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	<title>redbox &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>As 4 melhores aventuras de D&#038;D de todos os tempos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 20:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[ad&d]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aventuras prontas sempre são muito úteis. Seja para apresentar o conteúdo aos novatos (mestres e jogadores), ou para começar uma mini campanha por exemplo. Ao logo de toda a sua história, a Wizards publicou muitas histórias. Algumas delas chegaram a virar cenários inteiros, outras, por sua vez, são adaptadas e publicadas a cada nova edição do D&#038;D.</p>
<p>Separamos aqui 4 delas que sempre estão nas listas de "melhores aventuras" de todos os tempos. Confira!</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/aventuras/as-4-melhores-aventuras-de-dd-de-todos-os-tempos/">As 4 melhores aventuras de D&#038;D de todos os tempos</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses mais de 40 anos de história do <strong><i>Dungeons and Dragons</i></strong> a quantidade e diversidade de materiais publicados é impressionante. São centenas de módulos ou aventuras, com diferentes “níveis de qualidade”. Surgem então algumas perguntas que muitos fãs de D&amp;D já devem ter feito: quais são as melhores aventuras já publicadas? Por onde devo começar se quiser ter uma das mais autênticas experiências com o jogo?</p>
<p>Tentando responder essas perguntas, resolvemos pesquisar diversas listas de “<em>melhores aventuras de D&amp;D</em>” (desde os fóruns da ENWorld, passando por enquetes de blogs, até a revista Dungeon e o próprio site da Wizards). O resultado foi que descobrimos quase uma unanimidade em relação a quatro aventuras que sempre aparecem entre as 10 primeiras dessas listas: <i>Tomb of Horrors</i>, <i>The Keep on the Borderlands</i>, <i>Ravenloft e The Temple of Elemental Evil</i>. Mas o que essas aventuras têm de tão especial? Por que elas são recorrentes em diferentes listas?</p>
<p>Vamos então conhecê-las melhor para tentar entender porque elas moram no coração de muitos fãs de D&amp;D. Elas são apresentadas na ordem em que foram publicadas &#8211; não é possível afirmar que alguma delas seja considerada melhor que as demais com base na pesquisa realizada.</p>
<h2>Tomb of Horrors (S1) &#8211; 1978</h2>
<div id="attachment_1957" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-image-post-2 wp-image-1957 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-750x422.jpg" alt="Tomb of Horrors (S1)" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Arte da capa orignal de 1978. | Fonte: Polygon.</p></div>
<p>Escrita pelo mestre Gary Gygax, é o primeiro módulo da série “S” (especial), da primeira edição do AD&amp;D. Ela é também a mais clássica das masmorras do mais clássico dos mundos de D&amp;D (Greyhawk). Se você já jogou uma aventura numa masmorra pode ter certeza que essa é a fonte original de inspiração.</p>
<p>Geralmente quando falamos em aventuras clássicas em masmorras, logo pensamos no mantra “matar, pilhar e destruir” que guia a maioria dos jogadores nesse tipo de cenário. O curioso é que essa aventura definitivamente não funciona assim. Os jogadores serão desafiados a se utilizarem de muita observação e cuidadosa exploração para resolver diversos enigmas e evitar armadilhas mortais.Os encontros efetivamente são poucos, ainda que também representem um grau de desafio razoável (recomenda-se personagens de nível 9 pelo menos).</p>
<p>Esse inclusive é um motivo de grande polêmica, que divide os jogadores entre aqueles que amam e aqueles que odeiam esse módulo. Gygax escreveu essa masmorra originalmente para a primeira <strong>Convenção Origins</strong> de 1975, com o intuito realmente de desafiar as habilidades dos jogadores mais experientes, independente de quão poderosos seus personagens fossem. O objetivo não é conquistar a masmorra e sim apenas sobreviver a ela. Além disso, os jogadores são incentivados a jogarem cada um com dois ou mais personagens, pois muito provavelmente alguns deles tombarão pelo caminho. Por conta dessas características, esse clássico detém também o título de uma das mais difíceis aventuras de D&amp;D.</p>
<div id="attachment_1959" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-image-post-2 wp-image-1959 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-arte-interna-750x422.jpg" alt="Tomb of Horrors (S1) Arte interna" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-arte-interna.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tomb-of-horrors-s1-arte-interna-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Um prato cheio para quem curte uma pegada mais old school das artes. | Fonte: Polygon</p></div>
<p>O plot em si é relativamente simples. Os personagens recebem pistas que levam a tumba do poderoso mago <em>Acererak</em>, que se transformou em um demilich, o mais poderoso morto-vivo de D&amp;D. Logo de início os jogadores terão de descobrir dentre três entradas possíveis qual é a verdadeira, provavelmente perdendo alguns personagens no processo. Depois de passar pelas mais diversas armadilhas (fossos com estacas, gases venenosos, caminhos falsos, etc) é que eles conseguirão chegar no encontro final com <em>Acererak</em>.</p>
<p>Essa aventura teve também diversas reedições, revisões e expansões. No AD&amp;D 2ed tivemos a expansão <i>Return to The Tomb of Horrors</i> (1998). Ela foi atualizada para o D&amp;D 3.5ed em 2005 e para o D&amp;D 4ed em 2010, mantendo seu nome original. Já em 2013 ela foi reeditada em sua forma clássica na compilação <i>Dungeons of Dread</i>, juntamente com as outras 3 aventuras da série S. E finalmente em 2017 ela foi adaptada para o D&amp;D 5ed e incluída na compilação de aventuras clássicas <i><a href="https://amzn.to/2MNlnpx" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tales from the Yawning Portal</strong></a>.</i></p>
