealdade à Aliança e seus próprios interesses, à la Han Solo em <em>Uma Nova Esperança</em>. Esses traços criam oportunidades para os mestres integrarem momentos narrativos poderosos, colocando os personagens frente a dilemas que os desafiem a crescer, tanto mecanicamente quanto emocionalmente.</p>
<p>Por fim, os traços heróicos oferecem um equilíbrio entre as mecânicas de jogo e o storytelling. Um mestre habilidoso pode usar os destinos dos personagens para moldar campanhas inteiras, alinhando os grandes eventos da galáxia com os objetivos dos heróis. Um exemplo seria um jogador que escolhe o destino de restaurar a ordem na galáxia. Esse personagem pode receber visões, como as que atormentam Anakin Skywalker em <em>A Vingança dos Sith</em>, sendo guiado pela Força em suas decisões. Essas visões podem revelar não apenas os próximos passos, mas também dilemas morais que os levem a questionar suas escolhas e a moldar suas histórias.</p>
<p>Com traços heróicos, cada rolagem de dados, cada escolha e cada desafio são permeados pelo drama e pela emoção que tornam o universo de Star Wars inesquecível. Seja como Jedi, contrabandista ou caçador de recompensas, esses elementos garantem que todos os jogadores terão sua chance de brilhar sob os holofotes da galáxia muito, muito distante.</p>
<h2>Equipamento</h2>
<h3><em>&#8220;Uma arma nas mãos certas pode mudar o destino de uma galáxia.&#8221;</em></h3>
<p>O capítulo dedicado ao equipamento no <em>Star Wars Saga Edition</em> é uma verdadeira mina de ouro para jogadores e mestres. Em uma galáxia tão vasta e diversa, cada item escolhido pelos personagens não é apenas funcional, mas também uma extensão de suas personalidades e histórias. Desde as armas mais icônicas até gadgets utilitários, os equipamentos desempenham um papel crucial em qualquer aventura.</p>
<p>As armas são um dos primeiros pontos que atraem a atenção dos jogadores. O sabre de luz, por exemplo, é mais do que uma arma para os Jedi — ele é um símbolo de sua conexão com a Força e de sua responsabilidade como guardiões da paz. Quem não se lembra do momento em que Rey liga o sabre de Anakin Skywalker pela primeira vez em <a href="https://amzn.to/3DN5V85" target="_blank" rel="noopener"><em>O Despertar da Força</em></a>? Aquele momento encapsula a ideia de que o equipamento certo pode contar uma história tão poderosa quanto o próprio personagem que o empunha. No sistema de jogo, o sabre de luz é representado como uma arma incrivelmente poderosa, mas que exige treino e disciplina para ser usado com eficácia, um reflexo perfeito de seu papel na saga.</p>
<p>Os blasters, por outro lado, são o pão com manteiga do universo Star Wars. Do elegante blaster de Leia em <em>Uma Nova Esperança</em> ao confiável DL-44 de Han Solo, essas armas de longo alcance oferecem versatilidade e se adaptam a praticamente qualquer tipo de personagem. E para aqueles que preferem uma abordagem mais sutil, vibroblades e outras armas de combate físico permitem táticas furtivas e lutas intensas em ambientes claustrofóbicos, como vimos no embate entre Ahsoka Tano e Morgan Elsbeth em <em>Ahsoka</em>.</p>
<div id="attachment_6665" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6665 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_amban_sniper_rifle.jpg" alt="The Mandalorian Rifle" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_amban_sniper_rifle.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_amban_sniper_rifle-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A segunda arma mais lega de Star Wars. | Fonte: Reprodução</p></div>
<p>Além das armas, o capítulo aborda armaduras e acessórios, que vão desde trajes básicos até armaduras completas. Essas escolhas impactam diretamente a jogabilidade. Personagens com armaduras pesadas, como stormtroopers ou mandalorianos, ganham maior resistência, mas sacrificam mobilidade e reflexos. Já trajes mais leves, como os utilizados por pilotos da Aliança Rebelde, oferecem liberdade de movimento e flexibilidade em combate. É um dilema que frequentemente aparece em <em>The Mandalorian</em>, onde Din Djarin equilibra o uso de sua armadura beskar com a necessidade de agilidade durante suas missões.</p>
<p>O jogo também brilha ao incluir equipamentos utilitários, como datapads, comunicadores e kits médicos. Esses itens podem parecer secundários à primeira vista, mas rapidamente se tornam essenciais em situações específicas. Imagine um momento em que os heróis precisam hackear uma porta blindada enquanto stormtroopers se aproximam. É aí que o datapad faz toda a diferença, transformando um encontro tático em uma corrida contra o tempo. E quem não se lembra de quando Luke usa um kit médico improvisado para tratar os ferimentos de Chewbacca em <em>O Império Contra-Ataca</em>? Esses detalhes dão vida às cenas, conectando os jogadores ao mundo de Star Wars.</p>
<p>Para mestres, o capítulo sobre equipamento é uma ferramenta narrativa poderosa. Um simples artefato ou arma pode servir como catalisador para uma missão inteira. Imagine uma aventura onde os jogadores precisam recuperar um sabre de luz lendário perdido durante as Guerras Clônicas, ou um módulo de hiperespaço experimental que pode mudar os rumos da guerra entre o Império e a Aliança Rebelde. Essas são oportunidades de ouro para criar histórias memoráveis enquanto mergulham ainda mais na riqueza do universo Star Wars.</p>
<p>No final, o capítulo 8 é mais do que uma lista de itens — é um convite para os jogadores explorarem as infinitas possibilidades da galáxia. Cada arma, armadura ou gadget escolhido não é apenas uma ferramenta, mas um pedaço da narrativa que eles estão construindo. Em um universo onde até mesmo um par de algemas pode salvar o dia (como vimos em <em>Rogue One</em>), o equipamento é parte essencial da aventura e da magia que torna Star Wars tão especial.</p>
<h2>Combate</h2>
<h3><em>&#8220;No calor do combate, a estratégia separa os sobreviventes dos heróis.&#8221;</em></h3>
<p>No coração do <em>Star Wars Saga Edition</em>, o combate ocupa um lugar de destaque. Ele traduz, para o sistema de jogo, a ação cinematográfica característica da saga, com batalhas rápidas, estratégicas e intensas. Seja um duelo de sabres de luz em uma passarela suspensa ou um ataque desesperado contra caças TIE no espaço, as regras de combate garantem que cada encontro seja tão emocionante quanto os momentos mais memoráveis dos filmes.</p>
<p>O capítulo começa explicando a estrutura básica do combate, uma mecânica que transforma cada cena em uma série de rodadas cuidadosamente organizadas. Cada jogador realiza suas ações de forma alternada, começando com a iniciativa, que define a ordem em que os personagens e NPCs atuam. É uma dinâmica que remete ao confronto entre Luke Skywalker e Darth Vader em <em>O Retorno de Jedi</em>, onde cada movimento parece ser uma dança tática, com ataques e defesas se desenrolando em uma sequência precisa.</p>
<p>As ações disponíveis em combate são divididas em categorias claras: padrão, movimento e livre. Essa divisão permite que os jogadores escolham entre avançar estrategicamente, realizar ataques ou preparar reações para a próxima rodada. Por exemplo, em um cenário inspirado no ataque ao castelo de Maz Kanata em <em>O Despertar da Força</em>, um jogador pode usar sua ação de movimento para buscar cobertura e a ação padrão para disparar contra stormtroopers. Essas escolhas táticas tornam o combate muito mais dinâmico, dando espaço para a criatividade dos jogadores.</p>
<p>Uma das áreas mais interessantes abordadas no capítulo são as regras especiais de combate, que adicionam profundidade e variabilidade às cenas. Flanqueamento, cobertura e ataques surpresa são elementos que transformam cada batalha em um quebra-cabeça estratégico. Imagine um confronto em um corredor apertado de uma nave imperial, onde os personagens precisam usar caixas de suprimentos como cobertura para avançar sob fogo pesado. Esse tipo de situação não é apenas sobre rolar dados, mas também sobre planejar e reagir de forma inteligente ao ambiente.</p>
<div id="attachment_6666" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6666 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_qmir_vs_sol_the_accolyte.jpg" alt="Qmir vs Sol em The Acolyte" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_qmir_vs_sol_the_accolyte.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2025/01/img_qmir_vs_sol_the_accolyte-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Por mais cenas de combate assim em Star Wars. | Fonte: Reprpodução</p></div>
<p>Outra inovação marcante no <em>Star Wars Saga Edition</em> é a integração do combate espacial. Em nenhum outro lugar isso é mais evidente do que nas batalhas entre caças e naves capitais, momentos que são a essência de Star Wars. Do ataque ao reator da Estrela da Morte em <em>Uma Nova Esperança</em> à Batalha de Scarif em <em>Rogue One</em>, o sistema captura a intensidade e o perigo dessas cenas. Regras específicas para veículos e combate aéreo adicionam um novo nível de complexidade e emoção, incentivando os jogadores a entrarem em cockpits e enfrentarem desafios maiores que eles mesmos.</p>
<p>Para mestres, o capítulo 9 é uma fonte inesgotável de inspiração. Tornar os combates narrativos é uma arte que envolve descrever cada movimento de forma cinematográfica, transportando os jogadores para o centro da ação. Um mestre habilidoso pode fazer com que um simples confronto com mercenários em Tatooine se torne uma cena digna de um filme, com disparos de blasters iluminando o ambiente em meio a perseguições de speeders pelas dunas. Esses detalhes enriquecem o jogo e criam memórias inesquecíveis para o grupo.</p>
<p>Por fim, o capítulo 9 também oferece ferramentas para equilibrar encontros, garantindo que os desafios sejam instigantes, mas não frustrantes. Vilões icônicos, como Darth Vader ou <a href="https://amzn.to/4jdScra" target="_blank" rel="noopener">Boba Fett</a>, podem ser introduzidos como chefes de fase, enquanto tropas regulares do Império servem como obstáculos intermediários. É uma dinâmica semelhante ao ataque final em <em>O Retorno de Jedi</em>, onde cada batalha, desde as escaramuças em Endor até o duelo entre Luke e Vader, desempenha um papel no clímax da narrativa.</p>
<p>Em resumo, o combate no <em>Star Wars Saga Edition</em> não é apenas uma mecânica de jogo, mas uma peça central na construção da história. Cada batalha é uma oportunidade de criar momentos épicos, seja com disparos de blasters, duelos de sabres de luz ou perseguições espaciais. Com essas regras em mãos, mestres e jogadores podem viver as aventuras de Star Wars como nunca antes, imersos em cenas de ação que fazem jus à galáxia muito, muito distante.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os capítulos 7, 8 e 9 do <em>Star Wars Saga Edition</em> oferecem as ferramentas necessárias para criar aventuras épicas e envolventes no universo de Star Wars. Desde os traços heróicos que moldam o destino de cada personagem, passando pelo equipamento que define sua jornada, até os combates que testam seus limites, cada elemento reforça a imersão e a emoção que fazem desta saga algo tão especial. Seja recriando cenas icônicas ou forjando novas histórias em uma galáxia muito, muito distante, essas mecânicas garantem que mestres e jogadores vivam momentos inesquecíveis. E você, está pronto para se aventurar pelo universo de Star Wars? Que a Força esteja com você!</p>
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		<title>No Coração das Trevas &#8211; Review</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 12:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Do Além]]></category>
		<category><![CDATA[aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado de Cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Apresentamos hoje mais um review de um produto da linha O Chamado de Cthulhu da editora New Order. O cenário No Coração das Trevas. No Coração das Trevas foi uma das inúmeras metas extras do financiamento coletivo da 7ª edição de O Chamado de Cthulhu no Brasil. O livro foi entregue já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Apresentamos hoje mais um review de um produto da linha <strong>O Chamado de Cthulhu</strong> da editora <strong>New Order</strong>. O cenário <strong>No Coração das Trevas</strong>.</p>
