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	<title>fantasia &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>O Gênero de Fantasia no RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 00:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que falamos de RPG, o primeiro gênero que vem a mente das pessoas é a fantasia medieval ou simplesmente fantasia. Não por acaso, esse é o gênero dominante do primeiro e mais famoso RPG de todos os tempos, o nosso querido D&#38;D. Mas o que é que significa exatamente esse gênero? Qual a sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que falamos de RPG, o primeiro gênero que vem a mente das pessoas é a fantasia medieval ou simplesmente fantasia. Não por acaso, esse é o gênero dominante do primeiro e mais famoso RPG de todos os tempos, o nosso querido D&amp;D. Mas o que é que significa exatamente esse gênero? Qual a sua origem? Quais suas características? Existem variações? Essas e outras perguntas vamos procurar responder aqui hoje, com um foco no RPG, ainda que a fantasia permeie diversas outras mídias, tais como o cinema, a literatura e os quadrinhos.</p>
<h2><b>Ficção fantástica: da sua origem aos dias de hoje</b></h2>
<p>A fantasia é na verdade um gênero do que chamamos ficção especulativa. Por conta disso, ela também é chamada de ficção fantástica.  Ficção especulativa é qualquer história que se passa em um universo inventado, que possui características distintas do mundo real. O que difere a ficção fantástica da ficção científica é a explicação por detrás dos elementos diferentes daquilo que conhecemos. Enquanto na ficção científica temos temas como super-tecnologia, viagens espaciais, alienígenas e utopias futuristas, a fantasia é baseada em temas sobrenaturais que costumam envolver magia, monstros e elementos comumente inspirados nas nossas mitologias e folclores.</p>
<p>Embora a fantasia possa se inspirar em qualquer tipo de mitologia ou cultura real, geralmente associamos os jogos de RPG à chamada “fantasia medieval”, que tem esse nome justamente por ser baseada na Europa Medieval, onde temos cavaleiros, castelos, mosteiros, florestas sombrias e senhores feudais mesclados com elementos marcantes das mitologias célticas e nórdicas, tais como os elfos, anões, duendes, bruxas, anéis mágicos, trolls, goblins, dragões, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3314" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3314 size-full" title="Conan, um clássico da literatura" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_conan.jpg" alt="Conan, um clássico da literatura" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_conan.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_conan-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Conan, um clássico da literatura. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>A fantasia moderna, que inspirou jogos como o D&amp;D, certamente deve muito às obras de escritores como J. R. R. Tolkien (Senhor dos Anéis), Robert E. Howard (<strong><a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/noticias/conan-o-barbaro-na-literatura-cinema-e-rpg">Conan</a></strong>), Fritz Leiber (Lankhmar), Michael Moorcock (<a href="https://amzn.to/3mbB5bu" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Elric de Melniboné</strong></a>) e Robert Jordan (A Roda do Tempo).</p>
<p>Porém, a origem desse gênero é muito mais antiga e remonta à obras clássicas da literatura, tais como As Mil e Uma Noites, Beowulf, Sir Gawain e o Cavaleiro Verde, passando por histórias mais “infantis” como Alice no País das Maravilhas, Peter Pan e as Crônicas de Nárnia. Por muito tempo, inclusive, as histórias de fantasia foram rotuladas como literatura infanto-juvenil. Embora algumas séries literárias atuais famosas, como Harry Potter (J. K. Rowling) e Percy Jackson (Rick Riordan) façam jus a esse rótulo, é inegável que histórias como as Crônicas de Gelo e Fogo (George R. R. Martin) e The Witcher (Andrzej Sapkowski) resgataram os aspectos mais sérios e dramáticos do gênero de fantasia, como não se via a muito tempo.</p>
<p>Atualmente a fantasia pode ser dividida em diversos temas ou sub-gêneros, nem sempre com diferenças bem claras. Veremos a seguir alguns dos tipos mais conhecidos e que possuem maior influência nos jogos de RPG.</p>
<h2>Alta Fantasia, Fantasia Heróica e Fantasia Épica</h2>
<p>Na chamada “alta fantasia” a magia e as criaturas fantásticas são elementos predominantes, que moldam o cenário fantástico. Isso não necessariamente significa que magos, feiticeiros, bruxos e outros usuários de magia são comuns. Um bom exemplo é a Terra Média do Senhor dos Anéis &#8211; magos e o uso da magia são extremamente raros, ainda assim o cenário em si e as histórias que nele se desenvolvem dependem de objetos mágicos e conceitos místicos, como fica claro com a Guerra do Anel, que envolve os anéis de poder, os espectros do anel (Nazgûl) e uma misteriosa entidade de poder quase divino (Sauron). A maior parte dos cenários de D&amp;D aborda esse estilo, como é o caso de Forgotten Realms, o cenário oficial da quinta edição.</p>
<div id="attachment_3317" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="img-responsive wp-image-3317 size-full" title="Saga Dragonlance" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_dragonlance.jpg" alt="Saga Dragonlance" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_dragonlance.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_dragonlance-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Saga Dragonlance, se você não leu, não sabe o que está perdendo. | Fonte: Jambô Editora</p></div>
<p>Esse tipo de fantasia possui algumas variações comuns, como a fantasia heróica e a fantasia épica, que se confundem em alguns aspectos. Na fantasia heróica os protagonistas são poderosos, extremamente hábeis ou simplesmente muito sortudos, desempenhando papéis importantes na história de seu mundo, enfrentando inimigos lendários e fazendo parte de sagas que serão lembradas por muito tempo. Um cenário de D&amp;D que exemplifica bem esse tipo é Dragonlance e os heróis da Lança, que moldaram a história do mundo de Krynn.</p>
<p>Já na fantasia épica os protagonistas não necessariamente tomam parte em feitos fabulosos, mas presenciam acontecimentos de proporções épicas, como grandes guerras, cataclismos globais e intervenções divinas. Um bom exemplo aqui é cenário nacional de Tormenta 20, assolado por grandes guerras e pela infestação demoníaca da Tormenta.</p>
<h2>Baixa Fantasia, Espada e Magia</h2>
<p>Na baixa fantasia a magia é bem mais limitada e discreta, podendo ser até mesmo ausente. Criaturas fantásticas são extremamente raras e quando existem muitas vezes são seres míticos únicos, que só são encontrados em regiões distantes ou fazem parte de lendas. Cenários desse tipo geralmente são muito similares a Europa Medieval, onde  intrigas políticas, disputas territoriais e conflitos religiosos são os principais elementos que movem a história do mundo. Aqui os protagonistas geralmente são soldados, ladrões, nobres ou simples camponeses que estão apenas tentando sobreviver numa austera e implacável realidade.</p>
<p>O cenário mais conhecido que pode ser considerado baixa fantasia é o mundo das Crônicas de Gelo e Fogo, que deu origem a série Game of Thrones e possui inclusive um RPG próprio (Guerra dos Tronos RPG, da Editora Jambô). Nos primórdios do D&amp;D, as histórias possuíam um certo “sabor” de baixa fantasia, pois itens mágicos eram extremamente raros, os magos eram bastante limitados comparados com as edições mais novas e a letalidade das aventuras podia ser bastante elevada. Apesar disso, o D&amp;D nunca teve um cenário típico de baixa fantasia.</p>