<div id="attachment_1960" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-image-post-2 wp-image-1960 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tales-from-the-yawning-portal-750x422.jpg" alt="Tales from the Yawning Portal" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tales-from-the-yawning-portal.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-tales-from-the-yawning-portal-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Você pode não conhecer as aventuras antigas, mas com certeza já viu essa imagem antes. | Fonte: Wizards.</p></div>
<p>Além dessas versões oficiais, a <a href="http://redboxeditora.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Editora Redbox</strong></a> lançou em 2012 uma aventura para Old Dragon, intitulada “Cripta do Terror”, inspirada em <i>Tomb of Horrors</i>. Outra curiosidade é que essa aventura aparece no livro Jogador nº 1, de Ernest Cline. Infelizmente os roteiristas optaram por não transpor esse trecho para a adaptação cinematográfica, ainda que possamos encontrar referências discretas a ela no filme.</p>
<h2>The Keep on the Borderlands (B2) &#8211; 1979</h2>
<p>Novamente de autoria de Gary Gygax, essa foi a segunda aventura a ser incluída no D&amp;D Básico (<strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/a-historia-do-dd-basico/" target="_blank" rel="noopener">sobre o qual já falamos aqui</a></strong>). Embora não estivesse explícito originalmente, ela se passa em Mystara, o mundo oficial do D&amp;D Básico.</p>
<p>Ao contrário do módulo anterior, essa aventura foi projetada para ser um desafio razoável para jogadores iniciantes em D&amp;D, com personagens entre os níveis 1 e 3. Além disso, esse módulo também possui diversas dicas, orientações e referências para apoiar os mestres iniciantes.</p>
<p>A característica mais interessante desse módulo é que ele não é uma aventura linear, como uma masmorra clássica, onde você vai do ponto A ao ponto B, enfrenta alguns obstáculos e coleta alguns itens no caminho para finalmente concluir um ou mais objetivos específicos (como derrotar o feiticeiro maligno ou roubar o tesouro do dragão). Ela é apresentada como um mini-cenário ou uma aventura “<i>sandbox</i>”, onde o objetivo maior é na verdade explorar o ambiente e descobrir diversos objetivos, que podem ou não estar interligados.</p>
<div id="attachment_1961" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1961 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands.jpg" alt="The Keep on the Borderlands" width="900" height="1189" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands.jpg 900w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands-227x300.jpg 227w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands-768x1015.jpg 768w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-keep-on-the-borderlands-775x1024.jpg 775w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p class="wp-caption-text">Vamos combinar que as capas das aventuras eram um diferencial à parte. | Fonte: Wizards</p></div>
<p>Os jogadores chegam, depois de uma longa viagem, num forte, que utilizam como “base de operações”, onde eles poderão descansar, conseguir suprimentos, identificar itens mágicos e obterem informações. A partir do forte eles podem então explorar várias masmorras que formam as Cavernas do Caos. Nessas cavernas os jogadores descobrem diferentes tramas, que podem ser jogadas ao poucos, pois não dependem necessariamente umas das outras.</p>
<p>Além desse complexo de cavernas existe também uma área de exploração aberta, que utiliza as regras de “<i>wilderness adventures</i>” (aventuras selvagens) apresentadas brevemente na aventura e detalhadas no módulo “<i>expert</i>” do D&amp;D Básico. Existe ainda nessa área um local que pode ser utilizado para o mestre inserir suas próprias masmorras &#8211; são as “Cavernas do Desconhecido”.</p>
<p>Esse módulo foi revisitado no AD&amp;D 2ed com a adaptação <i>Return to the Keep on the Borderlands </i>(1999), que “transferiu” o cenário para o mundo de Greyhawk. Para o D&amp;D 4ed foi lançada em 2010 uma revisão da aventura, que a divide em 4 “estações” ou capítulos. E finalmente para o D&amp;D 5ed a editora Goodman Games lançou neste ano uma adaptação composta pelos módulos B1 (<i>In Search of Unknown</i>)  e B2 (<i>The Keep on the Borderlands</i>), intitulada <i>Into the Borderlands</i>.</p>
<p>E não podemos esquecer que a <strong>Redbox</strong> também lançou em 2016 sua adaptação desse módulo para o sistema Old Dragon, chamada de “O Forte das Terras Marginais”.</p>
<h2>Ravenloft  (I6) &#8211; 1983</h2>
<div id="attachment_1963" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1963 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-ravenloft.jpg" alt="Ravenloft em sua versão original" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-ravenloft.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-ravenloft-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Conde Strahd von Zarovich, um verdadeiro clássico de D&amp;D. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Já este clássico foi escrito por ninguém menos que a dupla de criadores do cenário de <a href="https://amzn.to/2wIVlJY" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dragonlance</strong></a>, Tracy e Laura Hickman. Trata-se do sexto módulo da série “I” (intermediária) do AD&amp;D 1ed, justamente por ser projetado para personagens do nível 5 ao 7.</p>