<p><strong>No Coração das Trevas</strong> foi uma das inúmeras metas extras do <a href="https://www.catarse.me/chamado_de_cthulhu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">financiamento coletivo</a> da 7ª edição de <strong>O Chamado de Cthulhu</strong> no Brasil. O livro foi entregue já há alguns meses, em forma impressa (o PDF deve ser liberado em algum momento). E, antes tarde do que nunca, vamos a um review (livre de spoilers) desse interessante cenário para o RPG mais querido da equipe do <strong>UniversoRPG</strong>.</p>
<h2>A Apresentação</h2>
<p>O livro possui 38 páginas, com miolo em P&amp;B, capa colorida e excelente qualidade de impressão. As ilustrações internas são dos brasileiros Walter Pax e Odmir Fortes (sendo que esse último também foi responsável pela capa), e são de boa qualidade, embora ainda com a &#8220;pegada&#8221; da 6ª edição (não é uma crítica, apenas uma observação).</p>
<div id="attachment_3480" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-3480 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-791x1024.png" alt="" width="791" height="1024" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-791x1024.png 791w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-232x300.png 232w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas-768x994.png 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-capa-no-coracao-das-trevas.png 975w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /><p class="wp-caption-text">A capa estilo filmes pub ficou demais. | Fonte: Editora New Order</p></div>
<p>Um ponto a se destacar é que o cenário não tem apenas as ilustrações feitas por brasileiros, mas é 100% brazuca, tendo sido escrito por ninguém menos que <strong>Luciano Giehl</strong> do blog <a href="http://mundotentacular.blogspot.com/">Mundo Tentacular</a>, com certeza a melhor fonte em português a respeito dos Mythos e de Chamado de Cthulhu. Alias, o Luciano é muito provavelmente, o maior especialista do Brasil em <strong>O Chamado de Cthulhu</strong>, tendo sido consultor das traduções da 6ª e 7ª edições do jogo para o português brasileiro.</p>
<h2>O Cenário</h2>
<p>A ideia para este cenário surgiu lá em 2010, como uma aventura para o chamado <strong>Torneio Tentacular</strong>, evento que acontecia durante o <strong>EIRPG</strong> e <strong>RPGCon</strong>, os maiores eventos de RPG que aconteciam em São Paulo.</p>
<p>Ao contrário das tradicionais ocupações que aparecem nas aventuras prontas, como professores universitários e investigadores particulares, <strong>No Coração das Trevas</strong> coloca os jogadores interpretando um grupo de criminosos trabalhando para um chefão da máfia em Arkham (a famosa cidade fictícia criada por Lovecraft, e principal localidade da chamada <strong><a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lovecraft_Country.svg">Lovecraftian Country</a></strong>). Esse chefão os convoca para descobrir que assassinou seu amigo de longa data (e ainda pior, profanou o corpo enquanto estava no necrotério). Nem todas as motivações são reveladas de cara, no entanto. E o que começa como uma aventura investigativa no submundo do crime organizado, logo vai se tornando algo mais misteriosos e aterrorizante. Logo os jogadores irão descobrir que existem coisas piores do que as furiosas metralhadoras Thompson.</p>
<div id="attachment_3483" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3483 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-no-coracao-das-trevas-cthulhu.jpeg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-no-coracao-das-trevas-cthulhu.jpeg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2022/03/img-no-coracao-das-trevas-cthulhu-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A perigosa máfia italiana dos anos 20. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>A aventura desse cenário foi concebida para ser uma típica oneshot, ou seja, uma aventura com início, meio e fim definidos. Porém, isso não impede que ela seja usada em conjunto com outras aventuras. O próprio Luciano sugere que No Coração das Trevas pode ser jogado como uma continuação direta do cenário <strong>Blackwater Creek</strong> (que faz parte do Escudo do Mestre, e também entrou no financiamento da 7ª edição de <strong>O Chamado de Cthulhu</strong>), mas só funciona se em <strong>Blackwater Creek</strong> os personagens já eram capangas da máfia. Contudo, nada impede que <strong>No Coração das Trevas</strong> seja jogada de forma 100% independente, entretanto, já que todo o pano de fundo necessário é fornecido.</p>
<p>A aventura segue de forma mais ou menos linear, sendo que um Guardião novato, ou iniciante no RPG, não terá dificuldades em conduzir a sessão de jogo. A estrutura é bem clássica inclusive. Espere encontrar arquétipos e monstros clássicos das histórias de Lovecraft nessa aventura. E como não poderia deixar de ser, dependendo das decisões (e sorte!) dos jogadores, o final pode não ser tão feliz para os personagens.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>No fim das contas, trata-se de um cenário que pode ser rapidamente lido e assimilado pelo Guardião, simples de mestrar, desafiador para os jogadores (sim, a mortalidade de personagens tende a ser bem alta), e ainda melhor quando jogado como continuação de <strong>Blackwater Creek</strong>, com os jogadores já imersos no contexto da trama.</p>
<p><strong>No Coração das Trevas</strong> está disponível em versão física (e, a rigor, também em pdf, mas esse último está voltado apenas para apoiadores do financiamento coletivo da 7ª edição) na loja da <strong><a href="https://newordereditora.com/loja/rpg/chamado-de-cthulhu/no-coracao-das-trevas-chamado-de-cthulhu-7a-edicao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">New Order Editora</a>.</strong></p>
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		<title>Chamado de Cthulhu &#8211; O Guia do Investigador</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 00:32:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros! Estamos de volta com post resenha a respeito do mais recente lançamento da linha de O Chamado de Cthulhu no idioma de Camões (em post tão absurdamente atrasado que, quando for publicado, talvez nem seja mais o lançamento mais recente). Para quem está chegando agora, lá no finalzinho de 2017 (sim, faz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiros!</p>
<p>Estamos de volta com post resenha a respeito do mais recente lançamento da linha de <strong>O Chamado de Cthulhu</strong> no idioma de Camões (em post tão absurdamente atrasado que, quando for publicado, talvez nem seja mais o lançamento mais recente).</p>
<p>Para quem está chegando agora, lá no finalzinho de 2017 (sim, faz tempo) a <strong><a href="https://newordereditora.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">New Order Editora</a> </strong>fez um <strong><a href="https://www.catarse.me/chamado_de_cthulhu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">financiamento coletivo</a></strong> para o lançamento de &#8220;Chamado de Cthulhu&#8221; em português. E, como em todos os bons financiamentos coletivos, tinha uma série de excelentes extras envolvidos (muitos deles mostramos <strong><a href="https://universorpg.com/do-alem/resenhas/as-estrelas-se-alinharam-tudo-o-que-recebemos-na-caixa-de-chamado-de-cthulhu/">nesse post aqui</a></strong>).</p>
<p>Ocorre que como é muito comum nessa modalidade de lançamento de produtos, houve atrasos para confecção e entrega de alguns desses extras. Além dos atrasos &#8220;normais&#8221;, a pandemia que vivemos prejudicou ainda mais as coisas (&#8230; mas ainda vou entender por que é tão difícil um financiamento coletivo ficar minimamente aderente ao cronograma inicial&#8230; sempre leva anos a mais do que o prometido para entregar o produto).</p>
<p>Então&#8221;apenas&#8221; no início de junho de 2021 foi entregue a versão física do &#8220;<strong>Guia do Investigador</strong>&#8221; e, aventureiros, que livro!</p>
<h2>O Visual</h2>
<p>Obviamente a primeira coisa que chama a atenção em um livro de RPG é a apresentação/visual. E nesse aspecto o livro está absolutamente irretocável.</p>
<p>O miolo é em papel couché, colorido, mas não é do tipo que fica cheio de impressões digitais com a manipulação (obviamente você não pode estar com as mão sujas de salgadinhos&#8230; sem milagres aqui). Isso ajuda a manter uma boa aparência no livro por bastante tempo.</p>
<p>As ilustrações também são sensacionais. Inclusive com algumas ilustrações exclusivas da versão brasileira. Uma edição caprichada e, embora não tenha lido em todos os detalhes ainda (mesmo depois de tanto tempo do lançamento), não fui capaz de encontrar erros significativos.</p>
<h2>O Conteúdo</h2>
<p>O primeiro capítulo do livro é a típica introdução explicando o que é RPG e como se joga, além de um exemplo de jogo. Sem grandes novidades aqui.</p>
<p>O <strong>capítulo 2</strong> apresenta na íntegra o conto &#8220;<strong><a href="https://amzn.to/3gxD8pU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Horror de Dunwich</a></strong>&#8220;, um dos mais clássicos de H.P. Lovecraft (e um dos preferidos deste que vos escreve) e  que coloca o leitor bem no clima de jogo. Apenas por curiosidade, e sem dar spoliers para quem ainda não leu, o conto apresenta uma estrutura muito parecida com a de um típico cenário de aventura de Chamado de Cthulhu: a investigação inicial, a descoberta do horror, a investigação e/ou descoberta de como pará-lo e a ação.</p>
<p>O <strong>capítulo 3, Criando Investigadores</strong>, ensina a criar personagens. Tem vários detalhes a mais do que o <strong>Livro do Guardião</strong>, incluindo por exemplo regras para personagens com idade diferenciada (tanto mais jovens do que o esperado quanto com idade mais avançada). Esses investigadores terão penalidades em alguns atributos básicos e bônus em outros.</p>
<p>Um recurso particularmente interessante é um gerador de nomes. Particularmente tenho muita dificuldade em criar nomes de personagens, e a tabela é uma mão na roda também para mestres, quando precisam dar nome &#8220;do nada&#8221; a algum NPC.</p>
<div id="attachment_3403" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3403 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Arte-02-e1630098252439.png" alt="" width="348" height="450" /><p class="wp-caption-text">A belíssima arte do livro. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Apresenta também um excelente guia de <em>&#8220;O que significam esses números?&#8221;</em> com referências sobre valores de atributos e seu significado prático (por exemplo, atributos 99 são equivalente aos de um atleta olímpico).</p>
<p>O <strong>capítulo 4</strong>, <strong>Ocupações</strong>, apresenta uma lista imensa de ocupações (cerca de 60 diferentes, sendo que muitas não estão no Livro do Guardião), algumas tão específicas quanto &#8220;<em>Técnico de Higienização Hospitalar</em>&#8221; ou &#8220;<em>Trabalhador de Colarinho Branco</em>&#8220;.</p>
<p>O <strong>capítulo 5</strong>, <strong>Perícias</strong>, traz explicações detalhadas de todas as perícias da planilha de personagem, bem como diversas especializações (nas perícias aplicáveis). Uma coisa bastante interessante neste capítulo é a presença de uma série de &#8220;anotações&#8221; informando o status de ciências e artes durante a década de 1920. Por exemplo: foi nessa época que a <strong>Teoria da Deriva Continental</strong> começou a ganhar credibilidade. E aí já temos um bom gancho para cenários com personagens pesquisadores.</p>
<div id="attachment_3400" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3400 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Diagramacao-e1630098453320.png" alt="" width="594" height="750" /><p class="wp-caption-text">Diagramação para lá de caprichada. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>O <strong>capítulo 6</strong>, <strong>Organizações de Investigadores,</strong> é um dos mais interessantes, em minha humilde opinião. Apresenta uma série de organizações às quais os personagens dos jogadores podem pertencer. Essas organizações podem oferecer suporte (financeiro, logístico, ou mesmo na forma de conhecimento) para um ou mais membros do grupo (que pertençam a essas organizações).</p>
<p>Entre elas encontram-se &#8220;<em>O Circo de Maravilhas de Wrath</em>&#8220;, &#8220;<em>SKT (Secret Knowledge and Truth) Researc Division</em>&#8220;, &#8220;<em>A Sociedade para a Exploração do Inexplicável</em>&#8221; e muitas outras, todas com o seu devido histórico de formação, objetivos, contexto e ocupações sugeridas para personagens que a elas pertençam. Uma das minhas preferidas é o &#8220;<strong><em>Estranho, mas Verdadeiro!</em></strong>&#8220;, um clássico tablóide especializado em notícias envolvendo fantasmas, monstros, alienígenas e afins.</p>