<div id="attachment_3318" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3318 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_game_of_thrones.jpg" alt="Game of Thrones" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_game_of_thrones.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_game_of_thrones-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Tá aí um seriado que marcou época e deixou saudade. | Fonte: HBO</p></div>
<p>Uma variação da baixa fantasia é o gênero de “Espada e Magia” ou “Espada e Feitiçaria”, que marcou a literatura pulp dos anos 20 e 30. Aqui a magia até pode ser bastante presente, mas geralmente é algo proibido ou perigoso, sendo comum que usuários de magia sejam os vilões (por exemplo, o feiticeiro Toth-amon é um dos inimigos recorrentes nas histórias de Conan). Os protagonistas geralmente são guerreiros, ladrões ou piratas, que lutam bravamente, desbravando territórios selvagens, buscando tesouros em ruínas esquecidas ou ainda se esgueirando pelo submundo de cidades decadentes.</p>
<p>Os melhores exemplos desse tipo de aventuras podem ser encontrados na Era Hiboriana de Robert E. Howard (tratada no RPG “<i>Conan: Adventures in an Age Undreamed Of</i>”, cuja tradução está em <a href="https://www.catarse.me/conan" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>financiamento coletivo pela New Order</strong></a>) e no cenário de Lankhmar, de Fritz Leiber (já foi um cenário de AD&amp;D e hoje conta com uma adaptação para Savage Worlds, disponibilizado em português pela RetroPunk).</p>
<h2>Fantasia Sombria e Fantasia Estranha</h2>
<p>Quando o <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/o-genero-horror-e-o-rpg/"><strong>gênero de horror</strong> </a>encontra a fantasia o resultado é a fantasia sombria. Nesse tipo de fantasia encontramos todos os elementos tradicionais (monstros, magia, masmorras, etc), porém o clima das histórias é mais pesado, sendo comuns sentimentos de medo, desolação, abandono e opressão. O tipo de horror mais comumente associada à fantasia é o horror gótico, onde criaturas como demônios, vampiros, lobisomens e zumbis representam uma ameaça significativa para os personagens. O combate direto dificilmente é uma opção, pois os seus inimigos sempre estarão em maior número ou serão mais poderosos.</p>
<p>Muitos autores reconhecidamente de horror flertam com a fantasia em algumas de suas histórias, tais como Edgar Alan Poe (A Máscara da Morte Rubra), H. P. Lovecraft (o ciclo das Dreamlands), Clark Ashton Smith (o ciclo da Hyperborea) e Stephen King (A Torre Negra). Um escritor atual que tem feito bastante sucesso com a fantasia sombria é Mark Lawrence, com sua Trilogia dos Espinhos.</p>
<p>No RPG o cenário mais famoso de fantasia sombria certamente é Ravenloft, que nasceu como uma aventura de horror gótico para AD&amp;D e se popularizou tanto que foi relançado em diversas edições de D&amp;D, além de ter sido expandido como um cenário completo no suplemento Domínios do Medo. Existem também jogos dedicados exclusivamente a esse sub-gênero, tais como Shadow of the Demon Lord (Editora Pensamento Coletivo) e Accursed (baseado em Savage Worlds e trazido em português pela RetroPunk).</p>
<p>Existe também uma variação deste tema, que é a fantasia estranha. A fantasia estranha tem esse nome por fugir completamente dos estereótipos de fantasia, que são quase sempre inspirados em algum tipo de mitologia. A fantasia estranha possui sempre alguma quebra de paradigma, fazendo com que o leitor / jogador seja surpreendido com um evento inesperado, arquitetura bizarra ou criatura indescritível, que provoca a sensação de estranhamento, de algo fora do lugar, ou até mesmo alienígena.</p>
<div id="attachment_3319" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-3319 size-full" title="Lamentations of the Flame Princess" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_lamentations.jpg" alt="Lamentations of the Flame Princess" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_lamentations.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/11/img_genero_fantasia_rpg_lamentations-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Lamentations of the Flame Princess, o novo favorito do UniversoRPG. | Fonte: lotfp.com</p></div>
<p>Alguns exemplos são o protagonista improvável das histórias de Michael Moorcock (Elric é um mago / espadachim albino de uma raça quase extinta &#8211; os melniboneanos), muitas das criaturas encontradas por Conan em suas aventuras (que são claramente inspiradas pelo horror cósmico de Lovecraft) e a cidade multiplanar de Sigil, que possui o formato de um toróide flutuando sobre uma montanha de altura infinita (o ponto de partida do cenário de Planescape, lançado para AD&amp;D).</p>
<p>Além dos RPGs de Conan (já citado anteriormente), de Elric (o mais recente é <i>Elric de Melniboné</i>, da Mongoose Publishing, sem versão em português) e do cenário Planescape, temos alguns outros títulos focados na fantasia estranha, como <i>Lamentations of the Flame Princess (</i>sem versão em português) e Numenera (Editora New Order). O primeiro é baseado nas regras do D&amp;D antigo e possui uma temática pesada e perturbadora. Já o segundo extrapola a ficção científica para o lado místico, quando a ciência é tão avançada que se confunde com a magia.</p>
<h2>Fantasia científica</h2>
<p>Como acabamos de ver, Numenera é um cenário de ficção científica que está mais próximo da fantasia, dada a impossibilidade dos personagens compreenderem exatamente como funcionam os dispositivos nesse cenário. Mas temos também casos onde os elementos da fantasia “invadem” a ficção científica, coexistindo lado a lado, numa espécie de crossover.</p>
<p>Um exemplo clássico é <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/sistemas/o-melhor-rpg-de-star-wars/"><strong>Star Wars</strong></a>, onde temos blasters e naves espaciais ao lado dos poderes místicos da Força, dominada pelos Jedis e Siths. O <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/adaptacoes/vex-para-o-bestiario-de-destiny-rpg-usando-as-regras-do-dd-5a-edicao/"><strong>jogo Destiny</strong></a> também combina armas e armaduras futuristas com a Luz e a Treva, que são princípios mais metafísicos do que científicos.</p>
<p>No mundo dos RPGs propriamente ditos, temos o clássico Shadowrun (Editora New Order), também considerado “fantasia urbana”, por trazer elementos típicos da fantasia (orcs, dragões, magos) para um cenário cyberpunk. Outro exemplo é o cenário de Spelljammer (lançado para o AD&amp;D), que levava a temática de fantasia para o espaço.</p>
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		<title>5 autoras de fantasia para inspirar seu RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ghost]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 01:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[autoras]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiro! Hoje, em mais uma de nossas listas, apresentamos 5 autoras de fantasia que valem muito a pena ser lidas e conhecidas (sem nenhuma ordem em especial). Karen Soarele A mais jovem desta lista, Karen é uma figura recente no cenário de RPG atual, onde é conhecida pelos romances oficiais da linha Tormenta. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, salve, aventureiro!</p>
<p>Hoje, em mais uma de nossas listas, apresentamos 5 autoras de fantasia que valem muito a pena ser lidas e conhecidas (sem nenhuma ordem em especial).</p>
<h2>Karen Soarele</h2>
<p>A mais jovem desta lista, Karen é uma figura recente no cenário de RPG atual, onde é conhecida pelos romances oficiais da linha Tormenta.</p>