<p>Essa aventura foi revolucionária por quebrar o paradigma de aventuras de clima heróico da época, introduzindo os jogadores num cenário de terror gótico, dominado por um clima depressivo, desolador e de medo constante dos horrores que espreitam na floresta. O sucesso foi tanto, que gerou uma sequência, <i>Ravenloft II: The House on Gryphon Hill </i>(1986), seguida pelo lançamento de um cenário independente para o AD&amp;D 2ed, na forma da caixa <i>Ravenloft: Realm of Terror</i> (1990). Desde então todas as edições de D&amp;D sempre tiveram uma versão do cenário <strong>Ravenloft</strong>, continuamente expandido para incluir novos domínios, novos Senhores das Trevas e novas regras.</p>
<p>A história se passa numa região conhecida como Barovia, inspirada na Transilvânia do Conde Drácula. Os personagens acabam presos nessa região e para conseguirem escapar tem de confrontar o governante local e senhor do Castelo Ravenloft, o Conde Strahd von Zarovich, um poderoso vampiro. Uma mecânica interessante criada para essa aventura são as “cartas da fortuna de Ravenloft”, que são sorteadas antes do início da aventura para determinar aleatoriamente a localização de itens mágicos, do Conde Strahd e a sua motivação, além de impor modificadores na CA e no ataque dos personagens.</p>
<div id="attachment_1964" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1964 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-curse-of-strahd.jpg" alt="Curse of Strahd" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-curse-of-strahd.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-curse-of-strahd-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Ravenloft repaginado na 5ª edição. | Fonte: Wizard.</p></div>
<p>Além do cenário derivado desse módulo, ele mesmo foi reeditado e adaptado algumas vezes. Em 1993 tivemos o lançamento do <i>House of Strahd</i> (RM4), que foi uma adaptação para as regras do AD&amp;D 2ed. Já em 2006 a aventura foi expandida e atualizada para as regras do D&amp;D 3.5ed no livro <i>Expedition to Castle Ravenloft</i>, que era praticamente uma mini-campanha. Em 2010, utilizando uma simplificação das regras do D&amp;D 4ed, foi produzido um boardgame conhecido como <a href="http://dnd.wizards.com/products/tabletop-games/board-games/castle-ravenloft-board-game" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>Castle Ravenloft</i></strong></a>. E finalmente para o D&amp;D 5ed foi publicado em 2016 o <a href="https://amzn.to/2PyxnIu" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>Curse of Strahd</i></strong></a>, uma adaptação da aventura original que ganhou dois prêmios <i>ENnie </i>(uma espécie de Oscar do RPG).</p>
<p>Embora não oficial, em 2011 foi lançada uma adaptação de Ravenloft para Old Dragon, que inclusive está disponível gratuitamente para <strong><a href="http://moostache.com.br/ravenloft-para-old-dragon/" target="_blank" rel="noopener">download</a></strong>.</p>
<h2>The Temple of Elemental Evil  (T1-4) &#8211; 1985</h2>
<p>Outra criação de Gary Gygax, dessa vez com a parceria de Frank Mentzer, é uma coletânea em 4 partes que expandiram a aventura original <i>The Village of Hommlet</i> (1979). Foi desenvolvida paras as regras do AD&amp;D 1ed e, como a maior parte das aventuras dessa época, é situada também no mundo de Greyhawk.</p>
<div id="attachment_1966" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1966 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-temple-of-elemental-evil.jpg" alt="The Temple of Elemental Evil" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-temple-of-elemental-evil.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-the-temple-of-elemental-evil-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Arte original de The Temple of Elemental Evil. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>Os quatro módulos dessa aventura formam uma espécie de mini-campanha, que deve levar os personagens do 1º até o 8º nível. O que destaca ela entre outras aventuras é o grande detalhamento das localidades (as Vilas de Hommlet, Nulb, as ruínas encontradas no caminho e o próprio Templo Elemental). Isso favorece bastante a exploração e interação com os NPCs, o que pode levar a vários possíveis desfechos, dependendo das ações dos personagens.</p>
<p>O Templo do Mal Elemental, outrora fonte de um grande mal que assolou a região, foi invadido por destemidos aventureiros e selado, trazendo paz para as Vilas de Hommlet e Nulb. Porém, algum mal despertou novamente no templo, atraindo novamente toda sorte de bandidos e criaturas malignas para a região. Assim os jogadores lutarão gradativamente contra os agentes do mal infiltrados na região, culminando com os desafios no próprio templo e o embate final contra o demônio Zuggtmoy.</p>
<p>Ao contrário dos módulos que vimos anteriormente, este só deu origem a duas novas versões. No D&amp;D 3ed tivemos a aventura <i>Return to the Temple of Elemental Evil </i>(2001), que revisita o mesmo cenário cerca de 15 anos após os eventos ocorridos na aventura original. Já em 2009 foi relançada somente a aventura T1 &#8211; <i>The Village of Hommlet</i>, expandida e adaptada para o D&amp;D 4ed. Embora o cenário não tenha sido adaptado para o D&amp;D 5ed, foi criada uma campanha em 2015 intitulada <a href="https://amzn.to/2wIOgIH" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>Princes of the Apocalypse</i></strong></a>, que traz o Príncipe do Mal Elemental como uma ameaça cósmica para o mundo de Forgotten Realms, expandindo o conceito da aventura original.</p>