<p>O <strong>capítulo 7</strong>, <strong>Vida Como Investigador</strong>, mostra uma série de dicas para uma investigação eficiente. Desde as coisas mais &#8220;óbvias&#8221; (como visitar a biblioteca local) até outras nem tão comuns (por exemplo: cemitérios e igrejas &#8211; especialmente na Europa &#8211; que também costumam guardar uma série de registros).</p>
<p>Ainda temos algumas dicas sobre equipamentos que devem estar sempre à mão e um interessantíssimo gráfico comparativo de tamanho entre alguns dos clássicos horrores lovecraftianos e uma pessoa comum.</p>
<p>O <strong>capítulo 8</strong>, <strong>Os Loucos Anos 20</strong>, apresenta uma série de informações sócio-culturais sobre essa época. Aborda a questão da proibição do álcool em território norte-americano, a tecnologia vigente na época (incluindo ciência forense &#8211; muito útil para saber se determinadas técnicas já eram aplicadas nessa época) e veículos disponíveis. Inclui uma série de personalidades históricas e uma linha do tempo. Vale a leitura completa para ajudar a ambientação do jogo.</p>
<div id="attachment_3401" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3401 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Muitas-ilustracoes-e1630098357609.png" alt="" width="623" height="750" /><p class="wp-caption-text">Pilhas de ilustrações. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>O <strong>capítulo 9</strong>, <strong>Conselhos para os Jogadores</strong>, traz alguns pontos bastante interessantes, como temas históricos desagradáveis (sim, racismo, xenofobia e discriminação sexual eram MUITO mais intensos do que hoje em dia), como forçar jogadas (uma das adições mais interessantes da 7ª edição do jogo), testes de &#8220;Ideia&#8221; e &#8220;Sorte&#8221;.</p>
<div id="attachment_3399" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3399 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Belas-surpresas.png" alt="" width="397" height="599" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Belas-surpresas.png 397w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2021/08/Belas-surpresas-199x300.png 199w" sizes="auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px" /><p class="wp-caption-text">Algumas surpresas bem agradáveis! | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Finalmente, o <strong>capítulo 10</strong>, <strong>Referências</strong>, apresenta uma Linha do Tempo bastante detalhada entre 1890 e 2012 e coisas como velocidade máxima de veículos conforme a época, custos de itens e serviços gerais (1920 e Dias Modernos) e uma tabela de armas.</p>
<p>O Guia também traz informações bastante completas sobre como converter personagens de edições anteriores de &#8220;Chamado de Cthulhu&#8221; para as regras da 7ª Edição, um mapa de Arkham e um das Terras de Miskatonic (basicamente o que se convencionou chamar de Lovecraft County, a região que abrange a fictícia Arkham e seus arredores).</p>
<h2>O Veredito</h2>
<p>O <strong>Guia do Investigador</strong> não é de forma alguma imprescindível, uma vez que todas as regras absolutamente necessárias para jogar &#8220;O Chamado de Cthulhu&#8221; estão no Guia do Mestre, mas é um acessório excelente, especialmente para os jogadores. Com esse livro em mãos fica bem mais fácil detalhar profundamente o seu investigador.</p>
<p>Para o Guardião (termo usado para se referenciar o Mestre em uma partida de Chamado), a aquisição faz sentido para expandir os conceitos e regras já apresentados no livro base.</p>
<p>Até o fechamento deste post, o livro pode ser adquirido diretamente no site da editora <a href="https://newordereditora.com.br/categoria-produto/rpg/chamado-de-cthulhu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>New Order</strong></a> por <strong>R$199</strong> a versão física e <strong>R$30</strong> a versão em PDF.</p>
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		<title>O Necronomicon, o polêmico livro profano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 01:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Do Além]]></category>
		<category><![CDATA[Chamado de Cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[necronomicon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Necronomicon, o Livro dos Mortos, o Livro dos Nomes Mortos, o Livro Maldito. Seja você um jogador de RPG ou não, muito provavelmente já deve ter ouvido falar desse livro que faz parte da cultura nerd/geek e até mesmo da cultura pop. Porém, a pergunta que não quer calar: Esse livro é real? Ele existe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Necronomicon</strong>, o <em>Livro dos Mortos</em>, o <em>Livro dos Nomes Mortos</em>, o <em>Livro Maldito</em>. Seja você um jogador de RPG ou não, muito provavelmente já deve ter ouvido falar desse livro que faz parte da cultura nerd/geek e até mesmo da cultura pop.</p>
<p>Porém, a pergunta que não quer calar: <i>Esse livro é real? Ele existe ou existiu de verdade?</i></p>
<p>A resposta direta, infelizmente (ou felizmente) é <b>não, o livro não existe e nunca existiu</b>.</p>
<p>Agora com as expectativas mais baixas, vamos conhecer um pouco melhor a história por trás da origem do livro.</p>
<h2>Um livro famoso</h2>
<p>O criador do Necronomicon é ninguém mais, ninguém menos que Howard Phillips Lovecraft, ou como é mais conhecido, H.P. Lovecraft. Sim, o pai do senhor Cthulhu, Nyarlathotep, os Grandes Antigos e muitos outros.</p>
<p>Pode-se dizer que o Necronomicon é quase um personagem recorrente em muitas histórias do autor. Obras como Nas Montanhas da Loucura e A Sombra Perdida no Tempo, mencionam o livro várias e várias vezes. É muito comum, nos contos de Lovecraft, que seus personagens percam a sanidade simplesmente por verem o livro. Os mais corajosos que decidem ler seu conteúdo acabam enlouquecendo completamente.</p>
<div id="attachment_3330" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3330 size-full" title="H. P. Lovecraft" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-hp-lovecraft.jpg" alt="H. P. Lovecraft" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-hp-lovecraft.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-hp-lovecraft-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">H. P. Lovecraft, o criador do Necronomicon. | Fonte: Mister Sams Hearon</p></div>
<p>Para ajudar a dar força ao mito da existência do livro, o próprio Lovecraft mencionou em uma de suas obras que o livro havia sido banido pelo Papa Gregório IX em 1232, logo após a sua tradução para o latim. Além disso, alguns exemplares ainda existiriam, um no Museu Britânico em Londres e outro na Biblioteca Nacional em Paris.</p>
<p>Esse tipo de artifício, que mistura realidade com ficção, é muito usado por vários autores e autoras de literatura. Isso ajuda o leitor a se situar na obra e traçar os paralelos entre o mundo do personagem e mundo real, mas ainda assim trata-se de uma obra de ficção.</p>
<p>O próprio Lovecraft escreveu, em várias ocasiões, que o livro não passava de algo imaginado por ele, para dar corpo às suas histórias. Em 1934, ele respondeu uma de suas leitoras da seguinte forma:</p>
<p>&#8220;<i>Sobre o Necronomicon &#8211; devo confessar que esse abominável volume é meramente fruto da minha imaginação! Inventar livros tão horríveis é uma espécie de passatempo entre os autores da ficção fantástica&#8230; muitos dos escritores que contribuíram com a </i><b><i>Weird Tales</i></b><i> inventaram seus próprios títulos. É divertido perceber como outros escritores usam personagens e livros imaginários em suas próprias histórias. É por isso que Clark Ashton Smith fala sobre o Necronomicon, enquanto eu me refiro ao Livro de Eibon, uma criação dele. Esta troca de ideias ajuda a construir um histórico pseudo-convincente, uma mitologia negra, lendária e realista &#8211; embora, é claro, nenhum de nós deseja enganar os leitores afirmando ser remotamente verídica</i>&#8220;.</p>
<p>Em várias ocasiões, o editor da Weird Tales, Farnsworth Wright, sugeriu que Lovecraft escreveu o tal livro de uma vez por todas. Assim os leitores teriam a sua curiosidade saciada e não ficariam pedindo cópias ou informações sobre onde comprar o tal livro.</p>
<h2>A verdadeira História</h2>
<p>O blog <b>Mundo Tentacular</b> trouxe um pouco de luz ao surgimento dessa verdadeira lenda urbana. Reproduzimos aqui uma parte do conteúdo.</p>
<p>Originalmente publicado em <strong><a href="http://mundotentacular.blogspot.com/2012/02/verdades-e-principalmente-mentiras.html">Verdades e (principalmente) Mentiras sobre o terrível Necronomicon</a></strong></p>
<p>No início dos anos 70, no auge da moda ocultista, dois monges ortodoxos teriam procurado o editor Harry Slater para oferecer a ele um manuscrito que seria a única cópia existente de um terrível livro de magia até então desconhecido. O nome do livro era Necronomicon.</p>
<p>Os monges afirmavam ter conseguido o manuscrito após um roubo perpetrado à biblioteca de um Bispo Ortodoxo chamado Simon. Um roubo a uma valiosa coleção de livros de fato ocorreu em 1972, mas embora muitos livros de valor tenham sido levados, o Necronomicon não era um deles. Slater afirmou ter comprado o manuscrito dos monges, mas jamais permitiu que o documento fosse examinado dizendo que seria algo extremamente perigoso. Essa preocupação, no entanto, não impediu que ele mandasse o texto para impressão e o publicasse como sendo um verdadeiro tratado de magia.</p>
<p>Herman Slater foi uma figura proeminente entre os adeptos do neo-paganismo e wiccan nos anos 70. Ele era dono de uma livraria popular em Nova York, a <b>Warlock Shop</b>, que vendia todo tipo de bugiganga, quinquilharia e publicava literatura barata sobre o mundo oculto.</p>
<div id="attachment_3331" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3331 size-full" title="O livro Necronomicon" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-versao-impressa.jpg" alt="O livro Necronomicon" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-versao-impressa.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-versao-impressa-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma das muitas versões impressas do Necronomicon. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Em 1975, a editora lançou a primeira edição de &#8220;<b>Necronomicon: o Texto de Simon</b>&#8221; (ou &#8220;<b>The Simon Necronomicon</b>&#8221; como ele ficou mais conhecido). O material era supostamente parte de um manuscrito muito antigo escrito em inglês arcaico.</p>
<p>Segundo boatos, o livro teve uma tiragem de 666 cópias, vendidas a 70 dólares o exemplar. Os livros se esgotaram e no ano seguinte uma segunda edição com 3.333 volumes foi para o mercado. Eventualmente, os direitos foram comprados pela <i>Avon Press</i>, que imprimiu o livro em formato <i>pocket book</i> e o comercializou em massa ao custo de 5 dólares. Desde seu lançamento, o Simon Necronomicon jamais esteve fora de impressão e continua sendo vendido até hoje (vá lá conferir no Amazon, é verdade!)</p>
<p>Slater sempre alegou que a misteriosa história do Necronomicon atraía o público. Ele alertava a todos que o conteúdo do livro não era para qualquer um, a não ser os iniciados nos mistérios arcanos. É claro, isso fazia parte do marketing para promover seu produto.</p>
<p>Para começar, o verdadeiro autor de Necronomicon não é outra pessoa senão o próprio Slater. O livro é um tributo medíocre a <b>Aleister Crowley</b> com ideias chupadas de suas teorias e trechos inteiros copiados de livros sérios sobre mitos mesopotâmicos, acadianos e babilônicos. Trocando em miúdos: uma tremenda picaretagem.</p>
<p>Infelizmente a coisa fez sucesso. Esse sucesso se deve em grande parte a campanha do próprio Slater, que verdade seja dita, sabia como se auto-promover. Na época do lançamento do <i>Simon Necronomicon</i>, ele foi a programas de rádio e apareceu na televisão. Alegou que estava sofrendo pressão por parte de grupos conservadores e religiosos que tentavam impedir o lançamento do livro. Nada poderia estar mais distante da verdade&#8230; ninguém tinha sequer ouvido falar de Slater ou do livro. Mas a campanha ruidosa conseguiu gerar atenção e despertar interesse da mídia e do público.</p>