<p>Sua estréia na literatura foi com As Crônicas da Myríade, que conta com 4 livros. O primeiro livro da série chama-se <strong>Línguas de Fogo</strong>, seguido por <strong>Tempestade de Areia</strong>. Deles, saíram 2 spin-offs, <strong>A Rainha da Primavera</strong> e <strong>A Canção das Estrelas</strong>. Confira as sinopses abaixo:</p>
<p><b>Línguas de Fogo</b><br />
<em>Aisling é uma jovem camponesa que vive numa área remota de Vulcannus, o reino mais poderoso de Myríade. Entretanto, um acontecimento vem para mudar completamente sua vida: seu melhor amigo, Dharon, é ferido em batalha enquanto tentava protegê-la, e a única chance que ela tem de salvá-lo é deixar para trás tudo o que conhece e atravessar a fronteira até o território inimigo, onde pode encontrar o antídoto para o veneno que o consome. Em sua jornada, Aisling se defrontará com diversos perigos, descobrirá que toda história possui mais de um ponto de vista e aprenderá que nas amizades verdadeiras está a força para seguir pelo caminho correto. Até aonde você iria para ajudar um amigo? Línguas de Fogo é uma história de desafios, amadurecimento, e, sobretudo, amizade.</em></p>
<p><b>Tempestade de Areia</b><br />
<em>O passado é imutável, mas o futuro depende de nossas escolhas.</em></p>
<p><em>Ao pensar que sua jornada chegaria ao fim, Aisling descobre que aquele era apenas o início. Munidos da localização da Fortaleza da Resistência, o exército de Vulcannus avança, ameaçando o sonho de uma Hynneldor livre. Nessa sequência de Línguas de Fogo, Aisling deverá escolher entre voltar para casa com Dharon ou entregar uma importante mensagem à capital de Datillion. Enquanto isso, seus amigos enfrentam antigas lembranças e buscam, uns nos outros, forças para seguir em frente. Muitos perigos e aventuras os aguardam nessa jornada, que levará o leitor a territórios inexplorados do mundo mágico de Myríade.</em></p>
<p><b>A Rainha da Primavera</b><br />
<em>Quando os estandartes inimigos se aproximam, apenas a magia do escolhido é poderosa o suficiente para proteger o reino de Hynneldor. Contudo, a princesa herdeira desapareceu há muitos anos, e aqueles que ousaram procurá-la jamais retornaram. Mas a esperança é uma arma poderosa, e a descoberta de uma jovem na misteriosa Ilha de Ashteria pode mudar o destino de todos.</em></p>
<p><b>A Canção das Estrelas</b><br />
<em>Imerso em segredos, um misterioso livro guarda histórias sobre o passado e o futuro de Myríade, cifradas em códigos que permeiam a linguagem do universo. Para olhares desatentos, são meros contos. Mas Sebastian sabe que há uma mensagem oculta por magia, impossível de ser lembrada, e acredita na importância de compreender seu verdadeiro significado. Tudo muda quando o precioso manuscrito é roubado. Agora, o jovem precisará reunir coragem, aceitar seus erros e pôr à prova tudo o que mais ama, para recuperar seu livro e desvendar a Canção das Estrelas</em>.</p>
<p>Karen já havia participado também da linha Tormenta. Ela escreveu o conto <strong>A Última Noite em Lenórienn</strong>, presente na Antologia de Contos de Tormenta Vol. 2<em>.</em> Essa foi sua porta de entrada para esse fantástico cenário, que depois recebeu outros 2 livros, <a href="https://amzn.to/334PMEE" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Jóia da Alma</strong></a> e <a href="https://amzn.to/38DcPro" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Deusa do Labirinto</strong></a>.</p>
<div id="attachment_2962" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2962 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-karen.jpg" alt="A Jóia da Alma" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-karen.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-karen-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O primeiro romance da nova geração de Tormenta. | Fonte: <a href="https://www.karensoarele.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Karen Soarele</a></p></div>
<p><b>A Jóia da Alma</b><br />
<em>Nada pode apagar o passado.</em></p>
<p><em>Um aventureiro veterano, Christian está prestes a completar uma última jornada, que lhe permitirá se aposentar em paz. Mas tudo dá errado quando o passado volta para assombrá-lo.</em></p>
<p><em>Agora, Christian e seus companheiros, um mago aberrante e uma menina selvagem, terão de cruzar o Reinado de Arton em busca de um poderoso artefato. Mas eles não são os únicos nessa jornada: Verônica e seu grupo se mostram rivais à altura e parecem estar sempre um passo à frente.</em></p>
<p><em>Chegou o momento de revirar o passado e abrir antigas feridas. Afinal, fugir de si mesmo é negar os próprios deuses. Não que Christian ligue para isso.</em></p>
<p><b>A Deusa do Labirinto</b><br />
<em>No oeste do mundo conhecido, o Império de Tauron se ergue supremo.</em><br />
<em>Em uma terra onde os fortes oprimem os fracos com a justificativa de protegê-los, elfas e humanas são mantidas escravas nos haréns dos minotauros. Assim determina a lei do império, concebida conforme a lei divina do Touro em Chamas.</em></p>
<p><em>Ninguém se opõe. Nem os senhores, satisfeitos com o poder acumulado, nem os servos, doutrinados a obedecer. Os outros reinos, temerosos das legiões táuricas, se acovardam. Os deuses, indolentes, apenas assistem à miséria dos mortais. </em><em>Todos fecham os olhos para a perversidade da escravidão.</em></p>
<p><em>Chegou a hora de fazer algo a respeito.</em></p>
<h2>Margaret Weis</h2>
<p>Autora de fantasia medieval em um tempo no qual o gênero andava meio fora de moda, Margaret escreveu a clássica trilogia das <strong>Crônicas de Dragonlance</strong>:</p>
<ul>
<li><a href="https://amzn.to/2Q13xiq" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Dragões do Crepúsculo de Outono</strong></a></li>
<li><a href="https://amzn.to/2TC8lgn" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Dragões das Noites de Inverno</strong></a></li>
<li>Dragões da Alvorada da Primavera</li>
</ul>
<p>Em sua primeira edição brasileira, pela Devir, os livros tiveram alguns problemas de tradução, mas a editora Jambô está preparando uma tradução 100% nova, sendo que o primeiro e segundo volume já foram lançados.</p>
<p>Hoje pode parecer bastante clichê, mas na época a trilogia de Dragonlance foi algo muito digno de nota. Um grupo de aventureiros em sério conflito, com direito a um mago &#8220;maligno&#8221; entre eles, além de outras figurinhas interessantes (Tasslehoff, o kender, é um dos meus preferidos).</p>
<div id="attachment_2960" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2960 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-dragonlance.jpg" alt="Crônicas de Dragonlance" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-dragonlance.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-dragonlance-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A trilogia que embalou muitos jogadores e jogadores de RPG. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p><strong>Dragões do Crepúsculo de Outono</strong><br />
<em>Quando antigos companheiros se reúnem na Hospedaria do Lar Derradeiro, encontram uma jovem portando um cajado de cristal e uma mensagem assombrosa: os deuses voltaram.</em></p>
<p><em>Séculos antes, revoltados com a arrogância da humanidade, os deuses lançaram um cataclisma sobre o Império de Istar e se afastaram do mundo. Agora, estão de volta. Mas, no rastro disso, o mal se espalha por Krynn. Estranhas criaturas draconianas espreitam nas sombras, enquanto cavaleiros juram aliança a Takhisis, a Deusa das Trevas, e se preparam para a guerra.</em></p>