<div id="attachment_1967" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1967 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-princes-of-the-apocalypse.jpg" alt="Princes of the Apocalypse" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-princes-of-the-apocalypse.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-princes-of-the-apocalypse-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Mais uma imagem que você já viu por aí em algum lugar, não é mesmo? | Fonte: Wizards.</p></div>
<p>Dando sequência a sua “Série Clássica Old Dragon”, a Editora Redbox não perdeu a oportunidade de lançar em 2017 uma aventura inspirada nesse módulo, que foi o “Culto do Caos Elemental”.</p>
<p>E uma curiosidade, o <strong>Templo do Mal Elemental</strong> também foi convertido para outra mídia e <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/The_Temple_of_Elemental_Evil_(video_game)" target="_blank" rel="noopener">virou um jogo para PC</a></strong> publicado em 2003 pela Atari.</p>
<h2><strong>A aventura ideal</strong></h2>
<p>Na verdade é difícil dizer qual é a melhor aventura, pois isso varia de grupo para grupo. Para alguns, aventuras de exploração de masmorra são ideais; já para outros investigação e <em>puzzles</em> são as partes mais divertidas. Independente da aventura que você for rolar, lembre-se sempre que a diversão vem em primeiro lugar.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>A história do D&#038;D básico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 02:10:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Houve uma época em que, para jogar e principalmente para mestrar RPG, era necessário ler um ou mais livros com centenas de páginas e uma infinidade de regras. Isso era comum principalmente antes da Era d20. GURPS, AD&#38;D, Vampiro, Shadowrun e outros sistemas possuíam livros intimidadores para os iniciantes. A editora TSR / Wizards of [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Houve uma época em que, para jogar e principalmente para mestrar RPG, era necessário ler um ou mais livros com centenas de páginas e uma infinidade de regras. Isso era comum principalmente antes da Era d20. GURPS, AD&amp;D, Vampiro, Shadowrun e outros sistemas possuíam livros intimidadores para os iniciantes. A editora TSR / Wizards of the Coast (WotC)  já havia percebido isso a muito tempo atrás e sempre tentou criar uma versão básica de seus jogos que fosse mais simples, rápida e bastante enxuta para atrair os novos jogadores &#8211; nenhum livro passava muito de 30 páginas. Você compra uma caixa que já vem com tudo que é necessário para começar a jogar: um livreto para o mestre, outro para os jogadores, uma aventura pronta com alguns personagens, um mapa  e um conjunto de dados.</p>
<h2>Os kits introdutórios</h2>
<p>Essa receita se consolidou com a segunda edição do AD&amp;D, através do conjunto introdutório <i>First Quest</i>, que foi lançado no Brasil em 1995 pela Editora Abril. Além do kit básico, ele incluía também um CD de áudio com sons e narrativas para acompanhar a aventura introdutória, miniaturas plásticas e fichas ilustrativas. Esses acessórios eram bastante inovadores na época, mas acabaram sendo abandonados nas edições seguintes. A principal limitação de regras que caracterizou essa edição e as seguintes  era que os personagens só podiam chegar até o 3º nível &#8211; como resultado isso sempre reduziu bastante as tabelas de progressão, listas de magias, listas de itens mágicos e listas de monstros.</p>
<div id="attachment_1435" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1435 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/firstquest2-e1525318564785.jpg" alt="" width="720" height="540" /><p class="wp-caption-text">First Quest &#8211; um kit introdutório clássico</p></div>
<p>Em 1999 a WotC (ainda sob o selo TSR), provavelmente com o objetivo de preencher uma “lacuna” de falta de novos produtos, decide lançar o “<i>Dungeons and Dragons Adventure Game</i>”, que seguia a receita tradicional de simplificação. Ele era composto por 3 aventuras, para personagens prontos de níveis 2, 3 e 4, com a possibilidade de evolução até o 5º nível. A grande limitação é que ele não possuía regras para os jogadores criarem seus próprios personagens. Foi um dos últimos produtos lançado para o AD&amp;D.</p>
<p>Em 2000, na terceira edição do D&amp;D, tivemos o retorno do conjunto introdutório “D&amp;D<i> Adventure Game</i>”. Ainda que tivesse regras mais detalhadas para a criação de personagens, eles estavam restritos ao 3º nível, como no <i>First Ques</i>t. Ele também procurava se aproximar mais de um jogo de tabuleiro, limitado a exploração de masmorras, como o jogo <i>HeroQuest </i>(lançado aqui pela Estrela). Com o lançamento da edição 3.5, em 2004, surgiu também um novo “jogo de tabuleiro”, ainda mais simplificado (permitia os personagens atingirem somente o 2º nível), chamado   “<i>Dungeons and Dragons Basic Game</i>”. Ainda que tenha sofrido uma revisão em 2006, nenhum desses jogos chegou a fazer muito sucesso e tampouco foram lançados no Brasil.</p>
<p>Já com a quarta edição foi recriado o estilo clássico da famosa caixa vermelha de 1983 (sobre a qual falaremos mais adiante), com um kit introdutório tradicional. Foi lançado no Brasil pela Editora Devir em 2011. Ele foi o primeiro  de uma linha de livros conhecida como “Essenciais”, que tinha como objetivo facilitar a introdução de novos jogadores e mestres, eliminando a trindade sagrada de livros básicos do D&amp;D (Livro do Jogador, Livro do Mestre e Livro dos Monstros). Foi outra iniciativa audaz mas que também não deu muito certo …</p>