<p>Mas sobre o que é o <em>Simon Necronomicon</em>? A introdução diz que ele foi escrito por uma figura identificada apenas como &#8220;o árabe louco&#8221;. O livro é um tipo de testemunho, relatando as viagens desse personagem e suas experiências com os chamados <b>Deuses Ancestrais</b> que &#8220;<i>aguardam mortos, mas sonhando</i>&#8220;(!). Ele identifica entidades como <i>Kutulu</i> (!!) e <i>Humwawa</i> que seriam poderosos demônios sumérios (!!!). O livro ensina magias, rituais e símbolos de proteção e invocação para esses deuses, convenientemente adaptando rituais enoquianos.</p>
<p>No prólogo da última edição, o nome de H.P. Lovecraft é mencionado (pobre coitado!). O autor afirma que Lovecraft não inventou o Necronomicon. Ele provavelmente recebia emanações psíquicas que partiam de forças obscuras, para que ele compartilhasse a existência do livro com seus leitores. O texto defende que Lovecraft era uma espécie de médium capaz de captar trechos do Necronomicon verdadeiro, mesmo que jamais o tivesse lido.</p>
<p>É um pouco triste saber que H.P. Lovecraft morreu praticamente na pobreza e anonimato, tendo seu reconhecimento (e de suas obras) apenas posteriormente, enquanto outros tiraram proveito de sua criação.</p>
<h2>O Al Azif</h2>
<p>O Necronomicon também é conhecido como Al Azif. Dizem que esse é o seu nome original. Segundo o próprio Lovecraft, <i>azif</i> é o nome usado pelos árabes para designar aquele barulho noturno, produzido pelos insetos, que supõem ser o uivo de demônios.</p>
<p>O livro teria sido escrito por Abdul Alhazred, também conhecido como o Árabe Louco, por volta de 730 a.c, originalmente na cidade de Damasco, hoje capital da Síria.</p>
<p>Pouco se sabe sobre Abdul Alhazred ou como ele ele escreveu o livro. Conta-se que ele era um poeta, astrônomo e estudioso vindo de Sanaa, no Iêmen. Ele teria passado anos visitando as ruínas da Babilônia, os poços de Mênfis e o grande deserto do sul da Arábia. Ainda segundo relatos, Abdul Alhazred teria morrido em 738 a.c, devorado por um monstro invisível em plena luz do dia.</p>
<p>As descrições a respeito da forma física do livro também são imprecisas. Alguns afirmam que a versão original tinha suas folhas feitas com pele humana e que seus textos foram escritos com sangue, também humano. Sua capa, em couro, trazia um rosto agonizante, como saído de um pesadelo.</p>
<p>Outras versões, provavelmente traduzidas, seguiam o modelo dos tradicionais livros medievais, com suas enormes capas de madeira e seu interior de papiro amarelado, sujo e encardido pelo tempo. Os copistas responsáveis pela tradução do original (em árabe ou grego) para outros idiomas, obviamente, acabam enlouquecendo no processo.</p>
<div id="attachment_3332" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3332 size-full" title="O livro Necronomicon em sua possível versão original" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-o-livro.jpg" alt="O livro Necronomicon em sua possível versão original" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-o-livro.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-o-livro-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma das muitas descrições a cerca da versão original do Necronomicon. | Fonte: MilleCuirs &#8211; Deviantart</p></div>
<p>Apesar da versão original ter se perdido no tempo ou ter sido destruída, ao longo dos séculos, várias traduções foram feitas (algumas totais, outras parciais) para os mais diversos idiomas.</p>
<p>Segundo alguns colecionadores de obras raras e conhecedores do ocultismo, existem 4 cópias em latim atualmente, além de uma versão mais completa em alemão. As cópias em latim se encontram na Bibliothèque Nationale em Paris, na Biblioteca da Universidade Miskatonic em Arkham, na Widener Library em Harvard, e na biblioteca da Universidade de Buenos Aires. Obviamente que, quando questionadas sobre a existência do Necronomicon em suas coleções, todas negam solenemente que tal livro nunca existiu.</p>
<h2>Conteúdo profano</h2>
<p>Poucos sobreviveram para contar o que há nas páginas do Necronomicon. Vale ressaltar que o vislumbre de uma única página do livro, pode levar a pessoa à loucura total.</p>
<p>Os relatos através do tempo variam, mas de forma geral podemos dizer que o livro contém muitos rituais de invocação de seres antigos e incompreendidos pela mente humana. Também há muitos feitiços, para os mais variados propósitos e que podem ser usados a favor ou contra o invocador.</p>
<p>Em suas páginas também estão descritas algumas entidades dos Mythos e forma como você pode entrar em contato com elas, por sua conta e risco, que fique bem claro.</p>
<div id="attachment_3333" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3333 size-full" title="O conteúdo profano e doentio do Necronomicon" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-conteudo.jpg" alt="O conteúdo profano e doentio do Necronomicon" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-conteudo.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/12/img-necronomicon-conteudo-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Dizem que o conteúdo original era muito perturbador para a mente humana. | Fonte: Goomi32 &#8211; Deviantart</p></div>
<p>Funcionando como uma verdadeira enciclopédia dos Mhytos, o Necronomicon pode ser uma importante arma no combate aos Grandes Antigos (e outras criaturas), uma vez que possui informações importantes e até mesmo rituais de banimento e aprisionamento dessas entidades.</p>
<p>Infelizmente, boa parte dos investigadores que tentaram usar o livro para fins benéficos e justificáveis, se é que isso existe, acabaram mortos ou enlouquecidos no processo. Por isso, pense duas vezes antes de conseguir colocar as mãos num exemplar, pois este pode ser o último livro que você irá ler.</p>
<h2>Necronomicon em jogo</h2>
<p>Na 7º edição do Chamado de Cthulhu, somos apresentados a pelo menos 5 versões diferentes do livro. Você pode usar as estatísticas como elas aparecem ou fazer pequenas modificações de acordo com a sua aventura e/ou campanha, ou ainda, conforme a necessidade do seu grupo. Só tome cuidado para não acabar enlouquecendo todos os seus investigadores.</p>
<h3><b>Al Azif</b></h3>
<p><i>Versão em árabe traduzida/transcrita por Abdul al-Hazerd, 730 DC.</i></p>
<p>A forma original do livro é completamente desconhecida, mas é sabido que inúmeras cópias circularam na idade média e atualmente ela é considerada por muitos, como uma versão perdida.</p>
<p><em>Perda de Sanidade: 2d10</em><br />
<em>Mythos de Cthulhu: +6/+12 por cento</em><br />
<em>Nível de Mythos: 54</em><br />
<em>Tempo de estudo: 68 semanas</em></p>
<h3>Manuscrito de Sussex</h3>
<p><i>Versão em inglês traduzida pelo Barão Frederic, 1597.</i></p>
<p>Trata-se de uma versão confusa e incompleta da versão em latim do Necronomicon. Teria sido impressa na Inglaterra, na cidade de Sussex.</p>
<p><em>Perda de Sanidade: 1d6</em><br />
<em>Mythos de Cthulhu: +2/+5 por cento</em><br />
<em>Nível de Mythos: 21</em><br />
<em>Tempo de estudo: 36 semanas</em></p>
<h3>Necronomicon</h3>
<p><strong><i>Versão em grego traduzida/transcrita por Theodoras Philetas, 950 DC.</i></strong></p>
<p>Uma versão mais simplificada, sem os mapas e gráficos da versão original. Teria sido confiscada pela igreja e tempos depois, desaparecido misteriosamente. Estima-se que a última cópia foi queimada em Salém por volta de 1692.</p>
<p><em>Perda de Sanidade: 2d10</em><br />
<em>Mythos de Cthulhu: +5/+12 por cento</em><br />
<em>Nível de Mythos: 21</em><br />
<em>Tempo de estudo: 68 semanas</em></p>
<p><strong><em>Versão em latim <i>traduzida/transcrita </i>por Olaus Wormius, 1228 DC.</em></strong></p>
<p>Por muito tempo circulou como manuscrito até que foi impresso na Alemanha no final do século XV. Uma segunda edição teria sido reimpressa na Espanha no século XVII. Sabe-se que algumas cópias existem até os dias atuais.</p>
<p><em>Perda de Sanidade: 2d10</em><br />
<em>Mythos de Cthulhu: +5/+11 por cento</em><br />
<em>Nível de Mythos: 48</em><br />
<em>Tempo de estudo: 66 semanas</em></p>
<p><strong><i>Versão em inglês traduzida por Jonh Dee, 1586 DC.</i></strong></p>
<p>Trata-se de mais um manuscrito baseado na versão grega e que nunca chegou a ser impresso. Três cópias completas são conhecidas, mas seus paradeiros não.</p>
<p><em>Perda de Sanidade: 2d10</em><br />
<em>Mythos de Cthulhu: +5/+12 por cento</em><br />
<em>Nível de Mythos: 45</em><br />
<em>Tempo de estudo: 50 semanas</em></p>
<p>Essas são as versões mais conhecidas através da história, mas dado ao valor histórico do livro, não há garantias de que outras cópias tenham sido feitas e circulam por aí até os dias de hoje.</p>
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		<title>Review &#8211; Revista Forbidden Magazine #3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 01:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[forbidden]]></category>
		<category><![CDATA[old school]]></category>
		<category><![CDATA[olddragon]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chegamos a edição nº 3 da Forbidden Magazine, a revista mensal da Buró Brasil. Lembrando que você pode garantir a sua assinando diretamente no site do Catarse. Com assinatura ativa, você recebe a Forbidden no seu e-mail sempre na última semana do mês. A assinatura começa em R$7,00 no nível mais básico que dá acesso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos a edição nº 3 da <strong>Forbidden Magazine</strong>, a revista mensal da <a href="https://www.burobrasil.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Buró Brasil</strong></a>.</p>
<p>Lembrando que você pode garantir a sua assinando diretamente no site do <a href="https://www.catarse.me/forbidden" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Catarse</strong></a>. Com assinatura ativa, você recebe a Forbidden no seu e-mail sempre na última semana do mês. A assinatura começa em <b>R$7,00</b> no nível mais básico que dá acesso ao PDF da revista.</p>
<p>Bem, e o que temos nessa terceira edição?</p>
<h2>Encontros Aleatórios</h2>
<p>Rafael Beltrame continua trazendo boas ideias sobre como aproveitar melhor os famosos encontros aleatórios em nossas aventuras. Desta vez temos como pano de fundo uma caverna que pode estar em qualquer lugar de qualquer aventura (ponto positivo). Temos listas para coisas boas e coisas ruins que podem acontecer ali com os personagens, além de trazer um item, no mínimo, curioso: os <strong>cogumelos luminosos</strong>. As ideias de uso em jogo são muito boas e funcionam com praticamente qualquer sistema.</p>
<h2>Luz, Câmera, Ação!</h2>
<p>Coluna nova do Antonio Pop. A proposta é trazer mini cenários ou localidades, com um pouco de background para que você possa usar em suas aventuras ou campanhas, prefeito para aquele momento de bloqueio criativo. Nesta edição temos uma pequena forja que conta até com um pequeno segredo. Para quem gosta de mapas, temos também um pequeno mapa do local com suas respectivas descrições. Porém, o que mais me chamou a atenção foram os acontecimentos aleatórios que podem rolar durante um combate no interior da forja.</p>
<div id="attachment_3261" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3261 size-full" title="Mapa das área da forja" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/09/img-forbidden-magazine-03-mapa.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/09/img-forbidden-magazine-03-mapa.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/09/img-forbidden-magazine-03-mapa-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um mapa da forja, mas que pode ser usado em qualquer outra situação. Fonte: Divulgação</p></div>
<h2>Tomos de Magia</h2>
<p>Iniciado na edição anterior, aqui somos introduzidos ao sistema <strong>Vanciano</strong> de magia, característico do sistema Old Dragon. O autor, <strong>Igor Sartorato</strong> descreve em detalhes o funcionamento do sistema e também trás mais 4 variações para o sistema, incluindo um sistema que utiliza pontos de mana, pedido antigo dos jogadores de Old Dragon. Confesse que fiquei bem surpreso ao ver o aumento considerável de páginas, com relação a edição anterior.</p>
<h2>Coroa dos Vermes</h2>
<p>Sempre fui um defensor das aventuras prontas que podem ser interligadas para formar uma campanha inteira. Pois bem, essa é a proposta inicial de <strong>Coroa dos Vermes</strong>. <em>Uma sequência de seis aventuras para Old Dragon e que levarão seu grupo de personagens dos níveis 1 a 3, até chegar, em seu clímax, em uma aventura para personagens de níveis 7 a 10</em>.</p>
