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	<title>cyberpunk &#8211; UniversoRPG</title>
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	<description>Um novo universo de aventuras prontas, material de suporte, resenhas, dicas e notícias sobre RPG.</description>
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		<title>Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 05:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baú do Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[criação de personagem]]></category>
		<category><![CDATA[cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk]]></category>
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		<category><![CDATA[regras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nomes são tão importantes quanto o conceito do seu personagem e um não poderia existir sem o outro. O problema é que nem sempre é fácil encontrar ou criar um nome do zero. Por isso separamos essas dicas para facilitar o seu trabalho e ajudar você ter um personagem único e memorável.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/bau-do-mestre/dicas/diga-meu-nome-como-escolher-um-bom-nome-para-o-seu-personagem/">Say my name! Como escolher um bom nome para o seu personagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca perguntou o nome de um <strong>NPC</strong> (personagem não-jogador) aleatório durante a sessão de jogo, que atire o primeiro dado.</p>
<p>Para alguns jogadores (e mestres também) a parte mais complexa/divertida pode ser montar uma ficha. Para os veteranos, os números e bônus saem quase que automaticamente e em poucos minutos, a ficha está completa. Já para os novatos, as coisas podem ser um pouco mais complexas ou demoradas, mas consultando algumas regras, e com a ajuda dos colegas tudo se resolve.</p>
<p>Porém, existe um item da ficha que não exige regra e que, às vezes, chega a ser tão complexo quanto a própria ficha. A escolha do <strong>nome do personagem</strong>.</p>
<p>Faz anos que jogo RPG e quase sempre tive um bloqueio na hora de escolher os nomes dos meus personagens, sejam eles NPCs ou não. Para alguns abençoados com o dom da criatividade, este é um processo natural, mas para muitos (assim como eu), esse processo é longo, tortuoso e no final, o resultado pode sempre deixar a desejar.</p>
<p>Pensando nisso, separei algumas dicas que encontrei ao longo dos anos, bem como algumas utilizadas por escritores para elaborar os personagens e antagonistas dos seus livros. Bora lá conferir?</p>
<h2>Conceito e Origem</h2>
<div id="attachment_1999" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1999 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-conceito-e-origem.jpg" alt="Conceito e Origem" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-conceito-e-origem.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-conceito-e-origem-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">O conceito inicial do personagem é tão importante quanto o nome. | Fonte: <a href="https://www.deviantart.com/louisgreen/art/character-concepts-368938007" target="_blank" rel="noopener">LouisGreen -Deviantart</a></p></div>
<p>O primeiro passo é pensar no conceito geral do personagem e qual a sua origem/etnia/raça, antes do seu nome, ou se já tiver um nome em mente, tentar &#8220;casar&#8221; ele com o conceito do personagem.</p>
<p>Digamos que o seu personagem se chama Thorin &#8220;<em>Quebra Queixo</em>&#8220;. A primeira vista me parece um nome típico de <strong>Anão</strong> ou um <strong>Bárbaro</strong>, o que seria legal para esse conceito de personagem. Agora, se você estava pensando em fazer um elfo, ou até mesmo um humano mago, talvez você precise de uma boa história para sustentar esse nome.</p>
<p>Por isso, pensar em coisas como raça, terra ou país de origem, e até mesmo a evolução da sua classe, lhe fornece muito mais subsídios para criar um nome mais convincente. O mesmo vale para RPGs que não são de fantasia medieval. Pense em como soaria estranho (ou até mesmo engraçado) você encontrar um assassino da máfia chinesa, de origem oriental e depois descobrir que ele se chamava <em>John Smith</em>.</p>
<h2>Sonoridade e Significado</h2>
<div id="attachment_2000" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2000 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-king-arthur-camelot.jpg" alt="King Arthur of Camelot" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-king-arthur-camelot.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-king-arthur-camelot-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Arthur: &#8220;homem urso&#8221;, &#8220;rei urso&#8221;, &#8220;forte&#8221;, &#8220;nobre&#8221; ou &#8220;corajoso&#8221;. | Fonte: <a href="https://www.artstation.com/artwork/WXKaE" target="_blank" rel="noopener">Galan Pang &#8211; Artstation</a></p></div>
<p>Outra dica é buscar nomes que tenham haver com a sonoridade das letras. Quer um exemplo? Para personagens com muita força de vontade e teimosia, sons fortes como “K” e “P” funcionarão muito bem. Por outro lado, para um personagem mais tímido ou vaidoso, sons mais suaves como &#8220;F&#8221; e &#8220;S&#8221; se sairiam melhor.</p>
<p>Alguns nomes também trazem consigo <strong>significados e analogias</strong>, o que nos ajuda a completar a primeira dica sobre <strong>Conceito e Origem</strong>. Pode até parecer piada, mas sabe aqueles livros com nomes para bebês? Pois é, eles são ótimas referências para isso, ou até mesmo esses sites com o <a href="https://www.significadodonome.com/marcelo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>significado dos nomes</strong></a>. Faça uma pesquisa rápida para alguns nomes que você já tem em mente e veja quais os significados que eles trazem. Se eles se aproximarem da ideia original que você tinha para o seu personagem, já é meio caminho andado.</p>