<p><em>Os companheiros começam sua jornada épica pelo continente de Ansalon. Eles devem proteger Lua Dourada e seu cajado, espalhando sua mensagem de esperança. E devem encontrar a lendária arma que pode vencer a batalha contra o terror de Takhisis. A Lança do Dragão.</em></p>
<p><b>Dragões das Noites de Inverno</b><br />
<em>Os servos de Takhisis, a Rainha dos Dragões, voltaram ao mundo.</em></p>
<p><em>Frente a esta ameaça, os povos de todos os reinos se preparam para lutar por seus lares, por sua liberdade e por suas vidas. Mas as raças estão há muito tempo divididas por ódio e preconceito. Conflitos entre cavaleiros humanos e guardiões elfos surgem por todos os lados e a batalha parece estar perdida antes mesmo de começar.</em></p>
<p><em>Os companheiros estão separados pela guerra. Uma estação inteira irá passar antes de eles se encontrarem novamente — se conseguirem. À medida que a escuridão se aprofunda, um cavaleiro em desgraça, uma donzela élfica mimada e um kender inconsequente se veem sozinhos sob a pálida luz do sol invernal.</em></p>
<p><em>São poucos. São fracos. São tudo que resta entre os povos dos reinos e a Rainha dos Dragões.</em></p>
<p>Ainda não temos previsão para o lançamento, da nova versão, do último livro da trilogia.</p>
<h2>Mary Shelley</h2>
<p><a href="https://amzn.to/2TAcwJI" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Frankenstein</strong></a> é um romance obrigatório para qualquer fã de literatura fantástica ou de ficção científica. Em minha opinião o livro flerta muito mais com a ficção científica (gênero que nem existia na época) do que com o gênero fantasia e muitos outros críticos e autores literários enquadram ele como uma obra de terror/horror.</p>
<p>O livro teve origem em 1816 e surgiu de forma um tanto curiosa. Mary, na época com 19 anos e ainda solteira, passava o verão na Itália junto com o seu futuro esposo, Percy Shelley. Ambos estavam hospedados na casa do amigo e escritor Lord Byron. As chuvas incessantes fizeram com eles ficassem vários dias sem poder sair de casa. Para quebrar o tédio, Lord Byron propôs que fizessem um concurso de histórias fantasmagóricas e o que deveria ser um história curta, acabou virando um dos maiores clássicos da literatura.</p>
<div id="attachment_2961" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2961 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-frankenstein.jpg" alt="O monstro de Frankenstein" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-frankenstein.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-frankenstein-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O ator Boris Karloff eternizou o Frankenstein que o mundo conhece. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>A inspiração veio das conversas sobre as experiências do filósofo natural e poeta <a title="Erasmus Darwin" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Erasmus_Darwin" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Erasmus Darwin</b></a> do século XVIII. Ele afirmava ter animado matéria morta através do galvanismo, possibilitando assim o retorno à vida de cadáver ou partes de um corpo. Toda essa conversa acabou influenciando Mary, que teve pesadelos sobre o assunto e transportou seus devaneios para a criação do monstro de Frankenstein.</p>
<p>A primeira publicação do romance foi feita de forma anônima e somente em sua segunda edição, em 1818, Marry Shelley assina seu próprio livro, originalmente conhecido como <a href="https://amzn.to/3aJtMSe" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Frankenstein: ou Prometeu Moderno</strong></a>.</p>
<h2>Victoria Aveyard</h2>
<p>Talvez a menos conhecida desta lista (ao menos no Brasil), Victoria ganhou fama com o romance <a href="https://amzn.to/2Q2V2Dt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Rainha Vermelha</strong></a>, que teve como sequências diretas <a href="https://amzn.to/2TQkpJU" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Espada de Vidro</strong></a>, <a href="https://amzn.to/38z4ZPr" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Prisão do Rei</strong></a> e <a href="https://amzn.to/3cKzN3e" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Tempestade de Guerra</strong></a>.</p>
<p>No universo imaginado pela autora, a sociedade é dividida em um sistema de castas, onde existem dois grupos. As pessoas que nascem com sangue prateado, conhecidos como elite, e os que nascem com sangue vermelho, os plebeus. Membros da elite possuem poderes sobrenaturais e gozam de vários privilégios.</p>
<p>A história gira em torno da protagonista <strong>Mare Barrow</strong>, de sangue vermelho, que aos poucos descobre que tem mais em comum com a elite prateada do que ela poderia imaginar.</p>
<div id="attachment_2963" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2963 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-rainha-vermelha.jpg" alt="Série a Rainha Vermelha" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-rainha-vermelha.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-rainha-vermelha-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Nunca julgue um livro pela capa. | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>A série já conta com tradução para 41 idiomas e o número continua subindo a cada ano. Há planos de adaptar a história para o cinema, sob a direção de Elizabeth Banks, mas ainda muito incipientes.</p>
<p><b>A Rainha Vermelha</b><br />
<em>O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.</em></p>
<p><em>Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?</em></p>
<p><em>Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe &#8211; e Mare contra seu próprio coração.</em></p>
<p><b>Espada de Vidro</b><br />
<em>No segundo volume da série A Rainha Vermelha, a rebelião do povo de sangue vermelho contra a poderosa elite de sangue prateado continua a se fortalecer. Mare Barrow, a principal arma dos rebeldes, agora tenta encontrar outros sanguenovos como ela: pessoas de sangue vermelho, mas com poderes extraordinários.</em></p>
<p><em>O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.</em></p>
<p><em>Quando finalmente consegue escapar do palácio, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.</em></p>
<p><b>A Prisão do Rei</b><br />
<em>Mare Barrow foi capturada e passa os dias presa no palácio, impotente sem seu poder, atormentada por seus erros. Ela está à mercê do garoto por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos de sua mãe, fazendo de tudo para manter o controle de Norta — e de sua prisioneira.</em></p>
<p><em>Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante das Pedras Silenciosas, o resto da Guarda Escarlate se organiza, treinando e expandindo. Com a rebelião cada vez mais forte, eles param de agir sob as sombras e se preparam para a guerra. Entre eles está Cal, um prateado em meio aos vermelhos. Incapaz de decidir a que lado dedicar sua lealdade, o príncipe exilado só tem uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.</em></p>
<p><b>Tempestade de Guerra</b><br />
<em>Mare Barrow aprendeu rápido que, para vencer, é preciso pagar um preço muito alto. Depois da traição de Cal, ela se esforça para proteger seu coração e continuar a lutar junto aos rebeldes pela liberdade de todos os vermelhos e sanguenovos de Norta. A jovem fará de tudo para derrubar o governo de uma vez por todas — começando pela coroa de Maven.</em></p>
<p><em>Mas nenhuma guerra pode ser vencida sem ajuda, e logo Mare se vê obrigada a se unir ao garoto que partiu seu coração para derrotar aquele que quase a destruiu. Cal tem aliados prateados poderosos que, somados à Guarda Escarlate, se tornam uma força imbatível. Por outro lado, Maven é guiado por uma obsessão profunda e fará qualquer coisa para ter Mare de volta, nem que tenha que passar por cima de tudo — e todos — no caminho.</em></p>