<p>A mente criativa por trás disso é ninguém menos que <strong>Newton Rocha</strong>, mas conhecido como Tio Nitro, do site <a href="https://newtonrocha.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Nitro Dungeon</strong></a>. As aventuras usam o cenário <strong>Legião: A Era da Desolação</strong>, lançado como suplemento oficial de Old Dragon.</p>
<p>E mais, que participa da assinatura da revista, pode participar de uma votação que vai definir os rumos dos acontecimentos nas próximas aventuras.</p>
<h2>Elmo dos Gnomos</h2>
<p>Aqui temos uma mini aventura solo. Para quem não sabe, numa aventura solo você não precisa de uma mestre para conduzir a aventura, o próprio sistema possui as informações necessárias para passar pelos desafios propostos e chegar ao final. O <strong>Elmo dos Gnomos</strong> segue quase na mesma pegada dos famosos <strong>livros jogos</strong>. Caso você tenha interesse em conhecer mais sobre estilo de jogo, você pode conferir o post que fizemos sobre a série <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/jogando-rpg-com-livros-jogos-e-a-serie-aventuras-fantasticas/"><strong>Aventuras Fantásticas</strong></a>.</p>
<h2>Crônicas das Chamas</h2>
<p>E pra fechar com chave de ouro, temos uma continuação direta da aventura <a href="https://loja.burobrasil.com/produtos/reliquia-do-vale-do-trovao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Relíquia do Vale do Trovão</strong></a>, agora com a A<strong> Relíquia do Porto das Brumas</strong>. A aventura foi projetada para personagens de 5º a 7º nível e se passa na cidade de Porto das Brumas do Vale do Trovão.</p>
<div id="attachment_3262" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3262 size-full" title="Aventura para Old Dragon" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/09/img-forbidden-magazine-03-dagon.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/09/img-forbidden-magazine-03-dagon.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/09/img-forbidden-magazine-03-dagon-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sim, você não leu errado, é Dagon, mas não é Cthulhu. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>Quase todas as descrições podem ser reaproveitadas em outros cenários e/ou sistemas, o que é um ponto forte dessa aventura. Porém, a cereja do bolo fica por conta do novo panteão de deuses que as autoras trouxeram, os deuses antigos dos Myhtos de Cthulhu. Sim! Uma ótima sacada que trás consigo um ar de terror e sanidade para essa aventura.</p>
<p>Ainda temos descrição de locais com direito a mapa, rumores e personalidades importantes. Um prato cheio para qualquer mestre ou jogador (por que não?).</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O saldo final dessa edição foi bastante positivo, principalmente por trazer materiais que podem ser usados em outros sistemas. Então, mesmo que você não seja adepto do Old Dragon, vai conseguir usufruir de todo o conteúdo da revista.</p>
<p>E se você ainda ficou na dúvida, <a href="https://www.dropbox.com/s/m0f73kgfja153ii/Forbidden_00.zip?dl=0"><b>baixe gratuitamente a edição #0</b></a> para conferir o material ou <a href="https://www.catarse.me/forbidden"><b>faça já o seu apoio</b></a> e receba a edição #1 juntamente com a #2.</p>
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		<title>Revista Forbidden Magazine #2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 11:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[buro]]></category>
		<category><![CDATA[old dragon]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Forbidden Magazine é a nova revista mensal da Buró Editora, que traz como tema principal, material de suporte para o RPG da casa, o Old Dragon. Apesar do foco ser o RPG Old School ou OSR (Old School Renaissance) como alguns chamam, todos os materiais são facilmente adaptáveis para outros sistemas, com pouquíssimas modificações. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Forbidden Magazine</strong> é a nova revista mensal da <a href="https://www.burobrasil.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Buró Editora</strong></a>, que traz como tema principal, material de suporte para o RPG da casa, o <strong>Old Dragon</strong>. Apesar do foco ser o RPG Old School ou OSR (Old School Renaissance) como alguns chamam, todos os materiais são facilmente adaptáveis para outros sistemas, com pouquíssimas modificações.</p>
<p>Você pode assinar a revista diretamente no site do <strong><a href="https://www.catarse.me/forbidden">Catarse</a></strong>. Com assinatura ativa, você recebe a Forbidden no seu e-mail sempre na última semana do mês. A assinatura começa em <b>R$7,00</b> no nível mais básico que dá acesso ao PDF da revista.</p>
<p>A revista encontra-se na sua edição nº2, conta com 67 páginas e tem como principais destaques uma grande matéria sobre <b>Armadilhas</b>, com dicas para melhor uso em jogo, tanto para mestres como para jogadores. Se você acha que encontrar e desarmar armadilhas se resume apenas a fazer testes, você precisa ler essa matéria.</p>
<p>Temos também a estréia os <b>Tomos de Magia.</b> Pensado inicialmente como um suplemento completo para Old Dragon, a cada nova edição da revista, uma nova matéria do Tomo de Magia será publicada.</p>
<p>Nessa primeira abordagem, o autor <b>Igor Sartorato</b> nos conta um pouco sobre como a magia é encarada em Old Dragon, seus níveis de poder e as diferenças entre conjuradores divinos e arcanos. Essa sequência de conteúdo tem tudo para ser um dos grandes destaques das próximas edições.</p>
<div id="attachment_3205" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3205 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-forbidden-magazine-02-magia.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-forbidden-magazine-02-magia.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/08/img-forbidden-magazine-02-magia-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Os Tomos de Magia são o novo suplemento para Old Dragon. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>Ainda nas matérias da capa, temos uma nova raça para de <b>Legião: A Era da Desolação</b>, cenário de campanha de fantasia sombria de <b>Newton Rocha</b>, o<b>Tio Nitro</b>. Os <b>Nomadis</b>, são um povo com traços felinos e comportamento similar aos ciganos. Muito bem descrito e detalhado, os Nomadis podem ser adaptados para qualquer outro sistema de jogo, já que seu conteúdo é puramente descritivo.</p>
<h2>E que mais temos na revista?</h2>
<p>Mais <b>Encontros Aleatórios</b>, agora com biomas diferentes, com dicas sobre clima, geografia, vegetação, enfim, tudo o que você precisa saber para tornar os seus encontros mais interessantes.</p>
<p>Temos também uma mini dungeon, <strong>O Templo do Dragão Demônio</strong>, com background, descrição dos locais e um mapa. Novamente, facilmente adaptável para qualquer sistema ou para incluir no meio da sua campanha já em andamento.</p>
<p>Essa edição traz a continuação do <b>Fluxovida 2.0</b>, apresentando agora Nascimento e Família. Pra que não sabe do que se trata, o Fluxovida foi uma mecânica de jogo trazida pelo Cyberpunk 2020, onde você determinada toda uma linha do tempo do seu personagem, apenas com rolagens de dados. O autor e co-criador do Old Dragon, Antonio Pop está trazendo uma versão atualizada do Fluxovida original para que você possa utilizar junto com o seu sistema de regras favorito.</p>
<p>Quer mais tabelas para rolar coisas aleatórias? Então você vai gostar da matéria: <b>Os Tipos de Tesouros Encontrados em um Bolso Orc</b>. Aqui somos apresentados que podem ser usadas sempre que um inimigo Orc for derrotado. Novamente, você pode aproveitar a ideia e trocar alguns itens ou mudar o tipo de inimigo derrotado.</p>
<p>Segundo o feedback de alguns assinantes, a revista teve uma melhora significativa da edição 0 até agora. Isso mostra o comprometimento da Buró com o seu público e que ela está no caminho certo para trazer um produto de qualidade todos os meses.</p>
<p>E se você ficou na dúvida,<a href="https://www.dropbox.com/s/m0f73kgfja153ii/Forbidden_00.zip?dl=0"><b>baixe gratuitamente a edição #0</b></a> para conferir o material ou <a href="https://www.catarse.me/forbidden"><b>faça já o seu apoio</b></a> e receba a edição #1 juntamente com a #2.</p>
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		<title>Os poderes da Força em Star Wars Saga Edition RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 17:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[d20]]></category>
		<category><![CDATA[Força]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começamos uma série de posts aqui no site para falar de Star Wars: Roleplaying Game &#8211; Saga Edition Core Rulebook. Nos posts anteriores falamos sobre o primeiro RPG de Star Wars e a aquisição pela Wizards of the Coast. No segundo post da série, falamos dos primeiros capítulos do Core Rulebook e agora continuamos explorando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos uma série de posts aqui no site para falar de <b>Star Wars: Roleplaying Game &#8211; Saga Edition Core Rulebook.</b> Nos posts anteriores falamos sobre <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/sistemas/o-melhor-rpg-de-star-wars/"><strong>o primeiro RPG de Star Wars</strong></a> e a aquisição pela <em>Wizards of the Coast</em>. No <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/resenhas/star-wars-saga-edition-rpg-o-livro-capitulo-a-capitulo/"><strong>segundo post da série</strong></a>, falamos dos primeiros capítulos do <strong>Core Rulebook</strong> e agora continuamos explorando mais alguns capítulos.</p>
<h2>May the force be with you</h2>
<p>O capítulo que fala sobre a Força abre com uma explicação sobre o que é e como ela aparece ao longo das eras, como por exemplo na <strong>Velha República</strong> (<em>Old Republic</em>) ou no período final das <strong>Guerras Clônicas</strong> (<em>Clone Wars</em>).</p>
<p>Creio que de todo o livro, essa deve ser a parte mais legal, na minha opinião, por abordar com detalhes coisas que apareciam nos filmes, mas careciam de explicações mais detalhadas quando os personagens usavam a Força.</p>
<h3>Os Pontos de Força</h3>
<p>Em Star Wars RPG, todos os personagens tem uma característica chamada <b>Force Points</b> (<i>Pontos de Força</i>). Todos começam com 5 pontos e eles vão aumentando de acordo com o avanço de nível.</p>
<p>Um <strong>Ponto de Força</strong> basicamente é 1d6 que pode ser usado para ajudar em algum teste. Como uma ação livre, o jogador rola 1d6 e adiciona o resultado a uma única rolagem de ataque, teste de perícia, ou teste de habilidade. Ele pode fazer isso uma vez por rodada. Os <strong>Pontos de Força</strong> também podem ser usados para recuperar totalmente um dos poderes da Força (veja mais adiante).</p>
<h3>O Lado Negro</h3>
<div id="attachment_2911" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2911 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-vader.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-vader.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-vader-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Vader ganhou muitos Pontos do Lado Negro quando era jovem. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Uma das regras que mais gosto nesse jogo. Assim como acontece nos filmes, atos malignos (ou o uso de emoções fortes) levam ao caminho sombrio. Quanto mais o jogador seguir por esse caminho, em suas escolhas ou atitudes, mais pontos ele ganha. Se atingir um determinado número, geralmente o equivalente ao seu valor no atributo Sabedoria, o personagem sucumbe totalmente ao Lado Negro, tornando-se um NPC. Sim, o poder tem um preço.</p>
<p>O livro ainda traz uma lista de sugestões e exemplos para o Mestre de como usar e interpretar as atitudes dos jogadores. A lista é composta de transgressões menores, moderadas e altas. É nessas horas que você vê como o julgamento e caráter das pessoas muda de perspetiva às vezes.</p>
<p>Ao final das sessões, ou sempre que o Mestre julgar necessário, o jogador pode tentar eliminar os <strong>Pontos do Lado Negro</strong>. Existem algumas mecânicas para isso que envolvem gastar <strong>Pontos de Força</strong> ou ainda realizar atos heróicos para se redimir, como salvar alguém de forma verdadeiramente altruísta por exemplo.</p>