<h2>Conhecimento e Fama</h2>
<div id="attachment_2002" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2002 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-john-connor.jpg" alt="John Connor" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-john-connor.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-john-connor-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Cuidado ao usar referências famosas. | Fonte: Pinterest</p></div>
<p>Uma vez usei o nome <strong>Connor</strong> para um personagem em uma <strong><a href="https://universorpg.com/acao-e-aventura/">aventura de ação</a></strong> moderna. Se arrependimento matasse, definitivamente estaria <em>morto e enterrado</em>, como diz o ditado. A primeira vista, nomes famosos podem ser uma boa opção para dar um toque especial para o seu personagem. Porém, tome cuidado para não criar confusão ou ficar frustrado quando as comparações aparecerem.</p>
<p>No meu caso, sempre que meu personagem conhecia alguém, o mestre fazia questão de soltar alguma frase sobre o <strong>Exterminador do Futuro</strong>: &#8220;<em>Você não é aquele cara famoso daquele filme?</em>&#8221; ou &#8220;<em>Esse não era o sobrenome daquela mulher que lutava contra as máquinas?</em>&#8221; e por aí vai, ou melhor, foi.</p>
<p>No caso de nomes para fantasia medieval, creio que o problema seja mais brando. Afinal, existem dezenas de livros com esse tema e mais de um número sem fim de personagens. Combinar um ou dois nomes &#8220;conhecidos&#8221; podem dar um toque especial ao seu personagem, desde que sejam respeitados os conceitos e origens do mesmo.</p>
<h2>O Famoso Xightzthorllignatrrr</h2>
<div id="attachment_599" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-599 size-full" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft.jpg" alt="As melhores obras de H. P. Lovecraft" width="960" height="540" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft.jpg 960w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft-300x169.jpg 300w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/03/capa-as-melhores-obras-de-lovecraft-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p class="wp-caption-text">Lovecraft deu nome a criatura mais impronunciável de todos os tempos. Fonte: Reprodução.</p></div>
<p>Em alguma edição antiga da <strong><a href="https://apoia.se/dragaobrasil" target="_blank" rel="noopener">Dragão Brasil</a></strong>, um dos editores (Marcelo Cassaro ou J.M. Trevisan, agora não me lembro) usava uma técnica que consistia em, digitar aleatoriamente no teclado e depois, acrescentar algumas vogais as letras digitadas. Com isso criava-se um nome novo, exótico e ao mesmo tempo único.</p>
<p>OK, também acho essa &#8220;técnica&#8221; válida. Contudo, de nada adianta você ter aquele nome super descolado que ninguém, nem mesmo você, consegue pronunciar direito ou é muito difícil de guardar. O primeiro exemplo que me vem à cabeça é <strong>Cthulhu</strong>. Com certeza você já leu esse nome em algum lugar e também já viu ao menos umas 3 maneiras diferentes de se pronunciar. Se não fosse pelo <strong><a href="https://amzn.to/2p1OIhG" target="_blank" rel="noopener">conjunto da obra de H. P. Lovecraft</a></strong>, não tenho certeza se o nome do <strong>Grande Antigo</strong> mais famoso teria sobrevivido ao tempo.</p>
<h2>E se tudo mais falhar</h2>
<div id="attachment_2004" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2004 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-commander-sendak.jpg" alt="Comandante Sendak" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-commander-sendak.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-commander-sendak-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Sendak, um dos nomes típicos dos Galras. Fonte: Netflix</p></div>
<p>Sempre existe o jeito mais fácil de descolar um nome legal, usar um <strong>gerador de nomes</strong>. Existem vários geradores por aí, basta uma rápida busca no Google para encontrar alguns. Talvez o mais famoso seja o <strong><a href="http://www.fantasynamegenerators.com/" target="_blank" rel="noopener">Fantasy Name Generators</a></strong>. Nesse cara aí você encontra de tudo um pouco, e quando eu digo de tudo, é tudo mesmo.</p>
<p>Tem nomes em <strong>Na&#8217;vi</strong>, do filme Avatar, do game <strong>Halo</strong> do Xbox e até nomes baseados no novo desenho do <strong>Voltron</strong> da Netflix. Quer nomes para sua aventura de fantasia medieval, moderna, de ficção científica ou cyberpunk, você vai encontrar inspiração lá, basta fazer uma busca e ter paciência para encontrar o nome perfeito.</p>
<p>E lembre-se de que um nome é muito mais do que um amontoado de letras (e números). Ele deve carregar consigo todo o significado e origem daquele personagem, deve ser fácil de ser lembrado, pronunciado e escrito. Se você conseguir atender a esses requisitos, terá um personagem memorável, pelo menos no nome.</p>
<p>Abraço e até a próxima.</p>
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		<title>Adam Episodes, um novo cenário para seu RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 13:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[adam]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vira e mexe aparecem na internet alguns vídeos que, por um motivo ou outro, se tornam virais e parte de algo maior. ADAM é um desses vídeos. O que era apenas demonstração da Unity Engine acabou virando "short-film" com potencial para muito mais. Confere aí os episódios de ADAM.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes e seriados são sempre uma ótima opção quando buscamos inspiração para nossas aventuras. Já falamos aqui em alguns <strong><a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/5-filmes-de-ficcao-com-boas-ideias-para-rpg/">filmes de ficção que rendem ótimas ideias para jogar RPG</a></strong>. Agora eu quero trazer uma série de vídeos do Youtube que tem circulado a algum tempo.</p>