<div id="attachment_1448" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1448 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/4e5eStarterSets-e1525393758166.png" alt="" width="720" height="340" /><p class="wp-caption-text">Os módulos introdutórios das 4ª e 5ª edições | Fonte: Wizards</p></div>
<p>Até que tivemos o lançamento da quinta edição em 2014, que entre vários acertos também teve um dos melhores módulos introdutórios, o “Starter Set” de 2015, além de disponibilizar gratuitamente as regras básicas em PDF, conforme vimos <strong><a href="http://universorpg.com/espada-e-magia/dicas/kit-basico-do-aventureiro-de-dd-5e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste</a></strong> artigo. Como tinha o suporte das regras básicas gratuitas, a sua aventura introdutória não se limitou ao 3º nível, permitindo um melhor desenvolvimento da história e a evolução dos personagens até o 5º nível. Por conta disso, essa aventura (<i>Lost Mine of Phandelver</i>) é amplamente utilizada até mesmo por mestres experientes como introdução para suas campanhas.</p>
<p>Como pudemos ver, os kits introdutórios sempre deixaram um pouco a desejar pelo fato de limitarem a evolução dos personagens, não permitindo que os mestres e jogadores pudessem realmente experimentar a parte mais interessante dos sistemas. A disponibilização das regras gratuitas ajudou na popularização da quinta edição, porém não é exatamente muito amigável para novos jogadores, pois são dois PDFs, um com 114 páginas (Regras Básicas do Jogador) e o outro com 67 páginas (Regras Básicas do Mestre). Mas nem sempre foi assim&#8230;</p>
<h2>Um D&amp;D nem tão básico</h2>
<p>Em 1977 (época da primeira edição do AD&amp;D)  Eric Holmes criou uma versão introdutória chamada de “Basic” D&amp;D, que vinha numa caixa azul e tinha todo o necessário para se jogar em pouco mais de 50 páginas. Surgiu aí a limitação do 3º nível  dos kits introdutórios e também a simplificação do conjunto classes/raças, onde elfos, anões e halflings eram considerados “classes” e não existia o conceito de raças. A ideia dessa versão era ser uma porta de entrada para o AD&amp;D, que era inclusive citado como referência para que os jogadores pudessem continuar evoluindo seus personagens. Até então, algo parecido com o que viria a ser o <i>First Quest</i>.</p>
<p>Porém, em 1981 Tom Moldvay revisou o “Basic” D&amp;D, criando o que seria praticamente um novo jogo, paralelo ao AD&amp;D, do qual ele se distanciou cada vez mais. Era a primeira “caixa vermelha”, que viria a popularizar realmente o jogo. O D&amp;D da Grow, lançado no Brasil nos anos 90, foi baseado nessa edição do jogo. A aventura introdutória que vinha nessa caixa era a “<i>B2 &#8211; Keep on the Borderlands</i>”, considerada por muitos como uma das melhores aventuras de D&amp;D de todos os tempos. A editora Redbox chegou a lançar uma adaptação para Old Dragon dessa aventura, intitulada “<a href="https://loja.redboxeditora.com.br/Forte-das-Terras-Marginais" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Forte das Terras Marginais</strong></a>”.</p>
<p>David “Zeb” Cook (autor da segunda edição do AD&amp;D) lançou logo em seguida uma edição “Expert”, que permitia os personagens irem do nível 4 ao 14. A qualidade gráfica dessas edições melhorou bastante, pois não só texto era de uma clareza e elegância impressionantes como as ilustrações também eram bastante inspiradoras. Os dois livros em conjunto (Basic e Expert) formaram o que viria a ser conhecido como B/X D&amp;D.</p>
<div id="attachment_1450" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1450 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/becmi.jpg" alt="" width="1004" height="836" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/becmi.jpg 1004w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/becmi-300x250.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/becmi-768x639.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1004px) 100vw, 1004px" /><p class="wp-caption-text">Os cinco módulos do D&amp;D &#8220;básico&#8221;de Frank Mentzer</p></div>
<p>Já em 1983 Frank Mentzer fez uma nova revisão do Basic D&amp;D, dividindo o livro  em “Players Manual” e “Dungeon Masters Rulebook” e lançando uma nova “caixa vermelha”, com a incrível ilustração de um dragão vermelho, de Larry Elmore. Mentzer continuou nos anos seguintes expandindo as regras desta edição com a “caixa azul” (<i>Expert Rules</i> &#8211; do nível 4 ao 14), a “caixa verde” (<i>Companion Rules</i> &#8211; do nível 15 ao 25), a “caixa preta” (<i>Master Rules</i> &#8211; do nível 26 ao 36) e a “caixa dourada” (<i>Immortal Rules </i>&#8211; para personagens além do 36º nível). Ficou claro assim que esse D&amp;D já não era mais “básico” mas também não tinha mais relação nenhuma com o AD&amp;D. Essa edição ficou assim conhecida com BECMI D&amp;D.</p>
<h2>A Rules Cyclopedia</h2>
<p>Em 1991 Aaron Allston fez então  uma compilação do BECMI D&amp;D em um único livro, a <i>Rules Cyclopedia</i>. Embora as regras permitissem a evolução dos personagens até o 36º nível, elas ainda mantinham a simplicidade e elegância da edição de 1981. Em pouco mais de 300 páginas, esse livro reuniu todo o necessário para criar e jogar infindáveis aventuras, sem a necessidade de nenhum suplemento. Se formos observar somente  as regras de criação de personagens, elas ocupam apenas 81 páginas. A título de comparação, o Livro do Jogador do D&amp;D 5ed possui 320 páginas.</p>
<p>Até hoje muitos consideram o <i>Rules Cyclopedia</i> a edição definitiva do D&amp;D. Ele serve perfeitamente como um RPG introdutório mas permite também jogos com regras mais avançadas, com uma modularidade da qual o D&amp;D só viria a se aproximar novamente com a quinta edição. Além disso, ele é a síntese do estilo de RPG Old School, sobre o qual falamos <strong><a href="http://universorpg.com/espada-e-magia/sistemas/o-que-e-o-rpg-old-school/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a></strong>.</p>