<p>Esse conjunto de regras, se bem explorado e usado como ferramenta de roleplay, pode render cenas memoráveis. Por exemplo, como mestre, você pode dizer ao jogador que ele pode causar mais dano na sua jogada de dados, se atacar com raiva o seu oponente (<em>isso soa familiar?</em>). Ao fazer isso, o jogador ganha um bônus (único ou temporário, a critério do mestre), mas também um ponto do Lado Negro. Esse é apenas um exemplo dentre muitos possíveis. Já presenciei discussões memoráveis e acaloradas em minhas mesas.</p>
<div id="attachment_2912" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2912 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-supreme-chancellor-palpatine.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-supreme-chancellor-palpatine.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-supreme-chancellor-palpatine-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Esse cara entendia de leis e do Lado Negro. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Nas primeiras vezes em que mestrei, deixei meu jogadores abusarem um pouco dessa regra. A lógica dos jogadores era, ganhar <strong>Pontos do Lado Negro</strong> até o máximo da quantidade de <strong>Pontos de Força</strong> que ainda tinham. Ou seja, em todas as sessões haviam situações desfavoráveis aos jogadores, mas que eles conseguiram subverter usando o Lado Negro e depois ao final da sessão, apagavam esses pontos gastando os benditos <strong>Pontos de Força</strong> e assim, sempre permanecendo no lado da Luz.</p>
<p>Pois bem, quando a coisa parecia prestes a sair do controle, passei a considerar todas as tentativas de recuperação dos <strong>Pontos do Lado Negro</strong>, como itens dentro do roleplay. Se o jogador queria meditar, o grupo perderia um ou mais dias na aventura, o que poderia mudar os planos do grupo. Gastar os <strong>Pontos de Força</strong> talvez? Apenas 50% dos pontos restantes poderiam ser convertidos, a menos que o jogador me desse uma boa justificativa.</p>
<p>E ao longo das sessões futuras, quase sempre que um jogador optava por ganhar &#8220;voluntariamente&#8221; um <strong>Ponto do Lado Negro</strong>, eu desdobrava essa atitude em algum fato relevante na aventura, mesmo que esse fato só fosse aparecer em sessões futuras. Toda essa mecânica fez com que eu mestrasse duas mesas por quase um ano, sendo que uma delas tinha 8 jogadores!!!!</p>
<h3>Poderes da Força</h3>
<p>É aqui que muitos consideram o sistema desbalanceado. Quando você opta por jogar como Jedi, você tem acesso a uma longa lista de poderes e habilidades que as outras classes não tem. O fato que é que os poderes que vemos nos filmes são apenas uma pequena parte de tudo que é possível.</p>
<p>Você começa com um número de poderes igual a 1 mais o seu modificador de Sabedoria, sendo o mínimo 1. Sempre que você escolher o feat <i>Force Training</i>, você pode aprender novos poderes. Isso também determina a quantidade de usos de um determinado poder.</p>
<p>Por exemplo, se o seu valor em pontos for 3, você pode escolher até 3 poderes diferentes, podendo usá-los apenas uma vez ou, escolher apenas um poder, podendo usar até 3 vezes.</p>
<div id="attachment_2914" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2914 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-palpatine.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-palpatine.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-palpatine-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Unlimited power! | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Isso não condiz muito com o que acontece nos filmes, mas entendo que essa regra existe para tentar balancear um pouco as coisas. Afinal, um Jedi com &#8220;poderes ilimitados&#8221; na partida como <strong>Move Objects</strong> (<em>Mover Objetos</em>), por exemplo, poderia passar o tempo todo arremessando coisas nos adversários.</p>
<p>Porém, existem algumas condições e situações onde você pode recuperar seus pontos. Quando você descansa após um combate, usando <strong>Pontos de Força</strong>, usando algumas habilidades especiais ou ainda tirando um 20 natural em um teste da perícia <strong>Use The Force</strong> (<em>Usar a Força</em>).</p>
<p>E aqui novamente entra a malandragem do jogador veterano, querendo <b>descansar</b> após cada combate!</p>
<p>Os poderes da Força vem acompanhados de um descritor <b>Light Side</b> (<em>Lado da Luz</em>), <b>Dark Side</b> (<em>Lado Negro/Sombrio</em>) ou <b>Mind Affecting</b> (<em>Afeta a Mente</em>). Via de regra, os Jedi podem usar apenas os poderes sem descritor ou com o descritor do <i>Lado da Luz</i>, mas eles também podem acessar os poderes do <i>Lado Negro</i>, recebendo um <strong>Ponto de Lado Negro</strong> a cada uso. Ainda nesse sentido de usar os poderes, sempre que o personagem já tiver gasto todos os seus pontos, ele pode optar por ganhar um <strong>Ponto do Lado Negro</strong>, em troca de recuperar todos os pontos de um único poder da Força.</p>
<p>Perceba que é muito fácil uma campanha inteira descambar para o Lado Negro com todos os jogadores sendo corrompidos.</p>
<h2>This is not the droids you&#8217;re looking for</h2>
<p>Aqui vai um pequeno resumo do que você encontra no livro básico, do clássico truque mental do <strong>Obi-Wan</strong> aos raios do <strong>Palpatine</strong>.</p>
<p>Cada poder traz exemplos de uso e os modificadores de acordo com a categoria de dificuldade (CD) do teste. Os valores mais comuns são 10, 15 e 20. Ou seja, para ter sucesso no teste você precisa rolar 1d20 + o modificador da perícia Usar a Força (e quaisquer outros bônus) e comparar o resultado ao nível de dificuldade. Nesse caso ele não é imposto pelo Mestre, mas sim uma consequência do sucesso da rolagem. Se sair um 17, por exemplo, você ativa os efeitos da CD 15 e não da CD 10, sacou?</p>
<div id="attachment_2915" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2915 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-obi-wan.png" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-obi-wan.png 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-obi-wan-300x169.png 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A Força pode ter firme influência sobre mentes fracas. | Fonte: Reprodução.</p></div>
<p><b>Battle Strike<br />
</b>Você pode usar a Força para aumentar suas proezas em batalha. Você tem seu ataque e pontos de dano aumentados.</p>
<p><b>Dark Rage (Dark Side)<br />
</b>Você fica enfurecido conforme o lado sombrio corre através de você, aumentando suas rolagens de ataque físico e rolagens de dano físico até o fim do seu turno.</p>
<p><b>Farseeing<br />
</b>Você recebe uma impressão vaga e momentânea de eventos ocorrendo em torno de um ser em particular em algum lugar distante. Funciona mais ou menos como as visões do Yoda nos filmes.</p>
<p><b>Force Disarm<br />
</b>Você pode desarmar um oponente usando a Força para puxar a arma na sua direção ou fazendo ela cair próximo a você..</p>
<p><b>Force Grip<br />
</b>Você usa a Força para sufocar ou esmagar seu inimigo (<i>Darth Vader mandou lembranças!</i>).</p>
<p><b>Force Lightning (Dark Side)<br />
</b>Você ataca um inimigo com mortais arcos da energia da Força (<i>Palpatine manda um abraço!</i>).</p>
<p><b>Force Slam<br />
</b>Você bate em uma ou mais criaturas com a Força.</p>
<p><b>Force Stun<br />
</b>Você invoca a Força para sobrecarregar os sentidos de um inimigo, potencialmente atordoando-o.</p>
<p><b>Force Thrust<br />
</b>Você usa a Força para empurrar um alvo para longe de você.</p>
<p><b>Mind Trick (Mind Affecting)<br />
</b>Você usa a Força para alterar as percepções do alvo ou plantar uma idéia em sua mente (<i>Obi-Wan curtiu isso!</i>).</p>
<p><b>Move Object<br />
</b>Você move um alvo telecineticamente por até 6 quadrados (<i>uma medida do jogo</i>) em qualquer direção usando a Força.</p>
<p><b>Negate Energy<br />
</b>Você nega espontaneamente um único ataque que causa dano de arma de energia, como um sabre de luz ou blaster. Esse poder aparece quando Vader para os tiros do Han Solo com a mão no encontro deles na Cidade das Nuvens.</p>
<p><b>Rebuke<br />
</b>Você absorve ou deflete sem perigos um poder da Força usado contra você talvez até mesmo voltando-o contra seu criador.</p>
<p><b>Serve Force (Light Side)<br />
</b>Você pode bloquear o acesso de outro usuário da Força a Força e dificultar o seu uso dos poderes da Força.</p>
<p><b>Surge<br />
</b>A Força permite que você salte grandes alturas e distâncias. Você também pode se mover mais rapidamente.</p>
<p><b>Vital Transfer (Light Side)<br />
</b>Você pode usar sua própria força vital para curar outra criatura viva, usando a Força (<i>muito antes do Mandalorian estrear na TV ou a Rey usar em A Ascensão Skywalker</i>).</p>
<h3>Os Talentos da Força</h3>
<p>Acho que acabou? Achou errado! Além de todos esses poderes, usuários da Força ainda tem acesso a um grupo especial de talentos, os Force Talents. Eles funcionam de forma similar os talentos normais, disponíveis a todas as outras classes e inclusive são adquiridos da mesma forma. Porém, apenas personagens com o feat Force Sensitivity (Sensitivo à Força) podem fazer uso deles.</p>
<p>Ainda há as <b>Force Techniques</b> (Técnicas da Força) que são uma espécie de habilidades especiais disponíveis em certos níveis de algumas <b>Classes de Prestígio</b> (que falaremos em outro post).</p>
<p>E o capítulo fecha falando das duas principais tradições de usuários da Força, os Jedi e os Sith, além de apresentar duas tradições completamente nova, os <b>Jensaarai</b> e as <b>Bruxas de Dathomir</b>.</p>
<div id="attachment_2918" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2918 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-bruxas-dathomir.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-bruxas-dathomir.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-star-wars-bruxas-dathomir-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Uma pequena que as Bruxas nunca tenham sido abordadas nos filmes. | Fonte: StarWars.com</p></div>
<p>Os <b>Jensaarai</b> são descritos como usuários da força que transitam entre o Lado da Luz e o Lado Negro, mas mantendo sempre um equilíbrio entre os dois e nunca pendendo para nenhum dos lados. O surgimento deles se deu pouco após o final das Guerras Clônicas. Talvez a personagem Ahsoka Tano possa ser um exemplo, mas a época do livro, seu desligamento da Ordem Jedi não havia sido estabelecido.</p>
<p>Já as <b>Bruxas de Dathomir</b> tiveram um papel de destaque no seriado Clone Wars, revelando sua ligação com <b>Darth Maul</b>. O livro trás uma explicação da origem, reportando o encontro com Luke Skywalker e mencionando serem os primeiros usuários da Força encontrados na galáxia que não eram Jedi ou Sith.</p>
<p>Ambas as tradições possuem alguns <strong>Talent Tree</strong> que podem ser usados por jogadores que optarem por personagens oriundos dessas tradições.</p>
<p>Por enquanto é isso. Nos vemos nos próximo post.</p>
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		<title>Zombicide Board Game</title>
		<link>https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/zombicide-board-game/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 12:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meeple e Cards]]></category>
		<category><![CDATA[Board Game]]></category>
		<category><![CDATA[jogos de tabuleiro]]></category>
		<category><![CDATA[zombicide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Zombicide é um board game incrível. Mesmo antes de jogar, a temática e as incríveis miniaturas me conquistaram e acabei comprando o jogo, mesmo conhecendo bem pouco suas regras e mecânicas. Loucura né? Ainda bem que o jogo é muito bom. Origens O jogo surgiu através de financiamento coletivo lá fora, via Kickstarter em 2012, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Zombicide</strong> é um board game incrível. Mesmo antes de jogar, a temática e as incríveis miniaturas me conquistaram e acabei comprando o jogo, mesmo conhecendo bem pouco suas regras e mecânicas. Loucura né? Ainda bem que o jogo é muito bom.</p>
<h2>Origens</h2>
<div id="attachment_2860" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2860 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-kickstarter.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-kickstarter.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-kickstarter-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Zombicide foi um sucesso de financiamento logo na sua primeira versão. | Fonte: zombicide.com</p></div>