<p>Criado em 2016 utilizando a engine de jogo Unity, o <a href="https://unity3d.com/pt/pages/adam" target="_blank" rel="noopener"><strong>curta metragem ADAM</strong></a> foi vencedor do Webby Award e chamou a atenção até mesmo do escritor e diretor <strong>Neill Blomkamp</strong>, conhecido por District 9, Elysium, Chappie e co-criador do estúdio de filmes independentes, o <strong>Oats Studios</strong>.</p>
<p>ADAM foi criado pela <strong>Demo Team Unity</strong> para mostrar o poder e qualidade gráfica que poderia ser alcançada usando sua nova versão do <strong><a href="https://amzn.to/2oUsM83" target="_blank" rel="noopener">Unity</a></strong>, a 5.4 na época.</p>
<h2>Mas do que se trata?</h2>
<div id="attachment_1982" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1982 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-adam-escape.jpg" alt="A escapada de Adam" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-adam-escape.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/09/img-adam-escape-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Por que Adam e os demais prisioneiros são soltos depois? | Fonte: Youtube</p></div>
<p>Um futuro pós-apocalíptico, distópico ou um outro mundo? Segundo a equipe de produção do primeiro episódio, os episódios são ambientados em um futuro onde a sociedade humana sofreu grandes transformações biológicas e a civilização encolheu para algumas comunidades dispersas e fortificadas, que se apegam à memória e grandeza do passado.</p>
<p>O personagem principal, <strong>Adam</strong>, foi projetado para fornecer um vislumbre do passado complexo deste mundo, revelando-se como um prisioneiro humano cuja consciência foi presa em um corpo mecânico barato.</p>
<p>Essa pequena sociedade é chamada de &#8220;<strong>Consortium</strong>&#8221; em outros vídeos. Não fica claro como eles chegaram até aqui e o porque eles agem dessa forma, mas o fato é de que, aparentemente, todos os criminosos tem o mesmo destino. Seus cérebros são transferidos para os corpos robóticos e seus corpos &#8220;originais&#8221;, ficam em posse do <em>Consortium</em>. O por quê e para qual finalidade, ninguém sabe; mas tem sido a sim por gerações.</p>
<h2>Uso em jogo</h2>
<p>O primeiro jogo que me vem à cabeça, com toda certeza, é <strong>Numenera</strong>. Todos os elementos do jogo estão presentes, seja a tecnologia quase incompreensível ou pelo próprio cenário em si, um planeta Terra, anos no futuro. Outro jogo que seria facilmente adaptado é o <strong>The Strange</strong>, jogo irmão de Numenera. O cenário de Adam poderia perfeitamente ser uma <em>Recursão</em> de uma versão alternativa da Terra talvez.</p>
<p>E se você não é adepto do <strong>Cypher System</strong>, pode usar todos os elementos dos vídeos junto com o seu sistema favorito, <strong>Shadowrun</strong>, <strong>Savage Worlds</strong>, <strong>FATE</strong> e <strong>GURPS</strong> são ótimos sistemas para uma adaptação desse gênero.</p>
<h3>ADAM Episódio 1 &#8211; A Prisão</h3>
<div class="video-youtube"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/GXI0l3yqBrA?rel=0" width="750" height="422" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p>Uma prisão de segurança máxima ou um complexo militar-científico? Difícil dizer, mas o que sabemos é que se você aprontou alguma coisa errada, existe uma grande possibilidade de você acabar aqui. A instalação parece ficar afastada da civilização ou o que vemos no vídeo pode ser o limite entre a civilização e &#8220;mundo exterior&#8221;. Talvez sua localização possa ser até mesmo secreta.</p>
<p>Outro ponto a se observar é que ela parecer ser fortemente protegida. Uma missão de resgate talvez seja algo quase impossível aqui (ou não). Quais seriam os objetivos dessa instalação? Quem são as pessoas armadas que aparecem no final? Militares? Cientistas? Por que eles usam aquelas máscaras? Será que o mundo exterior estaria contaminado de alguma forma?</p>
<p>São algumas das perguntas que você, mestre ou jogador, precisarão responder para colocar o mundo da ADAM em sua mesa.</p>
<h3>ADAM Episódio 2 &#8211; O Espelho</h3>
<div class="video-youtube"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/R8NeB10INDo?rel=0" width="750" height="422" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p>O caminho até o novo refúgio é longo e perigoso. Se seus suprimentos não estiverem em dia, existe uma grande chance de você ficar para trás. Não dá para saber exatamente quanto tempo se passou entre a saída da prisão e a chegada ao refúgio, mas a julgar pelo estado dos viajantes, podem ter se passado várias semanas, até mesmo meses, até chegarem ao destino final.</p>
<p>Essa nova instalação, apesar de não aparentar estar fortemente armada, deve possuir alguma defesa, já que temos os sentinelas na entrada e o acesso é permitido somente ao pessoal autorizado. Ainda não sabemos o que exatamente ocorre ali, mas já podemos notar que todos que chegam passam por alguma modificação, já que os modelos robóticos são muito diferentes dos recém chegados. Seria uma espécie de evolução/upgrade? E se sim, com qual finalidade?</p>
<p>Destaque para o personagem &#8220;A Espelho&#8221;. Tudo indica que ela é uma máquina e possuiu algum uma espécie de dom, capaz de &#8220;ler&#8221; o passado criminoso do indivíduo. Existe, é claro, uma pequena possibilidade de que ela apenas consiga ler os códigos de programação que já faziam parte dos prisioneiros. Tudo isso me levar a imaginar que ela possa ser vista como uma espécie de oráculo que esses indivíduos consultam sempre que precisam.</p>