<h2>Marion Zimmer Bradley</h2>
<p>Aqui temos um verdadeiro clássico!</p>
<p>A lista de obras de Marion Zimmer Bradley é imensa, mas certamente a que mais merece destaque é a quadrilogia <a href="https://amzn.to/33c0LfK" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>As Brumas de Avalon</strong></a>, que narra a lenda do Rei Arthur, mas do ponto de vista das mulheres da história, principalmente a Guinevere e Morgana. A história percorre mais de 70 anos, iniciando-se com Morgana ainda na infância, e segue até uma idade já bem avançada desta personagem.</p>
<p>A série e composta pelos seguintes livros:</p>
<ul>
<li>A Senhora da Magia;</li>
<li>A Grande Rainha;</li>
<li>O Gamo-Rei;</li>
<li>O Prisioneiro da Árvore.</li>
</ul>
<div id="attachment_2959" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2959 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-avalon.jpg" alt="As Brumas de Ávalon" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-avalon.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2020/03/img-5-autoras-de-fantasia-avalon-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A famosa lenda do Rei Arthur e sua Excalibur estão aqui. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>A série permaneceu durante três meses na lista dos best-sellers do New York Times. Lançado pela primeira vez em 1983, com uma narrativa concisa e forte inspiração na cultura histórica celta, bretã e saxã, <strong>As Brumas de Avalon</strong> não deveria ser negligenciado por nenhum jogador de RPG, e muito menos por autores de fantasia medieval em potencial.</p>
<p><b>As Brumas de Avalon</b><br />
<em>Por séculos, as lendas arturianas povoaram o imaginário de leitores de todo o mundo. As Brumas de Avalon é considerado por muitos a versão literária definitiva do mito, e gerações e gerações de mulheres se deixaram arrebatar pela escrita envolvente de Marion Zimmer Bradley. Pelos olhos de mulheres complexas e poderosas como Morgana das Fadas, Viviane, a Senhora do Lago, Igraine, Morgause e Gwenhwyfar, os reinos de Camelot e de Avalon são revisitados neste clássico, repleto de magia, sensibilidade e intrigas.</em></p>
<p>Por hoje é só, aventureiros! E na opinião de vocês, qual autora foi injustiçada na nossa lista? Quem deveria obrigatoriamente figurar aqui?</p>
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		<title>Argentea: A Terra Flutuante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Luis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 16:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[argentea]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[mestrando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falamos recentemente de Argentea, nosso cenário "One Page" de RPG. Agora vamos conhecer um pouco mais da história da ilha flutuante que dá nome ao cenário. Confira!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Pah’soka passou os olhos rapidamente pelo depósito de itens mágicos dos Exploradores, tentando se concentrar nos objetos à sua frente e não nos sons dos guardas fazendo sua ronda ali perto. Ele sabia que devia ter escondido melhor a corda de fuga, mas agora era tarde para isso. Uma antiga moeda, uma adaga enferrujada, um pergaminho caindo aos pedaços… nada ali se parecia com o artefato das ruínas de Shian-Lah, que sua mestra o incumbiu de roubar. ‘Bem que a senhora Tha’tah podia ter sido mais específica…’ pensou o trapaceiro. E então ele o viu: Um pente feito em pedra esverdeada no formato de vinhas de parreira, de uma intrincada delicadeza impossível sem a presença de magia. Trancado em um expositor, claro.</em></p>
<p><em>Ele rapidamente sacou suas ferramentas e lembrou das lições de trapaceiro, procurando armadilhas antes de abrir a caixa de vidro. Ele achou um minúsculo mecanismo que dispararia uma série de agulhas &#8211; provavelmente envenenadas &#8211; nas suas mãos se ele abrisse o trinco sem cuidado. ‘Boa tentativa, mas não foi desta vez.’ pensou satisfeito, até que ele girou o mecanismo e um fio se partiu, fazendo um alarme começar a tocar. Ele xingou baixinho e colocou o pente na bolsa, ouvindo os guardas correndo na sua direção. ‘Essa será uma noite e tanto’ pensou.&#8221;</em></p>
<p>Já apresentamos <a href="https://universorpg.com/espada-e-magia/cenarios/argentea-um-modo-simples-de-jogar-rpg/"><strong>o mundo de Argentea</strong></a>, junto com o seu sistema de regras de uma página. Agora, vamos conhecer um pouco mais do cenário.</p>
<hr />
<h2>Um pouco de &#8216;Lore&#8217;</h2>
<p>O termo ‘Lore’ é muito usado em RPG, podendo ser traduzido como ‘folclore’ em seu sentido. Lore é o conjunto de informações de conhecimento geral e popular, um apanhado de lendas, tradições orais, contos de fadas e outras coisas que ‘todo mundo sabe’. Começo aqui uma pequena série que chamarei de Folk“Lore”, apresentando aspectos do continente de Argentea no formato de textos sem regras &#8211; uma vez que o objetivo inicial de Argentea é usar o mínimo possível de regras. Elas virão em breve, não se preocupem.</p>
<h2>A Criação dos Rronn</h2>
<p>Não existem registros de quando os primeiros habitantes de Argentea chegaram até o continente voador, mas a tradição oral dos Rronn conta que o Grão-Mestre os criou para construir seu reino há mais de cem gerações. A tradição escrita não é forte entre os Rronn, que raramente sabem ler ou escrever mais do que o mínimo necessário para o dia a dia. Desta forma, a maioria da história e cultura Rronn é transmitida na forma de contos e narrativas, e se tornar um guardador de histórias (ou Guarda-Contos) é uma grande honra.</p>
<p>Ainda de acordo com a tradição oral, o Grão-Mestre veio do <b>&#8220;Além Terra&#8221;</b>, o <b>&#8216;local dos deuses&#8217;</b>. Traído pelos outros deuses e carregando grande tristeza em seu coração, ele decidiu se exilar de seu plano natal e viver isolado no plano material,  em um refúgio onde nenhum dos traidores jamais o poderia encontrar. Ele encontrou este refúgio em Argentea.</p>
<p>Os primeiros Rronn surgiram quando o Grão-Mestre utilizou seus poderes divinos para evoluir alguns felinos que ele adotou ao chegar em Argentea, e sua criação tinha o propósito de proporcionar ao Grão-Mestre um grupo de serviçais e protetores. A sociedade Rronn se organizou em torno de quatro clãs, que funcionam como quatro grandes famílias trabalhando juntas com o objetivo de servir ao Grão-Mestre: Os <b>Caith&#8217;Sith,</b> os <b>Siamês</b>, os <b>Mainecon</b> e os <b>Sphynx</b>. Os líderes Rronn são escolhidos entre os anciões de cada clã, funcionando como um conselho de anciões que coordena os mais jovens enquanto obedece as ordens diretas do Grão-Mestre.</p>
<p>A base dos clãs são as pequenas diferenças entre os Rronn: Como os gatos originais eram de raças diferentes, os Rronn criados à partir deles herdaram algumas de suas características e ficaram diferentes uns dos outros também. Eventualmente os descontentes e aqueles que por um ou outro motivo se desligavam de seus clãs criaram um quinto clã, o qual não depende de traços para definir os seus, apenas suas escolhas. Seu nome é <b>Es&#8217;Erde</b>.</p>
<p>Os anos e as gerações de Rronn foram se acumulando conforme eles trabalhavam na criação de Felícian, a cidade-fortaleza onde o castelo do Grão-Mestre foi construído. Após completar a cidade, os Rronn começaram o difícil trabalho de explorar e conquistar as terras ao redor, expandindo os domínios do Grão-Mestre e criando novas aldeias para sua população crescente. A aldeia que se tornaria Forte Limiar foi criada nesta época, sendo adotada como base por um grupo que se tornaria um dos mais importantes de Argentea: a <b>Guilda dos Exploradores</b>.</p>