<p>O jogo surgiu através de financiamento coletivo lá fora, via <strong><a href="https://www.kickstarter.com/projects/cmon/zombicide/description" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Kickstarter</a></strong> em 2012, iniciando com um pedido de $20,000 e chegando a assombrosos $781,597. Algo espantoso para um financiamento coletivo na época. Depois do sucesso desse primeiro financiamento, outros vieram e repetindo o mesmo sucesso do seu antecessor. Alguns deles conseguiram atingir a meta básica em menos 24 horas do lançamento.</p>
<p>A desenvolvedora por trás dessa mágica é <a href="https://www.guillotinegames.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Guillotine Games</strong></a>, enquanto a publicação ficou a cargo da <a href="https://www.cmon.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>CoolMiniOrNot</strong></a>, já conhecida pela excelente qualidade das miniaturas para board games, além de ter outros jogos como <a href="https://amzn.to/2uio3DA" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>God of War: The Card Game</strong></a>, <a href="https://amzn.to/2OuwmmK" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Bloodborne: The Board Game</strong></a>, <a href="https://amzn.to/3bk9e4a" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Rising Sun</strong></a> e <a href="https://amzn.to/31qTrvN" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Arcadia Quest</strong></a> no currículo.</p>
<p>Depois do primeiro jogo, conhecido como Season 1, vieram:</p>
<ul>
<li>Zombicide Season 2: Prison Outbreak;</li>
<li>Zombicide: Toxic City Mall &#8211; expansão para a Season 1 e 2;</li>
<li>Zombicide Season 3: Rue Morgue;</li>
<li>Zombicide: Angry Neighbors &#8211; que não exatamente uma expansão apenas para a Season 3, mas um conjunto de 5 missões para cada Season.</li>
</ul>
<p>Cada uma delas acrescenta novas mecânicas, assim como novas miniaturas diferentes de zumbis e personagens, alguns em suas versões zumbis.</p>
<p>Além disso, o jogo evoluiu para outras temáticas, tendo recebido uma versão medieval, conhecida como <strong>Zombicide: Black Plague</strong> e outra ambientada no espaço com alienígenas, chamada <strong>Zombicide: Invader</strong>. Ambas possuem suas seasons e expansões, assim como na versão original, agora chamada de <strong>Clássica</strong>.</p>
<p>Já no Brasil, a versão nacional ficou à cargo da <a href="https://www.galapagosjogos.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Galápagos Jogos</strong></a>, que trouxe todas as seasons e expansões, além de alguns conjuntos adicionais, como por exemplo os <strong>Dog Companions</strong>, <strong>Zombie Dogs</strong> e <strong>Ultimate Survivors</strong>, só para citar alguns.</p>
<h2>O apocalipse zumbi chegou</h2>
<div id="attachment_2861" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2861 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-partida.jpg" alt="Partida de Zombicide" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-partida.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-partida-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Partida de Zombicide com mapa completo, tenha uma mesa grande. | Fonte: Acervo pessoal</p></div>
<p>Em Zombicide, você controla um grupo de sobreviventes em um apocalipse zumbi. A humanidade está à beira da extinção e vocês são a última linha de defesa.</p>
<p>O jogo base (Zombicide Season 1) é composto por 71 miniaturas de zumbis, 6 miniaturas de jogadores e suas respectivas fichas, 110 mini-cartas (equipamentos, zumbis e outros itens) e 9 peças de tabuleiro dupla face e intercambiáveis. Além disso, você também tem vários marcadores e dados para as rolagens de dano.</p>
<p>Costumo explicar o Zombicide como um jogo cooperativo onde é todo mundo contra o tabuleiro. Sim, o tabuleiro do jogo tem uma mecânica própria e os jogadores jogam sempre em prol de um objetivo em comum.</p>
<p>O manual traz ao todo 10 missões, dos mais variados tipos e separadas por níveis: fácil, médio e difícil. Quanto mais difícil é uma missão, mas demorada ela é. Algumas partidas podem durar menos de 20 min, enquanto outras podem, facilmente, ultrapassar 3 horas. Tudo depende do entrosamento do seu grupo (lembre-se, é um jogo cooperativo).</p>
<p>As missões vão desde buscar itens pelo tabuleiro ou resgatar outros sobreviventes, até simplesmente eliminar todos os zumbis do jogo. Cada missão traz uma configuração diferente do tabuleiro, tornando o jogo dinâmico.</p>
<p>Depois de selecionada a missão, os demais itens como portas, fichas de objetivos e locais de entrada/saída de zumbis são posicionados no mapa.</p>
<h2>Os sobreviventes</h2>
<div id="attachment_2862" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2862 size-full" title="Ned, Amy, Phil, três dos sobreviventes disponíveis no jogo" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-sobreviventes.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-sobreviventes.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-sobreviventes-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Alguns dos sobreviventes disponíveis na primeira Season. | Fonte: zombicide.com</p></div>
<p>Alguns personagens do jogo foram claramente inspirados em personagens de outras mídias, estereótipos ou pessoas famosas. Na primeira season, por exemplo temos <strong>Phil, o policial</strong> inspirado no <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rick_Grimes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rick Grimes</a></strong> de The Walking Dead; <strong>Doug</strong>, que provavelmente foi inspirado em <em>William Foster</em>, personagem de <em>Michael Douglas</em> no clássico <a href="https://www.imdb.com/title/tt0106856/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Um dia de Fúria</strong></a> (se você ainda não viu, super recomendo) e <strong>Wanda</strong>, uma líder de torcida que anda de patins e usa uma motosserra como arma.</p>
<p>Cada personagem, aqui chamado de sobrevivente, começa com o um conjunto inicial de itens e também possui algumas habilidades especiais que são desbloqueadas à medida que o jogo avança. Todos os sobreviventes possuem um nível que começa no 0 e vai até o 43, além de ser separado por cores, e que é extremamente importante no jogo.</p>
<p>No turno do jogador, ele pode executar 3 ações e elas podem variar entre: andar, atacar, procurar ou abrir portas. Você pode repetir algumas delas, como por exemplo atacar 3 vezes ou andar 2 vezes e atacar 1. Conforme o personagem sobe de nível (veja mais adiante) ele consegue executar mais ações e/ou usar algumas de suas habilidades. Quando todos os jogadores terminam suas ações, é a vez do turno do tabuleiro, ou como gostamos chamar, é a vez dos zumbis.</p>
<h2>Lerdos, Corredores e Balofos</h2>
<div id="attachment_2863" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2863 size-full" title="Os tipos de zumbis em Zombicide: Lerdo, Corredor e Balofo" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-zombies.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-zombies.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-zombies-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sempre que ver um Corredor na mesa, atire primeiro nele. | Fonte: zombicide.com</p></div>
<p>Quase todas as missões trazem locais onde posicionamos as fichas de entrada de zumbis. Ao final do turno dos jogadores, é retirada uma carta para cada entrada de zumbi do tabuleiro. A carta revela se para aquela zona, existem ou não zumbis e qual o seu tipo.</p>
<p>Existem 3 tipos básicos: os <strong>Lerdos</strong> que são os tradicionais zumbis dos filmes e que só podem se mover 1 casa por turno. Os <strong>Corredores</strong>, que podem se mover até 2 casas por turno. E por fim os <strong>Balofos</strong>, que também só podem se mover 1 casa por turno, mas sempre que entram no jogo, vem acompanhado de 2 <strong>Lerdos</strong> e só podem ser mortos por alguns tipos de armas.</p>
<p>Geralmente na primeira rodada, há apenas a entrada dos zumbis no tabuleiro, mas a partir da segunda, os que já estavam presentes, se não foram derrotados, se movem ao mesmo tempo que uma nova rodada de cartas é revelada para cada entrada que ainda exista em jogo. Sentiu o drama?</p>
<p>Então é bem comum, de uma hora pra outra, a mesa ficar cheia de miniaturas de zumbis. Por isso, um dos conselhos que dou é, sempre que possível, mate um zumbi. E isso tem um motivo secundário. Ao acabar o estoque das miniaturas de zumbi de um determinado tipo, todos os zumbis daquele tipo que estão no tabuleiro, ganham uma ativação extra. Ou seja, que está longe vai andar e quem está perto dos jogadores vai atacar. É quase como num filme clássico onde as coisas começam a dar errado e muito rápido.</p>
<h2>Os Níveis de Perigo</h2>
<p>Para deixar as coisas mais interessantes, os personagens possuem níveis que vão aumentado sempre que derrotam um zumbi. Basicamente, para cada zumbi morto, você ganha um nível. Os níveis são distribuídos por cores e a cada mudança de cor, algumas coisas acontecem.</p>
<p>Os jogadores acabam ganhando alguns benefícios, como ações extras ou habilidades novas. Porém, o nível de dificuldade também aumenta. Lembra das cartas de zumbi que são reveladas ao final do turno dos jogadores? Pois bem, elas também são afetadas por isso e a cada novo nível que os jogadores alcançam o número e/ou o tipo de zumbi aumentam. Afinal de contas, é o apocalipse zumbi! Ah, e não importa se apenas um jogador está no novo nível. A partir desse momento, todas as cartas de zumbi reveladas correspondem ao novo nível.</p>
<p>Aqui entra o meu segundo conselho quando apresento o jogo para alguém, fiquem ligados nos níveis e procurem permanecer nivelados. Se muitos jogadores estiverem em níveis mais baixos, a chance do jogo desandar rapidinho é alta.</p>
<p>Toda essa dinâmica, muitas vezes, torna o jogo imprevisível. Já perdi a conta de quantas vezes ficamos fazendo contas e mais contas para traçar uma estratégia perfeita só pra ter que replanejar tudo depois, só porque alguém alcançou um nível de perigo mais alto e bagunçou a entrada dos novos zumbis no jogo.</p>
<h2>E pode ficar ainda pior!</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2864 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-abominacao.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-abominacao.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/02/img-zombicide-abominacao-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Existe uma miniatura em todos os jogos de Zombicide que se chama <strong>Abominação</strong>, e a cereja do bolo vai para esse cara.</p>
<p>Primeiramente você precisa saber que nenhuma arma tradicional no jogo base pode matar esse infeliz, exceto o <strong>Molotov</strong>. Porém, para conseguir o <strong>Molotov</strong> é preciso encontrar os seus ingredientes no jogo, que são duas cartas de equipamento, uma garrafa e um galão de gasolina.</p>
<p>Uma vez que você tenha os dois itens, pode trocar pelo <strong>Molotov</strong>. Ele é tão forte que detona automaticamente, todos os zumbis que estiverem presentes na área de impacto. O que faz com que você suba 1 nível para cada zumbi morto, logo, use com moderação.</p>
<p>Apesar das probabilidades estarem sempre contra você e seu grupo, esse jogo rende horas e mais horas de diversão. Não houve uma única vez em que levei o jogo a algum amigo ou evento e que ele não foi jogado. E apesar do manual ter apenas 10 missões, você consegue facilmente criar as suas próprias ou então pode acessar o site <strong><a href="https://www.zombicide.com/pt-br/missoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">oficial do Zombicide</a></strong> para baixar mais algumas missões extras.</p>
<p>Tenha certeza que, apesar do preço meio salgado, esse é o tipo jogo de board game que vale cada centavo do investimento.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/meeple-e-cards/resenhas/zombicide-board-game/">Zombicide Board Game</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Star Wars Saga Edition RPG, o livro capítulo a capítulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 13:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[d20]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[star wars]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No nosso post anterior sobre Star Wars: Roleplaying Game &#8211; Saga Edition Core Rulebook, falei um pouco sobre a versão da West End Games que era baseada em D6 e sobre a primeira versão em D20, publicada pela Wizards of the Coast. Depois do lançamento dos novos filmes (os episódio I, II e III) abriu-se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No nosso post anterior sobre <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/sistemas/o-melhor-rpg-de-star-wars/"><b>Star Wars: Roleplaying Game &#8211; Saga Edition Core Rulebook</b></a>, falei um pouco sobre a versão da <strong>West End Games</strong> que era baseada em D6 e sobre a primeira versão em D20, publicada pela <strong>Wizards of the Coast</strong>.</p>