<div id="attachment_1452" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1452 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/ddrc2.png" alt="" width="720" height="493" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/ddrc2.png 720w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/05/ddrc2-300x205.png 300w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p class="wp-caption-text">Rules Cyclopedia &#8211; a edição que todos os fãs de D&amp;D deveriam conhecer | Fonte: Wizards</p></div>
<p>Mas quais as principais diferenças entre as regras da <i>Rules Cyclopedia </i>e o AD&amp;D 2e? Vejamos:</p>
<ul>
<li>Os atributos são os mesmos 6 tradicionais (STR, DEX, CON, INT, WIS, CHA), porém são rolados apenas com 3d6, o que acaba resultando geralmente em valores mais baixos;</li>
<li>Não existe separação entre raças e classes, o que resulta nas seguintes classes: <i>Fighter, Magic-User, Cleric, Thief, Dwarf, Elf, Halfling</i>. Além disso, temos duas classes opcionais: a <i>Druid </i>(evoluído a partir de um clérigo neutro de 9º nível) e a <i>Mystic</i> (espécie de monge, que possui alguns poderes mais “apelativos”);</li>
<li>Os alinhamentos são apenas 3: leal, caótico e neutro;</li>
<li>As regras de combate são mais simples;</li>
<li>As magias e os itens mágicos são mais simples;</li>
<li>Os personagens podem evoluir até o 36º nível, ao contrário do AD&amp;D, que geralmente limita os personagens ao 20º nível;</li>
<li>E finalmente existem regras para domínios, combates em massa e cercos, como parte das regras básicas.</li>
</ul>
<p>Com a força que o movimento OSR (<i>Old School Renaissance</i> &#8211; Renascença da Velha Escola) ganhou nos últimos anos, sobretudo com os chamados “retro-clones”, a WotC resolveu ano passado lançar a <i>Rules Cyclopedia</i> novamente no site <a href="http://www.drivethrurpg.com/product/17171/DD-Rules-Cyclopedia-Basic" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>DriveThruRPG</strong></a>, onde podemos adquirir o PDF por módicos US$ 9,99. Se você quiser conhecer um pouco o sistema sem fazer nenhum investimento existe o retro-clone <a href="http://www.drivethrurpg.com/product/177410/Dark-Dungeons" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><strong>Dark Dungeons</strong></i></a> que recria basicamente as mesmas regras utilizando uma “linguagem” mais atual. Ainda assim recomendo fortemente a aquisição do D&amp;D RC, pois considero um livro essencial para os fãs de D&amp;D.</p>
<p>E finalmente, como um bônus especial, disponibilizamos uma ficha de personagens para a <i>Rules Cyclopedia, </i>no melhor estilo clássico, em português e editável, para incentivar os mestres a experimentarem esse incrível jogo em suas próximas sessões.</p>
<div class="link-download"><a href="https://drive.google.com/file/d/11X1xB9QGEEl-7U3YWX5JNkeLkMdwGcoX/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ficha de Personagem para D&amp;D Básico &#8211; Editável</a></div>
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		<title>Aventura pronta para Shadow of The Demon Lord &#8211; A Ilha do Deus Lagarto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 01:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[mestrando]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[redbox]]></category>
		<category><![CDATA[shadow of the demon lord]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ilha do Deus Lagarto é uma aventura pronta e desenvolvida para um grupo de 3 a 5 personagens da trilha especialista. Originalmente criada por Will Doyle, “Island of the Lizard God” (no original em inglês) foi publicada na One Page Dungeon, sendo vencedora do concurso realizado em 2014. Esta aventura já havia recebido uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ilha do Deus Lagarto é uma aventura pronta e desenvolvida para um grupo de 3 a 5 personagens da trilha especialista. Originalmente criada por Will Doyle, “<em>Island of the Lizard God</em>” (no original em inglês) foi publicada na <a href="http://www.onepagedungeon.info/one-page-dungeon-contest-2014/" target="_blank" rel="noopener"><strong>One Page Dungeon</strong></a>, sendo vencedora do concurso realizado em 2014.</p>
<p>Esta aventura já havia recebido uma adaptação para <a href="http://redboxeditora.com.br/od/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Old Dragon</strong></a> feita pelo <strong>Newton Rocha</strong> (o Tio Nitro do blog Nitrodungeon), com o título <a href="https://newtonrocha.wordpress.com/2014/08/11/a-ilha-das-escamas-malditasdownload-da-aventura-p-old-dragonsessao-gravada-4-hrsfotos-nitrocast-nitrodungeon/" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Ilha das Escamas Malditas</strong></a>.</p>
<p>Agora temos uma nova adaptação feita por <strong><a href="https://www.facebook.com/jotababosa" target="_blank" rel="noopener">José Barbosa</a></strong> e disponível em 2 versões. Baixe agora mesmo!</p>
<div class="link-download"><a href="http://bit.ly/2HRiTDf" target="_blank" rel="noopener">A Ilha do Deus Lagarto &#8211; Versão colorida <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
<div class="link-download"><a href="http://bit.ly/2r1wePN" target="_blank" rel="noopener">A Ilha do Deus Lagarto &#8211; Versão em P&amp;B <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
<h2>Mas o que é Shadow of The Demon Lord?</h2>