<p>Com o tempo os Exploradores começaram a encontrar ruínas de uma civilização antiga, e o Grão-Mestre designou um grupo de paladinos para assumir a tarefa de coletar relíquias e itens mágicos destes locais, batizando-os de Guarda Felina. Escolhidos entre os melhores guerreiros que os Rronn tem para oferecer, a Guarda Felina cresceu em poder e influência conforme cumpria missões diretamente para o Grão-Mestre, sem obedecer &#8211; ou mesmo reportar &#8211; ao Conselho dos Rronn. Eles foram também os primeiros a encontrar aqueles que se tornariam os maiores inimigos dos Rronn: Os Fzzit.</p>
<p>Mas isso é assunto para um outro dia.</p>
<h2>A Geografia de Argentea</h2>
<p>Argentea tem a forma de uma grande gota larga (ou de um balão de fala estilo quadrinhos), com a parte mais fina se curvando na forma de uma pequena &#8216;cauda&#8217; paralela ao continente. Ao norte ficam uma grande floresta selvagem e duas montanhas gêmeas, as Torres do Céu, de cujas profundezas verte a nascente de água doce que mantém o nível de água do Lago Treligan sempre igual. Na margem norte do Treligan fica Felícian, a capital dos Rronn.</p>
<p>Felícian é uma cidade fortaleza, de onde o Grão-Mestre rege os Rronn e de onde os muitos barcos de pesca ancorados em seu porto partem para coletar no lago os peixes que alimentam a maior parte de seus súditos. Dentro de suas muralhas também fica o Elísio, o castelo sagrado onde mora o Grão-Mestre e o punhado de Rronn escolhidos por ele para servi-lo (a Guarda Felina), um local protegido e proibido para todos os outros. Ao redor do lago surgem alguns riachos que irrigam o oeste e o sul da parte principal do continente, e um rio que serpenteia até despencar pela beirada de Argentea. A queda é conhecida como Lágrima Eterna, e o rio é chamado de Rio Cauda pelos Rronn, e sabe-se lá como pelos Fzzit (uma vez que nenhum Rronn entende a língua de serpente que eles falam).</p>
<div id="attachment_2326" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2326 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/mapa-argentea-small.jpg" alt="mapa-argentea-small" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/mapa-argentea-small.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/11/mapa-argentea-small-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O mapa de Argentea. No final do post você pode fazer o download dele =D</p></div>
<p>Ao noroeste fica a Montanha dos Goblins, cuja rede de cavernas foi infestada por estes monstros há várias gerações. Ninguém sabe dizer de onde eles surgiram, pois diferente de todos os outros monstros que habitam o continente, não existem relatos de goblins em Argentea no passado. Entretanto os goblins de Argentea tem se mostrado cruéis e sanguinários, e representam uma ameaça digna de respeito tanto pelo seu número quanto pela ousadia de seus ataques.</p>
<p>No extremo oeste fica a segunda maior cidadela Rronn, o Forte Limiar. Originalmente construído para vigiar as montanhas ao sul &#8211; e os temidos Fzzit além delas &#8211; o Forte agora se viu preso entre a ameaça dos Fzzit e dos goblins, e se tornou um importante ponto estratégico para os Rronn. Limiar também é a sede da Guilda dos Exploradores, um grupo que financia grupos para localizarem e explorarem as ruínas que existem pelo continente, traços de uma civilização extinta que habitou Argentea antes da chegada dos Rronn. Muitos aventureiros visitam Limiar em busca de missões, ótimas oportunidades para se conseguir fortuna e fama &#8211; desde que você não tenha medo dos riscos envolvidos&#8230;</p>
<p>Ao sul de Argentea, onde a terra se afina formando a &#8216;cauda&#8217; torta, existe uma cadeia de montanhas e terreno acidentado quase impossível de se cruzar. Chamada de Barreira pelos Rronn, estas montanhas delimitam o começo do Reino dos Fzzit, e servem como uma primeira linha de defesa contra invasores. Além disto, segundo os espiões que conseguiram retornar, o povo serpente construiu há muito tempo uma muralha gigantesca e mágica além da Barreira, separando seu lado do mundo do restante de Argentea; além desta muralha fica Ssenescal, o reino Fzzit.</p>
<p>No total, Argentea tem cerca de 250 km de largura por quase 500 km de comprimento, e uma área habitável com mais de 50 mil quilômetros. Muito pouco deste território é realmente habitado, apesar das dezenas de pequenas aldeias que se espalham pela sua extensão.</p>
<p>Não existem outras terras ao alcance da vista, seja acima ou abaixo de Argentea, e se não fosse pelo surgimento dos Goblins há algumas gerações, os Rronn jamais sequer pensariam na existência de algo &#8216;além&#8217; de sua terra. E este é um mistério cuja investigação não é incentivada pela Guarda Felina, os paladinos do Grão-Mestre.</p>
<p>Por enquanto é só, mas em breve farei mais um artigo, falando mais sobre a sociedade dos Rronn. Até a próxima, players!</p>
<h2>Download do mapa</h2>
<p><span class="link-download"><a href="https://goo.gl/V6Ejb1" target="_blank" rel="noopener">Argentea RPG &#8211; Mapa em PDF <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></span></p>
<p><span class="link-download"><a href="https://goo.gl/p7Pp9C" target="_blank" rel="noopener">Argentea RPG &#8211; Mapa em JPG <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></span></p>
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		<title>Argentea: um modo simples de jogar RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernesto Luis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 21:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espada e Magia]]></category>
		<category><![CDATA[argentea]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você está procurando algo novo para jogar, mas não está disposto a encarar aquele monte de páginas do novo livro de regras, saiba que existe uma alternativa mais simples e rápida. São os sistemas de RPG de uma página ou One Page RPG. A proposta é que, em apenas uma página (ou folha) você tenha um sistema inteiro de jogo. Conheça o Argentea RPG.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O jovem Rronn estava sentado sobre uma pedra na beirada do mundo, com seus pés balançando livremente sobre o abismo e sua atenção dividida entre as nuvens abaixo e o prisioneiro amarrado atrás dele. Sua cauda se contorcia como uma serpente, balançando o tempo todo e mostrando seu estado de espírito. Vigiando o prisioneiro estava sua irmã, com suas pupilas totalmente dilatadas formando duas esferas negras no amarelo de seus olhos, suas orelhas dobradas para trás em irritação. Ele se levantou e caminhou até ela, que cutucou o prisioneiro com uma de suas espadas.</em></p>
<p><em>O prisioneiro contorceu levemente seu enorme corpo, acordando aos poucos e então percebendo que estava preso. A corda envolvia todo o seu corpo escamoso sem deixar margem para fuga, e até mesmo sua cauda reptiliana tinha sido presa ao lado de suas pernas. Sua boca estava amarrada, de maneira a impedir que ele usasse os dentes afiados para escapar. Seus olhos se encontraram com os do aventureiro, que se ajoelhou ao seu lado e falou em uma voz tranquila: &#8211; Precisamos conversar, Fzzit.</em></p>
<hr />
<p>Jogar RPG é uma coisa maravilhosa, para quem gosta de usar a criatividade.</p>