<p>Depois do lançamento dos novos filmes (os episódio I, II e III) abriu-se uma nova oportunidade para atualizar os conteúdos já publicados, expandindo o universo do jogo. Além disso, na mesma época a Wizards estava lançando seu jogo de miniaturas de Star Wars e o novo livro foi uma tentativa de incentivar (e popularizar) o seu uso no RPG de mesa.</p>
<p>Como mencionei anteriormente, o livro segue a mesma estrutura básica dos demais livros de D&amp;D, com algumas mudanças. Como o livro nunca teve uma versão oficial em português, tomarei a liberdade de traduzir livremente alguns termos.</p>
<h2>Começando do início</h2>
<p>O livro é composto por 16 capítulos + introdução. Seguindo a ordem apresentada no livro, temos:</p>
<h3>Introdução</h3>
<p>Em linhas gerais, apresenta para o leitor o que é RPG, dá exemplo de uma sessão de jogo e ainda explica toda a terminologia que você vai encontrar ao longo do livro. Algumas mecânicas são brevemente mencionadas e depois recebem uma explicação mais detalhada em outros capítulos.</p>
<h3>Habilidades</h3>
<p>Aqui temos as 6 habilidades básicas, presentes em todo sistema D20: Força, Destreza, Constituição, Inteligência, Sabedoria e Carisma, com uma breve explicação do seu uso em jogo. O capítulo ainda explica como gerar os valores de atributos com rolagens ou usando valores pré-definidos.</p>
<h3>Espécies</h3>
<p>Em outros livros de RPG você encontra raças (elfos, anões, etc..), em Star Wars nós temos Espécies. Não temos toda a diversidade vista nos filmes, mas boa parte das espécies mais conhecidas ou vistas nos filmes, estão disponíveis para os jogadores. São elas: Humano, Bothan, Cereano, Duros, Ewok, Gamorreano, Gungan, Ithoriano, Kel Dor, Mon Calamariano, Quarren, Rodiano, Trandoshano, Twi’lek, Wookiee e Zabrak. Notem que Droid não é uma &#8220;espécie&#8221; jogável, uma das minhas críticas a essa versão do sistema.</p>
<div id="attachment_2822" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2822 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-especies.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-especies.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-especies-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">As famosas cantinas de Star Wars são locais perfeitos para encontrar outros aliens. | Fonte: <a href="https://khaoscentral.com/star-wars-the-new-kid-fanfiction-part-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Kaos Central</a></p></div>
<p>Como nem todas as espécies eram lembradas pelos meus jogadores, eu fiz uma &#8220;colinha&#8221; para eles. Montei em uma folha A4, todas as espécies disponíveis com suas respectivas imagens, nomes e exemplos. Muitas vezes eles queriam jogar com determinada espécie, sem se importar muito com os atributos, vantagens e afins. Um exemplo clássico é o Wookiee, por conta do Chewbacca; o Twi’lek, por conta da Aayla Secura (jedi) e Darth Talon (Sith); e o Zabrak, a raça do Darth Maul.</p>
<h3>Classes Heróicas</h3>
<p>Aqui você vai encontrar as regras básicas sobre os bônus de ataque, defesas, pontos de vida e a famosa tabela de pontos de experiência, que diga-se de passagem, dificilmente uso.</p>
<p>Nesta versão do livro, as classes de personagem foram reduzidas a apenas 5: <b>Jedi</b>, <b>Noble</b>, <b>Scoundrel</b>, <b>Scout</b> e <b>Soldier</b>, e aqui cabe uma observação. <b>Scoundrel</b> e <b>Scout</b> foram classes que sempre geraram discussões (pelo menos nas minhas mesas)  à respeito da melhor forma de se traduzir. <b>Scoundrel</b> pode ser livremente traduzido como Patife, Canalha ou Malandro. Já para <b>Scout</b> poderíamos usar Batedor, Escoteiro, Olheiro, algo próximo a uma sentinela avançada.</p>
<p>Pois bem, o livro apresenta personagens dos filmes para exemplificar as classes e aqui aparecem <i>Han Solo</i> e <i>Chewbacca</i>, como <b>Scoundrel</b> e <b>Scout</b>, respectivamente. Na minha visão, ambos são contrabandistas e a palavra <b>Smugler</b> seria mais apropriada para descrever esses dois personagens, se bem que no caso específico do <i>Han Solo</i>, Patife e Canalha também seriam boas traduções =D.</p>
<div id="attachment_2824" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2824 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-han-solo-chewbacca.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-han-solo-chewbacca.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-han-solo-chewbacca-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Se fosse no Brasil, Han Solo a classe do Han Solo poderia ser Trambiqueiro. | Fonte: Star Wars Fandom</p></div>
<p>O <b>Noble</b> seriam personagens mais focados em roleplay, pois são os políticos e articuladores de Star Wars. A <i>Princesa Leia</i> e <i>Padmé/Rainha </i><i>Amidala</i> aparecem listadas aqui. O <b>Soldier</b> é a classe genérica para qualquer soldado ou combatente, incluindo aí os <i>Rebeldes</i> e <i>Stormtroopers</i>, para manter os estereótipos. E fechando com o <b>Jedi</b>, que são os usuários treinados no uso da Força e do Sabre de Luz.</p>
<p>A cada nível ímpar, cada classe pode adquirir um <b>Talent</b>, uma espécie de característica especial da classe. Cada novo <b>Talent</b> deve ser escolhido de dentro de uma lista pré-determinada chamada <b>Talent Tree</b>. Por exemplo, um jogador que escolha jogar com um Jedi, pode optar pelas seguintes talent tree: <i>Jedi Consular Talent Tree</i>, <i>Jedi Guardian Talent Tree</i>, <i>Jedi Sentinel Talent Tree</i> e <i>Lightsaber Combat Talent Tree</i>. E cada uma dessas possui pequenas especializações dentro delas. Quer mais um exemplo? Bloquear e redirecionar o disparo de um blaster laser é um item específico dentro do <i>Lightsaber Combat Talent Tree</i>, chamado <b>Redirect Shot</b> e que tem como pré-requisito outro item chamado <b>Deflect</b>, que é o ato de repelir/bloquear disparos laser, mas sem redirecionar.</p>
<p>O mesmo vale para as demais classes, cada uma com suas especializações. Com isso, você consegue criar personagens bem singulares, adaptados ao seu estilo de jogo. E aqui cabe novamente uma outra dica. Fiz um resumo (no Word) de cada classe e suas <b>Talent Tree</b> e mandei imprimir e encadernar cada uma separadamente. Isso agiliza a criação de personagens, pois facilita a consulta por parte dos jogadores e durante as sessões, quando alguém precisava lembrar alguma regra ou detalhe do seu personagem, também ficava fácil consultar o material.</p>
<h3>Perícias</h3>
<div id="attachment_2826" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2826 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-pericias.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-pericias.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-pericias-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Selecione bem suas perícias durante a evolução do seu personagem. | Fonte: <a href="https://www.deviantart.com/mattrhodesart" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mattrhodesart</a></p></div>
<p>Assim como muitos (ou quase todos) jogos, também temos uma lista de perícias, que são habilidades ou coisas que o personagem sabe fazer. Porém, ao invés de comprar ou escolher as perícias com pontos (ou similares), em <b>Star Wars Saga Edition</b> cada classe já vem com uma lista pré-definida de perícias que você pode escolher, sendo que algumas você não pode usar se não for treinado nela.</p>
<p>Cada perícia possui várias sub-perícias que ajudam o Mestre e jogadores a definir melhor o tipo de tarefa ou desafio que está sendo colocado. Vamos a um exemplo prático: a perícia <b>Mechanics</b> (Mecânica, em tradução livre). Primeiro, você não pode usar se não for treinado, ou seja, se ela não for uma perícia de classe, a princípio, você não pode fazer um teste usando valores pré-definidos. Segundo, dentro dela existem algumas abordagens possíveis como <b>Disable Device</b> (Desativar Dispositivo), <b>Handle Explosives</b> (Manejar Explosivos) e <b>Modify Droid</b> (Modificar Droids) só pra citar alguns. Cada subitem desses trás exemplos de como usar em jogo, bem como algumas tabelas para orientar o mestre.</p>
<p>Ainda dentro das perícias, uma regra que não é exclusividade do <b>Star Wars Saga Edition</b>, mas sim do sistema D20, é a possibilidade de escolher 10 ou 20 na jogada de perícia. Quando o personagem não estiver com pressa e também não estiver sendo ameaçado ou distraído, ele pode optar por escolher 10, ao invés de rolar 1d20 para o teste. Ele soma o seu bônus ao resultado como faria em uma jogada normal. Para muitas tarefas relativamente rotineiras, escolher resultados 10 resulta em sucesso automático.</p>
<p>O mesmo vale para &#8220;escolher 20&#8221;, porém, aqui o tempo gasto é infinitamente maior (geralmente 2 minutos para uma perícia que normalmente poderia ser testada em uma rodada), e também só pode ser usando quando a perícia tentada não possuir penalidades em caso de falha. Segundo a explicação no livros, isso representa fazer múltiplas rolagens por determinado tempo, assumindo que eventualmente você poderá rolar um 20 natural.</p>
<p>Isso traz algumas complicações para o Mestre, pois se havia uma consequência pronta, caso o jogador não obtivesse sucesso, escolhendo 20, dificilmente essas situações ocorreriam. Perdi as contas de quantas vezes meus jogadores passaram por situações que deveriam ser desafiadoras, pelo simples fato de ficarem escolhendo 10 ou 20.</p>
<p>E uma última curiosidade é a perícia <b>Use The Force</b> (Usar a Força). Ela serve basicamente para poder ativar os poderes da Força (que falaremos em outro tópico) e te dá acesso ao <b>Feat</b> (algo como Feito ou façanha numa tradução mais literal) <b>Force Sensitivity</b> (Sensibilidade da Força), além de alguns truques menores. Porém, o mais curioso é que a classe <b>Jedi</b> não começa automaticamente com ela, cabendo ao jogador gastar pontos para adquirir logo no início. Se não o fizer, ele fica impossibilitado de usar os poderes da Força, mesmo tendo escolhido um Jedi. Interessante, não? Nas minhas mesas, isso fazer parte do pacote do <b>Jedi</b>, salvo casos onde o background do personagem não seja começar como <b>Jedi</b>, mas se tornar um ao longo da aventura/campanha.</p>
<h3>Feats (Feitos ou Talentos)</h3>
<div id="attachment_2828" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2828 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-ventress.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-ventress.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/01/img-star-wars-rpg-livro-ventress-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Asajj Ventress comprou Domínio de Armas Duplas para usar 2 sabres de luz. | Fonte: Slideshow</p></div>
<p>Dependendo da tradução escolhida, você pode encontrar os <b>Feats</b> também como <i>Talentos</i>, algo que ficou bem popular com a chegada da 3º edição do D&amp;D. Eles basicamente adicionavam ou melhoraram alguma habilidade ou característica do personagem. E com o avanço dos níveis, isso dava um certo charme as classes quando amarrado com o background do personagem, criando indivíduos realmente únicos.</p>
<p>Aqui não é diferente, no 1º nível e depois no 3º, 6º, 9º, 12º, 15º, e 18º, o jogador pode escolher um novo <b>feat,</b> respeitando os pré-requisitos, se houverem. São 64 itens disponíveis para customizar ainda mais o personagem. Lutar com duas armas, usar determinados tipos de armaduras ou sacar rápido são alguns exemplos dos <strong>feats</strong> que você pode encontrar.</p>
<p>No próximo post, vamos falar sobre o uso da Força e mais alguns capítulos do livro base.</p>
<p>Que a Força esteja com vocês.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/resenhas/star-wars-saga-edition-rpg-o-livro-capitulo-a-capitulo/">Star Wars Saga Edition RPG, o livro capítulo a capítulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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