<p>Nesse episódio também nos é revelado um pouco mais sobre o cenário. Uma dica, se você não manja muito de inglês, coloque as legendas em português nos vídeos =D</p>
<h3>ADAM Episódio 3 &#8211; O Profeta</h3>
<div class="video-youtube"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/tSDsi2ItktY?rel=0" width="750" height="422" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p><strong>Plot twist</strong> total aqui. Aparentemente existe um grupo, culto ou seita que está lutando contra o <em>Consortium</em> e as máquinas desse mundo. Existe um grupo de refugiados, talvez? Uma espécie de resistência?</p>
<p>Além disso, o sacerdote possui poderes curativos, ou seria algum tipo de tecnologia super avançada?</p>
<p>Será que existe uma guerra sendo travada entre os que cultuam as máquinas e o que acham que elas nem deveriam existir? Ou será que são facções de máquinas inteligentes diferentes lutando pelo controle do que sobrou da Terra? O final desse vídeo deixa ainda mais perguntas.</p>
<h2>E o que temos para o final?</h2>
<p>Podemos ficar especulando um monte aqui, mas o fato é que vamos ter que esperar os próximos episódios para descobrir um pouco mais sobre este misterioso universo. A única parte triste é que o último vídeo foi produzido em 2017 e até o momento não há nenhuma previsão sobre a continuação dos mesmos. Por enquanto só nos resta esperar.</p>
<p>Se você curtiu os personagens e cenário, pode acompanhar um pouco dos bastidores do processo de produção, diretamente no <strong><a href="https://blogs.unity3d.com/pt/2016/07/07/adam-production-design-for-the-real-time-short-film/" target="_blank" rel="noopener">blog da Unity</a></strong>.</p>
<p>Bom proveito e até a próxima!</p>
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		<title>Usando as ideias e o cenário de Altered Carbon no seu RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 03:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já imaginou como seria jogar no mundo do Altered Carbon? Então confira essas regras para trocar de corpo, ou melhor, de capa assim como no seriado! =D</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Altered Carbon</strong> foi sem dúvida, uma das séries que trouxe a ficção científica de volta aos holofotes.</p>
<p>No futuro, você pode transferir sua consciência para outro corpo, evitando assim a morte. Essa nova &#8220;capa&#8221;, como alguns chamam, pode ser uma cópia do seu antigo &#8220;eu&#8221; ou algo totalmente novo. Alguém mais velho ou mais novo, do sexo oposto ou com melhorias genéticas. Não importa, não há limites para as trocas, contando que você possa pagar por elas, é claro.</p>
<p>A série acompanha Takeshi Kovacs, um ex-militar e mercenário que acorda em outro corpo, 250 anos no futuro. Trazido de volta do mundo dos mortos pelo riquíssimo Laurens Bancroft para descobrir o autor do seu próprio assassinato. Kovacs ainda precisa lidar com a policial Kristin Ortega, que é obcecada pelos Bancroft (os motivos são explicados ao longo da série) e com uma Inteligência artifical que é uma versão digitalizada de Edgar Allan Poe e possui um hotel temático.</p>
<div class="video-youtube">
<div class="video-container"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/dhFM8akm9a4?rel=0&amp;showinfo=0" width="750" height="422" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
</div>
<h2>O mundo de Altered Carbon</h2>
<p>O cenário é muito rico, cheio de referências a cultura cyberpunk. Implantes cibernéticos, melhorias genéticas e ambientes simulados são uma pequena amostra. Se você busca inspiração para os seus jogos ou personagens, assista porque vale muito à pena.</p>
<p>Porém, os itens que mais chamam a atenção nesse seriado são 2: o disco chamado de &#8220;Pilha Cortical&#8221; e o conceito dos Matusaléns.</p>
<p>A &#8220;<strong>Pilha Cortical</strong>&#8221; nada mais é do que um disco/componente que fica alocado na base da sua cabeça. Ali fica armazenada a sua consciência que depois, poderá ser transferida para outra &#8220;capa&#8221; se assim você desejar. Uma vez destruído esse disco, você definitivamente morre. Com a criação desse sistema de transferência, a morte passou a ser algo muito efêmero, mas a transferência e manutenção das &#8220;capas&#8221; gerou todo um novo modelo de sociedade.</p>
<p>A transferência, ainda que simples, também trouxe consigo novas formas de doenças mentais e traumas. Sempre que o usuário faz a transferência para um novo corpo, existe a possibilidade dele ser rejeição. Para isso, você pode pedir testes toda vez que uma transferência for completada. Elaborei um sistema que funciona de forma independente do seu sistema de jogo favorito. Assim você pode usar os dois em conjunto.</p>
<p>Primeiramente role 1d6. Resultados 5 ou 6 significam uma falha. Após isso, role 1d20 e consulte a tabela abaixo:</p>
<p><em><small>Tabela: Doenças mentais e traumas</small></em></p>
<table class="table table-bordered table-striped table-condensed">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 10%;"><strong>1d20</strong></td>
<td><strong>Descrição</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1-2</td>
<td>Desmaia imediatamente e fica inconsciente por 5 rodadas.</td>
</tr>
<tr>
<td>3-4</td>
<td>Passa a enxergar tudo em preto e branco, não conseguindo distinguir cores e sofrendo redutores em jogadas que envolvam a visão.</td>
</tr>
<tr>
<td>5-6</td>
<td>Você fica 1d10 turnos com suas funções motoras comprometidas, não tendo controle sobre o próprio corpo, tendo redutores em todas as jogadas que envolvam destreza.</td>
</tr>
<tr>
<td>7-8</td>
<td>Adquire uma dupla personalidade, passando a falar consigo mesmo a todo momento.</td>
</tr>
<tr>
<td>9-10</td>
<td>Sofre de amnésia temporária por 1d6 horas.</td>
</tr>
<tr>