<p>Além de alguns dados de 6 faces, papel e lápis, jogar RPG exige imaginação e jogo de cintura. Mas é uma atividade extremamente recompensadora: é um faz-de-conta com algumas regras para decidir situações complicadas, onde um grupo de jogadores conduzem seus personagens por um mundo apresentado pelo mestre do jogo (também chamado de narrador). Este mestre controla o mundo e todos os personagens que não são dos jogadores, e sua função é apresentar uma estória e diversos desafios para os jogadores &#8211; não ganhar deles. Até porque seria fácil para ele vencer… o mestre é o mundo!</p>
<p>Conforme vencem desafios em sessões de jogo (aventuras), os personagens podem ganhar experiência e se tornarem mais fortes, ganhando novos níveis e aprendendo novas habilidades, ou mesmo fortalecendo as que já possui. Novos personagens surgem conforme outros caem em batalha ou se aposentam, e as ações deles vão se tornando lendas no mundo de jogo. Ou o mestre pode apenas preparar uma aventura curta, com um ou mais desafios, para se divertir com os amigos e passar algum tempo. As possibilidades não tem fim!</p>
<div id="attachment_2148" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2148 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-jogando-rpg.jpg" alt="Jogando RPG" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-jogando-rpg.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-jogando-rpg-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Grupo clássico de aventureiro de RPG | Fonte: Paizo.</p></div>
<h2>O Cenário</h2>
<p><strong>Argentea</strong> é o produto de um desafio que me fizeram no <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/eventos/world-rpg-fest-2018-dia-1/"><strong>World RPG Fest</strong></a> deste ano, quase que uma brincadeira.</p>
<p>Você já ouviu falar de RPG de uma página? É um estilo de RPG que está se popularizando, com o foco em criar algum tipo de conteúdo que não precise mais do que uma página de A4 (um lado apenas, de preferência) para ser usado, adotado e jogado em mesas rápidas. Um dos pioneiros mais conhecidos é o <strong>Lasers and Feelings</strong> (cujo sistema simples tem sido copiado e reutilizado em uma centena de outros títulos). Seja um mini sistema, uma dungeon ou uma aventura, a ideia é fazer algum conteúdo simples que caiba em uma página apenas.</p>
<p>Um amigo de longa data (que não gosta quando citam seu nome, mas que escreve para o <a href="https://mundoscolidem.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mundos Colidem</strong></a>) começou uma conversa sobre o assunto, e eu mencionei que é meio fácil fazer algo assim, é só usar alguma regrinha de Boardgame e fichas prontas para os personagens. Outro amigo (que escreve para a Toca do Hutt) brincou comigo: “<em>Se é tão fácil, porque você não faz um desses RPGs de uma página?</em>” &#8211; já que eu tenho ‘sentado sobre’ um cenário que criei chamado <strong>VirtuaVitae</strong> há anos e nunca liberei nada dele. Ao chegar em casa, eu coloquei a mão na consciência e decidi aceitar o desafio. E assim surgiu <strong>Argentea</strong>.</p>
<div id="attachment_2151" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2151 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-laser-and-feelings.jpg" alt="Laser and Feelings RPG" width="750" height="580" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-laser-and-feelings.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-laser-and-feelings-300x232.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Laser and Feelings, um RPG de uma folha só. | Fonte: Imgur</p></div>
<p>Imagine um mundo fantástico, onde a magia é algo corriqueiro no dia a dia dos habitantes, ainda que a maioria deles nunca tenha aprendido a usá-la. Um mundo onde as aldeias, vilas e cidades prosperam e disputam entre si com seu comércio e política, em um duelo de esperteza e intriga que se estende pelos séculos. Um mundo belo e perigoso, onde monstros esperam viajantes incautos se descuidarem para então atacar, e que permanece no limiar de uma guerra entre seus três principais povos, os quais disputam suas riquezas e mistérios com seus exércitos, estratégias e grupos de aventureiros. Este mundo é <strong>Argentea</strong>.</p>
<p><strong>Argentea</strong> é uma terra que flutua pelos céus de um mundo perdido. Não existem outros lugares acima ou abaixo, apenas <strong>Argentea</strong>. Grande o bastante para ser considerada um continente por seus habitantes, <strong>Argentea</strong> é o lar dos Rronn, um povo aventureiro de meio-gatos, e de seus inimigos: os Fzzit, um povo serpente que lhes trazem problemas frequentemente. Apesar disto, os Fzzit raramente saem de seu canto da ilha, permanecendo protegidos pela sua muralha mágica e por uma cadeia de montanhas. Aventureiros Rronn viajam pela ilha cumprindo missões, enfrentando monstros e explorando ruínas. Algumas vezes para proteger suas vilas, outras em busca de riquezas e fama.</p>
<div id="attachment_2153" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2153 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-argentea-ilha.jpg" alt="Argentea, a ilha voadora" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-argentea-ilha.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-argentea-ilha-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A ilha de Argentea. | Fonte: Mattepainting.</p></div>
<h2>O Sistema</h2>
<p>As regras de <strong>Argentea</strong> são muito simples, criadas para poder ensinar até mesmo crianças; o mestre narra a aventura, os jogadores vão decidindo as ações de seus personagens, e dados são rolados apenas quando a situação exige. A resolução envolve apenas uma comparação de resultados cujos empates favorecem o defensor.</p>
<p><b>Regras e Mais Regras</b></p>
<p>Os personagens são os aventureiros, controlados pelos jogadores. Quatro tipos de aventureiros podem ser usados em <strong>Argentea</strong> (com mais classes vindo no futuro): O Clérigo (um servo do bem que defende os fracos e cura os feridos); o Guerreiro (um lutador competente especialista em armas); o Místico (um usuário de magia arcana e estudioso por excelência); e o Trapaceiro (um especialista treinado em ataques furtivos e em como armar e desarmar armadilhas e trancas). Cada personagem usa 3d6 (três dados de 6 lados) para executar suas ações, +1d6 se fizer “coisas de sua classe”, e +1d6 se ele receber ajuda de seus colegas. Ele compete com uma dificuldade decidida pelo mestre ou com outro personagem. Isto é chamado de <b>“Rolagem”</b>, e ocorre quando os jogadores precisam descobrir se obtiveram ou não sucesso.</p>
<div id="attachment_2155" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-2155 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-d6-dices.jpg" alt="D6 dices" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-d6-dices.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-d6-dices-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Rolando alguns D6 em Argentea | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p><strong>A Rolagem pode ser feita de duas maneiras</strong></p>
<p>* Com Oposição: Mais comum em situações de combate ou conflito entre jogadores ou jogador/NPC. Ambos os envolvidos (sejam dois jogadores ou jogador e mestre) rolam seus dados; quem teve mais vitórias nesta comparação, vence. Tanto na comparação dos dados como no resultado final, resultados em empate dão vitória para o lado defensor no conflito. Em ambos os casos, dados que sobram em uma rolagem não contam &#8211; eles apenas concediam mais chances de bons resultados ao jogador com mais experiência naquela tarefa.</p>
<p>* Sem Oposição: O jogador declara sua ação e o mestre define a dificuldade. Então ambos rolam seus dados. Se o jogador vencer, ele conseguiu. Se não, ele falhou (Dificuldade: Fácil 1d, Média 2d, Difícil 3d).</p>