<p>Shadow of The Demon Lord é RPG de fantasia sombria escrito por Robert J. Schwalb, um dos designers do D&amp;D 5ª edição e vencedor de vários prêmios Ennies. No Brasil sua publicação veio pela <a href="https://www.pensamentocoletivo.com.br/role-playing-games/shadow-of-the-demon-lord/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pensamento Coletivo</strong></a> via financiamento coletivo no Catarse.</p>
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		<title>D&#038;D 5e no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 03:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[d&d]]></category>
		<category><![CDATA[fire on board]]></category>
		<category><![CDATA[meeplebr]]></category>
		<category><![CDATA[redbox]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso você esteja chegando agora no mundo do RPG, um breve histórico sobre D&#38;D, o que o jogo e a marca representam para o hobby e um resumo da complicada história do jogo no Brasil. A primeira edição de D&#38;D foi criada conjuntamente por Dave Arneson e Gary Gygax na cidade de Lake Geneva, WI, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caso você esteja chegando agora no mundo do RPG, um breve histórico sobre <em><strong>D&amp;D</strong></em>, o que o jogo e a marca representam para o hobby e um resumo da complicada história do jogo no Brasil.</p>
<p>A primeira edição de D&amp;D foi criada conjuntamente por Dave Arneson e Gary Gygax na cidade de Lake Geneva, WI, nos Estados Unidos e foi publicado pela primeira vez em 1974. De lá para cá aquele que se tornaria praticamente um sinônimo de RPG (quase como <em>Gilette<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></em> é um sinônimo de lâminas de barbear) ganhou diversas mudanças em uma série de edições e reformulações.</p>
<p>A primeira edição do jogo traduzida para o idioma de Camões foi o Basic Set de D&amp;D, que chegou ao Brasil pela GROW em 1993, mas de forma bastante tímida (o jogo era vendido como um brinquedo, mas tinha a vantagem de poder ser encontrado em supermercados ou grandes magazines). Já o <em><strong>AD&amp;D</strong></em> (<em>Advanced Dungeons &amp; Dragons</em>) 2ª Edição foi trazido ao nosso país pela editora Abril em 1995. É possível que muitos de vocês que estão lendo esse artigo nem fossem nascidos naquela época, mas acreditem no Ghost: era um tempo muito diferente. O RPG estava ainda engatinhando no Brasil, e os principais representantes do hobby eram “<em>Vampiro: a Máscara</em>” e <em>GURPS</em> (ambos publicados pela DEVIR na época). Nesse cenário a Abril vislumbrou um “boom” (que nunca viria a ocorrer, infelizmente) e entrou de cabeça no mercado, publicando tanto os livros básicos como diversos suplementos (<em>Forgotten Realms</em>, <em>Mystara</em>, <em>Undermountain</em>….) em um curtíssimo espaço de tempo. O mercado não absorveu como a editora esperava, o que provocou a interrupção da publicação do sistema.</p>
<p>Anos depois a <em><strong>TSR</strong></em> (que a essa altura já era propriedade da Wizards of the Coast) publicou a lendária 3ª Edição do sistema, utilizando uma licença aberta que revolucionou o mercado. Essa edição foi trazida ao Brasil pela <em><strong>DEVIR</strong></em>, que na época também deu um excelente suporte, traduzindo os livros básicos e diversos suplementos (entre eles o popularíssimo <em>Forgotten Realms</em> e o não menos clássico <em>Ravenloft</em>).</p>
<p>O tempo passou e a Wizards of the Coast resolveu “modernizar” o sistema, lançando a 4ª Edição daquele que é o RPG mais popular de todos os tempos. Ocorre que essa versão não fez lá muito sucesso, pois deixou para trás muito daquilo que é considerado a essência de Dungeons &amp; Dragons, tornando-se muito parecida com um jogo de estratégia de tabuleiro. Essa edição também foi lançada no Brasil pela DEVIR, mas perdeu o suporte rapidamente.</p>
<h2>A 5ª Edição</h2>
<p>Em janeiro de 2012 a WotC anunciou que lançaria mais uma edição do clássico RPG, resgatando as características originais, mas modernizando ainda mais o sistema. Após alguns anos de desenvolvimento e um longo período de playtests a versão final foi lançada em Agosto de 2014, mas devido a uma série de fatores que não cabem aqui não havia planos de licenciamento para outros idiomas (incluindo o português).</p>
<p>E é aí que começa a história.</p>
<p>No último dia 21 de março uma notícia pegou a comunidade RPGística brasileira de surpresa: o anúncio de uma tradução oficial de D&amp;D 5e, publicado pela <em><strong><a href="https://fireonboardjogos.com.br/" target="_blank">Fire on Board</a></strong></em></p>
<p>O que de início foi recebido com imensa empolgação rapidamente ganhou contornos de uma trama complicada.</p>
<p>Logo após o anúncio, Antonio Pop (um dos sócios da <strong><em><a href="http://redboxeditora.com.br" target="_blank">Red Box Editora</a></em></strong>) publicou na seu perfil do facebook:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fantonio.pop.35%2Fposts%2F1479438565420642&amp;width=500" width="500" height="192" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Basicamente o post conta que havia sido formada uma sociedade (no modelo de joint venture) entre a <em><strong>Fire on Board</strong></em>, a <em><strong>Red Box</strong></em> e uma terceira empresa (a <strong><em><a href="http://www.meeplebrjogos.com.br" target="_blank">MeepleBR</a></em></strong>), com seus primeiros contornos ainda no fim de 2015, com o objetivo de realizar a tradução de D&amp;D 5e para PT-BR. Após mais de um ano de negociações da joint venture com a WotC, e com toda a tradução do material finalizada para “ganhar tempo”, a <em><strong>Fire on Board</strong></em> informou as parceiras que estava pulando fora do barco. Qual não foi a surpresa das parceiras quando no dia posterior ao abandono, a <strong>GF9</strong> (<em>Gale Force Nine</em> &#8211; empresa sediada no estado da Virgínia e detentora dos direitos de tradução do D&amp;D para várias línguas) anuncia a parceria com a <em><strong>FoB</strong></em> para produção do material na língua de Camões…</p>