<td>11-12</td>
<td>Tem alucinações constantes até o fim da sessão. O mestre define quando elas ocorrem.</td>
</tr>
<tr>
<td>13-14</td>
<td>Você não consegue entender certas palavras, sofrendo redutor em todas as jogadas que envolvam algum tipo de interação social ou ouvir.</td>
</tr>
<tr>
<td>15-16</td>
<td>O tempo passa diferente para você, fazendo com que você seja sempre o último a agir no seu grupo ou turno.</td>
</tr>
<tr>
<td>17-18</td>
<td>Desmaia imediatamente e  inconsciente por 1d4 dias.</td>
</tr>
<tr>
<td>19-20</td>
<td>A transferência é rejeitada pelo novo corpo. Você tem mais 1d4 dias de vida apenas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Existe ainda uma situação especial. Caso a troca entre uma capa e outra seja realizada num período inferior a 4 horas, considere como falha resultados 4,5,6.</p>
<h2>Os Matusaléns</h2>
<div id="attachment_1835" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1835 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/08/img-matusa-bancroft.jpg" alt="Laurens Bancroft - Matusa" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/08/img-matusa-bancroft.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/08/img-matusa-bancroft-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Laurens Bancroft, um dos muitos &#8220;Matusas&#8221; de Altered Carbon | Fonte: Netflix</p></div>
<p>Os &#8220;Matusas&#8221; são uma referência direta a Matusalém, o homem que segundo os relatos bíblicos, viveu por mais de 900 anos. Esses aristocratas de elite detém muito poder no mundo de <strong>Altered Carbon</strong>.</p>
<p>Muitos possuem um sistema de backup remoto de suas consciências, bem como clones de seus corpos. Por essa combinação, muitos Matusas mantiveram suas aparências físicas ao longo dos séculos e daí vem a origem do título que carregam.</p>
<p>Seu elevado status na sociedade faz deles benfeitores ou inimigos poderosos. Eles tem influência ou controlam setores estratégicos como bancos, forças policiais e até mesmo o seguro social outros serviços tidos como &#8220;públicos&#8221;.</p>
<p>Em uma aventura nesse estilo, um Matusa pode ser usado tanto como aliado dos jogadores, fornecendo dinheiro e equipamento, como um antagonista a ser desmascarado e derrotado ao longo da campanha.</p>
<p>Gostou? Então basta assistir e tirar proveito &#8211; <a href="https://www.netflix.com/title/80097140" target="_blank" rel="noopener"><strong>https://www.netflix.com/title/80097140</strong></a>.</p>
<p>E se você gostou do seriado e quer saber mais sobre o mundo de <strong>Altered Carbon</strong>, saiba que o seriado foi <a href="https://amzn.to/2wgkGdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>baseado no livro</strong></a>, de mesmo nome (ou quase), do autor Richard K. Morgan.</p>
<h2>Eclipse Phase</h2>
<div id="attachment_1838" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1838 img-responsive" src="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/08/img-eclipse-phase.jpg" alt="Eclipse Phase" width="750" height="422" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/08/img-eclipse-phase.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/08/img-eclipse-phase-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Eclipse Phase, a origem das &#8220;capas&#8221; em Altered Carbon. | Fonte: Eclipse Phase</p></div>
<p>Impossível falar de transferência de consciência e troca de &#8220;capas&#8221; sem mencionar <strong>Eclipse Phase</strong>. Publicado em 2009 pela Catalyst Game Labs e a Posthuman Studios, Eclipse Phase traz regras detalhadas para o que eles chamam de &#8220;<em>resleeving</em>&#8220;, que é exatamente o que fazem os personagens de <strong>Altered Carbon</strong>.</p>
<p>O livro ainda trás todo um sistema para lidar com traumas e danos mentais causados pela transferência de consciência entre outros problemas. Se você deseja se aprofundar nesse tema e quer regras mais aprimoradas, recomendo a leitura desse livro. No <a href="http://www.eclipsephase.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>site oficial</strong></a> você encontra tanto o Q<em>uick Start</em> de regras e também o livro básico. Infelizmente Eclipse Phase está disponível apenas em inglês.</p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/usando-as-ideias-e-o-cenario-de-altered-carbon-no-seu-rpg/">Usando as ideias e o cenário de Altered Carbon no seu RPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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		<title>Micro Ambiente de Interação Autônoma &#8211; MAIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zamboman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 00:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[matrix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num futuro distante, a raça humana construiu computadores biológicos que juntavam uma rede de neurônios humanos a máquinas. Esse procedimento visava construir uma super rede interligada e que mais tarde ficou conhecida como IMERSÃO. Com ela foi possível criar dispositivos que permitiam que todas as pessoas estivessem conectadas a super rede, sem a necessidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num futuro distante, a raça humana construiu computadores biológicos que juntavam uma rede de neurônios humanos a máquinas. Esse procedimento visava construir uma super rede interligada e que mais tarde ficou conhecida como IMERSÃO.</p>
<p>Com ela foi possível criar dispositivos que permitiam que todas as pessoas estivessem conectadas a super rede, sem a necessidade de fios ou terminais. Bastava um pequeno implante, menor que uma moeda, na base da cabeça e pronto. Todo acesso era feito pelos olhos do usuário. Pequenas telas surgiam conforme a necessidade da navegação.</p>