<p><i>Exemplo de Rolagem: O Trapaceiro quer abrir uma fechadura sem ajuda. Ele rola 4d6 (3 é o padrão, +1 por ser uma ‘coisa de trapaceiro’) contra uma dificuldade 2d (dificuldade Média), É uma rolagem sem oposição. Eles rolam os dados e comparam os resultados: O trapaceiro tirou 5, 3, 2 e 2. O mestre tirou 4 e 3. O trapaceiro vence por 1&#215;0, conseguindo abrir a fechadura (importante: toda rolagem compara o mesmo número de dados; quem rolou mais dados usa apenas os com melhor resultados). Se o mestre tirasse 5 e 3, o trapaceiro falhava: 0x0 é empate, e empate dá a vitória ao defensor.</i></p>
<p><strong>Criando os Aventureiros</strong></p>
<p>Os personagens neste jogo são representados por cartão, onde eles anotam suas escolhas Iniciais. Note que as informações já presentes no cartão são pertinentes à Classe, não ao Clã do Rronn, já que o clã apenas fornece uma base de origem e dicas para aparência do personagem. Claro que estas informações não são completamente fixas, e você tem liberdade para criar personagens únicos se desejar.<br />
O cartão de Personagem serve para nos lembrar quais são as coisas que  ele sabe ou não fazer, qual seu atual nível de Karma bom, se ele está ferido (e quanto) e quais são suas posses e equipamentos.</p>
<p><strong>Escolhas</strong></p>
<p>Ao criar seu  aventureiro você escolhe sua <strong>Classe</strong> (Clérigo, Guerreiro, Místico ou Trapaceiro) e seu <strong>Clã</strong> (Caith&#8217;Sith, Mainecon, Siamês, Sphynx ou Es&#8217;Erde).</p>
<p>A Classe decide as coisas que ele sabe fazer e as armas que ele sabe usar. Cada classe tem seu cartão com suas habilidades e Ação Especial (aquilo que a classe sabe fazer melhor que as outras). Alguns exemplos:</p>
<ul>
<li><em>Clérigo</em> &#8211; curar, religião, ervas, etc;</li>
<li><em>Guerreiro </em>&#8211; briga, cavalgar, forja, etc;</li>
<li><em>Místico</em> &#8211; magia, idiomas, enigmas, etc;</li>
<li><em>Trapaceiro </em>&#8211; armadilhas, trapaça, furtividade, etc.</li>
</ul>
<p>Quando decidir usar uma ação, converse com seu mestre para ver se receberá o dado extra por fazer “coisas de seu personagem”. Cada classe também tem uma habilidade especial:</p>
<ul>
<li><em>Clérigo</em> pode curar 2 PVs de um alvo como uma de suas ações (Veja Ações em Combate);</li>
<li><em>Guerreiro</em> pode defender até 3x em cada turno (enquanto as outras só podem defender uma vez);</li>
<li><em>Mago</em> pode atacar à distância sem usar armas;</li>
<li><em>Trapaceiro</em> rola 2d na Iniciativa e fica com o melhor resultado.</li>
</ul>
<p>Já o Clã do personagem nos dá uma ideia de sua origem, aparência e conhecimentos, bem como o que a sociedade tende a esperar dele. Os Rronn não são definidos pelo seu clã, mas é natural por exemplo que outros Rronn acreditem que um membro dos Mainecon &#8211; que é maior e mais robusto &#8211; seja naturalmente inclinado à luta, mesmo que o personagem seja pacifista.</p>
<p>Todo personagem começa o jogo com 3d6 moedas de ouro, uma arma (que ele saiba usar), e uma mochila com itens simples (corda, cobertor, cantil, etc).</p>
<h2>O Combate</h2>
<p><strong>Iniciativa</strong></p>
<p>No começo do Combate, todos rolam 1d6 (Iniciativa), decidindo a ordem das ações do maior para o menor resultado (empates são resolvidos com uma nova Rolagem entre os empatados). Lembre: O Trapaceiro rola sempre 2d6 e fica com o melhor resultado na Iniciativa.</p>
<p><strong>Ações em Combate</strong></p>
<p>Um personagem tem 3 ações por turno, podendo escolher entre as seguintes opções:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Atacar (de perto ou de longe)</em></span><br />
Se o inimigo não Defender/Esquivar, o ataque acertou. Se ele puder, role 4d6 (mais bônus, se houver algum) contra 3d6 do inimigo para definir se o ataque foi ou não bem sucedido. Você pode usar Atacar apenas uma vez por turno.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Se mover até 9 metros</em></span>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Outra ação variada<br />
</em></span>Exemplos incluem &#8220;<em>mover uma alavanca&#8221;,</em> &#8220;<em>usar algum item</em>&#8220;, &#8220;<em>curar 1 PV de um aliado</em>&#8221; (o Clérigo cura 2 PVs), ou alguma outra ação inventada na hora que o mestre aprove.</p>
<p>Os personagens podem usar essas opções em qualquer ordem, e apenas o ataque pode ser usado uma vez por turno (regra que alguns inimigos não seguem). Além disto, uma vez por rodada ao sofrer um ataque, um personagem pode tentar se Defender/Esquivar, rolando 3d6 contra o ataque (o Guerreiro tem 2 ações de Defender extras por turno). Se o personagem atacado não puder usar esta ação por algum motivo, o ataque acerta &#8211; causando dano.</p>
<p><strong>Vida e Dano</strong></p>
<p>Quando um personagem recebe um ataque do qual não se consegue esquivar/defender, ele perde 1 PV (PV &#8211; Ponto de Vida). Se chegar a 0 PVs, ele desmaia e pode até morrer!</p>
<p>Normalmente personagens com 0 PVs estão desmaiados, e para acordar eles precisam recuperar pelo menos 1 PV. Um personagem recupera 1 PV por noite de descanso (pelo menos 8 horas de sono e/ou meditação). Ações de Cura também curam 1 PV (primeiros socorros, medicação, etc.).</p>
<p>Causar dano em um personagem com 0 PVs irá matá-lo. Todos os personagens jogadores possuem 6 PVs máximos, e os inimigos normalmente possuem entre 1 e 6 PVs (ou mais, no caso de chefes e inimigos poderosos!).</p>
<p><strong>O Karma</strong></p>
<p>Todo sistema possui alguma peculiaridade, algum elemento que o destaca dos outros. No sistema de <strong>Argentea</strong>, é o Karma. Afinal, seus personagens são heróis!</p>
<p>Trate como regra opcional: todas as vezes que seu Rronn fizer uma boa ação, agir de maneira bondosa e justa (como um herói), ele ganha um Ponto de <i>Karma Bom</i>. Toda vez que ele fizer uma ação duvidosa ou maldosa, o mestre anota um Ponto de <i>Karma Ruim</i>. Você pode gastar <i>Karma Bom</i> para ganhar sucessos em uma Rolagem, na proporção de um sucesso por ponto de karma gasto&#8230; e o mestre usa Karma Ruim contra você, da mesma maneira. Cuidado com seu <i>Karma Ruim</i>, Aventureiro!</p>
<div id="attachment_2157" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2157 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-karma.jpg" alt="Karma" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-karma.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/10/img-karma-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Suas decisões influenciam o seu Krama no jogo. | Fonte: Pinterest.</p></div>
<p>E é isso. Os jogadores devem usar um cartão de personagem para manter um relatório do que ele possui e de suas informações básicas, e do Karma Bom que ele adquiriu. O restante é com o mestre. Eu incluo aqui a folha do <strong>Argentea</strong> (para imprimir) e um mapa simples “Faça-Você-Mesmo” que eu fiz para <strong>Argentea</strong>. Em breve colocarei mais informações em novos artigos, sobre as cidades, a geografia, os Rronn e os Fzzit, e os goblins… malditos goblins! Mas com a página anexa vocês já tem tudo o que precisam para jogar em <strong>Argentea</strong>!</p>
<p>Bom proveito e até a próxima!</p>
<h2>Links para Download</h2>
<div class="link-download"><a href="https://goo.gl/puERFh" target="_blank" rel="noopener">Argentea RPG &#8211; Versão colorida <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="link-download"><a href="https://goo.gl/U68jbR" target="_blank" rel="noopener">Argentea RPG &#8211; Versão P&amp;B <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="link-download"><a href="https://goo.gl/V6Ejb1" target="_blank" rel="noopener">Argentea RPG &#8211; Mapa em PDF <i class="fa fa-file-pdf-o" aria-hidden="true"></i></a></div>
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