<p>Inicialmente a <strong><em>RedBox</em></strong>, conforme o próprio post linkado acima, optou por “não atrapalhar a publicação do D&amp;D 5e no Brasil”, mas após uma massiva manifestação da comunidade anunciou, em conjunto com a <strong><em>MeepleBR</em></strong>, que tomará as medidas judiciais cabíveis.</p>
<p>Manifestação oficial da <strong><em>RedBox</em></strong>:</p>
<p>http://redboxeditora.com.br/caso-dndgatebr-carta-aberta-ao-mercado/</p>
<p>Manifestação Oficial da <strong><em>MeepleBR</em></strong>:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fmeeplebrjogos%2Fposts%2F648984461968821&amp;width=500" width="500" height="287" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Manifestação Oficial da <strong><em>Fire on Board</em></strong>:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fpermalink.php%3Fstory_fbid%3D1806640436330291%26id%3D100009530569297&amp;width=500" width="500" height="281" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h3>Outros artigos relacionados</h3>
<p>Nemenomicon (blog do Neme, um dos sócios da RedBox):<br />
<a href="https://nemenomicon.wordpress.com/2017/03/22/sobre-o-dd-5a-edicao-no-brasil/" target="_blank">Sobre o D&amp;D 5a edição no Brasil</a></p>
<p>Artigo do Jovem Nerd News &#8211; provavelmente o relato mais completo sobre o ocorrido:<br />
<a href="https://jovemnerd.com.br/nerdnews/o-conturbado-lancamento-de-dungeons-dragons-no-brasil" target="_blank">O conturbado lançamento de Dungeons &amp; Dragons no Brasil</a></p>
<p>A repercussão das notícias foi tão grande que ganhou destaque até mesmo no portal UOL Jogos:<br />
<a href="https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/03/22/novo-dungeons--dragons-chega-ao-brasil-envolvido-em-disputa-judicial.htm" target="_blank">Novo &#8220;Dungeons &amp; Dragons&#8221; chega ao Brasil envolvido em disputa judicial</a></p>
<p>Em uma época de tantos escândalos em nosso país, a equipe do <strong>UniversoRPG</strong>, torce para que a solução venha da forma mais justa e rápida possível, e que o material seja sim publicado aqui em <em>Terra Brasilis</em>. <em><strong>D&amp;D</strong></em> é uma marca emblemática, e sua presença no mercado nacional não é apenas um sinal de força, mas um incentivo a muitos jogadores apaixonados pelo hobby.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/noticias/dd-5e-no-brasil/">D&#038;D 5e no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Começa a pré-venda de A Penny for My Thoughts</title>
		<link>https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/comeca-a-pre-venda-de-a-penny-for-my-thoughts/</link>
					<comments>https://universorpg.com/bau-do-mestre/noticias/comeca-a-pre-venda-de-a-penny-for-my-thoughts/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 18:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[a penny]]></category>
		<category><![CDATA[redbox]]></category>
		<category><![CDATA[RPG Indie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Redbox está trazendo para o Brasil Penny for My Thoughts, um RPG narrativo da Evil Hat Productions, na mesma linha de Fiasco e Violentina. O livro já se encontra em pré-venda no site da editora. Confira: A Penny for My Thoughts é um RPG simples de contação de histórias, onde personagens precisam passar por um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Redbox</strong> está trazendo para o Brasil <strong>Penny for My Thoughts</strong>, um RPG narrativo da Evil Hat Productions, na mesma linha de <em>Fiasco</em> e <em>Violentina.</em> O livro já se encontra em <a href="http://bit.ly/2meH41e">pré-venda no site da editora</a>. Confira:</p>
<p><em>A Penny for My Thoughts é um RPG simples de contação de histórias, onde personagens precisam passar por um tratamento de revolucionário para trazerem suas memórias e histórias de vida à volta! Usando um sistema simples e direto que não precisa de preparação nem da construção de fichas extensas e complicada, A Penny, usa o mestre como um médico, orientando a terapia dos jogadores com a ajuda de gatilhos que vão pouco a pouco definindo a cena e respondendo perguntas e recebendo respostas a fim de que todos consigam construir uma grande história.</em></p>
<p><em>Um sistema de jogo revolucionário, cativante e diferente de tudo o que você já viu! Ideal para introduzir aquele seu amigo que não gosta de RPG ou a seu namorado(a) que torce o nariz para o maravilhoso mundo dos jogos de interpretação!</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/img_a_penny_redbox.jpg" alt="Capa da edição nacional de A Penny for My Thoughts" width="455" height="490" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/img_a_penny_redbox.jpg 455w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/img_a_penny_redbox-279x300.jpg 279w" sizes="auto, (max-width: 455px) 100vw, 455px" />O livro tem 100 páginas, formato A5, capa brochura e papel couchê. A previsão é que o livro seja lançado na segunda quinzena de Abril.</p>
<p>E se você quiser conhecer um pouco mais, no site da <em>Evil Hat Productions</em> você ainda tem acesso a vários handouts gratuitos.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <em><a href="http://bit.ly/2meIyZg" target="_blank">Redbox Editora</a></em> e <em><a href="http://bit.ly/2lYzh6X" target="_blank">Evil Hat Productions</a></em></p>
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