<p>Em pouco tempo os governos criaram redes públicas onde transmitiam todo tipo de informação para as pessoas. Quase não era mais necessário ler ou assistir a noticiários da forma tradicional. Os computadores de todos os tipos também começaram a ficar obsoletos. Bastava estar conectado a IMERSÃO e toda a informação estava disponível a um piscar de olhos. Em vários locais existiam plugues de conexão para conversas particulares ou atualização de dados especiais.</p>
<p>Virou prática comum ter dados das pessoas em locais como hospitais, delegacias e serviços essenciais. Isso ajudou a diminuir o número de crimes, mortes e muitas outras coisas.</p>
<p>Porém, com o passar do tempo, a quantidade de informação que precisava ser gerenciada acabou acarretando no surgimento de pequenas unidades de geração da rede de IMERSÃO. A elas foi dado o nome de <strong>M.A.I.A</strong>. – Micro Ambiente de Interação Autônoma.</p>
<p>As <strong>M.A.I.A.</strong> foram construídas para funcionarem sozinhas por anos, talvez séculos, sem a necessidade de interação humana direta, a não ser nos casos de manutenção. Quando isso ocorria, todas as pessoas conectadas a ela precisava ser transferidas para unidades próximas. Porém, isso ocorreu 2 vezes desde o início da operação desses equipamentos.</p>
<p>Em alguns anos toda a IMERSÃO havia sido descentralizada. Agora pequenos centros operavam e várias unidades <strong>M.A.I.A.</strong> eram responsáveis por toda a comunicação e transmissão de informações.</p>
<p>O que ninguém esperava é que uma <strong>M.A.I.A.</strong> pudesse operar sozinha, sem o consentimento dos usuários conectados a ela e muito menos das demais unidades.</p>
<div id="attachment_1129" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1129 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/02/img_maia_exemplo_de_uma_maia.jpg" alt="" width="750" height="425" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/02/img_maia_exemplo_de_uma_maia.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2018/02/img_maia_exemplo_de_uma_maia-300x170.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A Adjutant Starcraft também foi inspiração para o conceito. | Fonte: Blizzard</p></div>
<h2>A Origem</h2>
<p>Esse texto foi escrito originalmente em 1999, mesmo ano em que estreava The Matrix nos cinemas. A internet ainda não era nem metade do que temos hoje e muitas especulações e teorias da conspiração surgiam com a chegada do ano 2000 e o temido &#8220;bug do milênio&#8221;.</p>
<p>Influenciado pelos fatos acima mencionados, nessa época, eu tive a ideia de escrever meu próprio cenário de conspiração onde as máquinas se rebelavam contra os humanos. Porém, ao invés de escravizar a raça humana como acontece em Matrix, haveria uma rebelião, algo mais ao estilo Exterminador do Futuro.</p>
<p>O filme de James Cameron foi outra inspiração, justamente por não mostrar com detalhes como era o futuro apocalíptico da humanidade. Sempre imaginei como seria jogar uma aventura durante a revolução ou logo após a tomada das máquinas.</p>
<p>Então tive a ideia de misturar um pouco os dois cenários, começando pelas máquinas que seriam os vilões do meu cenário, as unidades M.A.I.A. Talvez eu volte a visitar esse cenário de desenvolva mais conteúdo para ela, mas por enquanto é isso.</p>
<p>Espero que vocês possam aproveitar o conceito (apesar de ser clichê), em suas aventuras, campanhas ou cenários próprios.</p>
<p>Abraço e até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O gênero Cyberpunk e o RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mantsor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2017 00:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hyperdrive]]></category>
		<category><![CDATA[blade runner]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[cyberpunk 2020]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
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		<category><![CDATA[gurps cyberpunk]]></category>
		<category><![CDATA[interface zero]]></category>
		<category><![CDATA[new order]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[shadowrun]]></category>
		<category><![CDATA[the sprawl]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O gênero cyberpunk andava meio esquecido nos últimos anos, tanto no cinema quanto no RPG. Até que este ano tivemos o lançamento de dois excelentes representantes do gênero nos cinemas: Ghost in The Shell: A Vigilante do Amanhã e Blade Runner 2049. Alguns fãs das respectivas obras “originais” (Ghost in The Shell de 1995 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O gênero cyberpunk andava meio esquecido nos últimos anos, tanto no cinema quanto no RPG. Até que este ano tivemos o lançamento de dois excelentes representantes do gênero nos cinemas: <em>Ghost in The Shell: A Vigilante do Amanhã e Blade Runner 2049</em>. Alguns fãs das respectivas obras “originais” (<em>Ghost in The Shell de 1995 e Blade Runner: O Caçador de Andróides de 1982</em>) não têm recebido com grande entusiasmo essas obras revisitadas, porém não há dúvida que elas têm feito grande sucesso e têm contribuído para um renascimento do cyberpunk na cultura pop.</p>
<p>Mas afinal, o que é o Cyberpunk? Ele é nada mais que um subgênero da ficção científica que mostra um futuro distópico (decadente, pessimista), onde a tecnologia teve um impacto negativo na sociedade &#8211; exatamente o oposto das utopias futuristas como a que vemos no universo de Star Trek (onde a tecnologia solucionou a maior parte dos problemas da humanidade). Alguns gostam de resumir a definição do gênero na expressão “high tech, low life” (alta tecnologia e baixa qualidade de vida). Essa expressão não deixa de estar certa, porém ela apenas arranha a incrível mistura de elementos estéticos, tecnológicos, filosóficos e sociais que tornam o cyberpunk tão peculiar e fascinante.</p>
<p>Embora cada cenário cyberpunk tenha suas particularidades, existem alguns elementos que são comuns. Um dos principais é a influência da tecnologia na sociedade e no ambiente: alimentos sintéticos, automatização de serviços, cidades extremamente populosas e poluição. A humanidade pode estar vivendo em ilhas superpovoadas de tecnologia em meio a desertos estéreis, que surgiram como resultado de resíduos produzidos por uma super industrialização, ou mesmo como resultado de guerras nucleares.</p>
<div id="attachment_1002" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1002 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk.jpg" alt="" width="750" height="350" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-300x140.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">As cidades do futuro podem ser o último bastião da civilização | Fonte: Alphacoders Wallpapers</p></div>
<p>Outro elemento quase obrigatório é a profunda integração homem-máquina. Implantes cognitivos, membros cibernéticos, interfaces de rede e até mesmo corpos biônicos completos são algumas das muitas opções encontradas em mundos distópicos futuristas. Embora sejam itens comuns, geralmente os de melhor qualidade são extremamente caros e disponíveis apenas para poucos. E isso geralmente acaba tendo como consequência o surgimento de um mercado negro. Outro resultado dessa integração é o acesso onipresente ao fluxo de informações da rede, o que cria um terreno fértil para os hackers, o cyber terrorismo e todo tipo de intriga no mundo digital.</p>
<p>Em alguns cenários também são exploradas questões filosóficas profundas, pois a fronteira que separa um robô com uma IA senciente de um ser humano se torna muito tênue. Andróides se parecem e agem como seres humanos, podendo até mesmo terem direitos civis. E nos casos ainda mais drásticos, a humanidade pode ter sido subjugada pelas máquinas e os poucos que resistiram foram marginalizados e tem de lutar pela sua sobrevivência.</p>
<div id="attachment_1003" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1003 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-ghost-in-the-shell.jpg" alt="" width="750" height="350" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-ghost-in-the-shell.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-ghost-in-the-shell-300x140.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Em Ghost in the Shell o que diferencia o homem da máquina é o seu “fantasma” | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>E finalmente temos o controle corporativo da sociedade. Quase sempre existe uma entidade controladora que rege a sociedade. Na maior parte dos casos essa entidade é uma ou mais mega corporações, que possuem o monopólio de alguma tecnologia importante. Em outros casos o próprio estado é extremamente controlador e burocrático, monitorando de perto todos os cidadãos e violando as liberdades individuais em detrimento de uma suposta garantia de segurança.</p>
<p>A popularização do gênero cyberpunk começou na literatura, com obras de referência como <em>Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?</em> (1968, de Philip K. Dick) e <em>Neuromancer</em> (1984, de William Gibson) e logo atingiu os cinemas, sobretudo a partir dos anos 80: Blade Runner, Tron, Exterminador do Futuro, Robocop, Juiz Dredd, Total Recall, Gattaca, O Quinto Elemento, Matrix e Minority Report são alguns dos exemplos mais conhecidos (alguns tiveram refilmagens e continuações &#8211; geralmente não tão bem sucedidas). Tivemos também ótimos representantes no mundo dos mangás e animes, como <em>Akira</em> (1982, de Katsuhiro Otomo), <em>Ghost in The Shell</em> (1989, de Masamune Shirow) e <em>Blame!</em> (1998, de Tsutomu Nihei).</p>
<div id="attachment_1004" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1004 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-blade-runner.jpg" alt="" width="750" height="350" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-blade-runner.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-blade-runner-300x140.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Blade Runner &#8211; o filme que definiu o gênero | Fonte: Divulgação</p></div>
<p>E então nos anos 90 o cyberpunk finalmente chega com força ao mundo do RPG. Os principais títulos foram <em>Cyberpunk 2020 (1988, R Talsorian Games)</em>, <em>Shadowrun (1989, FASA)</em>, <em>GURPS Cyberpunk (1990, Steve Jackson Games)</em>, <em>Cyberspace (1989, Iron Crown Enterprises)</em> e <em>SLA Industries (1993, Nightfall Games)</em>. Essa temática fez tanto sucesso que tivemos inclusive os 3 primeiros desses títulos trazidos para o Brasil, numa época em que o mercado era dominado pela fantasia de AD&amp;D e pelo horror gótico de Vampiro.</p>
<p>Nos anos 2000 infelizmente esses títulos foram sumindo aos poucos, se tornando itens de colecionador. Não podemos negar que a enchente de títulos com o selo d20 nessa época tenha contribuído para eclipsar a temática cyberpunk (embora tenha chegado a surgir um d20 <em>Modern Cyberscape</em>), mas acredito que o principal motivo foi outro, bastante simples: os títulos cyberpunk dos anos 90 se tornaram extremamente datados e, de certa forma, obsoletos. Embora implantes cibernéticos não sejam algo comum hoje em dia, grande parte da tecnologia “imaginada” para os anos 2020 foi superada, sobretudo na área da computação e comunicações. Apenas a título de ilustração, no <em>GURPS Cyberpunk</em> é dito que as mídias de armazenamento mais comuns seriam discos de 10GB (enquanto que um blu-ray de hoje tem capacidade de 50GB) e nem sequer se imaginava algo como os pendrives, que chegam a ter capacidade de 1TB.</p>
<div id="attachment_1018" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1018 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-capas-1.jpg" alt="" width="750" height="350" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-capas-1.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-capas-1-300x140.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">A era de ouro do RPG cyberpunk no Brasil | Fonte: Google Images</p></div>
<p>A pergunta que cabe aqui é: então o que temos de RPGs Cyberpunks atuais em português? Felizmente, nessa era de financiamentos coletivos, a Editora Pensamento Coletivo nos trouxe o Interface Zero 2.0, em 2016, e a New Order Editora está trazendo esse ano o Shadowrun 5ª Edição, ambos financiados com grande sucesso através do catarse.</p>
<p>Interface Zero 2.0 é um RPG cyberpunk tradicional, ambientado no ano de 2090. Embora tenha sido trazido pela Pensamento Coletivo, ele utiliza o sistema de regras genérico Savage Worlds, publicado em português pela Retropunk. Nele você vai encontrar todos os elementos tradicionais do gênero: mega corporações corruptas, andróides com aspecto humano, acesso permanente a DataNet por meio de um implante cibernético (o TAP- Tendril Access Processor) e é claro que os personagens levam uma vida de proscritos no submundo.</p>
<div id="attachment_1008" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="img-responsive wp-image-1008 size-full" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-interface-zero.jpg" alt="" width="750" height="350" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-interface-zero.jpg 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-interface-zero-300x140.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Interface Zero 2.0 | Fonte: Editora Pensamento Coletivo</p></div>
<p>Já o <em>Shadowrun</em> é um velho conhecido dos rpgistas brasileiros, pois a segunda edição foi lançada por aqui em 1995, traduzida pela Ediouro e assumida posteriormente pela Devir. A <em>5ª Edição</em> se passa agora no ano de 2075 (a primeira se passava em 2050), mas os conceitos, ainda que atualizados, permanecem os mesmos. O sistema de regras ainda se baseia no antigo sistema D6. Os personagens geralmente estão envolvidos em intrigas de espionagem industrial, onde os <em>deckers</em> (hackers do futuro) operam a partir da <em>Matrix</em> (não confunda com o filme!). E é claro, os elementos que são motivos de crítica para alguns puristas, também estão lá: magia, raças e criatura fantásticas fazem parte desse cenário. Por esse motivo, alguns não consideram <em>Shadowrun</em> um cenário cyberpunk e sim de fantasia urbana.</p>
<p>Ok, “<em>mas e se eu domino o idioma inglês, que opções tenho</em>?”, você pode estar se perguntando. Nesse caso temos duas sugestões para você: <em>The Sprawl</em> (2015, da Ardens Ludere) e o <em>The Veil</em> (2017, da Samjoko Publishing), ambos baseados no sistema de regras <em>Powered by Apocalypse</em>, desenvolvido inicialmente para os jogos <em>Apocalypse World, Dungeon World e Monsterhearts</em>. The <em>Sprawl</em> é um jogo orientado a missões, com foco nas corporações e suas tramas. A estrutura em geral dele é muito parecida com <em>Shadowrun</em>. Os personagens são construídos em torno de classes padrão, que definem arquétipos como hacker, assassino e infiltrador.</p>
<p>Já <em>The Veil</em> não é tão focado em missões e sim na exploração de questões filosóficas e existenciais, nos limites entre o mundo físico e digital. Ao invés de trazer classes pré-definidas, aqui o seu personagem é definido pelas suas habilidades e características pessoais. Se você é fã de Ghost in the Shell e Blade Runner, esse será o seu jogo com certeza.</p>
<div id="attachment_1009" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1009 img-responsive" src="http://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-viel-sprawl.png" alt="" width="750" height="350" srcset="https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-viel-sprawl.png 750w, https://universorpg.com/wp-content/uploads/2017/10/img-cyberpunk-viel-sprawl-300x140.png 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p class="wp-caption-text">Opções para quem domina o inglês | Fonte: Kickstarter</p></div>
<p>E finalmente, se você é fã inveterado do sistema <em>Dungeons and Dragons</em>, temos um RPG que recebe aqui a menção honrosa por utilizar o sistema do D&amp;D 5th. Trata-se do <em>Neurospasta 5E</em> (2017, da Dias Ex Machina Games), que utiliza as classes do <em>Ultramodern5</em> (2016, da Dias Ex Machina Games) &#8211; uma espécie de <em>d20 Modern Future</em> atualizado para a quinta edição, que possui uma versão gratuita (SRD). O <em>Neurospasta</em> é fortemente inspirado em Ghost in the Shell, pois o seu cenário é uma cidade high-tech conhecida como Archon, onde a segurança pública é garantida pela <em>Division of Public Safety</em> (alguém aí falou em Seção 9?), com o foco em intrigas políticas e onde praticamente todos os cidadãos estão conectados na rede global. Dessa maneira, ele foge um pouco do estereótipo de futuro decadente da maioria dos cenários cyberpunk.</p>
<p>Espero que tenha gostado do conteúdo e não deixe de colocar nos comentários qual o seu sistema favorito para jogar no gênero cyberpunk.</p>
<p><em><strong>Bônus</strong>: A arte que ilustra a capa desse post é de <strong>Josan Gonzalez</strong>. É dele a arte da capa de uma das edições de Neuromancer. Se quiser conhecer um pouco mais do trabalho desse artista fantástico veja essa matéria do <a href="http://bit.ly/2yCqi4m"><strong>The Verge</strong></a>.</em></p>
<p>O post <a href="https://universorpg.com/hyperdrive/dicas/o-genero-cyberpunk-e-o-rpg/">O gênero Cyberpunk e o RPG</a> apareceu primeiro em <a href="https://universorpg.com">UniversoRPG</a>.</p>
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